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Navegando por Assunto "Reciprocidade"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Agrobiodiversidade e as relações de trocas entre agricultores familiares que possuem sistemas agroflorestais na região de Itabocal, Irituia (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2021-04-30) SANTOS, Tasseli Figueiredo dos; STEWARD, Angela May; http://lattes.cnpq.br/6123114287861055
    A presente pesquisa trata dos processos de trocas de saberes locais, mudas e sementes entre agricultores familiares e as influências desses processos sobre o avanço dos SAFs e da agrobiodiversidade local. Como objetivo geral, a pesquisa busca analisar as dinâmicas das trocas de saberes locais, mudas e sementes entre os agricultores que possuem SAF na região de Itabocal (Irituia-PA) e as influências sobre a agrobiodiversidade local. A coleta de dados se deu a partir de pesquisa em campo, em que foi realizado um estudo exploratório da área e visitas a agricultores familiares com aplicação de entrevistas semi-estruturadas e/ou questionário semi-aberto acompanhado da turnê guiada. Em seguida, também foi apresentado um croqui da área de estudo para os agricultores visando indicar as relações de trocas. Os resultados da pesquisa estão descritos em três tópicos: o primeiro trata dos SAFs e as dinâmicas das trocas de mudas e/ou sementes, descrevendo o processo do avanço dos SAFs na região e o papel da cooperativa D’Irituia; em relação às trocas de mudas e/ou semente, revelamos que existe um fluxo intenso desses materiais entre os agricultores e também fora da região em nível municipal, que ocorrem em momento de idas a feiras de agricultores, visitas aos vizinhos ou familiares e outros momentos de encontros ou reuniões de agricultores cooperados e outros. O segundo tópico trata do saber local, as trocas e os diálogos com o saber técnico-científico, revelando que o saber local é formado pelo acúmulo de experiências culturais, ou seja, com anos de trabalho e aprendizagem com os sujeitos mais antigos aliado com saber técnico-científico repassado pelas instituições. Portanto a troca de saberes ocorre tanto entre os agricultores como entre os técnicos ou pesquisadores por meio da oralidade, sendo importante para compreender a solidariedade e reciprocidade como base para melhorar o plantio e a produção. O terceiro tópico trata da agrobiodiversidade local a partir da formação dos SAFs, revelando uma diversidade de 81 (oitenta e uma) espécies distribuídas em 45 (quarenta e cinco) famílias botânicas, sendo 59,8% de uso alimentício e 24,4% de uso madeireiro. Neste sentido, os processos de trocas de saberes e de mudas e sementes estão sendo fundamentais para o avanço dos SAFs na região e têm contribuído significativamente na manutenção e manejo da agrobiodiversidade local.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Feira, forma, dom. Assimetrias da sociação numa feira de Belém
    (Universidad de Buenos Aires, 2016-08) CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo descreve os processos de socialidade presentes numa feira de Belém, capi tal do estado do Pará, na Amazônia brasileira, buscando refletir sobre práticas de reciprocidade e processos de assimetria ali presentes. O trabalho é resultado de uma investigação etnográfica de oito meses. A perspectiva etnográfica do artigo nos leva a uma exposição interpretativa da interação social e à sua descrição como dinâmica intersubjetiva. Observando as estratégias de troca e sociação entre feirantes, fregueses e os demais indivíduos presentes na feira, procura-se compreender a reciprocidade nos seus aspectos assimétricos e a própria feira enquanto forma social. Procuramos um diálogo com as reflexões de Georg Simmel e de Marcel Mauss percebendo que esses autores priorizam, em suas análises, a dinâmica relacional do fato social. Acompan hando as sociações dos sujeitos sociais presentes no espaço da feira –comerciantes, fregueses e outros agentes, dentre funcionários públicos e transeuntes– procuramos entrever a complexidade do processo intersubjetivo. É em função dessa dinâmica de intersubjetividade que refletimos sobre as formas da reciprocidade e do dom na vida quotidiana da feira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Labor e prazer: a prática e o sentido dos mutirões na comunidade Monte Sião, São Domingos do Capim - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2016) ANDRADE, Josiele Pantoja de; ALMEIDA, Ruth Helena Cristo; http://lattes.cnpq.br/1202019164727992; https://orcid.org/0000-0002-6805-6807; KATO, Osvaldo Ryohei; http://lattes.cnpq.br/4241891652832872; https://orcid.org/0000-0002-2422-9227
    Objetivamos nesse trabalho compreender as práticas e o sentido do mutirão e como os mesmos contribuem para o estabelecimento das relações de reciprocidade camponesa, a partir de uma análise do trabalho, em especial em mutirões, como parte integrante da vida camponesa, entendido como um espaço de reprodução da vida cotidiana. Esse estudo foi realizado na comunidade Monte Sião, Nordeste Paraense. Para a realização da pesquisa, optamos pela abordagem metodológica qualitativa, entretanto, métodos quantitativos também foram utilizados como uma forma de auxiliar a interpretação da realidade social. Como estratégia metodológica, utilizamos o estudo de caso, realizado com 45 famílias, nos valendo da observação participante, entrevistas e questionários, os quais permitiram compreender a história de formação da comunidade, a instalação da igreja Assembleia de Deus, a organização da APEPA, os festejos, a divisão social do trabalho na unidade de produção familiar, os espaços de sociabilidade e, sobretudo, compreender