Navegando por Assunto "Processo criativo"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A casa de Marlene(Universidade Federal do Pará, 2018-06-29) NASCIMENTO, Suely da Silva; SAMPAIO, Valzeli Figueira; http://lattes.cnpq.br/6142863342585522Este memorial apresenta a pesquisa “A casa de Marlene”, que desenvolvi no Mestrado Acadêmico em Artes, do Programa de Pós-Graduação em Artes, do Instituto de Ciências da Arte, da Universidade Federal do Pará. Um projeto de memórias familiares e afetivas, em que se fundem fotografias, vídeos, áudios, escritos, sentimentos e emoções. O percurso divide-se em momentos vivenciados antes e durante a academia. Relato a contribuição das disciplinas e a produção de artigos. Discorro sobre a construção desta poética percebida nesse trajeto e conto sobre o dia a dia da feitura da pesquisa. O meu jeito de fazer a poética, o caderno escolar de minha mãe como imagem geradora de todo esse processo, a experimentação da criação de um livro de artista e a fotografia da casa de minha mãe finalizam este memorial. Assim como os meus pensamentos de que ainda há um significativo material poético a ser trabalhado, futuramente.Tese Acesso aberto (Open Access) CORPO OCUPANTE AUTOCRIADOR: Diálogos possíveis entre fazer artístico e diversidade sexual e de gênero(Universidade Federal do Pará, 2023-12-28) SILVA, Juanielson Alves; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211Esta tese nasce do desejo de compreender o fazer artístico, em especial os que tecem diálogos diretos com a Diversidade sexual e de gênero, como processos que se fazem no entre Arte&vida e que, por conseguinte, por meio de insurreições e insubordinações geram caminhos possíveis para o tensionamento do dispositivo de violência e vigilância do gênero e da sexualidade, isto é, a LGBTfobia/homofobia. Para tal, versando a noção de autocriação artística (LAVAND 2021) enquanto trajeto de pesquisa, debruçou-me sobre uma série de experiências artísticas que transitam entre processos criativos e experiências comunitárias, que podem ser lidos como práticas artísticas LGBTQIAPN+, vivenciadas por mim entre os anos de 2019 e 2023. Como suporte teórico, dialogo com três principais artistas-pesquisadoras da Amazônia paraense e algumas noções chaves de suas teorias-práticas que são: Ana Flávia Mendes (2010) e o “Corpo Imanente”, Mayrla Andrade Ferreira e o “Habitante Criador” e Rosangela Colares Lavand (2021), com a, anteriormente mencionada, “Autocriação Artística”, além de autores do campo dos estudos de gênero e sexualidade tais como Daniel Borrillo (2016), Regina Facchini(2003) entre outros, para materializar linhas de força entre esta pesquisa e sua função social artivista dos direitos humanos, em especificamente do direito a existência da comunidade LGBTQIAPN+ com suas dobraduras e intersecções. De tal forma, enquanto tese, defendo que o fazer-pensar em artes é capaz de tensionar o cis-heteropatriarcado ao inventa outros modos de existência por meio da autocriação artística presente em práticas artísticas LGBTQIAPN+, na qual há um corpo que se ocupa e cria incessantemente a si mesmo, sendo um processo em que o artista é implicado no e com o fazer poético em que ao mesmo tempo que se transforma, transforma o mundo. Um corpo que, em suas criações e feituras artísticas, também se encontra em processo de criação de si. Um Corpo Ocupante Autocriador.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Dinamites dissidentes : construção (re)performática de uma autoetnografia(Universidade Federal do Pará, 2023-07-07) ROCHA, Raphael Andrade; ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim; http://lattes.cnpq.br/5012937201849414; https://orcid.org/0000-0001-8277-5210Esta dissertação busca compreender o processo criativo de uma autoetnografia performática dissidente, denominada ¿Flores para Pietá¿, a partir de análise de esquemas simbólicos/reais, de modo a friccionar os territórios que o corpo gay vivencia. Para tanto, dada abordagem parte de dois vieses de