Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Quilombola"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 8 de 8
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Batuque, arte e educação na comunidade quilombola São Pedro dos bois
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) COELHO, Clicia Tatiana Alberto; DINIZ, Raimundo Erundino Santos
    Este artigo revela diferentes sentidos educacionais da manifestação sociocultural anunciada como Batuque existente na comunidade quilombola São Pedro dos Bois, localizada no Estado do Amapá/BR 156, a 75 km de distância da capital, Macapá. Entrelaça saberes das linguagens artísticas e suas visualidades, corporidades e simbologias inerentes a essa manifestação, compreendidos como discursos de firmamento da cultura quilombola no cotidiano escolar da comunidade. A metodologia utilizada anuncia-se interdisciplinar por possibilitar diálogos entre História, Artes e Educação, utilizando-se de diferentes abordagens e técnicas de pesquisas mediadas por narrativas (orais e imagéticas) e outros documentos levantados em pesquisa de campo.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Os impactos das práticas comerciais da empresa de cosméticos Natura na comunidade quilombola Jacarequara em Santa luzia do Pará - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2018) ALMEIDA, Alessandra Damasceno de; SILVA, Arthur Boscariol da
    O presente artigo analisa as práticas comerciais estabelecidas entre a empresa de cosméticos Natura e a comunidade quilombola denominada Jacarequara, localizada do município de Santa Luzia do Pará, nordeste do estado do Pará, apontando a parceria comercial entre a empresa e a comunidade que desenvolve-se pela comercialização da amêndoa do murumuru (Astrocaryum murumuru Mart). Esta amêndoa é coletada da floresta pelos quilombolas e vendida à empresa para a produção de cosméticos como sabonetes, hidratantes, óleo corporal, entre outros. Com isso, busca-se compreender esta parceria comercial a partir do regime de acumulação flexível no século XXI e seus desdobramentos no espaço geográfico. Para isso, é necessário compreender a parceria comercial entre a empresa Natura, que circula em um mercado global com uma comunidade quilombola que possui cultura e relações de produção de específicas. Este debate tem como objetivo verificar as implicações socioespaciais ocasionadas pela parceria comercial com a empresa na organização do espaço geográfico. O que se observou neste estudo são práticas comerciais contemporâneas que ainda não alteraram por completo o modo de vida de uma sociedade tradicional. As mudanças identificadas apontam que existem famílias que decidiram pela participação das atividades, alterando sua dinâmica de vida e afetando suas práticas produtivas tradicionais.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Justiça ambiental em território de desastres: uma ação local de resistência em São Sebastião do Burajuba/Barcarena (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-27) CRISTO, Amanda Mesquita; TEISSERENC, Maria José da Silva Aquino; http://lattes.cnpq.br/1799861202638255
    O presente trabalho tem como objetivo analisar ações e organizações de atores mobilizados em processos que se configuram como lutas contra a injustiça ambiental e pelo bem viver na comunidade de São Sebastião do Burajuba em Barcarena, município do estado do Pará, como resistência a questões ligadas as injustiças ambientais quanto o acesso e o uso da água, em um contexto marcado pelas atividades de mineração. Atividades essas, consideradas como poluentes em grau elevado resultam em alterações significativas no ecossistema, nos modos de vida, nas práticas econômicas e culturais de comunidades quilombolas, indígenas, agricultoras, extrativistas e pescadoras. Para tal recorreu-se aos conceitos de Justiça Ambiental de Acselred (2010) e Bem Viver de Acosta (2016), compreendendo-se que a natureza e seus recursos são referências ligadas a uma filosofia de vida parte de inúmeras historiais de luta e resistência das chamadas populações tradicionais. Defender-se da injustiça colocada quanto à distribuição desigual dos riscos pelas atividades industriais apresenta-se na forma de denúncia e enfrentamentos em Barcarena realizados pela Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia (Cainquiama) e pela comunidade quilombola São Sebastião do Burajuba. Trata-se de uma pesquisa de metodologia qualitativa, em que além da análise de dados e de bibliografia básica, realizou-se entrevistas com diversos atores da comunidade Burajuba, incluindo membros da Cainquiama. A pesquisa também aponta que a luta pela justiça ambiental tem um longo caminho a percorrer, principalmente num país marcado por várias desigualdades sociais e territoriais. Os resultados indicaram que as emissões de poluentes industriais têm como destinação parte de um território onde vivem populações de origem étnico-raciais cuja situação socioeconômica torna-se desfavorecida.