Navegando por Assunto "Regras"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise de respostas autocontroladas e impulsivas em participantes flexíveis e inflexíveis(Universidade Federal do Pará, 2021-12-20) CUNHA, Letícia Silva Madonado; OLIVEIRA, Caio Maximino de; ROCHA, Fernando Allan de Farias; http://lattes.cnpq.br/7758963790962240; http://lattes.cnpq.br/3882851981484245; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; GALVÃO, Olavo de Faria; VASCONCELOS NETO, Aécio de Borba; GOULART, Paulo Roney Kilpp; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; http://lattes.cnpq.br/1327787867439433; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833Considerando: a) a sugestão de que o comportamento autocontrolado de humanos ocorre sob controle de consequências futuras relatadas em regras e que o comportamento impulsivo ocorre sob controle de consequências imediatas; b) os resultados experimentais indicando que indivíduos classificados como flexíveis, sob algumas condições, tendem a não seguir regras discrepantes e que indivíduos classificados como inflexíveis, sob algumas condições, tendem a seguir regras discrepantes e, c) que essa variabilidade comportamental tem sido atribuída a diferentes histórias pré-experimentais; perguntou-se se a variabilidade comportamental observada em alguns estudos que investigaram o comportamento autocontrolado também pode ser atribuída a diferenças nas histórias pré-experimentais dos participantes. O Experimento 1 investigou se participantes classificados como flexíveis e inflexíveis, de acordo com a Escala de Rigidez de Rehfisch (1958), emitiriam mais respostas impulsivas ou mais respostas autocontroladas, quando estes eram expostos a um delineamento experimental similar ao utilizado por Flora et al. (1992). Adicionalmente, verificou se ocorreria correspondência entre a classificação como flexível ou inflexível, o desempenho experimental impulsivo ou autocontrolado e o resultado da aplicação da Escala de Impulsividade de Barratt - BIS11. Participaram 12 universitários, seis classificados como flexíveis e seis como inflexíveis. Desses, oito apresentaram responder impulsivo, um apresentou responder autocontrolado e três emitiram responder considerado neutro. Todos os participantes apresentaram classificação intermediária na Escala de Impulsividade. O Experimento 2 teve o mesmo objetivo do Experimento 1, utilizando um delineamento experimental modificado, no qual foi requerido que os participantes descrevessem a tarefa experimental, aumentado o número de tentativas de demonstração das relações de dependência entre respostas e consequências, inserido frases indicando os ganhos obtidos e reduzido o número total de tentativas do experimento. Participaram oito universitários, quatro flexíveis e quatro inflexíveis. Desses, um apresentou responder impulsivo, seis emitiram responder autocontrolado e um emitiu responder considerado neutro. No debriefing, todos os participantes entenderam o objetivo da tarefa, mas dois participantes do Grupo flexível não descreveram corretamente as contingências. Todos os participantes apresentaram classificação intermediária na Escala de Impulsividade. Nos dois experimentos não foi observada associação entre flexibilidade e inflexibilidade, impulsividade e autocontrole. Embora estaticamente não significativa, foi observado uma tendência do Grupo inflexível em emitir respostas mais autocontroladas em relação ao Grupo flexível. Também foi verificado que as variáveis manipuladas no Experimento 2 favoreceram o responder autocontrolado na tarefa.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise do efeito de histórias experimentais e de consequências relatadas na regra sobre o comportamento de seguir regras(Universidade Federal do Pará, 2012-12-17) CARVALHO, Nayra Cristine Alves de; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132O presente estudo objetivou comparar os efeitos da apresentação de uma regra que especificava consequências imediatas, de menor magnitude (RI), com os efeitos da apresentação de uma regra que especificava consequências atrasadas, de maior magnitude (RA), manipulando a ordem de apresentação dessas regras, sua forma de apresentação (isoladamente ou concorrentemente), a forma de distribuição de pontos obtidos no estudo e o intervalo de tempo para a troca desses pontos por dinheiro. Participaram da pesquisa 32 universitários, distribuídos igualmente em dois experimentos, que diferiram apenas quanto a forma de distribuição de pontos obtidos e o intervalo de tempo para a troca desses pontos por dinheiro. Cada experimento foi constituído de quatro condições. Foi utilizado um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa consistia em apontar para cada um de três estímulos de comparação, em uma determinada