Navegando por Assunto "Pressão arterial"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Associação do índice de massa corporal com a glicemia de jejum e pressão arterial em indígenas(Universidade Federal do Pará, 2008-02-13) REIS, Rosilene Costa; GUERREIRO, João Farias; http://lattes.cnpq.br/1000688763895346Este estudo objetiva mensurar e descrever a forma de relação entre o IMC, glicemia de jejum e pressão arterial em grupos indígenas da Amazônia paraense. Foram estudados transversalmente 297 adultos das etnias Kaipó (Xikrin e Kararaô), Araweté, Parakanã, Asurini e Arara localizados no Estado do Pará, região Norte do Brasil. As variáveis IMC, glicemia e pressão arterial foram mensuradas na forma continua e categorizadas em sobrepeso, obesidade, diabete, intolerância da glicose e hipertensão arterial. A relação do IMC com as demais variáveis foi testada pelo método de Regressão Linear adotando um nível de significância de 5% (p≤ 0,05). As médias de IMC (23,7 kg/m2), glicemia de jejum (83,4 mg/dL), PAD (60,0 mmHg) e idade (49 anos) não apresentaram diferença significativa entre os gêneros e somente para os homens PAS (98,0 mmHg) foi maior. A prevalência de sobrepeso foi de 23,6% e obesidade de 5,7%. Não foram identificados casos novos de diabete melito tipo 2, porém quatro casos (1,3%) da doença foram relatados. A tolerância à glicose diminuída esteve presente em 2,4% da população e a hipertensão arterial em 1,3%. O IMC associou-se com a glicemia, PAS e PAD, sendo mais bem explicado a partir de PAD (IMC=20,590+0,52PAD). A relação do IMC com os níveis de glicemia e pressão arterial foi positiva, porém serão necessários novos estudos para que se tenha mais clareza entre causa e efeito.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeito da suplementação de altas doses de colecalciferol sobre o comportamento da pressão arterial em pacientes normotensos com diabetes mellitus tipo 1(Universidade Federal do Pará, 2018-12-26) QUEIROZ, Natércia Neves Marques de; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma endocrinopatia associada a alto risco cardiovascular (CV). A deficiência de vitamina D (VD) foi relacionada ao desenvolvimento de diversas doenças sistêmicas, em função da presença de receptores de vitamina D (VDR) em variados tecidos, incluindo músculo liso vascular, endotélio, cardiomiócitos e células justa-glomerulares. Alguns estudos sugerem uma relação inversa entre níveis VD e valores pressóricos. Médias de pressão arterial (PA) maiores em pessoas deficientes em VD foram observadas. Adicionalmente, sugere-se que o complexo VD - VDR possa atuar como um fator de regulação negativo sobre o sistema renina-angiotensina-aldosterona, no aparelho justa-glomerular em diabéticos, podendo exercer efeitos positivos sobre o comportamento da pressão arterial. Desse modo, nosso estudo visou a avaliar o efeito da suplementação de altas doses de vitamina D sobre o comportamento da pressão arterial em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 normotensos. Realizamos um estudo prospectivo e intervencionista em 35 pacientes com DM1. Aqueles que tinham níveis de VD inferiores a 30 ng/mL receberam 10.000 UI/ dia, e quando de 30 a 60 ng/mL, utilizaram 4.000 UI/dia. Os pacientes foram submetidos ao sistema de monitorização ambulatorial de pressão arterial por 24 horas (24h-MAPA), HbA1c, creatinina, lipídios e PCRus (proteína C reativa ultrassensível) no basal e após 12 semanas. Houve uma redução marcante nas pressões arteriais sistólica e diastólica matutinas ao final do estudo (117 ± 14 vs 112±14, p<0,05; 74±9 vs 70±10 mmHg, p<0,05, respectivamente), sem alterações em outras variáveis pressóricas. Observou-se também correlação entre o nível de vitamina D pós-suplementação e a PA diastólica matutina (r= -0,4; p <0,05). Nosso estudo sugerr uma associação entre a suplementação de altas doses de VD e redução da PA matutina em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 normotensos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Prevalência de hipertensão arterial em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina(2008-04) ROSA, Alexandre Antonio Marques; ORTEGA, Kátia Coelho; MION JÚNIOR, Décio; NAKASHIMA, YoshitakaOBJETIVOS: Identificar em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina utilizando a monitorização ambulatorial da pressão arterial e medidas clínicas da pressão arterial: prevalência de hipertensão e o perfil noturno da pressão arterial. MÉTODOS: Prospectivamente, 93 olhos de 83 pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina foram submetidos à avaliação oftalmológica. Após, os pacientes foram encaminhados para avaliação clínica e monitorização da pressão arterial. Pacientes sem descenso da pressão durante o sono ("non-dipper") foram definidos como um declínio na pressão arterial sistólica < 10%, e pacientes com descenso presente ("dipper") quando este valor fosse superior. RESULTADOS: A doença acometeu um olho em 73 (88%) pacientes. O ramo temporal superior foi o local da oclusão em 61 (65,6%) olhos, no restante o ramo temporal inferior foi afetado. Setenta e seis (92%) pacientes formam diagnosticados como hipertensos após a avaliação clínica. A monitorização ambulatorial da pressão arterial identificou 76 hipertensos, 5 normotensos, 1 hipertenso do avental branco e 1 hipertenso mascarado. Estes 2 últimos foram excluídos da análise. Dos 81 pacientes, analisados. Quarenta (49%) eram "dippers" e 41 (51%) "non-dippers". Entre os hipertensos (n=76), 36 (47,4%) eram "dippers" e 40 (52,6%) "non-dippers". CONCLUSÃO: Prevalência de hipertensão arterial em nosso estudo foi extremamente elevada (92,8%), que sugere que a fisiopatologia da doença tem íntima relação com as alterações promovidas pela hipertensão. Pouco mais da metade dos hipertensos eram "non-dipper" (n=40; 52,6%). Estas evidências sugerem que um nível sustentado de pressão arterial possa ser um fator de risco adicional para a oclusão do ramo da veia central da retina.
