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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Comunicação e resistência: meios e usos da comunicação por grupos sociais atingidos pelo desastre da Hydro Alunorte em Barcarena, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2020-10-28) SANTOS, Andressa Arielly de Souza; STEINBRENNER, Rosane Maria Albino; http://lattes.cnpq.br/1508467019000744; https://orcid.org/0000-0003-4321-7245
    O objetivo desta dissertação é identificar e analisar os usos e meios de comunicação acionados pelos grupos sociais atingidos pelo desastre da Hydro Alunorte, em Barcarena - Pará, situada num histórico contexto de injustiça ambiental (ACSELRAD, 2001) que atravessa os conflitos socioambientais na Amazônia. O que motivou nosso estudo foi o fato da cobertura midiática do desastre ambiental, denunciado pelas comunidades locais e ocorrido no início do ano de 2018, envolvendo o vazamento de rejeitos da empresa norueguesa Hydro Alunorte, líder no mercado global de alumínio, ter alcançado repercussão nacional e internacional, porém com escasso espaço para as vozes populares e locais (STEINBRENNER, GUERREIRO NETO; BRAGANÇA; CASTRO, 2020). Assim, nosso intuito, a partir de um estudo exploratório de caráter qualitativo (YIN, 2016), considerando um período de 24 meses da ocorrência do desastre, foi justamente buscar as outras vozes, usual e historicamente invisibilizadas, no sentido de compreender, na perspectiva da midiatização (HEPP, 2014), os processos e práticas de comunicação (FRANÇA, 2016) para resistência (PERUZZO, 1998) que marcam nesse período as ações dos grupos sociais mobilizados, no que chamamos de campo da resistência comunicativa, em reação aos impactos ocasionados pelo desastre e na defesa de direitos e de seus territórios no município de Barcarena, entendido como "zona de sacrifício" da mineração (CASTRO, 2019).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Entre dunas, mangue e mar: narrativas e resistências dos moradores da Ponta da Sofia em Salinas (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-28) FERREIRA, Erika Mourão; COSTA, Vânia Maria Torres; http://lattes.cnpq.br/7517564393392394
    Esta dissertação tem como objetivo principal compreender as interações, narrativas e práticas de resistência dos moradores da comunidade da Ponta da Sofia, em Salinópolis (PA), diante da violação de seu território para a instalação de empreendimentos turísticos. O estudo abordará o cotidiano dessa comunidade, suas produções de sentido sobre história, lugar, preservação do meio ambiente e relações de afeto, explorando as narrativas dos moradores, suas interações e os processos de resistência em suas práticas sociais e culturais. Os procedimentos metodológicos adotados são fundamentados na pesquisa qualitativa, com base na análise de dados por meio de entrevistas (MOTTA, 2013); (GOMES, 2007), amparada na prática etnográfica conforme definido por Rocha e Eckert (2008), e realização de entrevistas. Os principais autores utilizados para embasar a compreensão das narrativas e práticas sociais incluem Ferdinand Tönnies (1973), Martin Buber (1987), Filho e Mendes (2014), Krenak (2021), Medeiros e Ido (2018), Gudynas (2019) e Santos (2023). O resultado desta investigação destaca não apenas as adversidades enfrentadas pelos moradores da Ponta da Sofia, mas também a resiliência e a profundidade de suas conexões, especialmente o cuidado com o meio ambiente, uma vez que compreendem a intrínseca interdependência com o ecossistema que consideram seu lar.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A personagem Michele da série 3%: ambiguidades, patriacardo e branquitudes na construção do seu perfil
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-29) SANTOS, Rayza Carolina Rosa dos; SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; http://lattes.cnpq.br/3263239932031945; https://orcid.org/0000-0003-0552-4295
    Em 2008 houve o lançamento da distopia infanto-juvenil Jogos Vorazes de Suzanne Collins, obra que viria a influenciar uma tendência literária e sequencialmente audiovisual de distopias produzidas para o público majoritariamente jovem e jovem adulto, sendo em sua maioria protagonizadas por mulheres. E no cinema, mais especificamente, por mulheres brancas. No presente trabalho, é neste específico contexto que analisamos a protagonista Michele (Bianca Comparato), da série brasileira 3% (2016-2020). Analisamos a construção do perfil desta, evidenciando as marcas dos preceitos patriarcais e as suas relações com a representação de movimentos de resistência. A obra foi escolhida por ter sido a primeira produção totalmente brasileira da empresa de streaming Netflix e, consequentemente, por sua grande difusão de público. O seriado está sendo estudado a partir do seu contexto de produção e lançamento – com pontuais comparações com outras distopias e os perfis femininos de suas protagonistas – com base em teorias feministas de gênero, sobretudo as de bell hooks (2019) e Audre Lorde (2019) e demais autoras contemporâneas. Por fim, analisamos a obra a partir da perspectiva dos estudos teóricos sobre a branquitude e seus mecanismos de manutenção de poder, de autoras como Linda Alcoff (2015), Cida Bento (2022), Lia Vainer Schucman (2012) e Françoise Vergès (2019), pois neste estudo foi possível perceber que distopias audiovisuais protagonizadas por figuras femininas e, principalmente, brancas, ganharam força nos últimos anos como tendência de produções feitas para uma grande circulação e comercialização, sendo marcadas por representações de resistências pouco radicais. Assim, o trabalho aqui apresentado buscará evidenciar que apesar do contexto de representação de resistência, ainda é perceptível na narrativa a manutenção de certos aspectos do status quo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Território em transformação: conflitos na pesca artesanal – Araguari, Porto Grande, Amapá, Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2020-03-25) LIMA, Laís Melo; PAULA, Cristiano Quaresma de; SILVA, Christian Nunes da; http://lattes.cnpq.br/4284396736118279
    O presente estudo tem objetivo principal discorrer sobre os fatores que contribuíram para as transformações na territorialidade dos pescadores artesanais do Rio Araguari - Amapá. Localizados no trecho médio da bacia, os pescadores artesanais de Porto Grande fazem parte da parcela de atingidos pelos empreendimentos hidrelétricos instalados na ultima década. Com a instalação, os pescadores artesanais do Araguari passam a relatar alterações nos ciclos de reprodução dos pesqueiros e, consequentemente, perda da territorialidade pesqueira e de áreas piscosas, correndo maior pressão sobre novas áreas e insegurança na trafegabilidade em pesqueiros anteriormente utilizados. Com o novo uso, passa-se a relatar a ocorrência de conflitos e disputas pelo recurso. Dessa forma, recorremos ao panorama de políticas implementadas sobre o espaço amazônico, para compreender as estratégias de uso e apropriação conferidas nas diferentes temporalidades pelos diferentes agentes, assim como as respectivas resistências da atividade pesqueira.
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