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Navegando por Assunto "Presidente Figueiredo - AM"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fáceis litorâneas glaciais da formação Nhamundá (Siluriano inferior), na região de Presidente Figueiredo, AM, Bacia do Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 1998-11-29) SOARES, Emílio Alberto Amaral; TRUCKENBRODT, Werner Hermann Walter; http://lattes.cnpq.br/5463384509941553
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Sedimentação coluvial pleistocênica na região de Presidente Figueiredo, nordeste do estado do Amazonas
    (2009-06) SARGES, Roseane Ribeiro; NOGUEIRA, Afonso César Rodrigues; RICCOMINI, Claudio
    Depósitos coluviais pleistocênicos são descritos e datados na região de Presidente Figueiredo, Estado do Amazonas. O estudo sedimentológico-estratigráfico de afloramentos, integrado com análise geomorfológica e datação por luminescência opticamente estimulada, permitiu caracterizar a arquitetura e litofácies destas sucessões sedimentares e fornecer informações sobre a história da denudação e modificações da paisagem da Amazônia Central durante o Pleistoceno. Os depósitos coluviais consistem em areias e, principalmente, cascalhos com arcabouço aberto, matriz arenosa, acamamento maciço e, localmente, gradação inversa, sugestivos de deposição por fluxos gravitacionais e torrenciais, em condições de alta energia. Dois tipos de depósitos coluviais foram identificados: Depósito coluvial tipo 1, datado em 57.000±5.000 anos AP, que é composto por cascalhos e areias com fragmentos de pelito, crosta laterítica e arenito ferruginizado, recobrindo rochas do Eopaleozóico; e Depósito coluvial tipo 2, datado em 22.100±2.600 anos AP, que consiste em cascalhos com fragmentos de caulim semi-flint e crosta laterítica, encontrado principalmente sobre os depósitos siliciclásticos caulínicos da Formação Alter do Chão, do Cretáceo-Terciário (?). A composição dos fragmentos indica como fontes as rochas fanerozóicas intemperizadas e os paleossolos lateríticos bauxítico-ferruginosos que foram removidos durante a denudação dos platôs. Os dois eventos de coluviação descritos aqui parecem confirmar que as fases principais de geomorfogênese seriam correlatas às duas fases climáticas secas e de recuo da floresta registradas para o final do Pleistoceno na Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A usina hidrelétrica de Balbina e as populações locais: um retrato da comunidade Carlos Augusto Nobre Ribeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2010-10-04) BRANDÃO, Isabel Leidiany de Sousa; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    O presente trabalho teve como objetivo estudar as interações que se estabelecem entre as populações locais e a usina hidrelétrica de Balbina, tendo como objeto de estudo – a comunidade Carlos Augusto Nobre Ribeiro. Nesta dissertação selecionou-se o modelo de geração de energia hidráulica com vista a obter um breve conhecimento sobre o funcionamento desse sistema e qual sua importância para o desenvolvimento de uma região. Assim optou-se por estudar a usina hidrelétrica de Balbina destacando, principalmente, seu papel norteador no que diz respeito à geração de energia para o desenvolvimento do estado do Amazonas. A partir daí foi enfatizada a situação socioambiental das comunidades localizadas a jusante da usina, com ênfase à Comunidade Carlos Augusto Nobre Ribeiro. Esta foi escolhida devido ainda não apresentar catalogação no Plano Diretor do município de Presidente Figueiredo e ser de relativa importância em aspectos socioambientais. Neste estudo, ficou evidente que a Usina Hidrelétrica de Balbina foi construída em uma região inapropriada, pois o leito do rio Uatumã não apresentava, na época da construção, condições suficientes para gerar a energia que viria alimentar a Zona Franca de Manaus, pois se trata de uma região com relevo praticamente plano. A construção da usina hidrelétrica contribuiu para alterações na paisagem, deslocamentos populacionais e implantação de uma infraestrutura que foi responsável pelo crescimento do município de Presidente Figueiredo. Neste estudo, ficou evidente que as usinas hidrelétricas, apesar da magnitude de impactos gerados, ainda são consideradas as fontes de geração de energia renováveis mais abundantes e acessíveis quando comparadas à densidade energética de outras fontes. A partir da visão crítica de vários autores sobre os impactos advindos com a construção da usina hidrelétrica de Balbina, notou-se que a dimensão dos impactos permeiam sobre uma mesma linha de intensidade, visto que os estudos mostraram a multiplicidade dos efeitos sobre as populações locais.
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