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Navegando por Assunto "Pleistoceno"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise tafonômica de Eremotherim laurillardi (Lund, 1842) dos depósitos pleistocenos, município de Itaituba, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2008-08-18) FERREIRA, Denys José Xavier; RAMOS, Maria Inês Feijó; http://lattes.cnpq.br/4546620118003936
    O presente trabalho trata do estudo tafonômico da preguiça Eremotherium laurillardi (Lund, 1842) encontrada em um sítio deposicional pleistoceno no município de Itaituba, Pará. O material estudado compreende, aproximadamente, oitocentas peças ósseas fragmentadas e não fragmentadas (sin-crânio e pós-crânio) da preguiça terrícola depositadas no acervo paleontológico do Museu Paraense Emílio Goeldi. A tafonomia é o ramo da paleontologia que se devota, primariamente, ao estudo das condições e dos processos que propiciam a preservação de restos de organismos, no registro litológico, incluindo processos diagenéticos, e como eles afetam a informação no registro fossilífero. Resumindo, a tafonomia é o estudo da história post mortem dos fósseis e compreende duas fases distintas: a bioestratinomia e a diagênese. Na fase de bioestratinomia foram analisadas tanto as feições sedimentológicas e estratigráficas quanto as bioestratinômicas. As primeiras revelaram que a forma e o tamanho desses bioclastos estavam fracamente empacotados, apresentando várias classes de tamanhos, indicando assim, deposição in situ. As feições bioestratinômicas revelaram que a composição taxonômica da concentração fossilífera é monotípica e monoespecífica, com morte catastrófica (não-seletiva) por soterramento brusco. O soterramento ocorreu antes da necrólise e os vestígios de fragmentação, abrasão e desgaste por transportes dos restos esqueléticos são ínfimos e/ou inexistentes. Feições de bioerosão, também, não foram identificadas. A não preservação de partes moles nas carcaças revela que a necrólise ocorreu em meio aeróbio. Entretanto, a presença de pirita, de forma parcial e pontuada nos forâmens e canais da costela e dente analisado, revelam que possivelmente tenha se estabelecido um micro ambiente redutor (anaeróbio) ao redor das carcaças. Os restos ósseos mostram suas estruturas morfológicas tanto externas quanto internas conservados, sugerindo assim, a não exposição destes bioclastos ao ciclo exógeno, devido ao rápido soterramento. No estudo fossildiagenético, as análises realizadas em amostras unitárias de costela, dente e vértebra, as quais foram realizadas sob microscopias óptica e eletrônica de varredura, revelaram que as estruturas ósseas e dentárias, como canais de Havers e túbulos dentinários, respectivamente, mantiveram-se bem preservadas. Análises através de detector de espectrometria por energia dispersiva (EDS - Energy Dispersive Spectroscopy) nessas amostras permitiram verificar que a composição química original dos mesmos permanece inalterada, mantendo-se com os compostos originais principais, como o Ca, P, além de Mg, K e Na.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Sedimentação coluvial pleistocênica na região de Presidente Figueiredo, nordeste do estado do Amazonas
    (2009-06) SARGES, Roseane Ribeiro; NOGUEIRA, Afonso César Rodrigues; RICCOMINI, Claudio
    Depósitos coluviais pleistocênicos são descritos e datados na região de Presidente Figueiredo, Estado do Amazonas. O estudo sedimentológico-estratigráfico de afloramentos, integrado com análise geomorfológica e datação por luminescência opticamente estimulada, permitiu caracterizar a arquitetura e litofácies destas sucessões sedimentares e fornecer informações sobre a história da denudação e modificações da paisagem da Amazônia Central durante o Pleistoceno. Os depósitos coluviais consistem em areias e, principalmente, cascalhos com arcabouço aberto, matriz arenosa, acamamento maciço e, localmente, gradação inversa, sugestivos de deposição por fluxos gravitacionais e torrenciais, em condições de alta energia. Dois tipos de depósitos coluviais foram identificados: Depósito coluvial tipo 1, datado em 57.000±5.000 anos AP, que é composto por cascalhos e areias com fragmentos de pelito, crosta laterítica e arenito ferruginizado, recobrindo rochas do Eopaleozóico; e Depósito coluvial tipo 2, datado em 22.100±2.600 anos AP, que consiste em cascalhos com fragmentos de caulim semi-flint e crosta laterítica, encontrado principalmente sobre os depósitos siliciclásticos caulínicos da Formação Alter do Chão, do Cretáceo-Terciário (?). A composição dos fragmentos indica como fontes as rochas fanerozóicas intemperizadas e os paleossolos lateríticos bauxítico-ferruginosos que foram removidos durante a denudação dos platôs. Os dois eventos de coluviação descritos aqui parecem confirmar que as fases principais de geomorfogênese seriam correlatas às duas fases climáticas secas e de recuo da floresta registradas para o final do Pleistoceno na Amazônia.
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