Navegando por Assunto "RESEX Ipaú-Anilzinho"
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Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Instrumentos de gestão ambiental: o plano de manejo como possibilidade estratégica de materialização do zoneamento ecológico econômico(Universidade da Amazônia, 2019-11) RAMOS, Sara Francisca Corrêa Dias; MORAES, Roble Carlos Tenório; SIMÕES, Aquiles Vasconcelos; FREIRES, Evelyn LopesO presente trabalho é fruto das apreensões teórico-metodológicas construídas no âmbito do curso formativo de Instrumento de Gestão Ambiental (2018), realizado no Programa de Pós-Graduação em Gestão Ambiental e Desenvolvimento Local, do Núcleo de Meio Ambiente (NUMA) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Este artigo foi construído a partir de uma revisão bibliográfica e documental, com intuito de refletir sobre o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) tendo o Plano de Manejo da RESEX Ipaú-Anilzinho como objeto de aproximação mediativo. O foco da discussão gira em torno do Plano de Manejo não instituído na reserva e as respectivas apreensões sobre instrumentos de gestão ambiental. Como notas conclusivas apresentaram-se as possibilidades de reverter algumas problemáticas da RESEX com a consolidação do ZEE para aprovação do plano de manejo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Quando o pesquisador e o sujeito da pesquisa são um: reflexividade quilombola sobre pesca, conflito e disputa na RESEX Ipaú-Anilzinho e TQ de Joana Peres (PA)(Universidade Federal do Pará, 2024-02-26) RIBEIRO FILHO, Manoel Machado; CAÑETE, Voyner Ravena; http://lattes.cnpq.br/9961199993740323; https://orcid.org/0000-0001-8528-3086Ao considerar os olhares cheios de significados nos quais me atravessam, pois sou quilombola, nascido, criado no quilombo e hoje atuando em um lugar de liderança, de uma minoria que busca se comunicar com a sociedade hegemônica em uma relação sem hierarquias, trago minha fala nesta escrita. Ao trazer a minha fala neste texto, as minhas memórias, meu pertencimento e vivências estão presentes do início ao fim desta dissertação. Pensada e escrita assim, este estudo compreende uma autoetnografia, que para Miranda (2022, p. 71) é compreendida “como uma análise cultural elaborada por meio da narrativa pessoal, onde é possível desenvolver uma lente crítica em uma práxis dentro-fora, de modo a entender quem somos nas nossas comunidades”. Neste contexto, venho dissertar sobre as tensões que desenham novas relações no processo de nova delimitação do território no contexto da Reserva Extrativistas (RESEX) e Território Quilombola (TQ), em cenários de conflito que vieram a se estabelecer e marcam essa relação, particularmente considerando a atividade pesqueira e a comunidade de Anilzinho. Joana Peres e Anilzinho são as únicas comunidades quilombolas, das seis que compõem a RESEX, criada em 14 junho de 2005. Dois territórios quilombolas, pré-definidos ao longo do tempo por lideranças e pescadores, sendo unidas ao mesmo território da RESEX, a partir de sua criação. Enquanto o território da comunidade Anilzinho foi inserido em sua totalidade na RESEX, no que diz respeito ao meu quilombo vila de Joana Peres, a RESEX dividiu o seu território, parte da área da comunidade está no interior da RESEX, a outra não, que vai para além do entorno da unidade.
