Navegando por Assunto "Recursos humanos"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise de um modelo de dimensionamento da força de trabalho dos servidores técnico-administrativos da UFPA com ênfase na gestão por competência(Universidade Federal do Pará, 2016-06-28) ALMEIDA, Walquiria Corrêa de; COSTA, Thiago Dias; http://lattes.cnpq.br/1248194912228326Dimensionar o quadro de servidores de uma organização é uma tarefa das mais significativas da área de recursos humanos, porém, de difícil execução, já que contabilizar a força de trabalho pode não ser suficiente para colocar pessoas capacitadas em locais estratégicos ou com perfis específicos para atender as necessidades da organização. A partir de 2005, com o Plano de Carreira dos cargos técnico-administrativos das Instituições Federais de Ensino, o dimensionamento de pessoal tornou-se tarefa obrigatória para a eficiência da gestão, pois a elaboração do Plano de Desenvolvimento dos Técnicos, aprovado em 2006 requer a adequação do quadro de servidores a partir de um modelo de alocação de cargos. No mesmo ano do Plano de Carreira dos técnicos o Governo Federal lançou as diretrizes para implementação da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal e trouxe para o serviço público, a Gestão por competência, cuja finalidade é propiciar a melhoria dos serviços prestados ao cidadão, dando ênfase a eficiência, eficácia por meio do desenvolvimento permanente do servidor e pela adequação de suas competências aos objetivos da organização. Considerando este contexto, a pesquisa em questão teve um caráter exploratório ao buscar discutir a integração da Gestão por Competências com o subsistema dimensionamento de pessoal, assim como, utilizou-se do mapeamento de competências para mapear as competências e entregas dos servidores lotados nos Programas de Pós-graduação da UFPA, de modo a auxiliar qualitativamente o dimensionamento. As entregas também foram testadas como variável quantitativa para utilização na matriz de cálculo. O resultado quantitativo foi obtido por meio da estatística descritiva, levantando-se o perfil dos servidores no que tange ao vínculo com a UFPA, escolaridade, tempo de serviço e carga horária de trabalho. Para o cálculo da matriz utilizou-se as medidas de tendência central média aritmética e mediana para verificar o quadro ideal de servidores, com a aplicação dos dados em um modelo já utilizado pela própria UFPA para dimensionar o pessoal técnico-administrativo. O trabalho resultou no mapeamento de competência e entregas e no dimensionamento de pessoal das secretarias dos programas de pós-graduaçãoDissertação Acesso aberto (Open Access) A capacitação de servidores técnico-administrativos: desenvolvendo na UFPA competências por meio do conhecimento(Universidade Federal do Pará, 2011-11-29) SERIQUE, Maria Rosangila Xavier; EMMI, Marília Ferreira; http://lattes.cnpq.br/4619867698790381Para enfrentar os desafios do novo milênio, as instituições, organizações e de modo geral o mundo do trabalho, deverão preocupar-se mais com as pessoas, investindo, sobretudo, no seu bem-estar, sua realização pessoal e profissional, por meio da capacitação e qualificação, sendo o conhecimento considerado a mola mestre do desenvolvimento. Este estudo tem como objetivo geral investigar se a capacitação dos servidores Técnico-Administrativos (TA) da Universidade Federal do Pará (UFPA) que realizaram os cursos de Especialização em Administração Estratégica e Gestão de Pessoas, no período de 2002 a 2004, na UFPA, Campus de Belém, contribuiu para a melhoria do desempenho de suas unidades por meio do conhecimento adquirido. A partir da metodologia de pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, tem-se a apresentação da fundamentação teórica acerca da temática sob estudo, tendo como base a abordagem qualitativa, utilizando para coleta de dados, documentos e a entrevista. Teve como informantes gestores das Pró-Reitorias de Planejamento (PROPLAN) e Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (PROGEP) que atuaram durante o período da pesquisa, e ainda, quinze servidores técnicos egressos dos cursos de especialização. Para interpretação dos dados foi utilizada a análise de conteúdo, possibilitando uma melhor interpretação das falas dos entrevistados, cujo resultado indica que os referidos cursos se constituíram em premente necessidade para o quadro dos servidores técnico-administrativos, a partir de um processo de Educação Continuada visando um melhor desempenho das atividades laborais, além de maior satisfação e motivação para o trabalho, concluindo-se que a UFPA, como um centro de prestação de serviços públicos educacionais destinados ao cidadão, deve primar por uma política efetiva e continuada de