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “Mesmo com essas coisas ruins que o dendê trouxe, eu não saio daqui”: resistência a agroindústria do dendê na comunidade do Castanhalzinho em Concórdia do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-31) RIBEIRO, Lissandra Cordeiro; SCHMITZ, Heribert; http://lattes.cnpq.br/2294519993210835
    A produção do dendê no cenário mundial ganhou forças nas últimas décadas, nos principais países produtores do óleo de palma no mundo Indonésia e Tailândia, a produção da matéria-prima para o agrocombustível não esteve acompanhada de uma política ambiental rigorosa, desencadeando conflitos com comunidades locais e chamando a atenção de Ongs e movimentos ligados a defesa do meio ambiente. Em 2004, no Brasil é lançado o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) criado pelo Governo Federal como forma de fomentar a produção de combustíveis alternativos ao petróleo a partir do óleo de dendê, prevendo a criação de emprego assalariado e a inclusão da agricultura familiar por meio de contratos de produção (BRASIL, 2010). Verifica-se no nordeste paraense a instalação de agroindústrias de dendê, como a empresa BIOPALMA S/A que em sua área de abrangência adquiriu grandes extensões de terras ao redor da comunidade do Castanhalzinho, provocando mudanças às condições de vida dos moradores por conta da abertura e ramais dentro da comunidade e pelos efeitos dos produtos químicos utilizados na manutenção do plantio. O objetivo desta dissertação é analisar as formas de resistência à agroindústria do dendê na comunidade do Castanhalzinho, localizada no município de Concórdia do Pará. O conceito de resistência cotidiana de Scott (2013) e fundamentos teóricos da Ação Coletiva são utilizados como enfoque teórico deste estudo pois nos ajuda compreender formas de resistência produzidas tanto no cotidiano pelos moradores, como também pelas associações quilombolas do local. O estudo foi construído por meio do estudo de caso e pesquisa qualitativa, com a utilização de observação participante, entrevistas abertas e semi- estruturadas com os moradores da comunidade e com lideranças quilombolas das associações e de entidades como a Malungu e Cedenpa. Os resultados da pesquisa apontaram para formas de resistências desempenhadas pelas associações quilombolas e por resistências cotidianas desempenhadas pelos moradores da comunidade como negação à venda de terras para o monocultivo, ao assalariamento, aos efeitos do cultivo do dendê na comunidade quilombola e a resistência ao impedimento do acesso ao entorno pela desvalorização do oponente. Elementos da organização social da comunidade como o parentesco, religiosidade e reciprocidade garantem relações sociais sólidas entre os moradores e deles com o território garantindo maior possibilidade de resistência no local.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Retratos da EJA na Amazônia Marajoara: desafios do ensino da língua inglesa na educação escolar quilombola
    (Universidade Federal do Pará, 2021-03) RIBEIRO, Karley dos Reis; SANTOS, Raquel Amorim dos; BRITO, Camila de Cássia
