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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Análise dos impactos da dinâmica de sólidos e de nutrientes na qualidade da água de ambiente lêntico utilizado no abastecimento de comunidades amazônicas
    (Universidade Federal do Pará, 2012-08) SARAIVA, André Luis de Lima; PEREIRA, José Almir Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9918600634569244
    Os mananciais do Utinga, formados pelos lagos Bolonha e Água Preta, estão contidos em uma Área de Proteção Ambiental - APA e são utilizados pela Companhia de Saneamento do Pará – COSANPA, para o abastecimento da população da Região Metropolitana de Belém - RMB. Esses mananciais são constituídos pelo rio Guamá, onde a água é captada e enviada por recalque ao lago Água Preta, que por um canal artificial com escoamento por gravidade, alimenta o lago Bolonha, e é bombeado para a Estação de Tratamento de Água - ETA. Os principais problemas de poluição/contaminação desses mananciais surgiram com o avanço urbanístico desordenado, que ocasionam o lançamento indevido de esgoto e resíduos sólidos dos bairros, favelas e conjuntos residenciais próximos às principais nascentes. O objetivo deste estudo foi de utilizar ferramentas para subsidiar o monitoramento e conhecimento da qualidade da água no lago Água Preta, visando prevenir e/ou corrigir processos de degradação, tais ferramentas são as análises multivariadas de parâmetros abióticos e clorofila a, balanço de nutrientes e modelagem hidrodinâmica com intuito de observar a dispersão do transporte de sedimentos. Foram realizadas coletas de águas superficiais em 3 pontos escolhidos estrategicamente para avaliar a influência antrópica no lago Água Preta, bem como dos sedimentos suspensos que são carreados para dentro do lago. Os pontos de coleta de amostras foram georreferenciados com GPS (modelo ARMIN) e as coletas de águas superficiais foram realizadas com a garrafa de Van Dorn de 2,5 L e transportadas para o Laboratório de Química Ambiental (LQA), localizado na Universidade Federal Rural da Amazônia, para posteriores análises. As coletas foram realizadas durante os meses de março, maio, junho, agosto, setembro e outubro do ano de 2010, coincidindo com os períodos de maior e de menor precipitação pluviométrica. Os dados dos parâmetros abióticos e de clorofila a foram analisados por métodos de estatística descritiva e de análises de componentes principais. Também foram realizadas análises do balanço de massa de água e de nutrientes e adotou-se o uso do modelo hidrodinâmico do programa de modelagem SisBAHIA (Sistema Base de Hidrodinâmica Ambiental), visando simular as condições hidrodinâmicas do lago Água Preta durante um ano. Através dessas simulações foram gerados mapas superficiais de correntes para observar os diferentes padrões de circulação, pois o uso de modelos têm tido um papel relevante no planejamento e na elaboração de cenários alternativos, que englobam o diagnóstico adequado dos sistemas hídricos em sua estruturação, processo e dinâmica. Os parâmetros estudados mostraram variações durante os períodos de menor e de maior precipitação pluviométrica, sendo encontrados maiores contribuição no ponto 2 em relação a turbidez, a cor, o oxigênio dissolvido, nitrato, nitrogênio total, clorofila a e sólidos suspensos. Os demais parâmetros (N-amoniacal, demanda bioquímica de oxigênio e fósforo total) tiveram contribuição nos pontos 1 e 3, indicando fonte de poluição orgânica, decorrente de efluentes domésticos, já que nas proximidades ocorre lançamento de esgotos. No balanço de massa foi constatado que tanto o fósforo total quanto nitrogênio inorgânico dissolvido foram influenciados pela carga de água do rio Guamá durante o período seco. Enquanto que com altos índices de pluviosidade, o fósforo total teve carga maior devido a maior contribuição da drenagem de água de esgotos lançados para dentro do reservatório. O tempo de retenção para o fósforo total foi de 180 dias e o nitrogênio inorgânico dissolvido foi de 536 dias. Através desse balanço foi possível quantificar a entrada, retenção e exportação de nutrientes como também avaliar o potencial de eutrofização desse reservatório. No modelo hidrodinâmico mostrou que a distribuição do módulo da velocidade foi idêntica para cada mês do ano, independente da direção do vento, tendo a mata ciliar em torno desse ambiente hídrico importante papel na diminuição da velocidade modular na superfície da água. Porém próximo ao canal de saída de água do lago foi observada variação da velocidade de 0,32 m/s no período chuvoso e de 0,28 m/s no período seco, o que pode estar relacionada com as precipitações. Além disso, a entrada de água no reservatório forma vórtice tendendo ao processo de assoreamento, fato esse verificado na batimetria. Os processos de assoreamento nesse ponto se dão principalmente nos períodos com menores precipitações, pois a COSANPA aumenta as vazões de entrada de água para manter o nível do reservatório para o abastecimento da Região Metropolitana de