profissionalização e valorização de seu servidor, observando-se que o conhecimento é ferramenta essencial na política de recursos humanos dos servidores para gerar competência, tendo em vista que a própria UFPA se beneficia na medida em que a profissionalização e a valorização do servidor têm apresentado como resultado maior eficiência na prestação dos serviços direcionados a sociedade, objetivo primeiro das instituições governamentais.Tese Acesso aberto (Open Access) “A gente tem uma vida lá fora...”: relações entre gestão de recursos humanos e sociabilidade das pessoas empregadas nos supermercados da Região Metropolitana de Belém(Universidade Federal do Pará, 2009-05-04) GONÇALVES, Ida Lenir Maria Pena; MANESCHY, Maria Cristina Alves; http://lattes.cnpq.br/5129734199358770A gestão de recursos humanos (RH) representa teoricamente uma abordagem da gestão empresarial voltada à organização do trabalho visando seu melhor aproveitamento e, em particular, o envolvimento dos trabalhadores nos objetivos da empresa. As práticas de gestão incidem não somente sobre o trabalho em si, mas também de maneira complexa nas interações sociais ocorridas no ambiente de trabalho, bem como na vida pessoal dos trabalhadores, de acordo com as premissas e práticas do estilo de gestão predominante. O presente estudo procura conhecer a natureza das correlações entre gestão de recursos humanos e sociabilidade dos trabalhadores, isto é, sua capacidade de tecer e de manter laços sociais diversos, a partir dos pontos de vista dos trabalhadores. Tomaram-se como referência empírica quatro redes de supermercados na Região Metropolitana de Belém, Pará. O setor é grande empregador, vem se modernizando expressivamente nas duas últimas décadas, implementando alguns procedimentos de gestão de RH e se mantém ao abrigo da forte concorrência de grupos nacionais e internacionais que se observa em outras capitais do país. A metodologia incluiu observações sistemáticas, análise documental e entrevistas estruturadas e semi-estruturadas em profundidade, respectivamente com trezentos e oitenta e quatorze trabalhadores, estes últimos selecionados dentre os constantes da amostra maior. As entrevistas versaram sobre atributos sociais e demográficos, trajetória ocupacional e padrões de relacionamento pessoal e profissional. Abrangeram, também, as percepções sobre regras e atitudes no trabalho, com base nas normas constantes dos manuais de serviço das empresas. Incluem-se trinta e quatro itens em uma escala de Lickert. Esses itens foram dispostos em fatores, sendo dois sobre gestão – qualidade do trabalho (QT) e introjeção das normas organizacionais (IN) – e três sobre sociabilidade – confiança (CF), manutenção (MR) e utilidade das relações (UT) no trabalho. Os entrevistados respondiam aos itens, ajustando o grau de sua percepção sobre cada um deles. Tais dados foram submetidos à técnica estatística exploratória Análise de Correspondência (AC) de maneira a verificar a correlação entre os fatores da escala e as características dos entrevistados. Sobre as correlações entre gestão e sociabilidade, sobressaiu em primeiro lugar o regime de trabalho. Jornadas extensas, escalas variáveis, longos intervalos diários e a política de qualificação em serviço (on the job) absorvem quase integralmente o tempo do empregado e dificultam manter relações pessoais ou mesmo estender aquelas formadas no ambiente de trabalho para além deste espaço. Dificulta também investir nos estudos, outra esfera de sociabilidade, o que surpreende em uma amostra cuja faixa etária predominante não ultrapassava trinta anos e cuja ocupação tem poucas possibilidades de carreira. Nesse quadro geral de restrições, a condição de gênero e de família também foi relevante, pois as mulheres, em particular as mães, indicaram menos atividades de lazer, em grupos menores e com mínima presença de colegas de trabalho, em comparação aos homens. Por outro lado, encontraram-se alguns casos de pessoas que construíram relações de conteúdo afetivo no ambiente de trabalho, mesmo a convivência se restringindo à empresa. Outra característica marcante foi a dependência do apoio familiar para o exercício da atividade laboral e para o enfrentamento das vicissitudes do mercado de trabalho. A importância dos laços familiares foi reforçada pelo longo tempo de moradia no mesmo bairro e, em proporção significativa, na mesma residência, em muitos casos a moradia era próxima ou no mesmo domicílio dos pais ou sogros, o que facilitava a ajuda mútua. Outro aspecto que se destacou da gestão de RH foi a imprecisão percebida nos critérios de ascensão profissional e de aplicação das normas, contribuindo para a existência de conflitos velados. Ao estabelecer laços sociais, os empregados depositam