Navegando por Assunto "Rio Xingu (Médio)"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Composição, riqueza e abundância de espécies de anfíbios na região do médio rio Xingú(Universidade Federal do Pará, 2009) LIMA, Amanda André; GALATTI, Ulisses; http://lattes.cnpq.br/1040132527458660Este estudo teve como objetivo inventariar a fauna de anfíbios nos diferentes hábitats da região do Médio Rio Xingu. Para tanto, foram selecionadas seis localidades, sendo as amostragens realizadas em três incursões, entre novembro de 2007 e março de 2008, totalizando 48 dias. Foram identificados seis tipos de hábitats na região amostrada: floresta de terra-firme, floresta sazonalmente alagável (várzea), margem do rio, “pedral”, lagoa e área alterada. Para a coleta de dados foram utilizadas duas metodologias: armadilhas de interceptação e queda e procura ativa. As armadilhas foram instaladas apenas nas áreas de floresta de terra-firme, enquanto a procura ativa foi empregada em todos os tipos de hábitats identificados. As amostragens resultaram no registro de 56 espécies de anfíbios e outras oito espécies foram identificadas e registradas em estudos anteriores na área. A diversidade e riqueza de espécies foram maiores na localidade Caracol, onde predominou a floresta de terra-firme, e menor na localidade Ilha Grande, dominada por floresta sazonalmente alagável. Foram registrados nove modos reprodutivos na área de estudo, sendo todos observados na floresta de terra-firme e apenas três nos “pedrais”, o que parece refletir a baixa heterogeneidade ambiental dessa área. Para comparar as localidades estudadas foram realizadas duas análises de similaridade, uma para cada metodologia de coleta utilizada. A análise de similaridade dos dados de procura ativa apontou maior semelhança na composição das espécies entre as áreas de floresta de terra-firme do que entre os outros hábitats. A análise de agrupamento realizada entre a composição de espécies obtida nesse estudo e outros levantamentos realizados na Amazônia agrupou esta área com outra também localizada no Médio Xingu.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Distribuição espaço-temporal de macroinvertebrados aquáticos do médio Rio Xingu, Altamira - PA(Universidade Federal do Pará, 2008-08-29) JESUS, Allan Jamesson Silva de; CAMARGO-ZORRO, Mauricio; http://lattes.cnpq.br/5423657235023988O presente estudo objetivou avaliar a estrutura da assembléia de macroinvertebrados bentônicos no médio rio Xingu, estimando a produção secundária anual. Dois ambientes no setor do médio rio Xingu foram estudados, um lêntico (lago da Ilha Grande) e o canal principal. No lago foram realizadas coletas nos habitats marginal e profundo, utilizando amostrador tipo core e uma draga Ekiman-Birge; já nos habitats de corredeira e remanso no canal principal, os organismos foram coletados com uma rede tipo surber e core. As coletas ocorerram durante 12 meses abrangendo o período de cheia (janeiro a maio) e da seca (junho a dezembro) local. Foram coletados um total de 23.432 indivíduos da macrofauna bentônica, referentes a 43 táxons, 8 classes e 4 filos. Os insetos e gastrópodes corresponderam, respectivamente, a 47% e 36% do total de exemplares capturados. A maior diversidade de táxons foi registrada para os ambientes de corredeiras. O ambiente de remanso do rio por sua vez foi muito similar em riqueza de espécies, ao ambiente marginal do lago. A densidade média no período de seca foi de 1.605,75 ind.m-2, e no período da cheia de 894,43 ind.m-2. Leptophlebiidae, Hydropsychidae e Chironomidae, com 29,0%, 21,4% e 13,1%, respectivamente contribuíram com maior abundância no ambiente de rio. Já para o lago, os Chironomidae (34,6%) Oligochaeta (23,2%), Chaoboridade (14,7%) e Nematoda (14,5%) contribuíram com a maior proporção da densidade. As diferenças encontradas