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Navegando por Assunto "Planejamento regional - Amazônia"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Medicina popular e desenvolvimento regional: registros e reflexões a partir da Princesa do Trombetas
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-31) CASTRO, Nádile Juliane Costa de; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911
    As políticas de desenvolvimento realizadas na Amazônia nas últimas décadas têm interferido na biodiversidade, no modo de vida das populações e nas culturas populares em saúde. Achados apontam que este saber ainda é presente hodiernamente, mas é necessário conhecer como ele se mantém frente ao modelo econômico excludente e avesso ao cuidado cultural. O objetivo do estudo é a manutenção da medicina popular por meio da resistência, transformações práticas e tensões sociais. O desenho do estudo foi orientado pelo método de investigação qualitativa explicativa por meio de estudo de caso e de questões problemáticas que envolvem medicina popular, políticas públicas e intervenções do capital nos espaços e ofícios tradicionais em saúde. O local do estudo foi a cidade de Oriximiná, situada no Estado do Pará, Brasil. A metodologia baseou-se em um estudo de caso múltiplo, executado por meio de entrevistas semiestruturadas, observação participante e registro fotográfico de base antropológica. Participaram do estudo gestores municipais, gerentes de saúde, técnicos em saúde, representações legais, gerentes de organizações públicas e privadas, profissionais do ofício da medicina popular, historiadores e lideranças tradicionais. Como área geográfica de abrangência foram realizados levantamentos na zona urbana em sua totalidade, comunidade de Boa Vista e entorno, região do baixo Trombetas, CASAI e Polo Indígena de Oriximiná e Unidades Básicas de Saúde da região urbana. Considerando estes fatos, a orientação do estudo foi interdisciplinar abrangendo as bases teóricas que fundamentassem o método de interpretação e análise pelo materialismo histórico dialético, por tal a escolha de teorias de base revelam o antagonismo das lutas de classes, a diversidade cultural e as implicações pelo cuidado cultural dentro das análises críticas do desenvolvimento. Após avaliação dos dados o conteúdo foi organizado em categorias temáticas e as análises apontaram que a medicina popular apresenta novos arranjos frente as demandas do desenvolvimento regional, sendo resultantes de políticas de desenvolvimento na Amazônia, reorganização dos sistemas de saúde pós reforma sanitária, novas políticas públicas de saúde que buscam representar as diversidades culturais e déficit de infraestrutura dos serviços de saúde em comunidades rurais, assim como das interferências do empreendimento minerador.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Metrópole e região na Amazônia: trajetórias do planejamento e da gestão metropolitana em Belém, Manaus e São Luís
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02-02) SANTOS, Tiago Veloso dos; TRINDADE JÚNIOR, Saint-Clair Cordeiro da; http://lattes.cnpq.br/1762041788112837
    Esta proposta tem como objetivo analisar a relação entre metrópole e região na Amazônia brasileira. A discussão clássica que afirma as dimensões da cidade e da região, recompõe-se diante da nova dinâmica socioespacial de metropolização do espaço, exigindo um novo olhar sobre a relação estabelecida entre elas. Tal processo de metropolização, entretanto, não se caracteriza por revelar uma possível particularidade em nível macrorregional. A configuração de uma fronteira econômica que se expande de forma desigual e diferenciada no interior da Amazônia é responsável também pela formação de distintas sub-regiões. As metrópoles que aí se formaram são produto, condição e meio desse movimento de diferenciação, que pode ser exemplificado através das aglomerações de Belém, Manaus e São Luís. Considerando elementos como a relação que estabelecem com a região, a estrutura intraurbana e a forma de institucionalização das mesmas, busca-se mostrar a importância e o significado dessas formações metropolitanas em face de processos diferenciados de produção do espaço regional. E, embora sejam produto, condição e meio de produção e reprodução de relações no interior de um contexto regional específico na Amazônia, não há, no padrão de ordenamento institucional para as metrópoles, políticas de planejamento e gestão que consigam configurar arranjos institucionais para que estas particularidades sejam um componente articulador do desenvolvimento urbano nestes centros metropolitanos. Essa afirmação pode ser verificada a partir da análise das características das políticas de planejamento e gestão desses espaços, que, em regra, reproduzem arranjos institucionais metropolitanos executados para outras regiões do País, sendo o maior exemplo disso a institucionalização de regiões metropolitanas de forma bastante semelhante à de outros aglomerados, que apresentam mais distanciamento que proximidade em relação às particularidades amazônicas. Essa característica resulta no estabelecimento de instrumentos de planejamento e gestão com graus e níveis de eficiência e eficácia questionáveis, tendo em vista o seu padrão de implementação.
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