sequência. Em ambos os experimentos, as Condições 1 e 3 eram compostas de quatro sessões experimentais. Nas Sessões 1 e 3 as regras eram apresentadas isoladamente e nas Sessões 2 e 4 concorrentemente. As Condições 2 e 4 eram compostas de três sessões. Nas Sessões 1 e 3 as regras eram apresentadas concorrentemente e na Sessão 2 isoladamente. A ordem de apresentação das regras foi manipulada em cada condição. Na Condição 1 a ordem de apresentação foi - RI / RIRA / RI / RIRA; na Condição 2 - RIRA / RI / RIRA; na Condição 3 - RA/ RARI / RA / RARI e, na Condição 4 - RARI / RA / RARI. No Experimento I o atraso de reforço era limitado a distribuição de pontos durante a sessão, o seguimento de RI produzia pontos durante as sessões e o seguimento de RA produzia pontos apenas no final da pesquisa, sendo os pontos trocados por dinheiro no final da pesquisa. No Experimento II, tanto o seguimento de RI quanto de RA produziam pontos durante as sessões, mas o seguimento de RI implicava que a troca dos pontos por dinheiro ocorreria no final da pesquisa e o seguimento de RA que a troca de pontos ocorreria uma semana depois. No Experimento I, 15 dos 16 participantes e no Experimento II 13 dos 16 participantes seguiram RA, independente da construção de uma história de reforço prévia para o seguimento de RI e independente de RI produzir pontos imediatamente, trocados por dinheiro no final da pesquisa. Os resultados dos dois experimentos indicam que o controle pela regra que descrevia consequências de maior magnitude, mas atrasadas (RA), prevaleceu sobre o controle pela regra que descrevia consequências de menor magnitude, mas imediatas (RI), mesmo quando a troca de pontos obtidos nas sessões por dinheiro foi adiada por uma semana. Estes resultados sugerem que a probabilidade do seguir regras vir a ocorrer pode depender, em parte, do tipo de consequência relatada na regra, isto é, das propriedades formais da regra, e não exclusivamente da história de reforço do comportamento de seguir regras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos das propriedades formais de regras em forma de pedido sobre o comportamento de escolha(Universidade Federal do Pará, 2013-06-21) LOPES, Danielly da Silva; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189O presente estudo investigou os efeitos da manipulação de justificativas sobre o seguimento de regras. Mais especificamente, procurou investigar os efeitos de um pedido para a ocorrência do seguimento de regra que descreve que a emissão do comportamento produziria reforço imediatamente (Regra I) e para a ocorrência do seguimento de regra que descreve que a emissão do comportamento produziria reforço no final da pesquisa (Regra F). Participaram da pesquisa trinta e seis estudantes universitários distribuídos igualmente em seis Condições experimentais. Foi utilizado um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa consistia em apontar para cada um de três estímulos de comparação, em uma determinada sequência. O participante ganhava pontos, em esquema de reforço contínuo, pelo não seguimento das sequências de respostas descritas nas regras I e F. No entanto, se o participante, após a última tentativa (40ª tentativa) da fase 2 de cada Condição, seguisse a regra, no mínimo, em 70 das 80 tentativas do experimento, o mesmo ganhava 100 pontos ao final da pesquisa. Os resultados sugerem que manipulações de justificativas para o seguimento de regras, isto é, manipulações de propriedades formais de regras, podem determinar o comportamento de seguir regras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de Justificativas, Seleção de Parentesco e Reciprocidade Indireta sobre o Comportamento de Dividir Ganhos(Universidade Federal do Pará, 2019-02-14) ALMEIDA, Cristiane Martinez de; CORRÊA, Hellen Vivianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; SOUZA, Regina Célia Gomes de; LOBATO, Andréa Fonseca Farias; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; http://lattes.cnpq.br/5576436464955236; http://lattes.cnpq.br/7074169433113207; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560O estudo avaliou os efeitos de justificativas do Tipo 5 (variáveis constituintes de uma regra que descrevem comportamentos a serem observados) e de teorias que permitem compreender a cooperação em humanos como a seleção de parentesco e a reciprocidade indireta sobre o comportamento de dividir ganhos. Para tanto, 106 participantes foram distribuídos em oito grupos e expostos a três fases. Nas Fases 1 e 3, fichas trocáveis por itens diversos eram obtidas através de um jogo de memória. Era medido o comportamento de dividir os ganhos obtidos no jogo quantificando-se o número de fichas doadas para um parente, para uma instituição filantrópica e para si. Os grupos experimentais e