nas assembléias de macroinvertebrados entre habitats foram relacionadas a diferenças de oxigênio dissolvido e nutrientes. Os ambientes de corredeira foram os mais diferenciados de todos os habitats estudados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Diversidade e abundância de algas epilíticas no setor do médio Rio Xingu-PA(Universidade Federal do Pará, 2010-08-31) BASTOS, Alessandra dos Santos Matni; CAMARGO-ZORRO, Mauricio; http://lattes.cnpq.br/5423657235023988Perifíton é definido como uma complexa comunidade de microorganismos (fungos, algas, bactérias, animais), que juntamente com partículas orgânicas e inorgânicas encontra-se aderido firme ou frouxamente, a um substrato submerso. As algas epilíticas são organismos encontrados naturalmente em rios e ambientes de corredeiras, além de outros ecossistemas. O presente trabalho tem por objetivo, caracterizar quali e quantitativamente a comunidade epilítica do setor do médio rio Xingu, durante um ciclo anual. No canal principal do rio Xingu, foi selecionado o ambiente de corredeira das localidades Boa Esperança e Arroz Cru. O epilíton foi removido, devidamente identificado, e preservado em solução de Transeau e posteriormente analisado em laboratório. Foram listadas 132 espécies, distribuídas em 78 gêneros. A riqueza total observada para Boa Esperança e Arroz Cru, nos meses estudados, foram de 108 e 101 espécies, respectivamente. Dentre todas as classes, Bacillariophyceae expressou maior contribuição nas duas localidades em termos de riqueza e abundância. A espécie epilítica mais abundante foi Aulacoseira granulata (Ehrenberg) Simonsen (Bacillariophyceae), para os locais estudados. Em novembro/2006 e janeiro/2007 (enchente), ocorreram às maiores densidades média: 133 e 124 ind.cm-2 no ambiente fluvial Boa Esperança. No Arroz Cru foi de 107 e 90 ind.cm-2. O menor valor de densidade média ocorreu em março/2007 (cheia), com 26 ind.cm-2 no ambiente fluvial Boa Esperança e em agosto/2006 (enchente) com 15 ind.cm-2 no Arroz Cru. A diversidade do epilíton variou entre os períodos sazonais. A precipitação, o vento, a turbidez e os nutrientes, possivelmente influenciaram nas variações de abundância, riqueza e densidade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Effect of seasonal flooding cycle on litterfall production in alluvial rainforest on the middle Xingu River (Amazon basin, Brazil)(Universidade Federal do Pará, 2015-08) CAMARGO-ZORRO, Mauricio; GIARRIZZO, Tommaso; JESUS, Allan Jamesson Silva deO pressuposto para este estudo foi que a produção de serrapilheira nos ambientes inundáveis do médio rio Xingu, segue um padrão de variação sazonal. Assim, se quantificou durante um ciclo anual a produção de serapilheira total e de suas frações, e se indagou a correlação entre o regime do nível do rio e a produção de serapilheira. Quatro ambientes de floresta ombrófila aluvial foram estudados: duas florestas inundáveis de lagoas insulares (Ilha Grande e Pimentel) e dois ambientes de floresta marginal no canal principal do rio Xingu (Boa Esperança e Arroz Cru). A produção de serapilheira total nos quatro ambientes mostrou um padrão sincrônico com a variação do nível do rio e com a inundação das áreas marginais. Por sua vez, foi evidente um aumento da produção de frutos durante a inundação local e de forma inversa uma maior produção de flores com o regime de seca. Os padrões registrados para os componentes de serapilheira do médio rio Xingu, confirmam os achados para outros ambientes amazônicos e tropicais.