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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Consumo de proteína animal em aldeias de terra firme e de várzea da terra indígena Uaçá, Amapá, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2005) VON MÜHLEN, Eduardo Matheus; SILVEIRA, Ronis da; http://lattes.cnpq.br/7214125748792946
    Estudei, entre abril e junho de 2004, o consumo de proteína animal em sete aldeias de terra firme e oito aldeias de várzea na Terra Indígena (TI) Uaçá utilizando calendários diários de consumo. A TI Uaçá localiza-se no município de Oiapoque, no extremo norte do Estado do Amapá, e faz divisas com as Terras Indígenas Juminã e Galibi e com o Parque Nacional de Cabo Orange. A TI Uaçá é habitada por aproximadamente 4.500 índios das etnias Palikur, Karipuna e Galibi-Marworno em uma área de 470.164 ha, onde ocorrem grandes porções de campos sazonalmente alagados (várzeas), terra firme e pequenas manchas de cerrado. Durante o período de estudo, que na região corresponde à época de cheias, foram distribuídos 243 calendários em 83 casas das aldeias de terra firme e em 160 casas das aldeias de várzea. Cada calendário era composto por um conjunto de desenhos representando as diferentes fontes de proteína animal disponíveis para o consumo e os moradores marcavam em cada dia o que haviam consumido. Nas análises, foram utilizados somente 55 calendários das aldeias de terra firme e 113 de várzea que tinham mais de 40% do total de dias disponíveis preenchidos. A carne de fauna e o pescado foram as fontes de proteína animal mais frequentemente utilizadas na alimentação dos moradores tanto de terra firme como de várzea. Itens comercializados, como a carne de frango, conservas enlatadas e carne de gado foram menos consumidos pelos índios, sendo porém, mais utilizados nas aldeias de terra firme do que na várzea. Os mamíferos foram a classe de vertebrados silvestres mais consumida na terra firme, seguido pelos répteis e pelas aves. Na várzea, não foram encontradas diferenças significativas entre o consumo de mamíferos e répteis, que foram mais consumidos do que as aves. Dentre os grupos de vertebrados consumidos, os ungulados foram os mais freqüentes na dieta dos habitantes da TI Uaçá, sendo os mais consumidos na terra firme e, juntamente com os crocodilianos, os mais consumidos também na várzea. Este estudo será a base para um futuro plano de manejo de fauna para a TI Uaçá, visto a importância da carne de fauna para a alimentação dos moradores da área, que em breve sofrerá os impactos causados pelo asfaltamento de uma rodovia que corta seu território e pela construção de uma linha de energia ligando Oiapoque à Macapá e que também passará por dentro da área.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Exigência de proteína bruta na dieta de alevinos e juvenis do ornamental Amazônico acará severo (Heros severus) (Heckel, 1840)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-07-21) SOUSA, Jonathan Alves de; VERAS, Galileu Crovatto; http://lattes.cnpq.br/4497651649653210; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da; http://lattes.cnpq.br/4504677939464624
    A aquicultura é a prática de criar de forma controlada organismos aquáticos, dividindo-se em dois segmentos: alimentação humana e fins ornamentais. Dentre os organismos contribuintes para a diversidade da ictiofauna ornamental Amazônica, encontra-se o acará severo (Heros severus). Quando criado em cativeiro, aceita bem todo tipo de ração industrializada, no entanto, ainda são desconhecidas as exigências nutricionais para a espécie, inclusive quanto ao requerimento de proteína. Desta forma, realizaram-se dois experimentos com o objetivo de determinar a exigência de proteína bruta (PB) na dieta de alevinos e juvenis de H. severus. Em ambos os experimentos testaram-se cinco dietas isoenergéticas (3.200 kcal de ED/ kg) contendo cinco níveis de PB (28%, 32%, 36%, 40% e 44% de PB). No experimento com alevinos, 75 indivíduos (21,31 ± 1,48 mm e 0,16 ± 0,04 g) foram distribuídos em 15 aquários (30L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições. Durante 105 dias, os alevinos foram alimentados a uma taxa de 10% do seu peso vivo, três vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de PB da dieta sobre a sobrevivência, índice hepatossomático, viscerossomático e umidade corporal. Ocorreu efeito quadrático do ganho de peso e comprimento, taxa de crescimento específico, consumo de ração diário e conversão alimentar com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 41,86%; 40,42%; 41,29%; 39,60%; 43,54% de PB, respectivamente. Ocorreu efeito quadrático da proteína corporal, lipídeo corporal e cinzas, com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 40,64%; 37,77% e 37,50% de PB, respectivamente. No experimento com os juvenis, foram distribuídos 100 indivíduos com 50,03 ± 12,05 mm e 2,30 ± 0,55 g em 20 aquários (50L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições. Durante 105 dias os juvenis foram alimentados a uma taxa de 3% do seu peso vivo, duas vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de proteína da dieta sobre a sobrevivência de juvenis. Foi observado efeito quadrático do ganho de peso, taxa de crescimento específico, conversão alimentar, taxa de eficiência proteica e índice hepatossomático de juvenis, estimando-se valores de 37,03%; 37,20%; 35,13%; 35,85%; 38,78% de PB, respectivamente. A glicemia e o hematócrito apresentaram menores valores (P<0,05) nos peixes que receberam dieta com o menor teor de proteína. Com base no desempenho, eficiência de utilização dos nutrientes e índices de condição corporal de alevinos e juvenis de acará severo, estima-se os níveis de 37,77% a 43,54% e 34,74% a 38,78% de PB, respectivamente.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Palm kernel meal as additive in the elephant-grass silage
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09) SANTOS, Ivan Alberto Palheta; DOMINGUES, Felipe Nogueira; RÊGO, Aníbal Coutinho do; SOUZA, Natália Sidrim da Silva de; BERNARDES, Thiago Fernandes; BARATA, Zuleide Rafaela Pimentel; MORAES, Carina Martins de
    Objetivou-se com este estudo avaliar o efeito da adição de farelo de dendê (BP) como aditivo na silagem de capim-elefante. A composição química e fermentação foram analisadas em delineamento experimental inteiramente casualizado, com seis tratamentos, sendo um sem BP (C) e seis repetições, em que as médias dos resultados dos dias de fechamento e abertura foram analisadas por análise de regressão. As amostras foram coletadas no momento da ensilagem e após 190 dias de armazenamento para avaliação da matéria seca, proteína bruta, carboidratos (total, não fibrosos, solúvel em água, celulose e hemicelulose), cinzas, lignina e extrato etéreo. Na fase aeróbia, foram coletadas amostras para pH, nitrogênio amoniacal, fungos e leveduras. O capim-elefante do experimento apresentou valores de 13,9% de MS e 8,25% de PB, enquanto a BP tem 77,2% de MS e 16,9% de PB. A inclusão de BP inibiu o crescimento de fungos e leveduras. O aumento do teor de BP diminuiu a concentração de NH3-N. Maiores concentrações de BP tornaram as silagens mais estáveis, tendo sua quebra em 72 horas, enquanto que a estabilidade de C foi de 19 horas. As silagens com concentrações superiores a 15% BP não apresentaram variações significativas no pH, na fase aeróbica. A inclusão de farelo de palma, em concentrações de 10% a 15% pode ser usado em silagem de elefante, inibindo fermentação indesejável e tornando-as mais estáveis. Concentrações acima deste valor podem afetar o valor nutritivo da silagem pelo alto teor de lignina do aditivo.
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