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Navegando por Assunto "Production of space"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmicas territoriais no município de Salinópolis/PA: unidades espaciais, ações públicas e a conservação ambiental
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-27) SOUZA, Geisa Bethânia Nogueira de; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    Os espaços costeiros concentram uma atenção especial no que se refere às discussões ecológicas, políticas e sociais contemporâneas por se tratar de áreas cada vez mais densamente habitadas, abranger funções ecológicas essenciais e apresentar grande importância econômica. A produção do espaço na costa amazônica aponta para um movimento de reprodução diversificada, ocasionando problemas que se relacionam à dinâmica natural, social e econômica, o que repercute em contradições que são reveladas na fragilidade das ações públicas presentes nos municípios litorâneos. Acompanhando essa realidade, o Município de Salinópolis concentra uma diversidade de práticas socioespaciais marcadas pela complexidade das atividades estabelecidas em seu processo de reprodução espacial. É a partir das dinâmicas territoriais no Município de Salinópolis, provenientes das formas de uso ao longo do processo de produção do espaço, que se contextualiza esse estudo. Busca-se mostrar que o uso que se manifesta hoje gera incoerências de natureza social e ambiental, com significativa perda de seus recursos naturais e paisagísticos, o que revela que as políticas costeiras são, muitas vezes, economicistas, priorizando determinadas atividades como o turismo e a expansão da urbanização. Uma diversidade de ações públicas está acontecendo no município para gerir as atividades produtivas. Tais ações podem ganhar aspectos conflituosos diante da discrepância do uso do solo que não se mostra concernente com a dinâmica social e a conservação ambiental.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Inovações, produção do espaço e estratégias corporativas: a difusão espacial do modelo cash and carry nas múltiplas escalas do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2025-06-30) SILVA, Marlon Lima da; RODRIGUES, Jovenildo Cardoso; http://lattes.cnpq.br/9028575905648156; https://orcid.org/0000-0002-5650-1168; PEREIRA, Cláudio Smalley Soares; ROCHA, Gilberto de Miranda; TOURINHO, Helena Lúcia Zagury; RODRIGUES, Jondison Cardoso; FERNANDES, José Alberto Rio; http://lattes.cnpq.br/3198754128199522; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749; http://lattes.cnpq.br/5283117460253337; http://lattes.cnpq.br/5692148255464731; http://lattes.cnpq.br/7340163317863851; https://orcid.org/0000-0002-4624-4057; https://orcid.org/; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0001-6400-7445; https://orcid.org/
    A multiplicação de novos formatos supermercadistas pelo mundo, especialmente comandados por corporações varejistas globais, tem provocado uma série de debates que vão desde o impacto concorrencial até a ameaça de sistemas alimentares sustentáveis. Porém, muitos estudos carecem de visão sistemática a respeito da natureza das inovações produzidas e de seu processo de difusão. Nesse desafio, a tese discute a difusão espacial de inovações no varejo supermercadista globalizado, considerando a expansão do modelo cash and carry pelas corporações francesas Carrefour e Casino no Brasil (2007-2023). Sem abandonar os estudos clássicos sobre difusão espacial de inovações, mas apontando seus limites, estabelece um olhar renovado a partir do diálogo entre produção do espaço e estratégias corporativas, entendo o espaço como um conjunto indissociável de sistema de objetos e ações. Levanta, assim, a seguinte questão central: quais as lógicas e os mecanismos que orientam a difusão espacial de inovações por corporações varejistas globais que atuam no segmento supermercadista? Analisa o histórico de difusão espacial de inovações no varejo alimentar brasileiro, a partir dos supermercados, definindo três períodos: iniciação (1953-1968), maturação (1969-1995), consolidação (1996-atual). Ao sistematizar 25 relatórios anuais do Carrefour (1999-2023) e 19 do Casino (2005-2023), traça a evolução dos interesses estratégicos dessas corporações em diferentes países, classificando, comparando e quantificando três tipos de inovações: organizacionais; de produtos; de marketing. No Brasil, analisa os padrões de difusão e distribuição espaciais de 370 lojas cash and carry do Carrefour (Atacadão) e 295 lojas do Casino (Assaí), comparando regiões, estados, hierarquia das cidades, bem como o espaço intraurbano de 17 cidades na região Norte. Defende que a difusão espacial de inovações no varejo supermercadista globalizado se manifesta como impulso estratégico da produção do espaço, em diferentes níveis e escalas, sendo conduzida, sobretudo, pelo poder crescente exercido por grandes corporações varejistas mediante novos mecanismos que modulam as inovações no espaço e no tempo de modo a se obter vantagens competitivas diante de complexas e aceleradas mutações econômicas, políticas