uma confiança seletiva, expressa no pequeno número de pessoas em quem se confiava no trabalho. Vale notar aqui também uma pequena variação entre homens e mulheres, pois eles confiavam mais que elas nos colegas. A AC mostrou sensíveis diferenças de percepção sobre qualidade do trabalho e introjeção de normas entre os trabalhadores com primeiro registro em carteira e aqueles com experiência anterior de trabalho formal. Os primeiros notaram um controle (vigilância) mais incisivo da gestão e expressaram menor anuência às regras organizacionais, enquanto que os demais não percebiam o controle da mesma forma e se viam como cumpridores dessas regras. Esses resultados foram interpretados como decorrentes das diferentes trajetórias anteriores, em ocupações formais ou informais, ou por se tratar do primeiro emprego. Não se pode afirmar que as restrições à sociabilidade se devam exclusivamente às características da gestão nesse setor, tendo em vista a incidência de outros fatores, tais como a condição sócio-econômica da família ou o tempo do vinculo empregatício, em média de dois anos entre os entrevistados, que podem ter contribuído para esses resultados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Gestão por competências: a experiência da CEF, EMBRAPA e TCU(Universidade Federal do Pará, 2013-09-02) CHAGAS, Rosana Augusto; PONT VIDAL, Josep; http://lattes.cnpq.br/4415362518177732A gestão por competências destacou-se no cenário das organizações públicas brasileiras através do Decreto nº 5.707/2006 como instrumento da política de desenvolvimento dos servidores da administração pública direta, autárquica e fundacional enfatizando a capacitação orientada para o desenvolvimento do conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao desempenho das funções dos servidores, visando ao alcance dos objetivos da instituição. Ocorre que desde 2001, conforme relato da Escola Nacional de Administração Pública - ENAP, dezesseis organizações públicas já praticavam preceitos da gestão por competências, e utilizavam além da capacitação outros processos relacionados a área de gestão de pessoas previstos na teoria sobre gestão por competências. Utilizando a Teoria do Desenvolvimento Organizacional, com método comparativo, estratégia estudo de caso múltiplo e análise documental do período de dez anos, de três organizações, CEF,e TCU, pertencentes ao grupo do relato ENAP, foram constatadas as hipóteses de que cada organização escolheu o procedimento mais adequado a sua estrutura e cultura organizacional para implantar a gestão por competências e que esta teve o processo de implantação em consonância com as respectivas áreas de planejamento e ainda, para implementar mudanças utilizando a gestão por competências não é necessário finalizar o mapeamento de competências individuais de todos os servidores das organizações. As mudanças podem iniciar, após a definição da missão, valores, objetivos estratégicos, visão de futuro (mapeamento de competências organizacionais). Concluindo que inexiste um modelo universal para implantação da gestão por competências, pois, cada organização é influenciada de forma diferente pela política, clima e cultura organizacional.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Mudança organizacional na UFPA: institucionalização da participação dos técnico-administrativos no processo eleitoral para dirigentes das unidades acadêmico-administrativas(Universidade Federal do Pará, 2016-06-03) CONCEIÇÃO, Juliano Cássio da Silva; TOMA, Marina Yassuko; http://lattes.cnpq.br/6883396550618718Atualmente, as organizações convivem em um ambiente cada vez mais dinâmico e mutável. São mudanças ocorridas em função dos avanços tecnológicos, dos contextos econômicos, políticos, sociais etc. Isso exige que cada vez mais as organizações desenvolvam a capacidade de adaptação às novas condições. Este trabalho trata, portanto, da possibilidade de mudança organizacional no âmbito da Universidade Federal do Pará, no que se refere à institucionalização da participação de técnico-administrativos nos processos eleitorais para os cargos de gestores das unidades acadêmico-administrativas. Dessa forma, esta pesquisa tem como objetivo principal identificar se há resistência a essa mudança e quais suas possíveis causas, uma vez que pressões tanto do ambiente interno quanto do ambiente externo convergem a favor dessa mudança organizacional. O ambiente escolhido para a realização da pesquisa foi o Conselho Universitário - CONSUN, por ser o espaço coletivo de deliberação e onde são tomadas decisões relacionadas à implementação de uma mudança organizacional dessa natureza. Foi realizada pesquisa de natureza exploratória e descritiva, do ponto de vista dos objetivos, e, do ponto de vista