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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Copaiba oil effect on experimental jaw defect in Wistar rats
    (Sociedade Brasileira para o Desenvolvimento da Pesquisa em Cirurgia, 2015-02) SILVA, Priscilla Flores; BRITO, Marcus Vinicius Henriques; PONTES, Flávia Sirotheau Corrêa; RAMOS, Suzana Rodrigues; MENDES, Laís Cordeiro; OLIVEIRA, Louize Caroline Marques
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dentre plantas e mulheres: a porta de entrada do universo místico e poético que envolve mulheres em Salvaterra
    (Universidade Federal do Pará, 2016) PEIXOTO, Lanna Beatriz Lima; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da
    Neste trabalho apresentamos reflexões preliminares de um estudo sobre o universo mítico que envolve as mulheres e o feminino na região do Marajó. Apresentamos dados das primeiras duas viagens a campo, onde destacam-se duas mulheres em específico: dona Marta, no distrito de Joanes, e dona Joana, em uma comunidade quilombola, ambas localizadas no município de Salvaterra. Aqui, expomos alguns apontamentos suscitados pelo encontro com essas duas mulheres, de forma a pensarmos as suas experiências a partir do diálogo com uma bibliografia específica. A princípio a existência de um mote em comum auxiliou-nos a adentrarmos no universo de seus cotidianos e, mais diretamente de seus quintais, desde onde os saberes relacionados às plantas medicinais emergiram como a ponta de um novelo, que compreende memórias e os saberes em torno de práticas de cura, do xamanismo e do misticismo local, envolvendo, principalmente, a figura feminina que pretendemos abordar ao longo da discussão presente neste artigo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O dom de curar
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09) CHAVES, Ana Maria Chaves de; SARAIVA, Luis Junior Costa
    A produção fílmica que se apresenta é resultado de uma pesquisa realizada em Soure-Marajó-Pará sobre as experiências sobre o dom de curar a partir da observação etnográfica da Senhora Maria Florinda e do seu cotidiano com suas plantas e seus saberes ligados ao dom de curar
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Os vegetais político-selvagens de Clarice Lispector e as artes visuais de mulheres latinoamericanas
    (Universidade Federal do Pará, 2025-06-10) COSTA, Fabrício Lemos da; GUIMARÃES, Mayara Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/6834076554286321; GARRAMUÑO, Florencia; NODARI, Alexandre André; SEQUEIRA, Alexandre Romariz; CASTILO, Luís Heleno Montoril Del; http://lattes.cnpq.br/0000000000000000; http://lattes.cnpq.br/3298943752969192; http://lattes.cnpq.br/0763555042066498; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125; https://orcid.org/0000-0000-0000-0000; https://orcid.org/0000-0001-9519-145X; https://orcid.org/0000-0000-0000-0000; https://orcid.org/0000-0002-2507-5346
    A presente tese visa apontar nos vegetais as políticas selvagens em contexto cultural latinoamericano. Para isto, analisamos as obras literárias A maçã no escuro (1961) e Água viva (1973), de Clarice Lispector (1920-1977), em diálogo com as artes visuais produzidas por mulheres. Com as plantas, frisamos as radicalizações insurgentes diante das realidades fundamentadas na mentalidade metafísico-colonial, advinda da complexa história da América Latina. Em nosso estudo, defendemos as criações vinculadas às sublevações – contra-ataque estético feminino –, cuja força instaura a chave para articular críticas aos sistemas castradores da vida, principalmente em períodos marcados por maiores totalitarismos – fascismos históricos. Nesse diapasão, vemos no indomesticado o modo pelo qual as obras tramadas na tensão política operam segundo um intento libertário de si mesmo e dos outros. Sendo assunto comum em objetos culturais de artistas latino-americanas, as representações botânicas são catalisadoras da desmobilização e descentralização de ideias construídas patriarcalmente, a exemplo da conformação social-cultural que coloca as mulheres