Navegando por Assunto "Reflorestamento"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Antraquinonas e naftoquinonas do caule de um espécime de reflorestamento de Tectona grandi (Verbenaceae)(2006-09) MOREIRA, Rafael Yasunori Okada; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; ARRUDA, Alberto Cardoso; SANTOS, Lourivaldo da Silva; MÜLLER, Adolfo Henrique; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; TEREZO, EvaristoO fracionamento do extrato hexânico do caule de um espécime de reflorestamento de Tectona grandis (Verbenaceae), através de procedimentos fitoquímicos clássicos, levou ao isolamento das naftoquinonas lapachol e desidro-a-lapachona e das antraquinonas tectoquinona e obtusifolina. As estruturas das substâncias foram caracterizadas através da análise de métodos espectrométricos de RMN. Este é o primeiro estudo fitoquímico de um espécime de reflorestamento de Tectona grandis, no Brasil, sendo o objetivo principal deste trabalho a comprovação da presença de tectoquinona em espécimes cultivados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Biomass yield and calorific value of six clonal stands of Eucalyptus urophylla S. T. Blake cultivated in Northeastern Brazil(Universidade Federal de Lavras, 2013-09) ANDRADE, Thiago Cavalcante Gomes Ribeiro de; BARROS, Nairam Félix de; DIAS, Luiz Eduardo; AZEVEDO, Maria Inês RamosA demanda mundial por energia limpa e sustentável tem aumentado nos últimos anos. Uma das alternativas é a biomassa, incluindo os plantios florestais, com destaque, no Brasil, para o gênero Eucalyptus spp., que, atualmente, possui diversos clones selecionados para a produção de energia. Em razão da diferença na adaptação dos clones aos diferentes ambientes, há necessidade de estudos específicos para avaliar a produção de energia para determinada região. Objetivou-se, neste estudo, determinar dentre seis clones de Eucalyptus urophylla S. T. Blake analisados, aqueles com maior potencial para a produção de biomassa e energia para a região Centro Sul do Maranhão (Grajaú). Os clones foram avaliados com 41 meses de idade, plantados em espaçamento de 4 x 3 m, e distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições. Cada parcela experimental era composta por 100 árvores. Foram determinadas a produção e a alocação de biomassa de cada parte da árvore e o poder calorífico de casca e do lenho. Dos seis clones estudados, dois se destacaram tanto na produção de biomassa, quanto para a geração de energia, sendo superiores em até 27 % em comparação com o clone de menor rendimento.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Dendê é Reflorestamento? Percepção de diferentes atores envolvidos na agroindústria do dendê no Nordeste Paraense(Universidade Federal do Pará, 2019-11-20) TAVARES, Paula Izadora do Egyto; MOTA, Dalva Maria da; http://lattes.cnpq.br/4129724001987611Esta dissertação analisa a percepção de agricultores familiares integrados à agroindústria sobre a dendeicultura como reflorestamento. A temática se deu em torno da indicação de possíveis benefícios ambientais com a implantação do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodi-esel (PNPB) para produção de agrocombustíveis no país. O programa foi o principal impulsio-nador da expansão da palma de óleo pela na Amazônia paraense. Entre as suas diretrizes, se estabelece que o cultivo seja de cunho sustentável e funcione como uma possibilidade de recu-peração de áreas degradadas por meio do reflorestamento. Para esta pesquisa foi realizado le-vantamento de dados secundários e primários no município de Irituia, Nordeste do estado do Pará, bem como do histórico do reflorestamento no Brasil. Foram revisadas leis ambientais e trabalhos científicos a fim de analisar sob quais circunstâncias a atividade é indicada e implan-tada, e os conceitos utilizados. Foram entrevistados 30 agricultores, dois técnicos das Secreta-rias de Meio Ambiente e de Agricultura e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Tra-balhadoras Rurais do município. Os resultados são apresentados em dois artigos. O primeiro analisa a chegada da dendeicultura em Irituia e as reações iniciais ao projeto por atores locais, expondo