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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Aerossóis de queimadas e internações hospitalares por doenças respiratórias em crianças no Estado do Pará.
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-31) MOURA, Maurício do Nascimento; SILVA, Glauber Guimarães Cirino da; http://lattes.cnpq.br/4792139391237534; https://orcid.org/0000-0003-1105-7603; VITORINO, Maria Isabel; http://lattes.cnpq.br/4813399912998401; https://orcid.org/0000-0003-3253-5301
    Segundo a OMS, a cada quatro mortes de crianças abaixo de 5 anos, uma está relacionada à poluição do meio ambiente, o que equivale a 93% de crianças vivendo em ambientes com atmosfera poluída em todo o mundo. Esta pesquisa investigou a variabilidade das queimadas e das internações hospitalares por doenças respiratórias em crianças menores de 9 anos de idade, em uma região profundamente marcada por mudanças no uso da terra em todo o planeta, com anos consecutivos no ranking de desmatamento, seguido da queima da biomassa florestal: o estado do Pará. Foram analisados 18 anos de séries temporais de variáveis climáticas, PM2.5, AOD e saúde para dois municípios paraenses localizados em regiões com características ambientais e sociais muito diferentes, mediante um estudo ecológico de caráter epidemiológico. Em geral, os dois locais analisados mostraram um aumento na taxa de internação no segundo semestre de cada ano da série histórica, apesar de Santarém mostrar altos números desses registros durante todo o ano. O clima também mostrou um papel importante no aumento da incidência de síndromes respiratórias, porque deixa o ambiente propício à ação do fogo, entretanto, os resultados mostraram que anos sem anomalias climáticas significativas também podem apresentar altos registros de queimadas e PM2.5. Quando se analisou essas relações em apenas um ano e com recorde de queimadas, constatou-se uma combinação mais nítida entre as variáveis investigadas, com boa correlação estatística, bem como um surpreendente e preocupante aumento das queimadas no município de Santarém, chegando a superar Marabá, município que sempre esteve à frente com os maiores valores de desmatamento, queimadas e poluição do ar. Marabá percebe antecipadamente os efeitos das queimadas, em geral, dois meses antes de Santarém, sendo esta situação explicada pela localização geográfica, grau de preservação da floresta, resposta às oscilações climáticas, atividade industrial e ação de políticas públicas. Uma amostra retirada da série temporal mostrou que Marabá chega a atingir no auge da estação seca, níveis de atenção e de emergência para PM2.5, apresentando assim uma baixa qualidade do ar. Santarém não registrou níveis alarmantes, porém o monitoramento diário detectou muitos dias com níveis acima do permitido, de acordo com os padrões estabelecidos pela legislação ambiental. Os níveis de poluição detectados podem elevar o número de desfechos por doenças respiratórias, sobrecarregando o sistema de saúde pública do estado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Amazônia ameaçada: análise do discurso jornalístico nos portais de notícias O Liberal.com – PA e A Crítica – AM sobre desmatamento e queimadas no contexto da pandemia da COVID-19
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-26) MANGAS, Laiza Monik de Oliveira; COSTA, Luciana Miranda
    O ano de 2020 foi marcado pelo início da pandemia da COVID-19 e pelo aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia Legal Brasileira. Dados do Inpe (2020) registraram 10.312, 88 km2 de desmatamento consolidado na região, além de 103.161 focos de queimadas durante o ano. Os meses de agosto e setembro foram os que apresentaram maior índice de queimadas e os estados do Pará, Mato Grosso e Amazonas responderam por 70% do desmatamento. Enquanto isso, “a boiada passava” com a aprovação de 593 atos pelo governo federal relacionados às mudanças de regras sobre a proteção ambiental no Brasil (OBSERVATÓRIO DO CLIMA, 2021). Em meio à crise sanitária, política e ambiental, o jornalismo desempenhou um papel importante no fornecimento de informação à população (CASERO-RIPOLLÉS, 2020). Nesse contexto, esta pesquisa analisa como foi a cobertura sobre desmatamento e queimadas em dois dos principais portais de notícias da região Norte do país: O Liberal.com – PA e A Crítica – AM, durante o mês de setembro de 2020, considerando o período pandêmico e suas adversidades. O principal referencial teórico-metodológico escolhido foi a Análise Crítica do Discurso - ACD (FAIRCLOUGH, 2001). A partir da análise realizada nos jornais pode-se concluir que o governo Jair Bolsonaro, em meio à pandemia da COVID-19, conseguiu ocupar um espaço privilegiado nas publicações, com um discurso voltado a amenizar os problemas na Amazônia e largamente reproduzido pelos dois jornais sem contrapontos expressivos. Foram utilizadas justificativas que atribuíam os desmatamentos e queimadas ao próprio clima na Amazônia e às atividades agrícolas realizadas tradicionalmente por comunidades rurais, indígenas e quilombolas. Além disso, colocou-se em dúvida a credibilidade de dados científicos sobre o tema divulgados por instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Amazônia ameaçada: análise do discurso jornalístico nos portais de notícias O Liberal.com – PA e A Crítica – AM sobre desmatamento e queimadas no contexto da pandemia da COVID-19
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-26) MANGAS, Laiza Monik de Oliveira; COSTA, Luciana Miranda; http://lattes.cnpq.br/1310961057480638; https://orcid.org/0000-0003-3843-4499
    O ano de 2020 foi marcado pelo início da pandemia da COVID-19 e pelo aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia Legal Brasileira. Dados do Inpe (2020) registraram 10.312, 88 km² de desmatamento consolidado na região, além de 103.161 focos de queimadas durante o ano. Os meses de agosto e setembro foram os que apresentaram maior índice de queimadas e os estados do Pará, Mato Grosso e Amazonas responderam por 70% do desmatamento. Enquanto isso, “a boiada passava” com a aprovação de 593 atos pelo governo federal relacionados às mudanças de regras sobre a proteção ambiental no Brasil (OBSERVATÓRIO DO CLIMA, 2021). Em meio à crise sanitária, política e ambiental, o jornalismo desempenhou um papel importante no fornecimento de informação à população (CASERO-RIPOLLÉS, 2020). Nesse contexto, esta pesquisa analisa como foi a cobertura sobre desmatamento e queimadas em dois dos principais portais de notícias da região Norte do país: O Liberal.com – PA e A Crítica – AM, durante o mês de setembro de 2020, considerando o período pandêmico e suas adversidades. O principal referencial teórico-metodológico escolhido foi a Análise Crítica do Discurso - ACD (FAIRCLOUGH, 2001). A partir da análise realizada nos jornais pode-se concluir que o governo Jair Bolsonaro, em meio à pandemia da COVID- 19, conseguiu ocupar um espaço privilegiado nas publicações, com um discurso voltado a amenizar os problemas na Amazônia e largamente reproduzido pelos dois jornais sem contrapontos expressivos. Foram utilizadas justificativas que atribuíam os desmatamentos e queimadas ao próprio clima na Amazônia e às atividades agrícolas realizadas tradicionalmente por comunidades rurais, indígenas e quilombolas. Além disso, colocou-se em dúvida a credibilidade de dados científicos sobre o tema divulgados por instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE.
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