Navegando por Assunto "Qualidade ambiental urbana"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise da qualidade ambiental a partir de indicadores ambientais na área urbana de Paragominas-PA(Universidade Federal do Pará, 2021-02-22) PEREIRA, Lucimar Costa; ALMEIDA, Arlete Silva de; http://lattes.cnpq.br/1511094180664778O rápido crescimento e a falta de políticas para o ordenamento das cidades provocam modificações que afetam a qualidade de vida da população. Nessa perspectiva, a análise da qualidade ambiental surge da necessidade de melhoramento das condições ambientais urbanas. Diante disso, a presente pesquisa teve como objetivo geral, avaliar a qualidade ambiental urbana na cidade de Paragominas-PA, na mesorregião do sudeste paraense. Para isso, adaptou-se a metodologia desenvolvida por Vasques (2017), a partir de análise objetiva, com emprego de um sistema de indicadores ambientais urbanos, sendo os mesmos, Abastecimento de água; Coleta e tratamento de esgoto; Coleta domiciliar de resíduos sólidos urbanos; Coleta seletiva de resíduos sólidos; Áreas inundadas; Cobertura vegetal e Espaços livres. Os procedimentos seguiram: definição de indicadores e levantamento de dados; aplicação de índices quantitativos e representação espacial de cada indicador e posterior avaliação e diagnóstico da qualidade ambiental. Utilizou-se como unidade espacial de análise as quadras habitadas da área urbana. A análise dos dados indicou que toda a área de estudo conta com abastecimento de água, fornecido pela Agência de Saneamento de Paragominas. Somente 0,37 km² (3,04%) da cidade são atendidos por serviço de coleta e tratamento de esgoto, restringidos a condomínios e residenciais. A coleta domiciliar de resíduos é realizada em toda área urbana, enquanto a coleta seletiva abrange principalmente a área central e os loteamentos próximos, totalizando 6,30 km² (51,90%) dos espaços habitados. 1,85 km² (15,24%) dos espaços habitados já foram atingidos por inundação em Paragominas. Os dados para cobertura vegetal demonstraram um percentual de 15,43%. A análise dos dados indicou que 4,35 km² (35,83%) dos locais habitados possuem espaços livres públicos até 300 m. O diagnóstico da qualidade ambiental demonstrou que, 77,31% (9,38 km²) da área urbana de Paragominas foi classificada como “qualidade ambiental intermediária”, 19,20% (2,33 km²) como “melhor qualidade ambiental” e 3,49% (0,42 km²) como “pior qualidade ambiental”. O resultado teve interferência direta do indicador coleta e tratamento de esgoto e da distribuição espacial dos espaços livres, com influência também da cobertura vegetal. Considerando as abordagens efetuadas nesta pesquisa, é preciso enfatizar a necessidade do planejamento urbano integrando elementos de cunho social e ambiental, para que os problemas que afetam a qualidade de vida urbana sejam sanados ou minimizados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Cobertura vegetal e áreas verdes da cidade de Macapá(Universidade Federal do Pará, 2016-08-26) SERAFIM, Luciana Castro; LOPES, Luis Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173; MANESCHY, Rosana Quaresma; http://lattes.cnpq.br/5914095913079907O trabalho teve por objetivo analisar a qualidade ambiental urbana de Macapá a partir de sua vegetação, considerando a influência exercida pelo crescimento da Cidade de Macapá no período de 1985 a 2015, além de identificar as principais áreas verdes e as ações do Departamento de Paisagismo e Arborização Urbana – DPAU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Macapá - Semam. A análise se deu a partir de imagens de satélite, que permitiram verificar a evolução da mancha urbana e consequentemente diminuição da vegetação, além da classificação das manchas de cobertura vegetal, de acordo com a forma e conectividade, quanto às áreas verdes e ações do DPAU/Semam foram realizadas entrevistas e aplicação de questionários com servidores da Secretaria. O estudo mostra que o crescimento da mancha urbana de Macapá provocou a diminuição da vegetação, fazendo com que haja a necessidade de recomposição vegetal para um adequado balanço térmico na Cidade de Macapá, além de identificar a deficiência na cobertura vegetal de acompanhamento viário. Verificou-se que as principais áreas verdes estão localizadas na área mais antiga da Cidade e que a maioria apresenta condições de uso. Quanto as ações do DPAU/Semam, observou-se que são rotineiras, voltadas à manutenção de viveiro de mudas, paisagismo de obras públicas e análises de solicitações de poda e eliminação de árvores. Constatando-se que ao longo do tempo houve perda da qualidade ambiental relacionada à diminuição e fragmentação da vegetação urbana de Macapá.