técnico, bibliográfica e documental. Foi utilizado o método quantitativo, cujos dados primários foram obtidos a partir da aplicação de questionários entre as três categorias de conselheiros: docentes, discentes e técnicos, a fim de se obter a percepção dos dois grupos em que foram divididos (docente e não docente) sobre o tema. A análise realizada por meio de técnicas de estatística permitiu concluir que o CONSUN é um ambiente de tomada de decisão com alto grau de receptividade às mudanças organizacionais. A análise permitiu ainda identificar as principais causas de resistência percebidas pelos dois grupos no âmbito do conselho. Em relação à mudança organizacional que é o objeto desta pesquisa, os testes comparativos permitiram observar diferenças significativas na percepção dos dois grupos, uma vez que o grupo docente apresentou resistência à mudança organizacionalDissertação Acesso aberto (Open Access) Planejamento de pessoal a partir da ótica sistêmica autorreferencial: uma proposta de modelo para o poder judiciário paraense(Universidade Federal do Pará, 2022-06-02) BRANCALHÃO, Hellen Geysa da Silva Moranda; PONT VIDAL, Josep; http://lattes.cnpq.br/4415362518177732A implementação do modelo gerencial no serviço público brasileiro, tem orientado diversas mudanças no Poder Judiciário, a fim de que possa entregar à sociedade uma justiça célere, eficiente e eficaz. Assim surge a necessidade de planejar seus recursos humanos em conformidade com os objetivos estratégicos, prática ainda escassa no setor público. Nesse escopo, a pesquisa se propõe a elaborar um modelo de planejamento de recursos humanos que possibilite sua integração com o planejamento estratégico organizacional do TJPA. Para tanto, se definiram 3 objetivos específicos: descrever o modelo atual de planejamento de pessoal, observar como ele interage com o planejamento estratégico organizacional e apontar conceitos operacionais que podem ser aportados para o modelo pretendido. O referencial teórico apresenta os principais aspectos do planejamento de pessoal, sua contextualização na gestão pública e a importância de integrá-lo ao planejamento estratégico organizacional. A abordagem sistêmica foi destacada para a integração almejada, sendo utilizados os conceitos de complexidade, sistemas e comunicação da Teoria de Sistemas Autorreferenciais. A pesquisa utiliza o método heurístico, adota método misto e classifica-se como pesquisa aplicada com objetivos exploratórios e descritivos, tendo sido orientada por 3 variáveis independentes e 8 variáveis dependentes que investigam práticas referentes a alocação, desenvolvimento e gestão estratégica de pessoas. Como estratégia de pesquisa adotou-se o estudo de caso, tendo como principal instrumento entrevistas semiestruturadas. Os dados qualitativos foram submetidos à análise de conteúdo, ao passo que os dados quantitativos foram tratados por métodos estatísticos descritivos. O processo de codificação e categorização foi definido a partir da fala dos entrevistados e do referencial teórico, tendo resultado em 3 códigos centrais que abrangem 9 categorias temáticas. Por meio do processo de serendipidade, foram elencadas 3 categorias temáticas: discricionariedade, cultura organizacional e comunicação. As hipóteses da pesquisa se confirmaram, uma vez que se observou que as práticas da área de pessoal que compõem o planejamento de pessoal do TJPA não estão integradas entre si, havendo a predominância da lógica linear (causa-efeito) em detrimento de um modus operandi sistêmico (causa-efeito causa), bem como que o modelo atual também não favorece sua integração com o planejamento estratégico organizacional, em virtude do isolamento que prevalece nas operações. Ao final, foi apresentada uma proposta inicial de modelo de planejamento estratégico de pessoas com enfoque sistêmico/comunicativo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A sociedade da informação no Brasil: um ensaio sobre os desafios do Estado(2003-04) FERREIRA, Rubens da SilvaAborda os desafios do Estado na consolidação de uma sociedade da informação no Brasil. Esses desafios são representados pelo analfabetismo, pela necessidade de capacitação dos recursos humanos da burocracia do Estado e pela dificuldade do cidadão comum ao acesso às tecnologias de informação. Entende que a sociedade da informação é algo ambivalente para o Estado brasileiro. Ela representa os desafios e as oportunidades para o desenvolvimento em uma ordem informacional, caracterizada pela velocidade das mudanças no contexto da sociedade contemporânea. Portanto, o Estado precisa elaborar e aplicar políticas públicas comprometidas com a real superação desses desafios, para a construção de uma sociedade da informação mais eqüitativa no Brasil.
