Navegando por Assunto "Pneumopatias infecciosas"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS: abordagem histórica em um hospital de referência na Região Norte, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2016-06-07) SANTOS, Milene Cardoso Salgado dos; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163As doenças pulmonares infecciosas são identificadas com frequência em pacientes infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). O objetivo deste estudo foi descrever os aspectos clínicos, epidemiológicos e as técnicas utilizadas no diagnóstico de pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS. Foram avaliados 830 prontuários de pacientes admitidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) – Belém – Pará, no período de 2005 a 2014, com diagnóstico de pneumopatias infecciosas, positivos ao HIV e com idade superior a 18 anos. A idade média dos indivíduos foi de 37,7 anos, com maior faixa etária entre aqueles com maior atividade sexual e produtividade, a maioria do sexo masculino (64,4%), no entanto foi verificado um aumento significante de mulheres com o passar dos anos elevando-se o número de leitos femininos no hospital. A maior procedência foi da capital do estado (46,6%). As pneumopatias infecciosas manifestaram-se através da tosse produtiva, emagrecimento e dispneia. A grande maioria dos pacientes teve seu diagnóstico presuntivamente através de dados epidemiológicos, clínicos e radiológicos e conduzidos com o tratamento empírico. Nos pacientes que tiveram o diagnóstico estabelecido este foi realizado pela análise de escarro, lavado broncoalveolar e biópsia pulmonar transbrônquica e os diagnósticos mais encontrados foram as pneumonias bacterianas, tuberculose e pneumocistose, com um aumento significativo dos casos de tuberculose no período compreendido entre 2011 e 2014. O desfecho, mortalidade intra-hospitalar ocorreu na maioria dos casos em decorrência de pneumonia bacteriana e houve um aumento considerável do número de altas com o passar dos anos, mesmo com o aumento do tempo de permanência e as limitações em relação aos meios diagnósticos.
