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Navegando por Assunto "Psicolingüística"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Intencionalidade e linguagem (II): algumas considerações sobre Tomaselo, Searle e Dennett
    (2015-12) MOREIRA, Sylvio Állan Rocha; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de
    Propomos, neste trabalho, que o conceito de intencionalidade é uma ferramenta relevante para a interpretação de repertórios simbólicos humanos. Analisamos como os conceitos de intencionalidade e de linguagem verbal são articulados na Teoria da Aquisição da Linguagem Baseada no Uso de Tomasello, na Teoria dos Atos Ilocucionários de Searle e na Teoria dos Sistemas Intencionais de Dennett, buscando identificar seu papel na determinação da cognição humana. Essas teorias propõem uma interdependência entre esses conceitos, os quais difeririam entre si quanto ao modo como se dá essa articulação. Elas também destacam a importância dos repertórios simbólicos, especialmente a linguagem verbal, para a cognição humana. Como a intencionalidade é um aspecto da cognição humana, uma conexão entre linguagem verbal e intencionalidade para o funcionamento cognitivo humano é uma questão a ser investigada na psicologia científica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Intencionalidade em Tomasello, Searle, Dennett e em abordagens comportamentais da cognição humana
    (2011-06) MOREIRA, Sylvio Állan Rocha; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de
    A abordagem de Tomasello da evolução da cognição humana busca integrar processos biológicos, comportamentais e culturais em um mesmo sistema explicativo. No entanto, uma das principais críticas a essa abordagem é a necessidade de uma melhor elaboração do conceito de intencionalidade. O objetivo do presente trabalho foi: (1) analisar o tratamento de Tomasello do conceito de intencionalidade; e (2) estabelecer interlocuções desse tratamento com teorias da intencionalidade na filosofia da mente e com abordagens funcionalistas da cognição humana na psicologia comportamental. Sugerimos que o tratamento do conceito de intencionalidade na abordagem de Tomasello é compatível com essas teorias e abordagens. Além disso, a abordagem de Tomasello pode ampliar a investigação de processos simbólicos mais complexos do que aqueles tradicionalmente investigados pela psicologia comportamental.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Intencionalidade, linguagem e análise do comportamento
    (Universidade Federal do Pará, 2007-06) ÁLLAN, Sylvio; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    As abordagens analítico-comportamentais da linguagem ainda não conseguiram fornecer um tratamento conceitual e empírico adequado dos comportamentos verbais complexos. Uma proposta funcionalista recente que vem abordando repertórios complexos na aquisição e no desenvolvimento da linguagem é a teoria da aquisição da linguagem baseada no uso, de Tomasello e cols. Esta teoria vem se desenvolvendo no interior de uma análise mais ampla de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana. Nesta proposta, a compreensão e o compartilhamento da intencionalidade são elementos-chave para o desenvolvimento cognitivo e linguístico humano. E é justamente o uso do conceito de intencionalidade o que tem produzido as principais críticas a esta proposta, principalmente, enquanto possibilidade de representar um retorno às propostas mentalistas sobre cognição e linguagem. Com base nisso, o presente trabalho procurou: (1) analisar a proposta de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana e a relação entre essa proposta e a aquisição e o desenvolvimento da linguagem – analisando, especificamente, o papel do conceito de intencionalidade nessa proposta e a relação entre intencionalidade e linguagem; (2) analisar o tratamento do conceito de intencionalidade nos trabalhos de John R. Searle e de Daniel C. Dennett, comparando-o com o proposto por Tomasello e cols., segundo os critérios de (a) definição de intencionalidade e (b) relação entre intencionalidade e linguagem; e (3) analisar o tratamento que o conceito de intencionalidade tem recebido na Análise do Comportamento, comparandoo com o proposto por Tomasello e cols, segundo os mesmos critérios (a) e (b). Esperava-se que estas análises permitissem um maior esclarecimento sobre o uso do conceito de intencionalidade na proposta de Tomasello e cols. e uma aproximação dessa proposta com um referencial analítico-comportamental, i.e., sem recorrer a entidades mentais como elementos explicativos da cognição e da linguagem. Tomasello e cols. propõem que a cognição humana é um tipo de cognição primata, derivada de adaptações biológicas característica dos primatas em geral para compreender os outros intencionalmente, em termos de ações, percepções, estados emocionais e objetivos, além de uma motivação exclusivamente humana para compartilhar intencionalidade com os outros. A partir dessas características, os humanos se tornaram capazes de se engajar em atividades de colaboração relacionadas à cognição cultural (envolvendo a criação e o uso de símbolos lingüísticos e matemáticos, artefatos culturais, tecnologias, práticas culturais e instituições sociais), que alteraram profundamente os modos de interação social da espécie humana, permitindo a ela acumular e modificar conhecimentos ao longo da história e transmitir esses conhecimentos para as gerações posteriores. Considerando a análise dos usos do conceito de intencionalidade nas propostas de Tomasello e cols, Searle, Dennett e da Análise do Comportamento, foi possível estabelecer uma relação entre as propostas de Tomasello e cols. e de Dennett, ambas caracterizando a intencionalidade como um conjunto de habilidades cognitivo-comportamentais dos organismos, resultante da história evolutiva das espécies. Contudo, foi possível relacionar o uso do o conceito de intencionalidade nas propostas de Searle e da Análise do Comportamento com o conceito de intencional na proposta de Tomasello e cols., ambos significando uma propriedade referencial (i.e., estar relacionado com) de certos fenômenos em relação a aspectos do mundo. No que concerne à relação entre intencionalidade e linguagem, as propostas de Tomasello e cols., Searle e