Navegando por Assunto "Regras (Psicologia)"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Controle por regras: efeitos de perguntas, propriedades formais de regras e esquemas de reforço(2015-09) GONÇALVES, Adelina Santana; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; PARACAMPO, Carla Cristina PaivaCom o objetivo de investigar os efeitos de variáveis sobre o seguimento de regras, 24 estudantes universitários foram expostos a um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa era apontar para os estímulos de comparação em sequência. Na Fase 1, a sequência correta era estabelecida por reforço diferencial em esquema de reforço contínuo. Nas Fases 2 e 3, as contingências de reforço eram mantidas inalteradas, enquanto as regras discrepantes de tais contingências (sugestão e ordem) eram manipuladas. Nas Condições 1 e 2, nas Fases 2 e 3, eram apresentadas a sugestão e a ordem, respectivamente. Nas Condições 3 e 4, era o inverso. Apenas na Fase 1 das Condições 1 e 3 eram feitas perguntas acerca do comportamento que produz reforço. 100% dos participantes não seguiram a sugestão e 60% não seguiram a ordem. Os resultados sugerem que a história do comportamento alternativo ao especificado pela regra, justificativas e perguntas são variáveis que podem interferir no comportamento de seguir regras discrepantes das contingências de reforço. Os resultados têm implicações para o esclarecimento das funções das contingências de reforço e de regras na explicação do comportamento.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de histórias do comportamento alternativo ao especificado por regra sobre o seguimento de regra(Universidade Federal do Pará, 2011-11-24) LIMA, Fernanda Monteiro; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189Investigando os efeitos de uma longa história de reforçamento contínuo do comportamento alternativo ao especificado por regra sobre o seguimento subsequente de regra discrepante, 08 estudantes universitários foram expostos a um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa consistia em apontar, em sequência, para três estímulos de comparação que tinham apenas uma característica em comum com o estímulo modelo e diferiam nas demais. O experimento era constituído por quatro fases. A Fase 1 era de linha de base, na Fase 2 era apresentada a regra correspondente, na Fase 3 havia uma mudança não sinalizada na contingência de reforço programada e a Fase 4 iniciava com a regra discrepante. Os resultados mostraram que na Fase 1, a maioria dos participantes apresentou um desempenho variável. Na Fase 2, todos os participantes seguiram a regra correspondente. Na Fase 3, seis participantes continuaram seguindo a regra da fase anterior e apenas dois participantes passaram a emitir a sequência correta. Na Fase 4, quatro participantes seguiram a regra discrepante, três abandonaram o seguimento de regra e passaram a emitir a sequência correta, e um participante abandonou a regra discrepante, mas passou a emitir uma sequência que não era reforçada. Estes dados sugerem que os participantes que apresentaram um comportamento sob controle de regra na Fase 3, tenderam a seguir a regra discrepante na Fase 4; e, os participantes que apresentaram um comportamento sob controle das consequências imediatas na Fase 3, tenderam a deixar de seguir a regra discrepante na Fase 4. Discute-se o papel da história do comportamento alternativo ao especificado por regra na explicação do comportamento de seguir regras.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos de histórias do ouvinte sobre o seguimento de regras discrepantes das contingências(Sociedade Brasileira de Psicologia, 2017-12) LIMA, Fernanda Monteiro; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; PARACAMPO, Carla Cristina PaivaObjetivando testar proposição sobre as características críticas da história do ouvinte que podem interferir no seguir regra discrepante, oito universitários foram expostos a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa era apontar para os três estímulos de comparação em sequência. Na Fase 1, nenhuma sequência era instruída ou reforçada. A Fase 2 era iniciada com a regra correspondente. As contingências da Fase 2 eram alteradas, sem sinalização, na Fase 3, e as contingências da Fase 3 eram mantidas inalteradas na Fase 4, iniciada com a regra discrepante. Dos oito participantes, seis apresentaram um comportamento