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Navegando por Assunto "Ritos e cerimônias fúnebres"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Iluminando os mortos: um estudo sobre o ritual de homenagem aos mortos no dia de finados em Salinópolis – Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014-05-26) NEGRÃO, Marcus Vinícius Nascimento; ALENCAR, Edna Ferreira; http://lattes.cnpq.br/7555559649274791
    A Iluminação dos Mortos, realizado no município de Salinópolis (PA) – e em alguns municípios do nordeste do Pará –, consiste em um ritual de homenagens aos mortos, que ocorre anualmente por ocasião do Dia de Finados, no dia 02 de Novembro. Neste município, há uma maneira muito particular de prestar tributo aos mortos, na qual seus túmulos, no período da noite, são iluminados com o acendimento de velas para, em sequência, ocorrer um momento de confraternização entre os familiares dos falecidos. Dessa maneira, os principais aspectos que problematizo neste trabalho dizem respeito às questões simbólicas subjacentes a este ritual de homenagens aos mortos. Assim, a iluminação dos mortos funciona como um dispositivo que aciona sociabilidades em torno da morte, reintegrando, simbolicamente, os mortos à vida social e os vivos à vida espiritual.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Saudades, Reencontros e Manicuera: espetacularidades entrecruzadas de afeto na Iluminação dos Mortos em Curuçá-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-01-28) SALES, Valéria Fernanda Sousa; SANTA BRÍGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199
    Este estudo compreende a alteridade que vivenciei no cemitério São Bonifácio e Bosque da Igualdade com biscateiros, famílias enlutadas, vendedoras de manicuera, de doces de tapioca, de grinaldas de flores e com os praticantes da Iluminação dos Mortos em Curuçá-PA nos anos de 2017, 2018, 2019, 2020 e 2021. Vivência que trouxe à luz o corpo da pesquisa em suas dimensões econômicas, sociais, simbólicas e de pertencimento como etapa importante para a saída do luto e o apaziguamento entre vivos e mortos. Com o mergulho epistemológico na Etnocenologia, enquanto Etnocenóloga de Ritos Fúnebres, adenso as discussões sobre espetacularidades apresentando o corpo-cemitério, territorialidade habitada por mortos que possuem vizinhos de sepultura, zeladores de túmulos e biscateiros (trabalhadores exclusivos para construção, pintura, limpeza e identificação de casas-túmulo) – nomenclatura própria do fenômeno e que compreendo como um papel social dentro das Práticas e Comportamentos Humanos Espetaculares Organizados (Armindo Bião). Na Iluminação dos Mortos, os túmulos são enfeitados com grinaldas de flores, velas são acesas e preces são realizadas pelos praticantes que desfilam seus estilos escolhidos para aquela ocasião em um verdadeiro Cemitério Fashion, com camisas personalizadas homenageando o morto familiar, sendo o corpo, o templo do afeto (Miguel Santa Brigida) para honrar seus antepassados. Para desenterrar as concepções que cercam a mudança de mentalidade sobre a morte de si mesmo para a morte do outro (Philippe Àries), pelo deslocamento do espaço geográfico da igreja cemitério para o cemitério secular, na secularização da morte em Curuçá-PA, movi meus estudos para a igreja histórica da Ordem Terceira do Carmo em Sabará – MG, por ainda conservar indícios de igreja cemitério. Assim, apresento como contribuição epistemológica o Campo Movente, noção que possibilita ao pesquisador mover seus estudos para outro campo/corpo que abriga semelhanças históricas, territoriais, simbólicas e/ou de pertencimento para a compreensão do fenômeno estudado. Na trajetividade desta pesquisa, enfrentei a morte do meu pai em 2019, passei pela compreensão do luto, acompanhei os curuçaenses que se reconectaram aos seus entes queridos através de preces e velas acesas em quintais e cruzeiros do município durante a Pandemia de Covid-19.
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