no campo da fragilidade e obediência. Na pesquisa, em “ato de guerrilha”, lançamos “flechas” epistemológicas do sul que (re)avaliam criticamente as produções das décadas de sessenta e setenta do século XX, à luz da diferença e da alteridade. Para este trabalho, recorremos aos estudos de Benjamin (2019), BuckMorss (2012), Cixous (2022), Didi-Huberman (2017; 2020; 2021), Deleuze e Guattari (2011), Foucault (1994), Garramuño (2012), Guimarães (2009;2020), Nascimento (2011; 2012; 2021), Santiago (2006; 2008; 2019), Sousa (2012; 2013; 2021), Viveiros de Castro (2002; 2015; 2018), entre outros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Precisamos pisar no chão: plantas medicinais e ancestrais usos de práticas e saberes entre os quilombolas de Deus Ajude
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-07) SOUZA, José Luis Souza de; CARDOSO, Denise Machado; http://lattes.cnpq.br/2685857306168366
    A presente pesquisa é realizada em um território tradicional reconhecido como Deus Ajude e investiga a relação entre o uso de plantas medicinais e a identidade quilombola nessa comunidade, situada no arquipélago do Marajó, Pará. Motivada pelos debates sobre a preservação dos territórios quilombolas, especialmente após o reconhecimento constitucional das terras tradicionais pelo Art. 68 do ADCT (1988), esta pesquisa antropológica e sociológica examina como os saberes ancestrais vinculados ao uso de plantas fortalecem a identidade cultural quilombola e contribuem para a conservação territorial. Com uma população de aproximadamente 300 habitantes, a comunidade faz uso sustentável de uma área biodiversa composta por florestas que proporcionam o uso de seus frutos, plantas ancestrais e medicinais, cipós e junco, além dos rios com peixes e outros animais aquáticos que compõem um cenário rico e com potencialidade para o desenvolvimento de diferentes atividades. A pesquisa também analisa os desafios impostos pela expansão do agronegócio sobre esses territórios e a substituição de saberes tradicionais por práticas farmacológicas modernas, destacando a relevância dos saberes tradicionais para a resistência cultural e a sustentabilidade ambiental.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de Manaus - Amazonas
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2009-09) OLIVEIRA, Francisco Plácido Magalhães; ABSY, Maria Lúcia; MIRANDA, Izildinha Souza
    O recurso polínico coletado por operárias de Melipona seminigra merrillae Cockerell, Melipona fulva Lepeletier, Trigona fulviventris (Smith) e CephaloTrigona femorata Guérin, no Campus da UFAM, Manaus (AM) foi estudado no período de março a outubro de 2001. Noventa tipos polínicos foram coletados pelas abelhas, distribuídos em 31 famílias, 67 gêneros e 10 formas Tipo. Trigona fulviventris diversificou mais suas coletas, utilizando 58 fontes no período. O tamanho do nicho polínico utilizado pelas abelhas ficou assim distribuído: T. fulviventris (58), M.s. merrillae (41), C. femorata (34) e M. fulva (25). Dos tipos determinados, os que mais contribuíram para a dieta das abelhas, apresentando as maiores freqüências nas amostras de pólen, foram Miconia myriantha (12,91%), Leucaena leucocephala (9,52%), Tapirira guianensis (6,53%), Eugenia stipitata (6,22%), Protium heptaphyllum (6,17%) e Vismia guianensis (5,93%). As abelhas de modo geral concentraram suas coletas em um número reduzido de espécies vegetais e com um grau diferenciado de uso para cada uma das fontes. Tipos polínicos com freqüência acima de 10% ocorreram em pequena proporção na maioria dos meses, sendo responsáveis por mais de 50% do total do pólen coletado em cada mês. A utilização das fontes de pólen variou conforme a espécie. T. fulviventris teve uma dieta mais ampla e diversificada, enquanto M. fulva foi a que menos diversificou suas coletas. T. fulviventris apresentou maior uniformidade no uso das fontes polínicas e a sobreposição de nichos polínicos foi maior entre M.s. merrillae e M. fulva e menor entre T. fulviventris e C. femorata.
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