análise, quais sejam: sexualidade e religião, ainda que o estudo perpasse por outros territórios, como o território intrafamiliar (casa), o território subjetivo (corpo) e o território (urbano). Tal discussão surge a partir da seguinte questão problema: a quais territórios pertencem os corpos homossexuais? No sentido de alcançar o objetivo geral, lanço mão das (os) seguintes autoras/autores para validar as proposições deste estudo: para o debate autoetnográfico utilizo os preceitos de RAIMONDI; MOREIRA; BRILHANTE; BARROS, (2020) e DENZIN (2015), quanto às discussões sobre Identidade, recorro à ALMEIDA (2010) e CASTELLS (2001), referente às discussões dos estudos gays, analiso os conceitos de PRECIADO (2000, 2011, 2018), FOUCAULT (1999, 2012, 2013, 2018) e BUTLER (1997, 2000, 2011). No que tange ao Corpo devoto, aproprio-me da visão de JANSEN (2004), quanto à história da sexualidade e do conceito de biopoder, analiso os estudos de FOUCAULT (1985), de forma associada ao conceito de necropolítica, de MBEMBE (2018). No que se refere ao conceito de (re)performance Arte, considero as discussões de ABRAMOVIC (2010, 2018) e PHELAN (2013). E sobre o conceito de território reporto-me à CAIAFA (2020), ROSENDAHL (2002), dentre outras (os). Elejo como procedimento metodológico a autoetnografia (re)performática, ao partir das minhas memórias, do meu devir, enquanto artistapesquisador-professor, a orientar um percurso reflexivo sobre e a partir de corporeidades, para compreender o corpo e suas (re)performances como um território potente para a produção de epistemologia. Para a construção desse trabalho foi estratégico explorar as abordagens dissidentes relacionadas às questões de sexualidade e de religiosidade. Dessa forma, esta escrita sinaliza que o discurso religioso tem grande influência na trama das relações sociais, além disso o Estado e a sociedade tomam o que é dito e feito dentro dos domínios das Igrejas como parâmetro para justificar atitudes e decisões preconceituosas contra os corpos homossexuais. Logo, o processo reflexivo provocado nesta escrita sinaliza que a reprovação e coerção ao corpo 13 LGBTQIAP+ é recorrente entre e nos territórios religiosos e que o corpo marginalizado gay, nessa perspectiva, intenta encontrar um território que seja possível (re)significar essas mazelas impostas historicamente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Farinha poética: a coreocartografia familiar de um rito artístico(Universidade Federal do Pará, 2019-06-24) SILVA, Juanielson Alves; SAPUCAHY, Ana Flávia Mendes; http://lattes.cnpq.br/6144243746546776Esta pesquisa objetiva apresentar e compreender o processo criativo do Rito artístico Farinha poética, por meio de diálogos teóricos e práticos, enquanto produção de conhecimento artístico e acadêmico. Por rito artístico entende-se o momento em que o produto cênico desta pesquisa é entregue ao Público. Para construir a obra de arte e chegar neste momento, aciono como estratégia o que chamo de coreocartografia familiarproposição metodológica de pesquisa em dança inspirada na cartografia (DELEUZE, 1995) em diálogo com os processos de criação (SALLES, 2006), uma experiência que desvela os (re)encontros deste interprete-criador em dança com sua família, com sua história e com sua dança, tornandose assim uma rede ampla de conectivos artísticos, epistemológicos e de vida, um mapa de uma família de saberes dispostos a serem compartilhados. Na realização da pesquisa, emprego os procedimentos de preparo da farinha como metáforas para a criação em dança, observo os processos de “conversão semiótica” (LOUREIRO, 2007) do gesto na “dança contemporânea” (ROCHA, 2016) e destaco a relevância da subjetividade como valor necessário para a criação cênica. Como resultado, verifica-se que a pesquisa tratada neste memorial transcende as reflexões sobre os recursos e procedimentos de construção cênica Rito artístico Farinha Poética e avança no sentido de ver a construção deste Rito como processo de cura e reencontro, que tem como base situações de vida e de arte, relações intimas com um dos contextos sociais de minha cidade natal, contexto este que minha família vivencia durante a produção de farinha de mandioca.