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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação nutricional da torta de dendê para suplementação de ruminantes na Amazônia Oriental(Universidade Federal do Pará, 2006) COSTA, Dayana Alves da; CAMARÃO, Ari Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1649891765946593; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544O trabalho foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, Pará, (1º28´ S 48º27´ W de Greenwich), com o objetivo de avaliar a influência da adição da torta de dendê (Elaeis guineensis) como alternativa para suplementação alimentar de ruminantes, em períodos críticos de produção de forragem na Amazônia Oriental. Foram determinadas as características nutricionais da torta de dendê, durante um período de 21 dias, com 16 ovinos, em gaiolas metabólicas individuais, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado, em quatro tratamentos e quatro repetições, onde os tratamentos (T1, T2, T3 e T4) continham quicuio-da-amazônia (Brachiaria humidicola) e níveis crescentes de 10%, 20%, 30% e 40% de inclusão de torta de dendê. Os consumos de matéria seca, em g/dia e % do peso vivo, foram de 666,6 e 2,5; 686.9 e 2,4; 649,4 e 2,4; e 540,9 e 2,0, de matéria orgânica 706,5; 710,8; 708,1 e 632,3 g/dia, e de proteína bruta 37,3; 42,9; 58,7 e 56,4 g/dia. O consumo de FDN, em g/dia, foi de 584,7; 583,5; 565,2; 527,0. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca foram de 50,3; 47,8; 52,2; e 55,2%, da matéria orgânica de 50,8; 49,6; 53,5; e 56,3% e de proteína bruta de 48,0; 38,7; 66,8; 69,4%, em T1, T2, T3 e T4, respectivamente. A torta de dendê possui potencial produtivo, com elevada disponibilidade de matéria seca e bom valor nutritivo, constituindo-se em alternativa para ser utilizada como suplemento alimentar para ruminantes, principalmente em períodos críticos de estiagem, em níveis em torno de 30%, e possibilita maior consumo e digestibilidade de matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, com suprimento adequado de energia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Características quantitativas e qualitativas do capim-mombaça, submetido a doses crescentes de nitrogênio em clima tropical úmido – classificação AF(Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) OLIVEIRA, Joelma Kyone Silva de; DOMINGUES, Felipe Nogueira; http://lattes.cnpq.br/1461187309835749A cadeia produtiva de ruminantes no norte do Brasil tem sua base sustentada por forragens, sendo então seu manejo e fertilização, garantindo a perenidade das gramíneas, de fundamental importância para a produção final de proteína de alto valor biológico para consumo humano. Objetivamos avaliar as características do Panicum maximum cv. Mombaça fertilizado com doses crescentes doses de nitrogênio em condições climáticas Af, sendo uma condição caracterizada por precipitação pluviométrica frequente em todos os meses do ano, ou seja, ausência de uma estacionalidade no regime de chuvas. Foram avaliadas características produtivas, morfogênicas, estruturais e químicas do capim-Mombaça em parcelas, sendo o experimento delineado em blocos ao acaso com seis tratamentos (0, 10, 20, 30, 40 e 50 kg de N ha-1 aplicação-1), cada aplicação realizada após cada corte e quatro repetições, uma repetição por bloco perfazendo um total de 24 parcelas e o corte feito a uma altura de resíduo de 40 cm, sempre que a altura média da parcela atingia 90 cm por ser considerada a altura em que o dossel intercepta 95% da luz incidente. Os dados foram submetidos à análise de variância e de regressão, a significância empregada foi de 5% dos coeficientes linear e quadrático e no coeficiente de determinação. A adubação nitrogenada afetou (p<0,05) taxas de alongamento, aparecimento, número de folhas vivas por perfilhos e a produção de massa seca do capim-Mombaça. A qualidade da forrageira também foi afetada pelas doses de N (p<0,05), sendo os teores de PB influenciados positivamente e os valores de CT negativamente. Os teores de fibra e lignina não foram influenciados pela fertilização (p<0,05), sendo um resultado positivo do ponto de vista nutricional da forragem, já que altos teores de fibra e lignina não favorecem o consumo e limitam a digestão. O nitrogênio proporciona melhores resultados quantitativos e qualitativos para capim-Mombaça em regiões de clima tropical.