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Navegando por Assunto "Recursos naturais - Conservação"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Etnoconservação de sementes: trajetória, práticas e redes em comunidades indígenas Ticuna na Tríplice Fronteira Amazônica (Colômbia, Brasil e Peru)
    (Universidade Federal do Pará, 2015) LÓPEZ ARBOLEDA, Beatriz Helena; BARROS, Flávio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/4706140805254262
    A pesquisa sobre etnoconservação das sementes crioulas foi trabalhada em Comunidades Indígenas Ticuna da Tríplice Fronteira Amazônica Brasil, Colômbia e Peru. A situação de Tríplice Fronteira tem apresentado para o povo Ticuna, desde as épocas de colonização, e logo depois da exploração da borracha, mudanças nas suas zonas de moradia assim como nas suas práticas tradicionais. A permanência dos povos Ticuna na situação de fronteira até hoje evidencia a relação com seu entorno que devido aos seus conhecimentos ancestrais tem lhes permitido o seu manejo e uso. Porém o crescimento da população das comunidades indígenas e sua proximidade aos centros urbanos tem colocado em risco os seus modos de vida. As comunidades indígenas de Umariaçu II, no Brasil, Gamboa, no Peru e San Sebastian de los Lagos, na Colômbia, consideradas como locais de estudo, possibilitaram a compreensão das formas de etnoconservação das sementes através da vivência no seu cotidiano, as quais evidenciaram as suas perspectivas-imaginários em torno às sementes. O contato tanto com os moradores das comunidades como com seu entorno local e regional permitiu compreender sua estreita relação com a natureza representada nas suas práicas tradicionais que contribuem a conservação e a preservação das sementes. Para o estudo foram abordadas segundo a perspectiva dos moradores através do tempo e espaço, sendo enquadradas nas práticas de armazenamento de sementes, práticas artesanais e de pesca, além dos significados das sementes nas suas histórias como nos seus rituais. Devido à complexidade do território, foi preciso uma abordagem sistêmica por meio da identificação de redes em relação as sementes que permitiu uma compreensão local, regional e global.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Gestão ambiental em assentamentos agroextrativistas: potencialidades e limites - O caso do PAE Ilha do Mutum, Marajó - Pará, Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-17) PUREZA, Enil do Socorro de Sousa; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário; http://lattes.cnpq.br/7843288526039148
    A pesquisa objetivou investigar as potencialidades e os limites para a gestão ambiental em assentamentos agroextrativistas na Amazônia brasileira. De forma particular, objetivou entender como a gestão ambiental tem sido implementada em Projetos de Assentamentos Agroextrativistas em áreas remotas e historicamente marcadas pelo baixo acesso às políticas públicas direcionadas às populações tradicionais. A questão central que norteou a pesquisa foi: até que ponto a gestão ambiental em assentamentos agroextrativistas tem se efetivado e contribuído para a conservação dos recursos naturais e preservação da cultura local? De forma específica, escolheu-se o Projeto de Assentamento Agroextrativista Ilha do Mutum. A escolha se deu por dois critérios específicos: primeiro por estar localizado em uma área bastante remota e que até a sua constituição teve pouco acesso às políticas públicas, em especial de regularização fundiária e gestão ambiental. Segundo, por ser um PAE organizado em questões jurídicas para obtenção de recursos, o que se dá por meio da Associação dos Produtores e Pescadores do Assentamento Boa Esperança da Ilha do Mutum e por fim, mas não menos importante, por assumir os preceitos e preocupações da gestão ambiental. O arcabouço teórico da pesquisa foi delineado sob as literaturas de gestão ambiental, conservação dos recursos naturais e preservação da cultura local. Metodologicamente, fez-se uma abordagem qualitativa, desenvolvida sob o método do estudo de caso único (Yin, 1990). Para o desenho do contexto da criação do assentamento e da incorporação da gestão ambiental, a pesquisa se apoiou em aspectos do método histórico-descritivo. Tendo como unidades de análises o processo produtivo, a manutenção e/ou recuperação dos recursos florestais para reprodução socioeconômica e a organização social para o desenvolvimento sustentável do assentamento. Para captação de dados foram usados os métodos da análise documental, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Os resultados indicam que a Gestão Ambiental foi implantada no PAE Ilha do Mutum por meio do governo e da comunidade, e os instrumentos de gestão utilizados por eles são: estatuto, plano de utilização e assembleias gerais. Mostram ainda que com a implantação do PAE iniciou-se o manejo dos Recursos Naturais com foco na produção e comercialização dos produtos gerando renda e qualidade de vida. Por fim, observou-se que há a preservação da cultura, mas ao mesmo tempo o assentamento está conectado ao mundo, conservando seu espaço e preservando suas identidades culturais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O novo código florestal brasileiro e a gestão pública municipal na Amazônia: o caso de Paragominas
    (Universidade Federal do Pará, 2015-11-10) NUNES, Adriana; FARIAS, André Luís Assunção de; http://lattes.cnpq.br/5310171409459863; MORAES, Sérgio Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/4568311568729454
    Três anos após a promulgação do novo Código Florestal Brasileiro, o horizonte, quanto à sua real contribuição, ainda não se encontra bem delineado. Principal instrumento que materializa a política pública de conservação de florestas particulares e alicerçado nos princípios do desenvolvimento sustentável, o novo Código apresenta uma série de controvérsias a serem esclarecidas e desafios vencidos. O significado dessa lei ultrapassa o momento atual, evidenciando conexões históricas com formas sociais conflituosas de apropriação dos recursos naturais e a luta constante de grupos dotados de poder para enfraquecer as normas ambientais. Tal contexto motivou este trabalho que teve como objetivo analisar a experiência prática da internalização do novo Código por meio do estudo de caso do município de Paragominas (PA), explicando de que maneira a flexibilização das disposições e a criação dos novos instrumentos do Código Florestal repercutem na gestão ambiental local, onde, por sua vez, as políticas se transformam em ações concretas. A despeito de a análise do processo de implementação de um instrumento de política pública não abranger os resultados finais, a mesma serve como avaliação processual, permitindo acompanhar e compreender como seus impactos são construídos. Para analisar as ações, interações e contradições do novo Código, o trabalho se alicerçou nas abordagens de Biologia da Conservação e da Ecologia Política, em consonância; na observação e reflexão das ações, processos e instrumentos, realizados pela gestão ambiental local em interseção com o novo Código; e na aplicação de entrevistas com gestores e lideranças municipais. Quanto aos resultados, registram-se, nas páginas seguintes, os meandros de um novo cenário, no qual a implementação do novo Código se mostra desafiadora e, em grande parte, solitária para os municípios brasileiros; mas, ainda assim, pode render algum avanço no controle e planejamento ambiental, devido aos novos instrumentos. Entretanto, viu-se um “novo”, repleto de contradições para a conservação dos recursos florestais e impregnado da insustentável luta pela ampliação da propriedade privada sobre os recursos naturais, onde se verificam dinâmicas sutis, mas intensas na capacidade de promover mudanças ambientais.
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