controle diferiam entre si com base no número de fichas doadas na Fase 1. Os Grupos Parente 1 (experimental) e 2 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para parentes. Os Grupos Instituição 3 (experimental) e 4 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para a instituição filantrópica. Os Grupos Participante 5 (experimental) e 6 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para si. Os Grupos Empate 7 (experimental) e 8 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado a mesma quantidade de fichas para pelo menos duas das três opções disponíveis. Na Fase 2, era lido um texto sem justificativas para os participantes dos Grupos controle 2, 4, 6 e 8. Para os Grupos 1, 5 e 7A, era lido um texto com justificativas do Tipo 5 que descrevia uma história de filantropia. Para os Grupos 3 e 7B, era lido um texto com justificativas do Tipo 5 que descrevia uma história de cooperação entre parentes. Foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre a quantidade de fichas doadas para a instituição nas Fase 1 e 3 nos Grupos experimentais 1 e 5. Não foram encontradas diferenças significantes entre as doações feitas nas Fases 1 e 3 para os Grupos experimentais 3 e 7 e para todos os grupos controle. No Grupo 1, 12 de 15 participantes aumentaram ou mantiveram o número de fichas doadas para a instituição e diminuíram as doadas para o parente na Fase 3. No Grupo 5, todos os 15 participantes aumentaram ou mantiveram a quantidade de doações para a instituição na Fase 3, tendo 11 participantes diminuído o número de doações para si. Os resultados dos Grupos 1 e 5 indicam que a exposição a justificativas do Tipo 5 na Fase 2 alterou a probabilidade do comportamento de doar para a instituição filantrópica. Adicionalmente, todos os resultados em conjunto, mostrando uma tendência para distribuição dos ganhos obtidos entre as três alternativas possíveis, sugerem que esse comportamento ocorreu também sob influência da interação entre variáveis relacionadas a história da espécie e a história de vida dos participantes, na medida em que doar para parentes preserva a representatividade genética e doar para não aparentados aumenta a reputação atraindo futuros cooperadores, e que indivíduos são expostos durante a vida a regras com justificativas para ajudar parentes e pessoas necessitadas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de promessas de reforço de maior e menor magnitude sobre o seguir instruções em crianças(Universidade Federal do Pará, 2013-03-27) CASTRO, Juliany Lopes de; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132O estudo objetivou investigar os efeitos de justificativas para seguir instruções sobre o comportamento de seguir instruções que produzia perda de reforçadores. Vinte crianças na faixa etária entre sete e nove anos foram expostas a um procedimento de escolha segundo o modelo, e distribuídas em quatro condições experimentais que diferiam quanto ao tipo de justificativa utilizada e a fase em que a mesma era apresentada. A tarefa consistia em tocar um de dois estímulos de comparação na presença de um estímulo contextual. Foram usados como reforçadores fichas trocáveis por brinquedos. Nas Condições 1 e 2 as justificativas eram promessas de reforço de maior magnitude (comprar os brinquedos preferidos, se a instrução fosse seguida) e nas Condições 3 e 4, eram promessas de reforço de menor magnitude (comprar os brinquedos menos preferidos, se a instrução não fosse seguida). Nas Fases 1, 3 e 5, de todas as condições, eram apresentadas instruções correspondentes às contingências de reforço programadas e o comportamento de segui-las era consequenciado com o ganho de fichas. Nas Fases 2 e 4, de todas as condições, ocorriam mudanças não sinalizadas nas contingências de reforço programadas, e a manutenção do comportamento de seguir instruções era consequenciado com a perda de fichas. Os resultados mostraram que todos os participantes das quatro condições seguiram as instruções correspondentes apresentadas nas Fases 1, 3 e 5. Mostraram também que 17 dos 20 participantes deixaram de seguir instruções quando este comportamento passou a produzir perda de fichas nas Fases 2 e 4. Os resultados destes 17 participantes indicam que o controle pelas consequências imediatas prevaleceu sobre o controle pela apresentação de justificativas para a manutenção do seguir instruções. Três participantes seguiram instruções que produziam perda de fichas nas Fases 2 e 4. Estes resultados, por outro lado, sugerem que a exposição a justificativas contendo promessas de reforço de maior e menor magnitude, caso o seguir instrução seja mantido ou abandonado, respectivamente, também podem contribuir para manter o seguir instruções, mesmo que este comportamento passe a produzir perda de reforçadores.