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Effect of waterfalls and the flood pulse on the structure of fish assemblages of the middle Xingu River in the eastern Amazon basin(Instituto Internacional de Ecologia, 2015-08) BARBOSA, Thiago Augusto Pedroso; BENONE, Naraiana Loureiro; RUFFEIL, Tiago Octavio Begot; GONÇALVES, Alany Pedrosa; SOUSA, Leandro Melo de; GIARRIZZO, Tommaso; JUEN, Leandro; MONTAG, Luciano Fogaça de AssisA estrutura da ictiofauna em rios neotropicais é constantemente influenciada por fatores ambientais, espaciais e/ou temporais, uma vez que as espécies tendem a ocupar ambientes com condições favoráveis à sua sobrevivência. Dessa forma, esta pesquisa tem como objetivo responder qual o principal fator responsável pela estruturação das assembleias de peixes no Médio Rio Xingu, testando a influência dos fatores ambientais, espaciais e temporais, além da presença de barreiras naturais (cachoeiras). Os dados foram coletados, trimestralmente, entre os meses de julho de 2012 e abril de 2013, utilizando redes de emalhe de tamanhos de malha variados. Foram mensuradas 17 variáveis ambientais. Foram coletados 8.485 indivíduos distribuídos em 188 espécies. Observou-se que sólidos dissolvidos totais, condutividade, material em suspensão total e oxigênio dissolvido foram as variáveis que mais influenciaram a ictiofauna do médio Rio Xingu. Observou-se que apenas as barreiras naturais e os períodos hidrológicos foram determinantes, ocorrendo tanto variação longitudinal quanto lateral, ficando claro que a conectividade entre os diferentes trechos do médio rio Xingu é de suma importância na estruturação das assembleias de peixes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Influence of the flood pulse on the reproduction of Tocantinsia piresi (Miranda Ribeiro) and Auchenipterus nuchalis (Spix & Agassiz) (Auchenipteridae) of the middle Xingu River, Brazil(Universidade Federal do Pará, 2015-08) FREITAS, Tiago Magalhães da Silva; PRUDENTE, Bruno da Silveira; OLIVEIRA, Valéria de Albuquerque; OLIVEIRA, Mairo Nazareno Carvalho de; PRATA, Erival Gonçalves; SOUSA, Híngara Leão; MONTAG, Luciano Fogaça de AssisAnalisamos a influência do pulso de inundação na biologia reprodutiva dos auchenipterídeos Tocantisia piresi (Miranda Ribeiro, 1920) e Auchenipterus nuchalis (Spix & Agassiz, 1829) no médio rio Xingu, no Estado do Pará, Brasil. Os indivíduos analisados foram coligidos por meio de capturas trimestrais entre os meses de abril de 2012 a janeiro de 2014 contemplando os quatro períodos hidrológicos (cheia, vazante, seca e enchente). A proporção sexual, o tamanho de primeira maturidade sexual, o índice gonadossomático e o fator de condição foram analisados para as duas espécies, e avaliados em função dos diferentes períodos hidrológicos. Foram coletados 897 espécimes de T. piresi, sendo 467 fêmeas e 430 machos, e 383 A. nuchalis, sendo 286 fêmeas e 97 machos. Para T. piresi a proporção sexual variou apenas nos períodos de enchente e vazante, enquanto que para A. nuchalis a proporção variou entre todos os períodos hidrológicos, com uma proporção maior de fêmeas do que machos. Em relação ao tamanho mínimo da primeira maturação sexual, as fêmeas de T. piresi maturam com tamanho inferior aos dos machos, enquanto que o inverso foi registrado para A. nuchalis. Para T. piresi a maior atividade reprodutiva foi registrada nos períodos de seca e enchente, enquanto que para A. nuchalis a maior atividade foi registrada na enchente e cheia. Machos e fêmeas de T. piresi não diferiram entre os padrões de crescimento, ambos apresentaram crescimento alométrico positivo. Já para A. nuchalis, o padrão de crescimento diferiu entre os sexos, embora ambos tenham apresentado crescimento alométrico negativo. Para as fêmeas de ambas as espécies foram observadas um maior fator de condição no período da vazante. Assim, nossos resultados evidenciam que o pulso de inundação pode influenciar de maneiras distintas os parâmetros reprodutivos destas duas espécies de auchenipterideos, pois a desolva de A. nuchalis parece acontecer no período de cheia e de T. piresi para a época de seca do Médio Rio Xingu