as motivações para sua adesão ou rejeição. O segundo revela as percepções dos atores sobre a noção de reflorestamento segundo suas diferentes visões de mundo. Conclui-se que a dendeicultura em Irituia foi recebida com divergências que persistem até os dias atuais entre os defensores da atividade, que a têm como boa opção para a melhoria de vida e rendimentos econômicos, e os opositores, que acreditam que a atividade não se adequa à realidade local. Sobre o reflorestamento, houve a atuação de grupos de interesses para legalizar a dendeicultura sob esta condição. Os agricultores, ao compararem as atuais áreas de dendê com as de outrora (formadas por pasto ou capoeira baixa), acreditam que é pertinente dizer que a palmeira cumpre o papel de reflorestá-las, uma vez que apreciam benefícios como sombra, melhoria no clima ao redor do plantio e existência de animais, mesmo que se tratem apenas de roedores, cobras e aranhasTese Acesso aberto (Open Access) Desmatamento em territórios tradicionalmente ocupados: disputas, conflitos e significados do reflorestamento e da restauração florestal no Bico do Papagaio Tocantinense(Universidade Federal do Pará, 2023-11-16) BESSA, Mayara Suellen Costa; GONÇALVES, Marcela Vecchione; http://lattes.cnpq.br/9274854854102856Comunidades tradicionais e Povos Indígenas que vivem em áreas de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado estão sofrendo pressões pelo avanço de monocultivos florestais sobre seus territórios. O presente trabalho tem por objetivo entender a percepção de pessoas indígenas da Aldeia Cocalinho, na Terra Indígena Apinayé, no Tocantins, e da Comunidade de Quebradeiras de Coco Babaçu Sete Barracas, também no Tocantins, sobre atividades de reflorestamento a partir dos projetos desenvolvidos na região do Bico do Papagaio (TO), nos municípios de São Bento do Tocantins e São Miguel, respectivamente pelas empresas Suzano e Nobleinvest. A pesquisa propõe observar os projetos de reflorestamento das empresas florestais em perspectiva às práticas de agricultura tradicional dessas duas comunidades, de forma a evidenciar as contradições do modelo de reflorestamento empresarial, predominante na região do Bico do Papagaio. A abordagem desta pesquisa é qualitativa, com realização de etnografia e entrevistas semi-estruturadas. A tese defendida é de que as empresas florestais Suzano e Nobleinvest causaram e ainda provocam acumulação por espoliação, especialmente por meio de desmatamento nas áreas apropriadas ou adquiridas para monocultivos de eucalipto e teca. Como parte da consolidação dessas empresas sobre os territórios coletivos, há a justificativa de realização de atividades de reflorestamento, que criam um novo mecanismo de expropriação dos modos e meios de vida na Aldeia Cocalinho e na Comunidade Sete Barracas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Geração de energia elétrica a partir dos resíduos do processo de beneficiamento do óleo de palma: uma abordagem sustentável para a recuperação de áreas degradadas no Estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2017-01-16) KÜHL, Ricardo Marino; ROCHA, Brigida Ramati Pereira da; http://lattes.cnpq.br/9943372249006341O desmatamento, principalmente verificado, na região Amazônica, tem diminuído, entretanto as áreas desmatadas, por ações antrópicas, como o avanço da agricultura, ou pela abertura de pastos, ainda são um empecilho, visto que o processo de resiliência, demanda tempo para agir estas áreas. Neste viés, o Zoneamento Agroecológico, Produção e Manejo da Cultura de Palma de Óleo na Amazônia (ZAE-Dendê), avaliou as áreas degradadas na Amazônia Legal, visando o plantio de dendê para recupera-las, através das melhores práticas. O presente trabalho vai além, avaliando: a implantação da dendeicultura como forma de recuperação de áreas degradadas no estado do Pará; a geração de energia a partir dos resíduos do processo de beneficiamento do óleo de palma; bem como analisando o potencial de redução de dióxido de carbono por meio desta cultura. A metodologia utilizada para tal avaliação, perpassou pela seleção das áreas degradadas do estado do Pará como área de estudo, e a quantificação, baseada em