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de uma história de reforço contínuo e das propriedades formais de regras sobre o seguimento de regras(Universidade Federal do Pará, 2011-11-24) COSTA, Adelina Santana Nery da; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos: a) de uma história de um comportamento alternativo ao especificado pela regra, estabelecido por reforço diferencial e mantido em CRF antes da apresentação da regra; b) do esquema de reforço programado para reforçar o não-seguimento de regras (isto é, o comportamento alternativo) após a apresentação da regra; e, c) das propriedades formais das regras (isto é, das consequências sociais futuras, implicitamente relatadas nas regras), sobre o seguimento de regras discrepantes das contingências. Vinte e quatro estudantes universitários foram expostos a um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa era apontar para os estímulos de comparação em sequência. Os estudantes foram distribuídos em quatro condições. Em cada condição, na Fase 1, a sequência correta (isto é, o comportamento alternativo ao especificado pela regra) era estabelecida por reforço diferencial em esquema de reforço contínuo e mantida neste esquema. Nas Fases 2 e 3, as contingências eram mantidas inalteradas, enquanto as regras eram manipuladas. Na Fase 1 das Condições 1 e 3, eram feitas perguntas acerca das contingências. Nas Condições 2 e 4, não eram feitas perguntas. Nas Condições 1 e 2, a Fase 2 era iniciada com a sugestão e a Fase 3, com a ordem. Nas Condições 3 e 4, era o inverso. Na Fase 2, 100% dos participantes abandonaram o seguimento da regra discrepante das contingências em forma de sugestão e 60% dos participantes abandonaram o seguimento da regra discrepante das contingências em forma de ordem. Os resultados apóiam a sugestão de que o efeito característico de uma determinada variável (como por exemplo, o da história de reforço contínuo do comportamento alternativo ao especificado pela regra) em tornar o seguimento de regra discrepante sensível às contingências, pode depender de sua combinação com outras variáveis. Também sugerem que as propriedades formais das regras deveriam passar a ser consideradas como uma variável que pode interferir no seguimento de regras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Masculinidades e Comportamentos Prejudiciais: Intervenções Comportamentais Baseadas nas Terapias de Terceira Onda(Universidade Federal do Pará, 2026-01-29) ROCHA JÚNIOR, José Edberto Gadelha; VASCONCELOS NETO, Aécio de Borba; http://lattes.cnpq.br/1327787867439433; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592; MELO, Camila Muchon de; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; http://lattes.cnpq.br/1015798975492836; http://lattes.cnpq.br/8107199720875369; https://orcid.org/0000-0001-6484-5297Uma prática cultural deve ser compreendida dentro de um processo de construção histórico e cultural. Isso inclui as práticas associadas a gênero. A transmissão das práticas culturais se origina a partir da seleção de quais comportamentos serão reforçados e punidos pelos membros do grupo. Os padrões de gênero são exemplos disso. As categorias de gênero são construções sociais que descrevem os comportamentos impostos aos homens e às mulheres, estabelecidos socialmente e arbitrariamente e controlados por contingências de reforço e punição. Alguns comportamentos relativos a padrões de masculinidade podem ser considerados prejudiciais e associados a menores níveis de saúde mental. Esse cenário torna necessário o desenvolvimento de estratégias interventivas que possam reverter e mitigar os impactos dessas práticas. Nesse contexto, em função de o comportamento ser a relação organismo-ambiente, as terapias comportamentais estão aptas a intervir eficazmente nos comportamentos prejudiciais. A discussão aqui proposta se baseia nas lacunas a respeito de como clínicos comportamentais podem lidar com as especificidades relativas à masculinidade e na importância da implicação da psicoterapia comportamental em problemáticas sociais. O presente trabalho investigou na literatura comportamental quais intervenções são utilizadas às classes de comportamento prejudiciais relativos aos padrões de masculinidade. Para tanto, após a análise da literatura foram criadas cinco categorias que descrevem os comportamentos apontados como relacionados a padrões de masculinidade. Foi indicado que padrões prejudiciais associados à masculinidade são mantidos por contingências sociais e pelo seguimento de regras. As intervenções descritas dão ênfase na modificação do controle verbal.