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Navegando por Assunto "Receptor A2A de adenosina"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Investigação dos efeitos da cafeína e SCH58261 sobre as alterações comportamentais e no estresse oxidativo, e papel dos receptores A2A na potenciação de longo prazo após intoxicação por etanol em padrão binge em ratos fêmeas da adolescência a fase adulta
    (Universidade Federal do Pará, 2022-11) PINHEIRO, Bruno Gonçalves; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101
    Introdução: O consumo binge de etanol é um padrão de ingestão intermitente e episódico envolvido em vários distúrbios cerebrais que afetam adolescentes, considerados mais suscetíveis aos danos persistentes até a idade adulta. Nos efeitos deletérios do etanol, um mecanismo de intoxicação importante é a superprodução de adenosina, que causa hiperexcitabilidade em seus receptores gerando alterações comportamentais e estresse oxidativo. Estes receptores são antagonizados pela cafeína, um composto bioativo que pode modular a superativação deletéria do etanol. Objetivo: O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da administração de cafeína nas alterações comportamentais relacionados à locomoção, ansiedade, cognição e balanço oxidativo induzidos pelo etanol no padrão binge drinking durante a adolescência. Além disso, visa avaliar qual a contribuição dos receptores A2A nas alterações observadas, incluindo a potenciação de longo prazo (LTP). Material e Métodos: Ratas Wistar fêmeas (35 dias de idade; n = 102) foram alocadas em seis grupos: controle (água destilada, v.o), etanol (3 g/kg/dia; 3 dias on-4 dias off, v.o), cafeína (10 mg/kg/dia, v.o), cafeína + etanol, antagonista A2A SCH58261 (0,1 mg/kg/dia, intraperitoneal – i,p) e etanol + SCH58261. Os animais foram submetidos aos testes comportamentais do campo aberto, reconhecimento de objeto e labirinto em cruz elevado. Foram avaliados os parâmetros da bioquímica oxidativa da capacidade antioxidante equivalente trolox (TEAC), glutationa (GSH), catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD), óxido nítrico (NO), substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) no córtex pré-frontal e hipocampo. Foram avaliados através da eletrofisiologia os registros de LTP no córtex pré-frontal medial (mPFC), porção ventral (vHip) e dorsal (dHIP) do hipocampo dos grupos controle, etanol, etanol + SCH58261 e SCH58261. Resultados: A cafeína preveniu os prejuízos comportamentais induzidos pelo etanol, através do bloqueio dos receptores A2A. Além disso, atenuou o estresse oxidativo induzido pelo binge drinking por vias alternativas do receptor A2A. O bloqueio dos receptores A2A aumentou os níveis de LTP no mPFC e vHIP, porém diminuiu no dHIP. Conclusão: A cafeína apresentou neuroproteção nas modificações comportamentais e no estresse oxidativo induzidos pelo modelo binge drinking em ratas adolescentes. Além disso, o bloqueio dos receptores A2A mitigou as alterações comportamentais observadas, com melhora dos níveis de LTP no córtex pré-frontal e hipocampo, o que sugere a contribuição desta via para a neuroproteção em déficits induzidos pela exposição ao etanol durante a adolescência.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Receptor A2A de adenosina modula o transporte de glutamato independente de sodio em cultura primaria de celulas da retina
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11) LIMA, Caroline Araujo Costa de; OLIVEIRA, Karen Renata Herculano Matos; http://lattes.cnpq.br/3032008039259369
    Desregulações nos níveis extracelulares de glutamato estão diretamente associadas a diversas patologias do SNC, evidenciando a importância dos transportadores de glutamato na manutenção da homeostasia tecidual e no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. A retina é particularmente vulnerável a eventos excitotóxicos devido aos seus altos níveis de glutamato extracelular e à exposição frequente a estímulos oxidantes, reforçando a necessidadede mecanismos regulatórios para preservação da fisiologia retiniana. Nesse contexto, a adenosina emerge como um neuromodulador essencial, apresentando efeitos regulatórios dependentes de concentração e do tipo de receptor ativado. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi caracterizar o efeito da adenosina no transporte de glutamato independente de sódio em cultura de células retinianas. Assim, culturas primárias mistas de embriões de galinha White leghorn (E7-E8) foram mantidas por 7 dias em DMEM+10% de FBS a 37°C e 5% de CO₂. As células foram submetidas a uma pré-incubação com bloqueador do receptor A2A e incubadas com diferentes concentrações de adenosina para os ensaios de liberação e captação de glutamato. Os níveis de glutamato foram quantificados por CLAE, e os níveis de proteína pelo método de Bradford, com substituição equimolar de NaCl por LiCl. Além disso, a imunoflurescência com anticorpo antixCT e marcador nuclear DAPI foi utilizada para identificar o transportador de glutamatoindependente de sódio, com análise de imagens no ImageJ e Photoshop CS6.A análise estatística foi realizada pelo teste T de Student e ANOVA one-way com post-hoc Tukey pelo GraphPad 9.0 com dados expressos como porcentagem de controle±D.P. com p<0,05. Os resultados confirmaram a expressão da subunidade xCT, indicando que o sistema xCG-é o transportador de glutamato independente de sódio nas células da retina. Observou-se também que a adenosina na concentração de 50μM aumentou a liberação de glutamato em cerca de 800%, enquanto a captação de glutamato independente de sódio foi completamente inibida. Estes efeitos foram totalmente revertidos com a inibição do A2AR. Assim, mostramos que a ativação do receptor A2A modula o transporte de glutamato independente de sódio cuja expressão foi detectada em células da retina.
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