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Cinética de fermentação e parâmetros ruminais de animais alimentados com dietas contendo níveis de inclusão de torta da amêndoa de castanha-do-pará(Universidade Federal do Pará, 2016-02-25) BUDEL, Juliana Cristina de Castro; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; SOUSA, Luciano Fernandes; http://lattes.cnpq.br/4653514398045610; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544A cinética de fermentação e a degradabilidade efetiva (DE) da torta da amêndoa de castanha-do-pará (Bertholletia excelsa Bonpl.) - (TAC) foram avaliadas nas proporções 0 (controle), 15, 30, 45, 60 e 100% da matéria seca em substituição à silagem de milho (SM), através da produção de gases in vitro, nos tempos 3, 6, 9, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. O delineamento experimental para produção de gases foi em blocos ao acaso, com seis tratamentos, três blocos e duas repetições por bloco. Para estimativa dos parâmetros de cinética de fermentação ruminal de cada tratamento, o modelo de France et al. (1993) foi ajustado aos dados. Em experimento in vivo, avaliou-se os parâmetros ruminais de ovinos alimentados com 0, 15, 30 e 45% (MS) de TAC, e silagem de milho. As coletas de líquido ruminal para determinação da concentração dos AGCC, pH e N-NH3 foram realizadas às 08h00, antes do fornecimento da dieta, e às 10h00, 12h00, 14h00, 16h00 e 18h00, pós-prandial. O delineamento foi inteiramente casualizado, com medidas repetidas no tempo, sendo quatro tratamentos e três repetições. Os resultados das variáveis: acetato, propionato, butirato, relação acetato:propionato, pH e NH3 foram submetidos à análise de variância e regressão (linear e quadrática) considerando-se tratamento, tempo e a interação de ambos. Utilizou-se o teste F, com nível de significância de 5% (P<0,05). O padrão de cinética de fermentação e DE foi linear decrescente (P<0,05), diminuindo a produção de gás total à cada nível de inclusão do coproduto. Não houve efeito da interação tratamento vs tempo para as variáveis AGV total (P>0,40), ácido acético (P>0,41), propiônico (P>0,85), butírico (P>0,62) e pH (P>0,57). Não houve, também, efeito na concentração de AGV total (P>0,75), nem na de ácido acético (P>0,07), entre os tratamentos. A concentração dos ácidos propiônico e butírico mMol/100 mL de líquido ruminal reduziram (P<0,001) e (P<0,022), com a inclusão de 45% MS de TAC. As maiores concentrações, nos tempos de mensuração foram observadas 4 horas após a alimentação. Os valores de pH apresentaram efeito quadrático tanto na inclusão (P<0,001), quanto no tempo (P<0,001). Houve interação tratamento vs tempo na concentração de N-NH3 (mg/ml) (P<0,001) e na relação dos ácidos acético:propiônico (P<0,014). Recomenda-se o uso da TAC, em níveis iguais ou inferiores a 30%, combinado com diferentes fontes de carboidratos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Composição bromatológica e cinética da fermentação ruminal de rações contendo resíduos de babaçu(Universidade Federal do Pará, 2014-03) SOUSA, Luciano Fernandes; MACEDO JUNIOR, Gilberto de Lima; SANTOS, Rogério Pereira dos; SILVA, André Guimarães Maciel e; BORGES, IranObjetivou-se com o experimento demonstrar a composição bromatológica e avaliar a cinética de fermentação e degradabilidade ruminal efetiva in vitro, por meio da técnica "Hohenheim Gas Test", da farinha do mesocarpo do babaçu I® e II® (FMBI e FMBII) e de rações com diferentes níveis de inclusão. Foram conduzidos dois ensaios: um com os subprodutos puros e milho e outro com rações com inclusões da FMBI e FMBII nas seguintes proporções: 0; 7,5; 15,0 e 22,5% da matéria seca total. O delineamento foi o de blocos casualizados sendo seis blocos no primeiro e cinco no segundo ensaio. Os tempos de mensuração dos gases produzidos foram 3; 6; 9; 12; 24; 48; 72 e 96 horas. As farinhas FMBI e FMBII apresentaram composições bromatológicas diferentes, em relação aos constituintes da fibra (FDN, FDA e Lignina). As farinhas FMBI e FMBII apresentaram padrões de cinética de fermentação inferiores aos padrões de fermentação do milho grão. Com o aumento da proporção de FMBI e FMBII na ração, reduz-se a produção de gases por tempo de incubação. Em virtude do exposto, pode-se afirmar que as farinhas do mesocarpo I e II, apesar de serem fontes de amido, não apresentaram fermentação ruminal semelhante à fonte amilácea padrão, o grão de milho.