e culturais que se materializam diferenciadamente nas múltiplas formações socioespaciais. Tais estratégias são canalizadas por três práticas espaciais comuns: realocação concentrada de capitais; produção do espaço inovador; aceleração da inovação. Em conjunto, elas complexificam os padrões de difusão e distribuição espaciais, uma vez que as múltiplas barreiras (concorrenciais, logísticas, tributárias, imobiliárias) representam desafios e oportunidades cujas respostas são tecidas de modo diferenciado pelas corporações, o que exige ir além dos clássicos padrões de difusão espacial e das teorias locacionais, sendo necessário, assim, compreender simultaneamente a produção do espaço e o universo particular das estratégias corporativas, vendo o espaço como elemento ativo. Mostra que a “corrida” concorrencial pelos chamados “atacarejos” no Brasil: reproduz contradições e conflitos em múltiplas escalas; elucida paradoxalmente a força de grupos nacionais, regionais e locais e; exprime o modo complexo como a difusão espacial de inovações no varejo globalizado tende a reforçar o crescente poder das corporações. Nas conclusões: sistematiza as principais ideias; elucida as dificuldades encontradas na pesquisa; apresenta horizontes para aprimoramento analítico e; aponta caminhos para trabalhos futuros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Produção do espaço e violência de controle social: da articulação funcional à mercadorização espetacular
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-16) SANTANA, Simão Bossi; AMARAL, Márcio Douglas Brito; http://lattes.cnpq.br/6997234298024427
    O presente trabalho intitulado “Produção do Espaço e Violência de Controle Social: da articulação funcional à mercadorização espetacular” apresenta uma pesquisa acerca da relação entre a produção do espaço e a violência de controle social, sobre as condições de sua fundação e transformação na sociedade capitalista. Visa fundamentar teoricamente nossa hipótese de que a crise da reprodução ampliada do capital, manifestada a partir da década 1970, configura um ponto de inflexão que conduz a uma produção do espaço espetacularizada que passa a incorporar a violência de controle social como uma mercadoria também espetacular, de modo a interromper as possibilidades de um urbano à semelhança da utopia lefebvriana, bem como reproduzir as relações sociais da produção do capital. Diante de tal objetivo, empreendeu-se uma revisão bibliográfica, apresentada sobre a forma de debates, que intercruza conhecimentos de áreas distintas do saber, envolvendo trabalhos e pesquisadores da Geografia Becker (1978), Harvey ([1989], 2012) e Trindade Jr. (2016), Ciências Sociais, Oliveira, (2003), Shearing & Stenning (1981) e Souza (2015), Filosofia Arantes (2014), Lefebvre ([1971], 2008) e Zizek (2008), História, Liang (1992) e Arquitetura, Arantes ([1998], 2014), Benevolo ([1971], 2015) e Hall ([1988], 2016), abordando se temas que vão do urbano, à cidade e metrópole, violência e controle social, reprodução do capital e processos de mercadorização. Esses, por sua vez, estão organizados em quatro percursos teóricos que buscam elementos fundantes à hipótese central. Por fim, consolidados esses elementos, apresenta-se uma breve conclusão e alguns apontamentos para pesquisas futuras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    UHE Belo Monte e as concepções espaciais do conceito de atingido por barragem: uma análise a partir da lagoa do Independente I em Altamira-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-24) ESTRONIOLI, Elisa Mergulhão; MIRANDA NETO, José Queiroz de; http://lattes.cnpq.br/3367795786739987
    Este trabalho tem por objetivo identificar distintas concepções de espaço que embasam o conceito de atingido por barragem - sujeitos que emergem das contradições da expansão da indústria de energia no contexto do desenvolvimento do capitalismo dependente no Brasil. O estudo é feito a partir de um caso específico, dos moradores da ocupação da Lagoa do bairro Jardim Independente I, na cidade de Altamira (PA). Eles se organizaram junto ao Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) para serem reconhecidos como atingidos pela hidrelétrica de Belo Monte, em um caso que evidenciou os limites da concepção espacial utilizada no setor elétrico para definir os atingidos. O trabalho foi feito com base em dados secundários e entrevistas abertas e semiestruturadas com ex-moradores da área e outros atores desse processo. Os resultados indicam a existência de pelo menos duas perspectivas espaciais que conformam as disputas em torno do conceito de atingido: uma concepção espacial “areal”, que se relaciona à visão territorial-patrimonialista e hídrica de atingido, priorizando o aspecto físico do espaço e ocultando as relações sociais; e uma concepção espacial “humana” ou “relacional”, que considera os efeitos espaciais desses projetos de grande escala sob a lógica da totalidade, levando em conta as relações sociais na produção do espaço, incluindo as determinações de ordem política.
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