a organização dos distintos mutirões e as relações de reciprocidade que se estabelecem entre camponeses e camponeses e divindades, além apreendermos a noção de mutirão que os camponeses detêm. O estudo aponta a reciprocidade na essência camponesa. O mutirão até o século XX era realizado para auxílio em trabalhos agrícolas, em casos de doença, especialmente nos trabalhos das roças de mandioca. Havia duas formas de realizar o trabalho dos roçados: o mutirão e o trabalho de companhia. O primeiro, uma forma de ajuda mútua não formalizada, porém entendida como um contrato moral; o segundo entendido como uma forma institucionalizada, composto por um grupo fixo de camponeses, com registro hierárquico dos cargos ocupados e das atividades a serem executadas. Com as transformações socioeconômicas, a entrada da comercialização do açaí e a diminuição dos recursos naturais, as roças deixaram de ser a principal atividade econômica dos camponeses e, como consequência, o trabalho de companhia deixava de existir no trabalho dos roçados, sendo ressignificado e ganhando força em outras atividades, como na instituição religiosa, onde os camponeses se reúnem em mutirões movidos por um sentimento de fé e amizade para realizar determinados trabalhos, como construções, festejos, artesanatos e campanhas para captar recursos financeiros para doar a Deus, uma relação de reciprocidade entre os homens e Deus. A Associação, durante um período, também acionou os mutirões para o manejo dos açaizais e confecção de artesanatos. E, por último, o mutirão organizado pelos camponeses para ter acesso à energia elétrica. Esses mutirões ultrapassam a ideia utilitarista, são entendidos como um espaço pedagógico de aprendizagem coletiva. E, mais ainda, como uma forma de ação política, além de representar a união dos camponeses e a luta por acesso a serviços públicos historicamente negados. Eles não existem separados do restante da vida. Durante o trabalho as pessoas conversam da vida, fofocam, dão risos, fazem brincadeiras e até podem ocorrer desentendimentos. Assim, concluímos que os mutirões, em Monte Sião, continuam vivos na essência camponesa, sendo ressignificados e acionados de acordo com as necessidades econômicas, sociais, políticas, religiosas e culturais da comunidade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Turismo comunitário como sistema de dádivas na Amazônia: uma aliança entre reciprocidade e autonomia na gestão local do turismo em Anã e Coroca, Santarém, PA.
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06-23) ASSIS, Giselle Castro de; PEIXOTO, Rodrigo Corrêa Diniz; http://lattes.cnpq.br/9872938064820413
    Essa investigação analisou como se estruturam as relações sociais tecidas entre os agentes sociais endógenos das comunidades Anã e Coroca (Santarém/Pa), e as relações que eles estabelecem com agentes exógenos para a oferta do turismo, com a finalidade de identificar a função da autonomia comunitária em iniciativas turísticas protagonizadas por populações locais. A pesquisa de campo foi orientada pelos pressupostos da etnografia antropológica, em três períodos diferentes de imersão nos microcosmos das comunidades, e no macrocosmo formado por Santarém e Alter do Chão. O caminho metodológico de análise dos dados foi construído a partir da concepção de Lanna (2000) sobre a 􀂳etnografia da troca􀂴. O campo mostro􀁘 q􀁘e o turismo institui relações de troca de dádivas ambivalentes (econômicas/simbólicas) entre os agentes sociais internos e desses com agentes externos às comunidades. Esse intercâmbio relacional de dádivas cria uma estrutura de rede social interdependente, sem a qual a experiência de turismo não acontece na comunidade. Ao promover a conexão do microcosmo com o macrocosmo, o turismo gera alianças e sociabilidades de forma sistêmica e complexa, pois existe entre esses ambientes uma dependência recíproca. Portanto, em ambientes sociais que promovam a troca de bens e de sua espiritualidade de forma ambivalente, o turismo pode ser compreendido como uma dádiva e, a dinâmica relacional que ele produz, como um sistema de dádivas. A compreensão da dinâmica dessas relações sociais me permiti􀁘 inferir q􀁘e o t􀁘rismo com􀁘nit􀁩rio prod􀁘􀁝 􀁘m 􀂳fato social total􀂴 na concep􀁯􀁭o de Mauss (2017). A observação detalhada das iniciativas turísticas de Anã e Coroca revelou que, embora ambas sejam chamadas por turismo de base comunitária (TBC), a base comunitária ou endógena, está ativa, no momento, somente em Coroca. Isso porque, essa comunidade opera suas ações coletivas por meio da reciprocidade. Como a estrutura social que sustenta a autonomia de uma comunidade de processos de dependência, tutela e dominação de agentes externos, a reciprocidade é a responsável por promover a autogestão dos interesses coletivos, como o turismo. Ao identificar a aliança entre reciprocidade e autonomia no microcosmo de Coroca, e sua ausência no microcosmo de Anã, compreendi a função da autonomia, e sua relevância como característica balizadora para reconhecer iniciativas de turismo comunitário, pois não há como referir o protagonismo de uma população local na gestão do turismo se ela não é livre para RESUMO escolher; se não é plenamente capaz de tomar decisões em todos os processos que envolvem a operação turística, os quais ocorrem tanto no seu ambiente endógeno (o comunitário), quanto no exógeno (mercado de viagens). Acredito que a autogestão do turismo comunitário é um caminho possível, desde que as populações locais tenham acesso ao conhecimento e formação técnica para autogerir-se de forma integrada entre suas demandas comunitárias, e as expectativas do mercado de viagens.
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