referenciais teóricos, da produção de cachos de frutos frescos por hectare, a quantidade de resíduos produzida, a energia gerada a partir dos resíduos e o valor de fixação e emissão de CO2. Os resultados obtidos, concernente as emissões e a fixação de CO2, evidenciaram que a dendeicultura tem potencial de redução deste gás de efeito estufa, variando de 180 a 500 milhões de toneladas de CO2eq., retirados da atmosfera em um ciclo produtivo (25 anos), além de evitar a emissão de 550 a 2.204 milhões de toneladas de CO2eq. Já o potencial de geração de energia elétrica, verificada a partir da digestão anaeróbia do efluente líquido, varia de 212 a 531 TWh durante o ciclo produtivo do dendê. Estes dados atestaram a capacidade do dendê, por meio de seus resíduos, em tornar-se uma alternativa energética, bem como uma alternativa para a recuperação de áreas degradadas. Este trabalho, portanto, evidencia-se como um subsídio para a elaboração de um Planejamento Integrado de Recursos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Identificação de áreas preferenciais para uso de espécies florestais potenciais em sistemas agroflorestais no Arco Verde Paraense(Universidade Federal do Pará, 2012-08-31) ANDRADE, Daniele Bonente Melo de; BRIENZA JÚNIOR, Silvio; http://lattes.cnpq.br/1750852376922258O desmatamento é um processo evidente na Amazônia oriundo da ação antrópica predatória dos recursos naturais. A extração madeireira e a agropecuária são as principais atividades que tem promovido a destruição da floresta no Arco do desmatamento. Entretanto, o reflorestamento tem sido o foco de políticas públicas que o Governo tem desenvolvido por meio do Programa Arco Verde. No Pará este projeto está sendo aplicado em 16 municípios que integram as áreas críticas de desmatamento devido às pressões antrópicas exercidas. Nesse contexto, os sistemas agroflorestais tem sido uma das alternativas para reflorestamento dessas áreas. Neste trabalho objetivou-se a identificação de áreas preferenciais para plantio de 15 espécies florestais potenciais para uso em sistema agroflorestais. A partir do mapeamento da ocorrência das espécies florestais selecionadas, e do cruzamento de dados geográficos de tipologia climática e deficiência hídrica, identificou-se 24 zonas bioclimáticas no Arco Verde paraense. Os resultados para o plantio das espécies florestais em áreas preferenciais foram: J. copaia, T. serratifolia e B. excelsa são potenciais para serem plantadas em 100% do Arco Verde Paraense; C. pentandra, H. courbaril, S. morototoni e T. vulgaris são indicadas para serem plantadas em 98% da área alvo; C. odorata, C. goeldiana, D. odorata, S. macrophylla são indicadas para serem inseridas em 75% do Arco Verde paraense; C. guianensis, S. parahyba var. amazonicum, B. guianensis e V. maxima em 60% da área estudada. Em suma, é necessário se intensificar estudos em espécies florestais que são indicadas para as áreas preferenciais mais abrangentes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Reflorestamento e recuperação de áreas degradadas na bacia hidrográfica do Tarumã-Açu e sua contribuição na redução dos gases efeito estufa.(Universidade Federal do Pará, 2020-09-14) VERAS, Eliana da Conceição Rodrigues; BATISTA, Clauderino da Silva; http://lattes.cnpq.br/1345689043203622A recuperação de áreas degradadas torna-se fator primordial na redução do aquecimento global, sendo necessário que o processo de reflorestamento passe por um planejamento de seleção de espécies com maior potencial de desenvolvimento em condições adversas. O objetivo da pesquisa é investigar o índice de sobrevivência e mortalidade das espécies frutíferas, plantadas em área degradada na Bacia Hidrográfica do Tarumã-Açu-BHT, e a estimativa da fixação de carbono no período de 20 anos. A metodologia adotada é a observação participante, com análise de 500 mudas de espécies frutíferas de caju (anacardium ocidentale), 500 de ingá (ingá edulis), 500 de buriti (mauritia flexuosa) e 500 mudas de açaí (euterpe oleracea) totalizando 2000 mudas analisadas quanto ao índice de sobrevivência e mortalidade. Utilizou-se mapeamento da área através de GPS - Global Position System, registro