independente e dois apresentaram um comportamento dependente de suas consequências imediatas na Fase 3. Dos seis participantes que apresentaram um comportamento independente das consequências imediatas na Fase 3, quatro seguiram a regra discrepante na Fase 4. E dos dois participantes que apresentaram um comportamento dependente das consequências imediatas na Fase 3, todos abandonaram o seguimento da regra discrepante na Fase 4. Sugere-se que a dependência e a independência do comportamento às suas consequências imediatas, antes da apresentação da regra discrepante, são variáveis críticas da história do ouvinte que podem ser utilizadas para se prever a manutenção, ou não, do seguimento subsequente de regra discrepante.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos de histórias experimentais e de esquemas de reforço sobre o seguir regras(2007) OLIVEIRA, Valdete Leal de; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos deInvestigando variáveis que podem interferir no seguir regras, 16 universitários foram expostos a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa: apontar cada um dos três estímulos de comparação, em seqüência. A Fase 1 era de linha de base; na Fase 2, a seqüência correta era estabelecida por contingências; e na Fase 3 era apresentada a regra discrepante das contingências. Manipulou-se os esquemas utilizados para reforçar as seqüências corretas nas Fases 2 e 3. Para os Grupos 1 e 2, os esquemas eram CRF na Fase 2, CRF na Fase 3 do Grupo 1 e FR 3 na Fase 3 do Grupo 2. Para os Grupos 3 e 4, os esquemas eram FR 3 na Fase 2, FR 3 na Fase 3 do Grupo 3 e CRF na Fase 3 do Grupo 4. A história construída na Fase 2 e o esquema na Fase 3 interferiram no seguir regras.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos de perguntas e de histórias experimentais sobre o seguir regras(2006-08) SILVA, Francynete Melo e; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos deInvestigando os efeitos de perguntas e de histórias de reforço contínuo sobre o seguir regra, nove estudantes universitários foram expostos a um procedimento de escolha segundo o modelo; a tarefa era apontar cada um dos três estímulos de comparação, em seqüência, na presença de um estímulo contextual. As contingências na Sessão 1 eram alteradas na Sessão 2, restabelecidas na Sessão 3 e mantidas inalteradas na Sessão 4, iniciada com a regra discrepante. Na Condição 1, não eram feitas perguntas e nas Condições 2 e 3, eram feitas perguntas. As perguntas da Condição 2 eram mais gerais do que as da 3. Apenas cinco participantes (dois da Condição 2 e os três da 3) aprenderam a tarefa e apresentaram desempenhos sensíveis às mudanças nas contingências. Destes, quatro deixaram de seguir a regra na Sessão 4. Os resultados têm implicações para o esclarecimento do papel do ambiente verbal na determinação do comportamento não-verbal.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Variáveis que podem interferir no seguir regras de participantes flexíveis e inflexíveis(2014-03) PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; SOUZA, Lívia Mello; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos deCom o objetivo de avaliar o efeito de histórias pré-experimentais sobre o seguir regras, 16 estudantes universitários foram expostos a um procedimento informatizado de escolha segundo o modelo. A tarefa era apontar cada um dos três estímulos de comparação em sequência. Oito participantes, quatro flexíveis e quatro inflexíveis, foram submetidos a cada uma das duas condições de quatro fases. Na Fase 1, a sequência correta era estabelecida por contingências. Reforço para a emissão da sequência correta foi mantido durante as três fases - na Condição 1, o programa de reforço contínuo (CRF) e na Condição 2, a relação fixa de quatro (FR4). Em ambas as condições, a Fase 2 começou com a apresentação de uma regra discrepante, a Fase 3 começou com uma regra correspondente, e Fase 4 começou com uma regra discrepante. Seguindo a regra discrepante não produziu o reforço programado, mas seguindo a regra produzida correspondente reforço. Na Condição 1 (CRF) , os 8 participantes deixaram de seguir a regra discrepante, independentemente de serem ßexíveis ou inßexíveis. Na Condição 2 (FR4), os inßexíveis seguiram e os ßexíveis deixaram de seguir a regra discrepante. Sugere-se que os efeitos de histórias pré-experimentais são modulados por variáveis atuais.
