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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Reflorestamento e recuperação de áreas degradadas na bacia hidrográfica do Tarumã-Açu e sua contribuição na redução dos gases efeito estufa.
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-14) VERAS, Eliana da Conceição Rodrigues; BATISTA, Clauderino da Silva; http://lattes.cnpq.br/1345689043203622
    A recuperação de áreas degradadas torna-se fator primordial na redução do aquecimento global, sendo necessário que o processo de reflorestamento passe por um planejamento de seleção de espécies com maior potencial de desenvolvimento em condições adversas. O objetivo da pesquisa é investigar o índice de sobrevivência e mortalidade das espécies frutíferas, plantadas em área degradada na Bacia Hidrográfica do Tarumã-Açu-BHT, e a estimativa da fixação de carbono no período de 20 anos. A metodologia adotada é a observação participante, com análise de 500 mudas de espécies frutíferas de caju (anacardium ocidentale), 500 de ingá (ingá edulis), 500 de buriti (mauritia flexuosa) e 500 mudas de açaí (euterpe oleracea) totalizando 2000 mudas analisadas quanto ao índice de sobrevivência e mortalidade. Utilizou-se mapeamento da área através de GPS - Global Position System, registro fotográfico, revisão bibliográfica através de consulta em dissertações, teses, artigos e livros relacionados ao tema, imagens de satélite, cartas topográficas e mapas pré-existentes. Ainda como metodologia, foi definido que o percentual de mortalidade aceitável para a continuidade do processo de reflorestamento é de até 20%. A seleção e acompanhamento das mudas ocorre no período de 2015 a 2019, obtendo-se resultado de 84,8% de sobrevivência do mauritia flexuosa, 87,2% da euterpe oleracea, 87% da Ingá Edulis e 100% do anacardium ocidentale. Todas as espécies analisadas ficaram abaixo do percentual definido, o que equivale dizer que os objetivos propostos foram bem atendidos. Para a análise da fixação de carbono, utilizou-se o menor e o maior índice encontrado na literatura, onde os autores definem que o menor índice de fixação é de 7,1kg de CO₂ por cada árvore/ano e o maior é de 15,6 kg de CO₂, onde uma única árvore pode absorver entre 142 kg e 312 kg de CO₂ em 20 anos. O sequestro de carbono realizado pelas árvores plantadas contribui na diminuição da concentração de gases de efeito estufa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Trote ecológico no campus sede da Universidade Federal do Pará, Belém-PA, Brasil: memória e percepção de um legado
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-02) FERREIRA, Maria da Conceição Gonçalves; SIQUEIRA, Gilmar Wanzeller; http://lattes.cnpq.br/3145792580729701V
    A Universidade Federal do Pará criada em 1957, inserida na região Amazônica, margeada e cortada por rios, foi instalada em 450 hectares de área de várzea. Sua implantação deu-se à custa de severa perda da cobertura vegetal de grande parte da área a ela designada, resultando em grandes transformações no ecossistema da região. Este estudo investiga os impactos causados pelo projeto Trote Ecológico implantado no campus da UFPA, em Belém, no período de 1990 a 1997. Tal projeto teve como principal objetivo contribuir com o desenvolvimento de uma consciência preservacionista e de pertencimento nos alunos ingressantes da instituição, bem como em toda a comunidade acadêmica, com o compromisso pedagógico de reflorestar e recuperar os solos das áreas do campus sede da UFPA sofridas com supressão vegetal. O projeto agregava também a ideia de tornar mais humana e menos agressiva o ingresso dos alunos na Universidade, de encontro aos trotes acadêmicos abusivos, comumente aplicados no país. A pesquisa é fundamentada na memória documentada ou percebida dos idealizadores e implementadores do projeto e pelos servidores que vivenciaram o cotidiano das transformações ocorridas a partir da aplicação do trote. Os sujeitos da pesquisa foram entrevistados em duas etapas distintas: na primeira etapa foram entrevistados, por meio de um formulário semiestruturado, os implementadores do Trote Ecológico que fizeram parte da equipe organizativa; na segunda etapa foram entrevistados, por meio de formulário misto, servidores que vivenciaram o Trote Ecológico. A terceira etapa utilizou-se imagens aéreas de satélite da área de estudo para verificação da evolução arbórea na paisagem, após a aplicação do Trote Ecológico. Os resultados do estudo evidenciaram que o Trote Ecológico cumpriu o seu objetivo, demostrado pelo acréscimo de áreas adensadas, principalmente nos bosques e nas margens do Igarapé Tucunduba, que limita o setor Básico do Profissional, mesmo com a ocorrência de perdas pontuais importantes de arborizações advindas da necessidade de expansão da UFPA. Ficou evidenciado também que o Trote Ecológico se tornou um marco orientador para ações subsequentes relacionadas ao meio ambiente, espraiando-se para além dos muros da instituição e do país. Hoje, além da preservação do legado arbóreo do Trote Ecológico, a Instituição continua a atuar com outras ações socioambientais e de conscientização cidadã junto à comunidade acadêmica, porém sem esquecer o plantio e replantio de novas espécies, disponibilizando à comunidade acadêmica vasto manancial de objetos para pesquisa em todas as áreas do conhecimento e oportunizando às futuras gerações uma reflexão contínua, no sentido de escrever uma história mais harmônica com a natureza e a cadeia da vida.
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