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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Envelhecimento: corpo, saúde, sexualidade e gênero (Belém-PA, 1920-1930)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-20) SANTANA, Breno dos Santos; CAMPOS, Ipojucan Dias; http://lattes.cnpq.br/0380400211532063
    A dissertação discute as representações do envelhecimento humano em Belém do Pará nas primeiras décadas do século XX através da análise de textos presentes nas revistas ilustradas que circulavam na capital paraense, como “A Semana”, “Belém Nova”, “Pará-Médico”. Em conformidade, os debates ensejados buscaram compreender como o processo de envelhecer poderia ser interpretado e experienciado pelos sujeitos históricos belenenses do período em tela. Entende-se que, devido às inúmeras desigualdades sociais, existia um universo de muitas disputas relacionadas aos sentidos dados ao envelhecimento, afinal, ser velho ora significaria admiração e respeito, ora infortúnio e rechaço, tudo dependia da posição social ocupada por quem discorria e por quem era alvo do discurso. Como parte desses arranjos, constantemente eram sancionados estigmas relacionados ao corpo, à saúde e à aptidão sexual; não obstante, esses conjuntos interpretativos falavam das próprias idealizações em torno de uma sociedade brasileira jovem, moderna e desenvolvida, ao mesmo tempo, indicavam processos de exclusão frente ao almejado, principalmente pelo núcleo discursivo intelectual, no centro do qual as arguições concentradas na “ação do tempo nos corpos humanos” foram fortemente produzidas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Representações de mulheres gordas em quadrinhos de autoria feminina da/na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2023-03-29) GILLET, Fabiana Oliveira; SANTOS, Luiz Cezar Silva dos; http://lattes.cnpq.br/2449524316115443
    Propomos nesta pesquisa uma abordagem comunicacional sobre as histórias em quadrinhos com enfoque nas representações gráficas de personagens gordas. Busca-se compreender quais as representações de mulheres gordas em webcomics de autoria feminina da/na Amazônia, se existem estas representações e quais as leituras dessas quadrinistas sobre o corpo gordo, enquanto autoras e desenhistas mulheres e se existem quadrinistas que se identificam como mulheres gordas. Destaca-se a pertinência das discussões que envolvem os estudos do corpo gordo no Brasil, pesquisas ainda em desenvolvimento no âmbito das Ciências Sociais e da Comunicação. Considera-se que as representações sociais em produtos da mídia hegemônica têm papel fundamental na concepção e manutenção de modelos sociais constitutivos do imaginário, ordenando o que será aceito ou reprimido na sociedade. Assim, é importante enfatizar que as histórias em quadrinhos, enquanto mídia, são vetores de discursos e representações estereotipadas dos sujeitos (BOFF, 2014; EISNER, 2005; THENSUAN, 2020), criando e fortalecendo estigmas sociais como no caso da gordofobia (ARRUDA, 2021, JIMENEZ, 2020). Por isso, este estudo se alinha a ideia de que a partir do bios midiático (SODRÉ, 2002) que se desenvolve a gordofobia, o que evidencia a importância de uma abordagem sob a ótica da comunicação (ARRUDA, 2021). Pretendemos com o estudo contribuir para a pesquisa e debate sobre a comunicação enquanto vetor de manutenção ou transformação de modelos, estereótipos e estigmas sociais; refletindo acerca da gordofobia e do campo de estudos sobre gênero e histórias em quadrinhos. Com objetivo de analisar a representação de personagens e a produção de sentidos sobre corporalidades gordas em webcomics produzidos por quadrinistas mulheres da/na Amazônia, buscamos identificar personagens gordas nas webcomics e ilustrações de artistas mulheres da/na região amazônica, em seus perfis da rede social Instagram no período de 2015 a 2022; dialogar com as quadrinistas por meio de entrevistas semi-estruturadas (DUARTE, 2005; GASKELL, 2002) sobre a representação de mulheres gordas; analisar os sentidos apreendidos sobre corporalidades gordas nos dados coletados a partir de uma análise das imagens (JOLY, 2007) das ilustrações e webcomics fundamentada na semiótica peirceana; e discutir as representações do corpo gordo feminino e quais os sentidos produzidos e apreendidos por estas representações. Concluímos que os sentidos apreendidos nas representações apresentam convergências com os discursos de aceitação e amor-próprio difundidos na mídia hegemônica com base no movimento de aceitação corporal body positive/corpo livre em consonância com as biossociabilidades de consumo da indústria plus size (AIRES, 2019), gerando ressignificações nos regimes de visibilidade do corpo gordo, criando estereótipos positivos, com ainda invisibilização de corpos gordos maiores, os quais não existem no imaginário social, exceto por mínimas representações permeadas por estereótipos estigmatizantes.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As representações sem consciência em Kant
    (Universidade Federal do Piauí, 2015) SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; BRITO, Aline Brasiliense dos Santos
    Kant desenvolve o tema das representações sem consciência, obscuras e inconscientes de forma fragmentária e dispersa ao longo das suas obras. Por essa razão, este trabalho tem por objetivo, primeiramente, identificar e agrupar diversas passagens em que Kant trata desta matéria em vários dos seus textos, e, posteriormente, analisar e relacionar suas ideias a fim de formar uma visão global e articulada acerca desta classe especial de representações. As posições defendidas neste texto são as seguintes: primeira, indicar que Kant compreende as representações sem consciência em sentido próximo ao das representações não conscientes; segunda, mostrar que as representações sem consciência (ou não conscientes) constituem o gênero mais amplo sob o qual estão contidas as representações obscuras e inconscientes; terceira, argumentar que estas duas espécies de representações sem consciência não são definidas de modo absoluto, mas em relação à noção de graus e de déficits de atenção, respectivamente; quarta, propor que as representações sem consciência em Kant podem ser denominadas de percepções obscuras ou indistintas, em oposição às representações com consciências, as quais podem ser designadas como percepções claras ou distintas.
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