Belém, propiciando o maior aporte de sedimentos suspensos, fato esse observado através dos parâmetros de turbidez, cor e sólidos suspensos, os quais tiveram maiores concentrações nesse ponto e uma diminuição à medida que se afastava para o ponto 3 (saída de água para o canal de ligação). Essas ferramentas são de grande importância para preservação do manancial, pois possibilitarão diagnosticar a capacidade que o lago tende a reter e eliminarem os nutrientes, bem como ao processo de circulação hidrodinâmica permitindo verificar locais que podem ter uma maior e menor deposição de materiais suspensos na coluna d’água. Esse estudo permitirá fornecer dados que subsidie as autoridades competentes e ajudará na conservação de outros mananciais utilizados para o abastecimento de água para as cidades.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos limnoquímicos do reservatório da Usina Hidrelétrica de Tucuruí (PA): uma avaliação temporal entre 1986 e 2001
    (Universidade Federal do Pará, 2003) SANTOS, Márcio José Moura dos; RAMOS, José Francisco da Fonseca; http://lattes.cnpq.br/8189651755374537
    O reservatório da UHE Tucuruí, cuja cota é de 72,00 m, comporta um volume de cerca de 50,8 milhões de metros cúbicos e inunda uma área de 2.850 Km2 , com um comprimento de cerca de 170 Km ao longo do rio principal, e largura máxima de 40 Km. O tempo de residência médio da água no reservatório é de aproximadamente 50 dias, com um volume de água não renovável de apenas 3 %. O presente trabalho concerne a hidroquímica dos sistemas rio Tocantins à (montante e jusante da barragem) e reservatório, caracterizando-os durante o ano de 2001, quanto à distribuição horizontal e vertical dos diversos parâmetros físicos, físicoquímicos e químicos, além de um estudo de análise temporal abrangendo o período 1986 a 2001, documentando o comportamento dos mesmos, desde o enchimento do lago até os dias de hoje. O estudo foi feito com base em parâmetros físicos (temperatura, transparência e sólidos totais em suspensão), físico-químicos (pH e condutividade), químicos (oxigênio dissolvido, CO2 livre, Ca2+, Mg2+, Na+ , K+ , HCO3 - , ferro total, fósforo total, amônia e nitrato). Foram feitos ainda estudos dos níveis tróficos dos sistemas durante o ano de 2001. Para tal utilizou-se o Índice de estado trófico de Carlson que, por sua vez, utiliza as variáveis transparência, clorofila-a e fósforo total a fim de classificar o corpo d’água quanto ao seu nível trófico. Os dados utilizados foram cedidos pela Eletronorte (Centro de Pesquisas Ambientais - CPA), além dos obtidos em campanha própria realizada em novembro de 2001. Foram definidas estações de amostragens no reservatório, tanto no corpo central (MJV, MP, MR – porções marginais e M3 e M1- antigo leito do rio Tocantins) como no compartimento Caraipé (C1 e C2), e no rio Tocantins, tanto à montante (M5) como à jusante da barragem (JT, NP, IT, MJ e CM), integrando assim o ambiente de estudo. Os sistemas estudados revelaram condições hidroquímicas diferentes quando consideramos o rio Tocantins (montante e jusante) e o interior do reservatório (corpo central e compartimento Caraipé). Segundo estudos da própria ELETRONORTE, tal fato têm explicações relacionadas à hidrodinâmica do reservatório; por exemplo, no interior do reservatório as porções marginais têm um tempo de retenção hidráulica 6 vezes maior que a parte mais central do mesmo, fato que influencia também na estratificação química do reservatório. A estratificação química é um fenômeno presente no interior do reservatório em 2001, pois os valores de oxigênio dissolvido apresentaram um decréscimo quando comparadas as zonas epilimnéticas e hipolimnéticas, CO2 livre, ferro total, fósforo total, amônia e nitrato apresentaram um comportamento contrário. O fator sazonalidade aparece no ambiente de estudo apresentando na maioria dos parâmetros analisados uma diferença de valores entre os períodos de chuva e estiagem. Um fato importante de ressaltar é o potencial considerável do rio Tocantins (à montante) no papel de fornecedor dos micronutrientes, principalmente ferro e fósforo total que posteriormente adentram o reservatório. A análise temporal das variáveis sólidos totais em suspensão, pH, oxigênio dissolvido, gás carbônico livre, amônia e fósforo total não revelou tendência significativa de aumento ou diminuição. pH e OD apresentaram valores mais constantes em intervalos favoráveis ao corpo d’ água e com desvios padrões baixos, enquanto que os restantes apresentaram grandes oscilações no período estudado. De maneira geral, em 2001 é possível classificar o ambiente de estudo como mesotrófico e oligotrófico nos períodos de chuva e estiagem, respectivamente. Os estudos revelaram ainda que no interior do reservatório encontram-se níveis tróficos menores do que os encontrados no rio Tocantins (montante e jusante). Considerando apenas o reservatório observa-se que o compartimento Caraipé possui um nível de trofismo maior do que o corpo central.
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