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Fazendo a pele no auto do círio: processos criativos da maquiagem da comissão de frente(Universidade Federal do Pará, 2019-06-27) VASCONCELOS, Iam Nascimento; SANTA BRÍGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199Esta pesquisa busca compreender os processos criativos da maquiagem da Comissão de Frente revelados na espetacularidade deste fenômeno cênico de dimensões singulares como cortejo dramático, a partir do olhar de artista-pesquisador-participante do Auto do Círio. Fundamentado teórico-metodologicamente na Etnocenologia, enquanto Etnociência das Artes e formas de espetáculo, acolhemos como principais autores deste campo de conhecimento, Armindo Bião (2008), Jean-Marie Pradier (1995) para a abordagem de espetacularidade; teatralidade; matrizes culturais; matrizes estéticas e Michel Maffesoli para Comunidades Emocionais. No estudo do imaginário, Paes Loureiro (2010) em sua proposição de Conversão Semiótica como chave conceitual para a compreensão da poética da cultura amazônica. Para o enfoque dos Processos Criativos, Sônia Rangel (2015) e Philip Hallawell (2010). Como premissa etnocenológica dominante, privilegiamos nos procedimentos metodológicos as múltiplas vivências internas no fenômeno da pesquisa, dando relevância à sabedoria dos praticantes e suas trajetórias no espetáculo, por meio de registros fotográficos, vídeos do processo criativo de auto maquiagem e coreográfico, além de entrevistas semiestruturadas. Esses registros audiovisuais compõem um documentário intitulado Auto Etnodocumentário, indissociado desta reflexão, contribuindo, enquanto maquiador, para a construção de conhecimento que brota da complexidade e riqueza das práticas espetaculares de rua na Amazônia contemporânea.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Lapidação criadora na joalheira contemporânea da Amazônia: processo criativo de um designer de joias(Universidade Federal do Pará, 2017-06-22) DUARTE, Jorge José Pereira; SANTA BRÍGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199Esta pesquisa investigou a partir da minha experiência como designer, o processo criativo de joias no Polo Joalheiro do Pará. A partir da noção de Lapidação Criadora, buscamos compreender os fatores de indução criativa que inspiram o ato de criação destes artefatos, partindo da pesquisa teórica integrada nas práticas artísticas do próprio autor, e do Trajeto Criativo, proposto pela artista-pesquisadora Sonia Rangel. Apresento uma reflexão baseada fundamentalmente em noções da Etnocenologia e Sociologia Compreensiva, refletindo sobre a função da joia no contexto contemporâneo. As aproximações dessas duas linhas teóricas vão além de autores em comum, como Michel Maffesoli e Renata Pitombo Cidreira: premissas como a atenção voltada para a complexidade social e suas relações com o indivíduo, e a importância da vivência e envolvimento do autor no fenômeno investigado. Ao observar os elementos formais presentes nas obras, foi possível aprofundar e discutir a Lapidação Criadora e suas Potências, relacionando-as com a Etnocenologia, (Jean Marie-Pradier, Armindo Bião e Miguel Santa Brigida), Estudos da Cultura, (João de Jesus Paes Loureiro), e Processos Criativos, (Sonia Rangel e Fayga Ostrower), voltadas para uma proposta de reflexão sobre a Lapidação Criadora no design de joia contemporâneo na Amazônia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Memórias de um autor em construção: reinvenção de processos criativos como fonte de aprendizado(Universidade Federal do Pará, 2012-06-25) SILVA NETO, Alberto da Cunha e; LIMA, Wladilene de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4769018199137074; AMORIM, Ana Karine Jansen de; http://lattes.cnpq.br/5875820201443540Este trabalho apresenta uma cartografia de quatro