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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Agressão por morcegos em humanos em uma área de conservação na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-27) LIMA, Ana Paula de Lima e; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431; https://orcid.org/0000-0001-9946-4961; BEZERRA, Isis Abel; http://lattes.cnpq.br/3274919406647242
    Agressões por morcegos em humanos vêm sendo relatadas no município de Curuçá, precisamente no entorno e no interior da Reserva Extrativista Mãe Grande. Este trabalho tem por objetivo compreender a percepção espaço-temporal e a dinâmica das agressões por morcegos hematófagos em humanos em uma área de reserva extrativista na Amazônia. Como procedimento metodológico, foram coletadas referências documentais e em artigos. Também se realizou entrevistas orais com os atores sociais mais antigos e com indivíduos já agredidos das comunidades visitadas. Os indivíduos que confirmaram terem sido agredidos por morcegos foram georreferenciadas. Os mais acometidos são pescadores artesanais que vivem fixados com suas famílias ou permanecem por temporadas nas ilhas e praias para pescar caranguejo, peixe ou camarão. Em geral, os entrevistados não relacionam a alteração da paisagem com o aumento das agressões, mas destacam a redução de algumas espécies animais nesse ambiente. Porém, foi possível identificar localidades onde as agressões não ocorrem há pelo menos 10 anos associadas com a introdução da energia elétrica. Nas localidades onde não há energia elétrica, foram identificados indivíduos com agressões recentes. Na percepção dos pescadores, o alcoolismo é um fator importante para exposição desses indivíduos. É identificado a necessidade de um trabalho de cunho educacional para a população que é agredida, e o reconhecimento das políticas públicas para esses indivíduos que se tornam mais vulneráveis ao morcego.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito do ganhar ou perder nos niveis de raiva e ansiedade em lutadores de judô
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-17) ARDILA, Héctor Andrés Páez; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274
    A agressão e um comportamento que envolve uma ativação simultânea de componentes fisiológicos, bioquímicos, neurológicos e comportamentais e emoções, como ansiedade e raiva. Nos seres humanos, os esportes podem ser considerados como uma forma de display, pois permitem que a agressão seja expressada com uma baixa probabilidade de danos permanentes para os sujeitos. As competições tem sido usadas como modelos para avaliar a ativação produzida pelas diferentes fases de competição, tal como o resultado do combate. O judô tem sido utilizado como um modelo de agressão competitiva para avaliar as diferentes respostas corporais nos comportamentos agonisticos em seres humanos, pois oferece um contexto semelhante aos estudados nas lutas em animais. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito do ganhar/perder nos níveis de raiva e ansiedade em lutadores de judô regional, do sexo masculino, vinculados a federação paraense de Judô, utilizando as escalas psicométricas STAXI e IDATE, assim como fazer uma comparação destes resultados com a população geral brasileira e uma análise de correlação para conhecer as diferenças entre os diferentes componentes com o numero de golpes, utilizando uma avaliação pré e pós lutas e a filmagens das lutas. Se encontraram diferenças entre vencedores e perdedores, assim como entre lutadores e a população brasileira; os perdedores apresentaram maiores níveis de raiva, enquanto que a ansiedade foi maior para os vencedores.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo epidemiológico da raiva, caracterização antigênica de cepas do vírus da raiva isoladas na Amazônia brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2009-10-27) CASSEB, Livia Medeiros Neves; ROSA, Elizabeth Salbé Travasos da; http://lattes.cnpq.br/2209576799096027; VASCONCELOS, Pedro Fernando da Costa; http://lattes.cnpq.br/0973550817356564
    Com o objetivo de avaliar a epidemiologia da raiva, procedimentos complementares ao diagnóstico - caracterização antigênica e genética - foram incluídos neste estudo para investigar o perfil epidemiológico da raiva animal na Amazônia brasileira, entre janeiro de 2000 e julho de 2009. Foi realizada uma revisão cuidadosa das informações de amostras do sistema nervoso central (SNC) recebidas e analisadas no Laboratório de Raiva do Instituto Evandro Chagas. Um total de 265 cepas de vírus rábico isoladas de amostras do SNC de seres humanos (n=33) e animais domésticos/silvestres (n=232) foram caracterizadas antigenicamente por imunofluorescência indireta (IFI), utilizando um painel de oito anticorpos monoclonais preparados pelo CDC contra a nucleoproteína do vírus da raiva; Além disso, 21 delas tiveram a nucleoproteína (gene N) caracterizada geneticamente por sequenciamento nucleotídico parcial seguida de análise filogenética. As sequências obtidas foram comparadas entre si e com outras sequências de vírus da raiva do Brasil e outros países das Américas, utilizando os métodos de máxima verossimilhança e bayesiano. Foi observada uma menor transmissão do vírus da raiva em áreas urbanas; detecção do ciclo rural da raiva em quase todos os estados da Amazônia; ocorrência do ciclo aéreo nos estados do Pará e Amapá; identificação da variante antigênica 2 (AgV2) do vírus da raiva, entre cães e gatos domésticos como o principal mecanismo de transmissão viral, detecção de circulação de variantes antigênicas AgV3, AgV4 e variante "Eptesicus" entre animais silvestres e, finalmente, a redução da transmissão cão-homem do vírus da raiva, que foi substituído por um aumento da transmissão morcego-homem, especialmente no estado de Pará. Em conclusão, a associação de técnicas antigênica e moleculares permitiu uma melhor compreensão da epidemiologia molecular do vírus da raiva na Amazônia Brasileira.