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A metáfora da Ciência como jogo em Kuhn(Universidade Federal do Piauí, 2019) DIAS, Elizabeth de AssisO objetivo do presente trabalho é analisar, por meio da metáfora do jogo de quebra-cabeças, o caráter da ciência no pensamento de Kuhn. Pretendemos mostrar que, além dos aspectos históricos e psicossociais que se destacam como a grande novidade de sua abordagem, há uma outra que emerge da prática da ciência normal, cujo enfoque, destoa da tradição. Trata-se da ênfase que ele dá a própria atividade de investigação da ciência, mais precisamente ao caráter dos problemas a serem pesquisados e a forma de solucioná-los.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Respostas assertivas, autorregras e estilos parentais de mulheres em relação ao comportamento alimentar dos filhos(Universidade Federal do Pará, 2024-06-28) CORRÊA, Gabrielle Fátima Marques; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/001425531015569; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; CORRÊA, Hellen Vvianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471O estudo objetivou identificar em que situações, mulheres apresentavam dificuldades de emitir os comportamentos de fazer e recusar pedidos, expressar descontentamento e pedir mudança de comportamentos de seus filhos em relação a alimentação, e as prováveis autorregras associadas a essas dificuldades. Adicionalmente, objetivou verificar se há correlações entre autorrelatos indicativos de assertividade, variáveis sociodemográficas e estilos parentais de alimentação. Para isso, foi realizado um estudo transversal descritivo analítico com 135 mulheres, com idades entre 30 e 50 anos, que possuíam filhos com idade entre 6 e 12 anos, nível superior completo ou incompleto, residentes na região metropolitana Belém-PA. Estas preencheram um Questionário Sociodemográfico, um Questionário de Assertividade em Relacionamentos Afetivos Parentais, um Inventário de Habilidades Assertivas (IHA) e um Questionário de Estilos Parentais na Alimentação (QEPA). Os resultados mostraram que a maioria das participantes apresentaram um escore mediano de habilidades assertivas (50,4%), e que as variáveis, vínculo empregatício, escolaridade e renda apresentaram correlação significativa com a assertividade. Além disso, a maioria das participantes (65,2%) apresentaram escore indicativo de estilo parental permissivo na alimentação dos filhos. As participantes relataram ter dificuldade de emitir os 4 comportamentos alvos, indicando diferentes situações dificultadoras para a emissão destes. Situações que requeriam fazer pedidos relativos à alimentação dos filhos, apresentaram maior ocorrência (74,8%), e as situações que envolviam expressar descontentamento ocorreram em menor frequência (59,2%). As categorias situacionais indicadas com maior frequência foram relativas à ingestão de “ultraprocessados” (26,25%) e “legumes, verduras e frutas” (25,33%). A autorregra mais descrita como motivo para a não emissão dos comportamentos, foi “não irá atender/obedecer” (29,44%), sugerindo que estes comportamentos no passado não foram reforçados. Os resultados contribuem para a ampliação do conhecimento acerca da assertividade de mulheres no relacionamento parental e da influência do estilo parental na alimentação.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Seleção do comportamento por justificativas constituintes de regras(Universidade Federal do Pará, 2017-12) ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; PARACAMPO, Carla Cristina PaivaConsiderando que a distinção entre os efeitos de estímulos constituintes de regras e de contingências de reforço na determinação do comportamento não está clara, o presente estudo teve como objetivo tentar esclarecer essa distinção por meio da apresentação da teoria do Controle por Justificativas e por Consequências Imediatas (Teoria TJC). Essa teoria, baseada em resultados experimentais, é constituída dos seguintes conceitos, formulados em estudos prévios: Propriedade formal de estímulos verbais; regras; comportamento; ambiente social; ambiente social verbal; ambiente social não verbal; consequências imediatas; consequências futuras; justificativas; justificativas dos Tipos 1, 2, 3, 4 e 5; aprovação ou desaprovação por justificativas e por consequências imediatas; regras com e sem justificativas relatadas; eventos futuros passíveis e não passíveis de serem contatados; e, histórias do ouvinte de controle: (a) por consequências imediatas diferenciais, (b) por justificativas diferenciais, e (c) pela interação entre justificativas e consequências imediatas diferenciais, para seguir e para não seguir regra. A Teoria postula o estabelecimento de limites entre o que deve ser atribuído a funções de estímulos constituintes de regras e entre o que deve ser atribuído a funções de estímulos constituintes de contingências de reforço. Postula também que justificativas podem selecionar comportamento.