    O presente estudo se propôs a discutir o ensino da Língua Inglesa (LI) para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), na perspectiva da Educação Escolar Quilombola (EEQ), em uma escola quilombola do município de Salvaterra da Amazônia Marajoara. A pesquisa analisou o ensino da LI e seus desdobramentos para a EEQ, permitindo evidenciar outras perspectivas para o ensino do idioma. Utilizou-se a análise interpretativista e pesquisa bibliográfica especializada da área. A pesquisa é de natureza qualitativa e de cunho interpretativista, e os aportes teóricos que embasaram a análise dos dados foram: Pennycook (1998), Rajagopalan (2003), Moita Lopes (2002; 2005), entre outros. Os resultados da pesquisa evidenciaram que as questões étnico-raciais nas aulas de LI na EJA da EEQ é um campo desafiador para alcançar a qualidade do ensino da LI na proposta da EEQ. A necessidade de formação continuada dos professores de LI para as relações étnico-raciais é uma necessidade emergencial, pois os dados indicaram que os desafios estão associados majoritariamente as práticas pedagógicas do professor de LI.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Saberes e práticas tradicionais sobre recursos faunísticos e cultura alimentar na comunidade quilombola do Jacarequara, município de Santa Luzia do Pará, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2022-01-27) AVIZ, Manoel Fagno; FITA, Dídac Santos; http://lattes.cnpq.br/4290251127696280
    Esta dissertação tem como propósito descrever e analisar os saberes e práticas envolvidos com os recursos faunísticos na comunidade quilombola do Jacarequara, no município de Santa Luzia do Pará, Nordeste Paraense, Amazônia Oriental. Sob a ótica da etnozoologia, o objetivo principal desta pesquisa foi compreender o papel dos recursos faunísticos na cultura alimentar e na garantia da segurança alimentar das famílias observadas. Observação participante, entrevistas semiestruturadas, entrevistas abertas e listagem livre foram os principais instrumentos metodológicos utilizados na coleta de dados durante o trabalho de campo realizado no ano de 2020. O perfil socioeconômico descrito evidencia uma comunidade constituída por famílias dependentes da autoprodução de alimentos e de programas de transferências de renda para a subsistência do grupo doméstico. As entrevistas e observações evidenciaram uma imensa diversidade de espécies de animais presentes no conhecimento ecológico local, incluídas em cincos tipos de usos: alimentar, medicinal, ritualístico, artesanal e estimação/criação doméstica. Além disso, os dados obtidos revelaram o riquíssimo conhecimento etnozoológico existente na comunidade, havendo detalhes dos habitats, ecologia trófica, etologia e dos ciclos reprodutivos das espécies de interesse. Tais saberes se mostraram essenciais na elaboração e escolha de ferramentas e estratégias de caça e pesca. O extrativismo animal (caça e pesca) mostrou-se parte fundamental do cotidiano da comunidade, onde há envolvimento tanto dos praticantes como dos não-praticantes dessas técnicas. Os recursos faunísticos são importantes elementos na cultura alimentar da comunidade, evidenciados pelas preferências e rejeições alimentares existentes tanto no modo de preparo como no modo de consumo, assim como na escolha do animal, incidindo também nas restrições alimentares representadas no sistema de reima, que se mostra como regulador do consumo de determinadas espécies. Percebe-se que características ambientais estão diretamente ligadas às escolhas alimentares; portanto impactos ambientais na região teriam grande influência na cultura alimentar da comunidade, o que poderia afetar a segurança alimentar das famílias. Finalmente, a sociobiodiversidade faunística possui fundamental papel na garantia da segurança alimentar e nutricional e da cultura alimentar da comunidade quilombola investigada.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    “Toda planta tem Alguém com ela” – sobre mulheres, plantas e imagens nos quintais de mangueiras
    (Universidade Federal do Pará, 2020-04-24) PEIXOTO, Lanna Beatriz Lima; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101
    Neste trabalho apresento um estudo sobre a relação de mulheres e quintais, com ênfase no cultivo de plantas. A pesquisa foi desenvolvida na Comunidade Quilombola de Mangueiras, município de Salvaterra, Arquipélago do Marajó, região Norte do Brasil. A partir da vivência junto a quatro mulheres e suas narrativas, objetivo compreender como se dá a habitação do espaço, como constroem suas paisagens. Entendo os quintais como um microcosmos, estudar as relações nele/com ele estabelecidas envolve questões relacionadas a vários aspectos da vida social como família, política, cura e xamanismo, e deixa transparecer formas e perspectivas de ver e viver o mundo marajoara. Em Mangueiras, como na maioria das comunidades quilombolas de Salvaterra