processos criativos atorais vivenciados pelo pesquisador que foi elaborada com o objetivo de compreender qual o aprendizado adquirido sobre a arte de ator e como foi construído a partir dessa prática. Com base na noção de memória como reinvenção do vivido e no conceito amazônico de dibubuísmo dilatados também como metodologia, e a partir de referencial teórico sobre as ações psicofísicas como base para o trabalho do ator, foi feita uma análise crítica de técnicas, procedimentos e métodos de criação aplicados ou elaborados nesses processos, o que resultou na reinvenção destes a partir de um olhar atual. O resultado desta pesquisa amplia a visão do pesquisador sobre o ator, ao compreender a mente dilatada do atuante como fonte de uma partitura fluida de ações psicofísicas, gerando um conhecimento que poderá ser aplicado em futuras atuações, direções de outros atores e práticas pedagógicas como professor de interpretação e teoria do teatro, além de contribuir para os estudos sobre a arte do ator.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Palavra-corpo: uma cartografia fragmentária, enigmas do livro de artista na construção dos espetáculos(Universidade Federal do Pará, 2019-06-28) FREIRE, Bernard da Trindade Bahia; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778A seguinte dissertação procura analisar uma cartografia construída a partir de processos artísticos vivenciados por mim, apresentando uma performance midiática como resultado desse conteúdo que converge entre o real e o virtual. A análise consiste em observar os trabalhos de processos de criação que estão postados no blog palavra-corpo de forma fragmentada e criar, além desses fragmentos, outras possibilidades através de tudo que me travessa durante os ensaios e experimentos que respiro. Esse corpo está posto através de uma poética de si por meio de textos, fotografias, sons, imagens, rabiscos, vídeos e outras interações virtuais que levam a leitura para além da plataforma blog. A cartografia artística procura mostrar um documento pessoal dos processos que vivencio, compreendendo meu saber-fazer artístico e buscando entender essa virtualização que se insere junto ao corpo nessa re-construção do imaginário criado. Imaginário esse, compartilhado a partir do que faço e mostro, em partes, através desse corpo que se amplia nessa confluência midiática. Esta dissertação procura mostrar para o leitor uma pesquisa entre a leitura textual e a performance, processo fragmentado que desenvolvo enquanto artista. A pesquisa aborda, por meio de referências teóricas, um discurso que busco interpretar junto a outros artistas, o que reconheço por meio das experimentações nos processos teatrais/performáticos/midiáticos que se constroem. Dialogando a ideia reconhecida com conceitos midiáticos que se infiltram nos trabalhos artísticos após sua criação e expandindo, dessa forma, o processo de criação para futuras re-produções dessa própria ideia. Nessa junção entre o corpo real e virtual, apresento dois espetáculos teatrais Reator Eterno e I(MUNDO) UBU, que mostram os registros para uma interação multimidiática, possibilitando outro movimento da criação, uma continuidade sem demarcações e fins absolutos das obras por meio da web. A pesquisa, através dessa cartografia fragmentada, se conecta ao virtual para compartilhar registros dos processos artísticos que vivenciei, conectando o espectador aos trabalhos através da leitura hipertextual da escrita no caderno de artista em diversas mídias. Mostrando como resultado uma apresentação performática desse ambiente que procuro descrever no discurso dessa pesquisa, amplio os sentidos de um corpo que move sobre essa virtualidade do presente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Tramas invisíveis: bordado e a memória do feminino no processo criativo(Universidade Federal do Pará, 2019-06-24) SOUSA, Juliana Padilha de; MARTINS, Benedita Afonso; http://lattes.cnpq.br/6379814397024971A presente pesquisa, pertencente à linha de Teorias e Interfaces