de Dennett destacam a importância da interação da intencionalidade com a linguagem para a evolução da cognição humana propriamente dita. Contudo, Tomasello e cols. se aproximam mais do modelo de Searle, ao sugerirem que a linguagem simbólica é uma habilidade comportamental humana derivada da intencionalidade. Dennett, por outro lado, se contrapõe a essa hipótese, afirmando que intencionalidade e linguagem simbólica são dois fenômenos comportamentais distintos que co-evoluíram e passaram a interagir em certo momento da história evolutiva da espécie humana. Em geral, o presente trabalho sugere que os principais conceitos utilizados na proposta de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana e, especificamente, na teoria da aquisição da linguagem baseada no uso, são compatíveis com alguns conceitos aplicados em outras áreas do conhecimento, como a filosofia da mente e as ciências do comportamento. Em adição, o presente trabalho também possibilitou uma aproximação da proposta de Tomasello e cols. com um referencial analíticocomportamental. Sugere-se que (i) a adoção de um vocabulário analítico-comportamental pode contribuir para abordar os fenômenos contemplados na proposta de Tomasello e cols., evitando a recorrência a pressupostos mentalistas; e, (ii) a proposta de Tomasello e cols. pode oferecer relevantes contribuições para a Análise do Comportamento, no que se refere à investigação de processos simbólicos, principalmente, a aquisição e o desenvolvimento da linguagem simbólica, na medida em que esta proposta tem investigado processos simbólicos mais complexos do que aqueles tradicionalmente investigados na Análise do Comportamento.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Leitura e responsividade ao desvendar as entrelinhas do texto: uma proposta de trabalho com o gênero fábula na escola
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-13) SOUSA, Nelcilene Oliveira de; OHUSCHI, Márcia Cristina Greco; http://lattes.cnpq.br/3038449011739174
    Esta Dissertação, vinculada ao Projeto de Pesquisa Práticas de linguagem e formação docente (UFPA-Castanhal), parte da hipótese de que, as atividades de leitura, a partir do trabalho com os gêneros discursivos, tomando-os como eixo de progressão e de articulação curricular na aprendizagem da Língua Portuguesa, promovem a responsividade ativa dos alunos, contribuindo para a formação de leitores críticos. Desse modo, a investigação tem como temática a leitura crítica, a partir do trabalho com o gênero fábula, em uma turma do 9º ano do ensino fundamental. O objetivo geral do trabalho consiste em refletir sobre a responsividade discente no ensino e aprendizagem da leitura, com o intuito de formar leitores críticos. Como objetivos específicos, propomo-nos a: a) investigar a eficácia da atividade de leitura, sugerida na proposta de intervenção, voltada à localização e à compreensão de inferências discursivas; b) identificar e descrever os níveis de responsividade dos discentes na leitura durante a atividade escrita. À luz da Linguística Aplicada, a pesquisa pauta-se na perspectiva sócio-histórica da linguagem, embasada nos pressupostos teóricos do Círculo de Bakhtin e de pesquisadores que seguem esta vertente, lançando mão também de aportes da Psicolinguística, no que se refere ao trabalho com a leitura. No que tange à responsividade, embasamo-nos nas categorias de Bakhtin (2003), nos estudos de Menegassi (2008) e na pesquisa de Ohuschi (2003). A investigação constitui-se de uma pesquisa-ação, qualitativo-interpretativa, de caráter etnográfico e de natureza aplicada, na qual elaboramos uma proposta de intervenção pedagógica que desenvolvemos em uma turma de 9º ano e, no âmbito das aulas, recolhemos as atividades de leitura, respondidas por escrito pelos alunos, para verificar o nível de responsividade discente. Assim, com a intenção de incentivar os discentes a atuarem de forma significativa na construção do conhecimento, dentre as possibilidades de trabalho com os gêneros discursivos, optamos pela proposta metodológica de Lopes-Rossi (2008). Como resultado do desempenho dos discentes, podemos destacar que a maioria evidencia uma leitura crítica e participativa ao compreender os implícitos textuais e discursivos do texto/enunciado, pois predominam, ao longo da maioria das respostas dos alunos, atitudes responsivas ativas. A partir das reações dos discentes ao responderem as questões, identificamos que todos os alunos apresentaram responsividade ativa expansiva de explicação. Além dessa responsividade apresentada por todos, podemos destacar a responsividade ativa expansiva de: comentário e exemplificação, crítica, opinião, sugestão, injunção, retórica, comparação. Os resultados também evidenciaram responsividade ativa sem expansão explicativa e exemplificativa, nos níveis de concordância e desconsideração, responsividade silenciosa nos níveis de compreensão e de dúvida. Com relação à eficácia das questões propostas na atividade de leitura, podemos ressaltar que as questões que foram elaboradas com o apoio da contextualização da função discursiva do gênero e referências a problemas sociais estimularam um número mais expressivo de responsividade ativa dos discentes do que as que não continham esses recursos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O modelo de tomasello sobre a evolução cognitivo-linguística humana
    (2009-06) MOREIRA, Sylvio Állan Rocha; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de
    O presente trabalho buscou apresentar o modelo de Michael Tomasello sobre a evolução da cognição humana e uma teoria, derivada desse modelo, sobre a aquisição e o desenvolvimento de competências linguístico-simbólicas. Tomasello propõe que a aquisição e o desenvolvimento simbólico dependem de uma cognição cultural exclusivamente humana, mas derivada de adaptações biológicas características da cognição primata. Essas propostas constituem alternativas para as abordagens tradicionais do desenvolvimento cognitivo e linguístico-simbólico humano, uma vez que: (1) destacam aspectos biológicos e culturais como determinantes da cognição humana; (2) consideram as atividades humanas como essencialmente simbólicas; (3) fornecem uma nova concepção de linguagem.
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