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Conditioned food aversion to Ipomoea carnea var. fistulosa induced by Baccharis coridifolia in goats(2013-08) ADRIEN DELGADO, María de Lourdes; CORREA, Gabriela Riet; OLIVEIRA JÚNIOR, Carlos Alberto de; PFISTER, James A.; COOK, Daniel; SOUZA, Elda Ely Gomes de; CORREA, Franklin Riet; SCHILD, Ana LuciaBaccharis coridifolia é uma planta tóxica que possui forte poder aversivo em ruminantes. Os objetivos deste trabalho foram induzir aversão condicionada a Ipomoea carnea avar. fistulos em caprinos utilizando B. coridifolia como agente aversivo e comparar a eficiência desta aversão com a aversão induzida por cloreto de lítio (LiCl). Treze cabras foram divididas em dois grupos: o Grupo 1 com seis cabras foi avertido com 175mg/kg de peso corporal (pc) de LiCl e o Grupo 2, com sete cabras, foi avertido com 0,25g/kg de pc de B. coridifolia seco. Todas as cabras foram avertidas no dia 1 logo após a ingestão de I.carnea. A aversão foi repetida nos dias 2, 3 e 7 nos caprinos que ingeriram qualquer quantidade de I. carnea, utilizando-se o mesmo procedimento do dia 1. Os caprinos de ambos os grupos foram desafiados nas baias nos dias 23 e 38 após o último dia da aversão e desafiados na pastagem nos dias 11, 15, 18, 20, 22, 25, 27 e 29 após o último dia da aversão. Posteriormente os caprinos foram desafiados a cada 15 dias na pastagem até o 330º dia após o último dia da aversão (7º dia). Duas cabras do Grupo 1 ingeriram I. carnea no primeiro dia do desafio na pastagem, quatro dias após o ultimo dia da aversão nas baias. Além disso, outra cabra do mesmo grupo reiniciou a ingestão da planta no 18º dia e outras duas no 20º dia. Uma cabra do Grupo 1 que nunca havia ingerido a planta após a aversão morreu no 55º dia. Uma cabra do Grupo 2 começou a ingerir I. carnea no primeiro dia de desafio na pastagem e uma segunda reiniciou o consumo da planta no 182º dia. No final do experimento no 330º as cinco cabras avertidas com B. coridifolia permaneciam sem ingerir a planta. Estes resultados sugerem que B. coridifolia ou algum princípio ativo dessa planta pode ser utilizado para induzir aversão condicionada a plantas tóxicas. A utilização de B. coridifolia como agente aversivo é aparentemente mais barato e mais fácil de ser utilizado do que o LiCl, o qual requer o uso de sonda oro-gástrica e pessoal qualificado para sua implementação.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Consumo e digestibilidade de silagem de sorgo (Sorghum bicolor [L.] Moench) como alternativa para alimentação suplementar de ruminantes na Amazônia Oriental(Universidade Federal do Pará, 2006) SIMON, Jaime Édson; CAMARÃO, Ari Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1649891765946593; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544Este trabalho foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, Pará, (1º28´ S 48º27´ W de Greenwich), para avaliar o efeito de quatro níveis (0%, 15%, 30% e 45%) de concentrado, com subprodutos da agroindústria regional, em substituição à silagem de sorgo, no consumo voluntário e digestibilidade aparente da matéria seca (MS), proteína bruta (PB), energia bruta (EB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA). Foi realizado um ensaio metabólico, em 14 dias de adaptação e sete dias de período experimental, utilizando-se dezesseis ovinos, de cinco meses e média de 23 kg, em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições. Os dados foram analisados pelo software SAS. A inclusão de concentrado na dieta influenciou o consumo voluntário e a digestibilidade aparente de todos os nutrientes, sendo descrito por função quadrática. Constatou-se um aumento quadrático nos consumos aparentes da MS e MO, contudo, com aumento do nível de concentrado na ração, foram observadas diminuições significativas nos teores de FDN e FDA. Percentagens entre 30% e 45% de concentrado na dieta proporcionam melhores consumos e digestibilidades dos nutrientes, exceto de FDN e FDA. A utilização de concentrado na silagem de sorgo, o que proporciona maior disponibilidade de matéria seca na forragem e elevação do valor nutritivo da ração, é capaz de promover aumento da produtividade animal.