Navegando por Assunto "Reading comprehension"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ensino de leitura de frases com compreensão a alunos de 2ª série de escolas públicas de Belém(Universidade Federal do Pará, 2004-12-22) BASTOS, Elizabeth Cristina de Menezes; BAPTISTA, Marcelo Quintino Galvão; http://lattes.cnpq.br/5106423103112681; MEDEIROS, Jose Goncalves; KATO, Olivia Misae; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/8853692194078134; http://lattes.cnpq.br/3612219210222465; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223Estudos baseados no paradigma da equivalência de estímulos têm produzido a leitura, com compreensão, de palavras substantivas, em humanos de diferentes idades, com e sem história de fracasso escolar. O presente estudo objetivou verificar se cinco crianças, sendo quatro do sexo feminino e uma do sexo masculino, entre 8 e 11 anos, matriculadas na 2ª série do Ensino Fundamental de Escolas Públicas de Belém-PA, com dificuldades em leitura, seriam capazes de aprender a ler frases às quais nunca tinham sido expostas, e se demonstravam a leitura generalizada de (novas) frases, após o ensino de pré-requisitos, no âmbito do paradigma de equivalência. Os estímulos experimentais foram sílabas, palavras e frases faladas e impressas, e figuras (relativas às palavras e frases). Foram programadas diferentes fases experimentais, envolvendo pré-testes, treinos de relações condicionais, testes de relações emergentes (equivalência e generalização) e pós-testes. Utilizou-se um formato de discriminação condicional em que o estímulo modelo (palavra, ou frase impressa, ou figura) ficava posicionado, numa cartela, sempre antes (à esquerda) dos estímulos de comparação (três palavras, ou frases impressas, ou figuras), os quais eram apresentados em posições diferentes, separados do modelo por uma linha vertical. Foram usadas instruções verbais e houve conseqüências diferenciais para acertos e erros. Exigia-se do participante a obtenção de 100% de acertos no treino. Os testes, de equivalência, eram aplicados uma única vez. Nos testes de generalização, um erro implicava a reapresentação das tentativas do treino em que o responder fosse incorreto. O controle da apresentação dos estímulos, do registro das respostas e das consequências para acertos e para erros, e do início e término das sessões (que duravam cerca de 40 minutos), era realizado manualmente, pela experimentadora e um outro observador. Todos os participantes foram bem-sucedidos nas relações condicionais testadas e treinadas, que envolviam palavras faladas, figuras e palavras impressas correspondentes (AB e AC misto). A maioria formou a Equivalência BC – relação entre figuras e respectivas palavras impressas, e todos demonstraram a relação inversa, ou a Equivalência CB. Também, os participantes nomearam as figuras correspondentes a essas palavras (BD), leram as palavras (CD) e, além disso, foram capazes de ler novas palavras (C’ D’). Em seguida, foram bem-sucedidos nas relações condicionais entre frases faladas e figuras correspondentes (testadas e treinadas), AB e AB misto, e nas relações treinadas envolvendo frases faladas e frases impressas correspondentes (AC misto). Apenas dois participantes formaram a Equivalência BC (entre figuras e frases impressas) e a maioria formou a Equivalência CB. Também, a maioria nomeou as figuras (BD), todos os participantes leram essas frases (CD), leram novas frases, organizadas pela recombinação de sílabas (C’’ D’’), e a maioria leu outras novas frases, organizadas pela recombinação de sílabas (C’’’ D’’’). Um mês depois, os participantes mantiveram o desempenho na leitura das mesmas palavras, a maioria manteve a leitura das mesmas frases e a leitura generalizada das palavras e das frases novas. Este estudo possibilitou o estabelecimento de pré-requisitos para o ensino de leitura e a avaliação da compreensão, envolvendo frases simples. O estudo pode ser visto como um avanço, embora parcial, em relação aos que, tradicionalmente, têm-se fundamentado no mesmo paradigma e utilizado palavras como estímulos. É pertinente implementar novas investigações utilizando unidades verbais ainda mais amplas, como frases complexas, as quais, além de conterem palavras substantivas e adjetivas, abarquem artigos, pronomes, verbos, advérbios, etc.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O papel do Circuito Mínimo de Atividades no desenvolvimento da compreensão leitora de textos do gênero conto de terror: uma experiência em uma turma do 8º ano da Escola de Aplicação da UFPA(Universidade Federal do Pará, 2024-10-10) MEDEIROS, Simone Cristina Duarte; OLIVEIRA, Márcia Andréa Almeida de; http://lattes.cnpq.br/5128172948571987A leitura é essencial não apenas para a vida escolar, mas também para toda vida cidadã fora dela. A vida do aluno como um todo passará pela sua capacidade de ler a palavra e de ler o mundo. A sua participação ativa na sociedade e o seu pleno exercício da cidadania dependerão do domínio da prática de leitura. Portanto, é imprescindível possibilitar aos alunos atividades que contribuam para o desenvolvimento da compreensão leitora deles. Levando isso em consideração, neste trabalho, busco responder a esta pergunta de pesquisa: De que forma o trabalho com leitura mediado pelo Circuito Mínimo de Atividades (CMA) possibilita o desenvolvimento da compreensão leitora de textos do gênero conto de terror, de alunos do 8º do Ensino Fundamental de uma Escola de Aplicação da UFPA?. Almejando responder a essa pergunta, temos como objetivo geral analisar os efeitos do CMA na aprendizagem de leitura de contos de terror. Com base nessa questão, realizamos uma pesquisa caracterizada como pesquisa-ação, qualitativa-interpretativa e quantitativa e de natureza aplicada, situada no campo da didática das línguas. Tomamos como referencial teórico a concepção de gêneros textuais de Dolz e Schneuwly (2004), de Circuito Mínimo de Atividades (CMA) de Cordeiro e Liaudet (2021) e Cordeiro (2013), de leitura de Solé (1998) e Freire (2003), de compreensão leitora de Kleiman (2002, 2004) e Koch e Elias (2014), bem como de Gotlib (2006), sobre a teoria do conto. Realizamos um estudo comparativo entre as três turmas que participaram da investigação. Em uma delas, implementamos uma proposta de intervenção com base no CMA e realizamos quatro testes de leitura, que foram posteriormente analisados. Nas outras duas, aplicamos apenas os quatro testes. Os resultados dessa pesquisa apontam que a turma em que o CMA foi implementado obteve desempenho mais consistente nos testes de compreensão leitora, ao longo da pesquisa; sendo a única, entre as três, a apresentar avanços contínuos, o que pode ser compreendido como indícios de aprendizagem e do desenvolvimento das habilidades de leitura dos alunos.