fotográfico, revisão bibliográfica através de consulta em dissertações, teses, artigos e livros relacionados ao tema, imagens de satélite, cartas topográficas e mapas pré-existentes. Ainda como metodologia, foi definido que o percentual de mortalidade aceitável para a continuidade do processo de reflorestamento é de até 20%. A seleção e acompanhamento das mudas ocorre no período de 2015 a 2019, obtendo-se resultado de 84,8% de sobrevivência do mauritia flexuosa, 87,2% da euterpe oleracea, 87% da Ingá Edulis e 100% do anacardium ocidentale. Todas as espécies analisadas ficaram abaixo do percentual definido, o que equivale dizer que os objetivos propostos foram bem atendidos. Para a análise da fixação de carbono, utilizou-se o menor e o maior índice encontrado na literatura, onde os autores definem que o menor índice de fixação é de 7,1kg de CO₂ por cada árvore/ano e o maior é de 15,6 kg de CO₂, onde uma única árvore pode absorver entre 142 kg e 312 kg de CO₂ em 20 anos. O sequestro de carbono realizado pelas árvores plantadas contribui na diminuição da concentração de gases de efeito estufa.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Trote ecológico no campus sede da Universidade Federal do Pará, Belém-PA, Brasil: memória e percepção de um legado(Universidade Federal do Pará, 2019-06-02) FERREIRA, Maria da Conceição Gonçalves; SIQUEIRA, Gilmar Wanzeller; http://lattes.cnpq.br/3145792580729701VA Universidade Federal do Pará criada em 1957, inserida na região Amazônica, margeada e cortada por rios, foi instalada em 450 hectares de área de várzea. Sua implantação deu-se à custa de severa perda da cobertura vegetal de grande parte da área a ela designada, resultando em grandes transformações no ecossistema da região. Este estudo investiga os impactos causados pelo projeto Trote Ecológico implantado no campus da UFPA, em Belém, no período de 1990 a 1997. Tal projeto teve como principal objetivo contribuir com o desenvolvimento de uma consciência preservacionista e de pertencimento nos alunos ingressantes da instituição, bem como em toda a comunidade acadêmica, com o compromisso pedagógico de reflorestar e recuperar os solos das áreas do campus sede da UFPA sofridas com supressão vegetal. O projeto agregava também a ideia de tornar mais humana e menos agressiva o ingresso dos alunos na Universidade, de encontro aos trotes acadêmicos abusivos, comumente aplicados no país. A pesquisa é fundamentada na memória documentada ou percebida dos idealizadores e implementadores do projeto e pelos servidores que vivenciaram o cotidiano das transformações ocorridas a partir da aplicação do trote. Os sujeitos da pesquisa foram entrevistados em duas etapas distintas: na primeira etapa foram entrevistados, por meio de um formulário semiestruturado, os implementadores do Trote Ecológico que fizeram parte da equipe organizativa; na segunda etapa foram entrevistados, por meio de formulário misto, servidores que vivenciaram o Trote Ecológico. A terceira etapa utilizou-se imagens aéreas de satélite da área de estudo para verificação da evolução arbórea na paisagem, após a aplicação do Trote Ecológico. Os resultados do estudo evidenciaram que o Trote Ecológico cumpriu o seu objetivo, demostrado pelo acréscimo de áreas adensadas, principalmente nos bosques e nas margens do Igarapé Tucunduba, que limita o setor Básico do Profissional, mesmo com a ocorrência de perdas pontuais importantes de arborizações advindas da necessidade de expansão da UFPA. Ficou evidenciado também que o Trote Ecológico se tornou um marco orientador para ações subsequentes relacionadas ao meio ambiente, espraiando-se para além dos muros da instituição e do país. Hoje, além da preservação do legado arbóreo do Trote Ecológico, a Instituição continua a atuar com outras ações socioambientais e de conscientização cidadã junto à comunidade acadêmica, porém sem esquecer o plantio e replantio de novas espécies, disponibilizando à comunidade acadêmica vasto manancial de objetos para pesquisa em todas as áreas do conhecimento e oportunizando às futuras gerações uma reflexão contínua, no sentido de escrever uma história mais harmônica com a natureza e a cadeia da vida.