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Consumo, digestibilidade, balanço de nitrogênio e composição bromatológica da torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru Mart.), na alimentação de ruminantes(Universidade Federal do Pará, 2012-02-10) MENEZES, Bruno Peres de; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; http://lattes.cnpq.br/9647377426235964; ANDRADE, Stefano Juliano Tavares de; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544Foi avaliado a torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru, Mart.), oriunda do processamento de amêndoas, após a extração do óleo pela indústria cosmética, sobre os efeitos da substituição dos níveis 0%; 10%, 20%, 40% e 60%, na dieta básica da gramínea mombaça (Panicum maximum cv. Mombaça) sobre o consumo e digestibilidade aparente da matéria seca (CDMS); matéria orgânica (CDMO); extrato etéreo (CDEE); proteína bruta (CDPB); fibra em detergente neutro (DAFDN); fibra em detergente ácida (CDFDA); celulose (CDCEL) e hemicelulose (CDHCEL) e balanço de nitrogênio. Foi realizado ensaio metabólico com 20 ovinos castrados, peso vivo médio de 24 kg, distribuídos em cinco tratamentos e quatro repetições, em delineamento inteiramente casualizado. Houve período adaptativo de 21 dias, com cinco dias de coleta de dados da dieta fornecida e sobras, fezes e urina. Os CMS, CMO, CEE, CPB, CFDN, CFDA, CHCEL, CLIG apresentaram efeitos quadráticos em função dos níveis de substituição com torta na dieta. Os CDMS; CDMO e CDPB não apresentaram efeitos significativos. Os CDEE, com nível de substituição ótimo de 56,64% e digestibilidade máxima de 88,62%, CDFDN com nível de substituição ótimo de 42,45% e digestibilidade máxima de 68,25%, CDFDA com nível de substituição ótimo de 31,63% e digestibilidade máxima de 66,80%, CDCEL com nível de substituição ótimo de 27,45% e digestibilidade máxima de 72,21% apresentaram efeito quadrático devido à substituição com torta de murumuru. O balanço de nitrogênio não apresentou efeito significativo no intervalo de inclusão de 0% a 60% de torta. Conclui-se que a torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru, Mart.), tem como principal limitação o baixo consumo alimentar e digestibilidade, além da impossibilidade de sua utilização como concentrado exclusivo na dieta de ovinos mostrando-se como alternativa alimentar em até 20% de substituição em dietas para ovinos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Desempenho e características de carcaças de cordeiros suplementados com diferentes níveis de resíduo de biodiesel(Universidade Federal do Pará, 2011-02-15) SOARES, Bruno Cabral; ÁVILA, Sandra Cristina de; http://lattes.cnpq.br/9683521652094464; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; SILVA, André Guimarães Maciel e; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544Objetivou-se verificar o efeito de diferentes níveis de suplementação do resíduo de biodiesel oriundo do dendê, na dieta de cordeiros em confinamento. Foram utilizados 25 ovinos machos, SRD, castrados, com peso vivo médio de 20 kg. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso, com cinco repetições por tratamento, para os dados de ganho de peso e características de carcaça. Os dados de biometria foram analisados em um esquema de parcelas subdivididas. O período experimental foi de 84 dias, com quatorze dias de adaptação e 70 dias para obtenção das variáveis estudadas. O arraçoamento foi dividido em duas refeições, às 7h:00 e 17h:00. As dietas foram compostas de 34% de feno de Panicum maximum cv. Massai e 61% de concentrado, a base de milho quebrado, farelo de soja, minerais e 5% de óleo de dendê ou resíduo de biodiesel de dendê, em níveis crescentes (zero, 25, 50, 75 e 100%), respectivamente. No inicio do período experimental e a cada 14 dias foram realizadas pesagens pela manhã, antes da primeira refeição para avaliação do desempenho e medidas biométricas e abatidos ao final do período experimental para avaliação das características de carcaça após passarem por 12 h de jejum de sólidos e dieta líquida. Foram observados efeitos significativos (p < 0,05) dos níveis de inclusão do resíduo de biodiesel oriundo de dendê. As equações de regressão apresentaram efeito linear crescente, para as variáveis: consumo de matéria seca (CMS), peso vivo (PV), ganho de peso (GPD), escore corporal (EC), comprimento corporal (CC), perímetro torácico (PT), largura de peito (PT), e quadrático para PCQ, PCF, RCQ e RB. A utilização de resíduo de biodiesel de dendê, em substituição ao óleo dendê na alimentação de cordeiros, promove efeito crescente no consumo de matéria seca e ganho de peso, melhora as características de carcaça e torna-se uma alternativa para aumentar a densidade energética de dietas para ovinos em crescimento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desempenho e características de carcaças de cordeiros suplementados com diferentes níveis de resíduo de biodiesel(2012-12) SOARES, Bruno Cabral; SOUZA, Karla Débora Santana de; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; SILVA, André Guimarães Maciel e; ÁVILA, Sandra Cristina de; KUSS, Fernando; ANDRADE, Stefano Juliano Tavares de; RAIOL, Laura Cristina Barra; COLODO, Juliana Cristina NogueiraEstudou-se a suplementação de dietas de cordeiros confinados com resíduo de biodiesel, utilizando-se 25 ovinos, SRD, machos, castrados, com média de peso de 20kg. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com cinco repetições por tratamento e esquema de parcelas subdivididas para os dados de biometria. O experimento teve a duração de 70 dias. As dietas eram compostas de 34% de volumoso e 61% de concentrado, à base de milho, soja, minerais e 5% de óleo de dendê ou resíduo de biodiesel, em percentagens crescentes – zero, 25, 50, 75 e 100%. Os animais foram abatidos ao final do experimento para avaliação da carcaça. Foram observados efeitos significativos (P<0,05) de percentagem de inclusão do resíduo, para as variáveis de desempenho e biometria demonstrados nos efeitos lineares crescentes das equações de regressão, assim como para peso da carcaça quente (PCQ) –, com médias de 14; 15,92; 16,14; 16,42 e 18,02% – e peso da carcaça fria (PCF) –, com médias de 13,12; 14,78; 15,06; 15,70 e 17,25% –, para dietas com, respectivamente, 0, 25, 50, 100% de resíduo de biodiesel de dendê. A utilização de resíduo de biodiesel de dendê na alimentação de cordeiros em crescimento é alternativa para aumentar a densidade energética de suas dietas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Diagnóstico da paratuberculose em bovinos de corte do estado do Pará - Brasil(Universidade Federal do Pará, 2005-04-01) SILVA, Érica Bandeira da; DIAS, Hilma Lúcia Tavares; http://lattes.cnpq.br/4501155453484456514 amostras de sangue bovino foram analisadas para detecção de anticorpos anti-Mycobacterium avium (subsp.) paratuberculosis, utilizando um kit comercial do teste ELISA indireto. Os animais eram todos mestiços, machos e fêmeas, classificados em dois grupos, de acordo com a idade, menores ou iguais a 36 meses e maiores de 36 meses, provenientes de 23 municípios do Estado do Pará. Além deste teste, também foram colhidas 100 amostras de fragmentos de intestino delgado e de linfonodo mesentérico para análise bacteriológicaatravés da coloração de Ziehl-Neelsen, a fim de identificar o Mycobacterium avium (subsp.) paratuberculosis. As amostras foram colhidas aleatoriamente em matadouro da região metropolitana de Belém. No teste ELISA indireto, das 514 amostras de sangue bovino 182 (35,4%) foram reagentes para anticorpos anti-Mycobacterium avium (subsp.) paratuberculosis e 332 (64,6%) foram não-reagentes. Em todas as mesorregiões encontraramse animais soropositivos. As fêmeas com idade superior a 36 meses mostraram maior respostas ao teste , 92,06% de animais soropositivos. Entre os machos, a maior prevalência (76,79%), foi obtida nos mais novos, com idade abaixo de 36 meses. Das 100 lâminas coradas através do método de Ziehl-Neelsen, nenhum Mycobacterium sp. foi identificado. Conclui-se assim, que o elevado número de animais com anticorpos anti-Mycobacterium avium (subsp.) paratuberculosis indica a presença da doença em todas as mesorregiões estudadas, devendo-se atentar aos riscos desta enfermidade, através de pesquisas mais abrangentes sobre a Paratuberculose, com aplicação de métodos diagnósticos diretos e indiretos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Distúrbios