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Variabilidade morfométrica e molecular em Desmodus rotundus (Chiroptera, Phyllostomidae) de diferentes áreas de risco para raiva rural no estado do Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2011) ANDRADE, Fernanda Atanaena Gonçalves de; FERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas; http://lattes.cnpq.br/8943067124521530
    O presente estudo objetivou testar a hipótese da heterogeneidade populacional morfológica e molecular em diversos grupos de Desmodus rotundus na Amazônia oriental, bem como descrever a relação desta heterogeneidade com processos e padrões de produção da Raiva em humanos e bovinos. Para tanto, um total de 776 exemplares de vampiro comum, de 72 localidades do Pará foram cedidos pelo Instituto Evandro Chagas (IEC - Ministério da Saúde/Belém), Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro/Belém) e Fundação de Vigilância em Saúde do estado do Amazonas (FVG/Manaus). Quanto a descrição espacial e temporal da Raiva em humanos e bovinos no Pará, ao longo de uma década (1999-2008), tais registros foram obtidos junto a Secretaria Executiva de Saúde Pública do Pará (SESPA). Do total de espécimes de D. rotundus, apenas os indivíduos adultos (329 machos e 315 fêmeas) foram submetidos a 39 medidas fenotípicas (16 externas e 23 cranianas). Na abordagem genética, 236 indivíduos (53% fêmeas e 47% machos) foram caracterizados por meio de 10 marcadores do tipo microssatélites. Já para a descrição de áreas de risco foram utilizadas feições ecológicas, biológicas, socioeconômicas e de cobertura e uso do solo, georreferenciadas geograficamente. Como um dos principais resultados das inferências fenotípicas foi observado que apenas as fêmeas de D. rotundus no Pará, mostraram tendências a formação de grupos que reúnem espécimes da porção mais ao norte do estado (Baixo Amazonas, Marajó e Nordeste), como sendo menos similares as do sudeste e sudoeste. No geral, fenotipicamente D. rotundus não mostrou elevada estruturação entre os grupos no Pará. A maior ocorrência de variabilidade observada para D. rotundus não foi entre os grupos geográficos. Segundo os dados de análise molecular de variância (AMOVA) ocorreram variações em 96% dos acontecimentos dentro de cada grupo. No geral, muitos grupos estudados do Pará ainda encontram-se sobre equilíbrio de Hardy-Weinberg, levando a crer na existência de uma única população caracteristicamente panmítica, contudo, com tendências à formação de três grandes grupos (Baixo Amazonas, Marajó e Nordeste). Para tal população, os padrões reprodutivos e adaptativos da espécie, garantiriam a alta equidade da riqueza alélica e os bons índices de diversidade genética de D. rotundus na Amazônia oriental, mesmo sob os efeitos da fragmentação de áreas, que se processa principalmente no lado leste no estado do Pará.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Virological and serological diagnosis of rabies in bats from an urban area in the brazilian Amazon
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12) OLIVEIRA, Rubens Souza de; COSTA, Lanna Jamile Corrêa da; ANDRADE, Fernanda Atanaena Gonçalves de; UIEDA, Wilson; MARTORELLI, Luzia Fatima Alves; KATAOKA, Ana Paula de Arruda Geraldes; ROSA, Elizabeth Salbé Travassos da; VASCONCELOS, Pedro Fernando da Costa; PEREIRA, Armando de Souza; FERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas; CARMO, Antônio Ismael Barros do
    Os surtos de raiva em humanos transmitida por Desmodus rotundus em 2004 e 2005 no nordeste do estado do Pará, Brasil, Amazônia Oriental, fizeram desta uma área prioritária para estudos sobre essa zoonose. Diante disso, o presente estudo fornece dados sobre esse fenômeno em contexto urbano, afim de avaliar uma possível circulação do vírus clássico da raiva (RABV) entre espécies de morcegos em Capanema, cidade localizada na bacia Amazônica. Os morcegos foram coletados em 2011, com auxílio de redes de espera durante as estações seca e chuvosa. Amostras de encéfalo e de sangue foram coletadas para o diagnóstico virológico e sorológico, respectivamente. Das 153 amostras de encéfalo analisadas, nenhuma encontrou-se positiva para infecção pelo RABV, porém, 50,34% (95% CI: 45,67-55,01) das amostras de soro analisadas estavam soropositivas. Artibeus planirostris foi a espécie mais comum, e seu percentual de indivíduos soropositivos foi bem elevado (52.46%, 95% CI: 52,31-52,60). Porções estatisticamente iguais de soropositivos foram registrados nas estações (c2 = 0,057, d.f. = 1, p = 0,88). Uma porção significativamente elevada de machos (55,96%, 95% CI: 48,96%-62,96%), e adultos (52,37%, 95% CI: 47,35%-57,39%) foram soropositivos. Apesar de nenhuma das amostras de encéfalo terem sido positivas para raiva, a alta proporção de espécimes soropositivos indica uma possível circulação do RABV nessa área urbana.
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