que lutam até hoje pelo reconhecimento de suas terras, as mulheres tiveram papel decisivo no processo político e identitário. Papel de protagonistas elas também têm em outros âmbitos, entre eles está o cuidado com quintais e hortas domésticas, implicando a esfera de interações entre não-humanos e humanos; às preocupações com seus filhos, às sutis relações com o sagrado e o si-mesmo. São conhecimentos repassados através de uma trama de transmissão e troca, muitas vezes herdadas das relações de mães, filhas e avós. Neste caso também estão em jogo segredos, táticas de resistência de uma cultura, das mulheres de um povo. São conhecimentos e práticas que resistem e se reinventam frente os processos de dominação desde o período colonial aos mais recentes processos de colonialismo interno e externo. Quintais e mulheres cultivam-se mutuamente ao longo do tempo em direção ao cuidar de si e dos seus, reflexo do modelo patriarcal dominante. Mas que apresenta uma faceta política fundamental, que mantêm até hoje vivas, pulsantes, essas culturas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Turismo das Origens: resistências nas práticas festivas e turísticas da Comunidade Quilombola Dona Juscelina na região norte do Tocantins, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-18) SUDRÉ, Stephanni Gabriella Silva; FIGUEIREDO, Silvo José de Lima; http://lattes.cnpq.br/2578700144404800; https://orcid.org/0000-0002-6810-1639
    O presente estudo destaca o papel das festas na Comunidade Quilombola Dona Juscelina como expressões fundamentais da identidade e memória quilombola, que embora atraiam visitantes, transcendem o caráter recreativo do encontro. Essas festividades se configuram como espaços de construção política e social e, por meio da ancestralidade, promovem a consciência coletiva e o fortalecimento dos laços comunitários. Nesse contexto, levanta-se as seguintes questões: quais elementos e práticas sociais estão presentes em festas quilombolas? Como as práticas sociais podem contribuir para uma visão múltipla do turismo e na noção de Turismo das Origens? Em vista disso, o presente estudo tem como objetivo principal: analisar as práticas originais-ancestrais em festas quilombolas no norte do Tocantins e identificar sua interface no Turismo. Assim, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: caracterizar as festas quilombolas, a comunidade e seus agentes; identificar as práticas originais-ancestrais das festas quilombolas; e investigar os elementos e estratégias da comunidade em festas no turismo. Nesse sentido, foram empregados métodos qualitativos e interdisciplinares, incluindo entrevistas e grupo focal, com base na pesquisa social, na Comunidade Quilombola Dona Juscelina, no norte do estado de Tocantins. Utilizou-se para a geração de dados, a análise multidimensional das práticas festivas e turísticas, as quais revelaram a profundidade desses encontros, que incorporam elementos simbólicos, rituais e interações sociais, proporcionando uma experiência turística imersiva na cultura quilombola. Além disso, as festas atuam como ferramentas educacionais, antirracistas e de conscientização social, desencadeando debates sobre temas amplos, como autogestão, reconhecimento cultural e justiça social. Observou-se que as festas quilombolas podem ser compreendidas como redes dinâmicas de reafirmação da autonomia e da organização comunitária, essenciais para as experiências turísticas na comunidade. Surge, portanto, a noção de Turismo das Origens que enfatiza o valor dos saberes e práticas quilombolas, em uma ruptura paradigmática com os modelos turísticos tradicionais ao valorizar os conhecimentos ancestrais questionando as estruturas de poder impostas pelo mercado turístico. O turismo das origens promove uma perspectiva nas múltiplas oportunidades de entender o Turismo, voltado às práticas das comunidades quilombolas, as quais são determinadas pelo protagonismo e pelos valores étnicos quilombolas. Destaca-se, por fim, a resistência das comunidades quilombolas frente a pressões econômicas, sociais e ambientais enfrentadas, onde o turismo seja capaz de se tornar uma ferramenta de fortalecimento social e coesão comunitária, consolidando uma abordagem que respeita e fortalece a identidade ancestral quilombola.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA