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Navegando por Assunto "Reflorestamento - Pará"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento inicial de teca (tectona grandis) em resposta à fertilização com NPK em diferentes condições edafoclimáticas no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-31) FERREIRA, Adélia Ribeiro; BRIENZA JÚNIOR, Silvio; lattes.cnpq.br/1750852376922258
    As áreas destinadas para reflorestamento, em geral, possuem baixa fertilidade, exigindo, portanto, o emprego de uma adubação balanceada, de forma a propiciar níveis de nutrientes compatíveis com as espécies. Para tanto, é necessário o estabelecimento de valores de referência mais precisos para a recomendação de fertilização de espécies florestais. Como estudos publicados sobre a adubação de de teca em condições de campo são bastante escassos, este trabalho visa avaliar a influência de fertilizações com N, P e K e de fatores climáticos no crescimento de teca, em diferentes condições edafoclimáticas do estado do Pará. O teste de adubação constituiu-se de um experimento fatorial com doses de N e K aplicadas em teca no município de Vigia e de Santa Maria das Barreiras, em delineamento experimental em blocos casualizados, com três repetições, em arranjo fatorial 4 x 2, sendo quatro doses de nitrogênio e duas doses de potássio, totalizando oito tratamentos e 24 parcelas experimentais. E outro experimento fatorial com doses de P e N aplicadas em teca nos municípios de Vigia e Santa Maria das Barreiras, com delineamento em blocos casualizados e três repetições em arranjo fatorial 4 x 2, sendo quatro doses de fósforo e duas doses de nitrogênio, totalizando oito tratamentos e 24 parcelas experimentais. O crescimento em H e DAP de teca submetida às doses de N e K no município de Vigia e Santa Maria das Barreiras, aos 30 meses de idade, não foi influenciado significativamente pelo fatorial N x K, não ocorrendo o aumento nestas duas variáveis com a elevação das doses de N e K aplicadas ao solo. Nas condições edafoclimáticas estudadas do município de Vigia, o crescimento máximo em H foi alcançado com as doses de 80 g de N e 138,5 g de P planta-1, e o crescimento máximo em DAP foi alcançado com as doses de 80 g de N e 206 g de P planta-1, enquanto que nas condições edafoclimáticas estudadas do município de Santa Maria das Barreiras, o crescimento máximo em H foi alcançado com as doses de 40 g de N e 140,62 g de P planta-1, e o crescimento máximo em DAP foi alcançado com as doses de 40 g de N e 161,25 g de P planta-1. O IPDAP apresentou relação com a sazonalidade da precipitação, com os maiores valores de IPDAP ocorrendo no período chuvoso e os menores valores ocorrendo no período menos chuvoso.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica de serapilheira e produção de raízes finas em plantios de Paricá (Schizolobium Parahyba Var. Amazonicum) e floresta sucessional em Aurora do Pará, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2009-06-29) SILVA, Antonio Kledson Leal; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    A implantação de sistemas silviculturais e agroflorestais com o paricá (Schizolobium parahyba var. amazonicum) expandiu no estado do Pará, Brasil, geralmente como alternativa para revegetação de áreas degradadas (pastos abandonados). Entretanto faltam estudos básicos sobre a ciclagem de matéria orgânica para compreender o potencial do paricá em recuperar áreas degradadas. Instalou-se um experimento na fazenda da empresa Tramontina, Aurora do Pará, para avaliar processos ligados à ciclagem da matéria orgânica, como a dinâmica da serapilheira, etoque de serapilheria e produção de raízes finas, durante 12 meses (outubro de 2007 a setembro de 2008), em tratamentos com plantios de paricá com cinco anos de idade, nos seguintes arranjos: paricá solteiro (PS), consórcio paricá + freijó (Cordia goeldiana) (PF), sistema agroflorestal com paricá, freijó e curauá (Ananas comosus var. erectifolius) (PFC). Esses tratamentos com paricá foram comparados com uma área de referência (ecossistema de floresta sucessional de 25 anos) (SUC). Os tratamentos de paricá apresentaram produção anual de serapilheira inferior a SUC (8,79 ± 0,08 Mg ha-1 ano-1), não havendo diferença significativa entre os tratamentos PS (6,05 ± 0,15 Mg ha-1), PF (6,08 ± 0,13 Mg ha-1 ano-1) e PFC (6,63 ± 0,13 Mg ha-1 ano-1). A produção mensal de serapilheira foi significativamente maior no período seco do que no chuvoso. O maior estoque de serapilheira foi identificado nos tratamentos PS (7,7 ± 1,0 Mg ha-1) e PF (7,4 ± 0,1 Mg ha-1), enquanto que SUC apresentou estoque de 5,9 ± 1,3 Mg ha-1. Esses resultados estão relacionados ao menor coeficiente de decomposição encontrado nos tratamentos com paricá. A produção de raízes finas total (vivas + mortas) foi significativamente maior nos tratamentos PS (380,3 ± 20,6 g m-²), PF (343,0 ± 18,4 g m-²) e PFC (265,5 ± 9,9 g m-²) do que em SUC (107,2 ± 2,7 g m-²). A variação da produção de raízes finas no período de estudo está associada com a variação mensal da precipitação pluviométrica; a produção de raízes finas diminuiu durante o período de maior precipitação e aumentou com a chegada do período seco. Os tratamentos com paricá mostraram boa capacidade em disponibilizar material orgânico acima e abaixo do solo. Mais especificamente, o paricá apresentou boa produção e estoque de serapilheira sobre o solo, os quais são atributos desejáveis em sistemas de recuperação de áreas degradadas.
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