Epistêmicas em Artes, discute sobre as relações entre o ato criativo da bordadeira e suas memórias enquanto mulher, na vivência doméstica e familiar. Estudar uma técnica que, por tanto tempo esteve à margem da esfera acadêmica, e que possui diversas facetas e práticas múltiplas, requer um alinhavo calmo e paciente. Como a própria linha de pesquisa incentiva o agregar de conhecimentos, busquei referências em outros espaços científicos como as ciências sociais, a psicanálise, a história, a memória e o design. Costurando aproximações com estudos da historiografia da arte e do bordado, feminismos, memória e identidade, procuro compreender sobre a complexa tessitura da bordadeira contemporânea, por meio de entrevistas realizadas com quatro bordadeiras, com as quais tramo diálogos sobre a invisibilidade de ser mulher na arte e as inquietações que circundam seus processos criativos. Analiso inserções feministas na arte contemporânea, que revelaram o bordado como uma prática repleta de simbologias. Divide-se o trabalho em Avesso e Frente, destacando a dualidade intrínseca que compõe a prática e sua natureza delicada e subversiva. É ainda intenção do trabalho pensar e criar novas bordaduras, materializadas em um álbum de fotos bordadas – “O Álbum Invisível”, experimentações que surgem da escrita científica, tecendo lugares de memórias e existência/resistência. Revisitar a história da arte feminina é um trabalho que requer uma pesquisa longa e vasta, logo o que apresento aqui neste decorrer é parcial, restrito a um tempo, espaço e a um ponto de vista.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Travessia poética: memórias das paisagens amazônicas como potência no processo autoetnográfico de criação/reflexão artística(Universidade Federal do Pará, 2019-09-10) CAMORIM, Germana de Alencar; ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim; http://lattes.cnpq.br/5012937201849414Esta dissertação busca compreender o meu processo criativo, por meio da minha percepção como participante desta cultura, utilizo as paisagens amazônicas, humanas e emocionais como esquema motor da pesquisa, além da análise de seus esquemas simbólicos como o barco, o rio/água e a floresta e da influência da cultura popular na produção artística em sua relação com a matéria miriti e em trocas simbólicas por intermédio de narrativas autoetnográficas e estas como instrumentos culturais. Por fim, exponho o processo produtivo em etapas. Travessia Etnopoética tem como base a compreensão dos processos particulares desta cultura, e tem como método de reflexão a autoetnografia, que busca compreender o meu percurso, por meio das minhas experiências com o meio em que vivo, ou melhor, busco compreender como as paisagens amazônicas, humanas e emocionais norteiam o meu processo criativo, que se desenvolve por meio da utilização de algumas técnicas artísticas como a fotografia e a serigrafia, tendo o miriti como matéria e/ou suporte que identifica o meu espaço territorial, assim como a paisagem como referência identitária e de consciência socioespacial de pertencimento. Em uma composição íntima, como uma estrutura de um ser, onde as imagens trabalhadas (fotografias) seriam uma espécie de fisionomia, em paralelo com o humano – pele, aquilo que dá rosto, que vai sobre o corpo (miriti), ou em uma relação dualística de geografias, paisagem humana dentro da paisagem geográfica, uma geografia íntima que carrega a subjetividade de uma relação mnemônica que constitui e me construiu como artista, como um fôlego que dá vida a esses seres, a essas geografias que despertam a minha memória afetiva como artista-pesquisadora e resultam na produção artística de objetos autorais desenvolvidos em diversas linguagens e técnicas, tendo como suporte o miriti. A condução da pesquisa tem sido guiada a partir de aportes teóricos estabelecidos e norteada pela metodologia autoetnográfica. O arcabouço teórico utilizado encontra amparo em Bastos et al. (2016), Pizarro (2012), Loureiro (2000) e Benjamin (2012).