comportamentais em ruminantes não associados a doenças: origem, significado e importância(2011-09) MALAFAIA, Pedro Antônio Muniz; BARBOSA NETO, José Diomedes; TOKARNIA, Carlos Maria Antônio Hubinger; OLIVEIRA, Carlos Magno ChavesDissertação Acesso aberto (Open Access) Efeito da utilização do óleo de dendê na dieta sobre a qualidade do sêmen in natura de búfalos (Bubalus bubalis) criados em Belém, Pará(Universidade Federal do Pará, 2012-08-23) SILVA, Geanne Rocha da; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; GARCIA, Alexandre Rossetto; http://lattes.cnpq.br/2678267039338224O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da incorporação de óleo de palma sobre os níveis lipídicos séricos e a qualidade espermática de touros bubalinos. O trabalho foi desenvolvido na Embrapa Amazônia Oriental, com 12 touros bubalinos previamente selecionados, com idade média de 3,47 ± 0,92 anos e peso inicial de 456,8 ± 50,4 kg. Os touros foram confinados e divididos em dois grupos, de acordo com a raça, idade e a alimentação recebida. A alimentação (milho triturado, farelo de trigo e silagem de milho; proporção volumoso/concentrado de 50%) em cocho coletivo. O Grupo CONT recebeu dieta sem adição de óleo de palma e o Grupo ÓLEO recebeu dieta com adição de 2% de óleo de palma sobre a MS. Foram realizadas as análises bromatológica e de perfil de ácidos graxos dos alimentos. Foram investigados o perfil lipídico sérico, os aspectos físicos e morfológicos do sêmen in natura e as relações entre eles. A análise estatística contemplou a análise de variância (Anova), a comparação de médias pelo teste de Tukey, além das correlações de Pearson (P<0,05). O Grupo ÓLEO teve consumo 71,23% superior de ácidos graxos saturados e 55,40% superior de ácidos graxos insaturados em relação ao Grupo CONT. Efeitos significativos em relação aos grupos, para os parâmetros séricos, foram observados para triglicerídeos, colesterol, HDL e lipídeos totais, com valores maiores para o Grupo ÓLEO e, efeitos significativos em relação a período para colesterol, LDL, VLDL e lipídeos totais (P<0,05). Com relação aos parâmetros seminais, houve significativa redução em turbilhonamento e integridade de membrana plasmática, e redução da concentração seminal em função do período para o Grupo ÓLEO. Houve correlação significativa entre as variáveis: triglicerídeos e defeitos menores (r=-0.412; P=0,006), LDL e defeitos totais (r=-0,333; P=0,030), VLDL e viabilidade espermática (r=0,381; P=0,012), lipídeos totais e defeitos menores (r=-0.366; P= 0,017), e lipídeos totais e defeitos totais (r=-0,309; P= 0,046). Apesar de haver relação entre maiores níveis de lipídeos séricos e melhor morfologia espermática e do uso do óleo de palma não reduzir a qualidade do sêmen in natura a níveis abaixo dos fisiológicos, seu uso a 2% na dieta não favoreceu efetivamente os parâmetros relacionados com elevação da qualidade seminal e potencial fertilidade dos touros.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo soroepidemiológico de Brucella abortus, Toxoplasma gondii e vírus da artrite encefalite caprina em rebanhos caprinos nas unidades produtoras dos estados do Pará e Maranhão(Universidade Federal do Pará, 2009-01-30) PIRES, Claudina Rita de Souza; DIAS, Hilma Lúcia Tavares; http://lattes.cnpq.br/4501155453484456Pesquisou-se a frequência da ocorrência de anticorpos anti-Brucella abortus, Toxoplasma gondii e vírus da artrite encefalite caprina (CAEV) em caprinos de 14 unidades produtoras localizadas dos Estados do Pará e Maranhão. No Estado do Pará foram analisados animais dos municípios de Benevides, Castanhal, Santa Izabel do Pará e Moju e no Estado do Maranhão, o município de Chapadinha. Os testes sorológicos realizados para o diagnóstico da brucelose foi o teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT), como teste de triagem, e o 2- Mercaptoetanol (2-Me), como teste confirmatório. Para as análises de toxoplasmose foi utilizado a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) e para CAEV Imunodifusão de Gel de Agarose (IDGA). O resultado das análises de brucelose mostrou-se negativo para 100,0% das amostras analisadas. Para toxoplasmose e CAEV a frequência obtida foi 23,5% (97/412) e 21,6% (85/393), respectivamente. Foi observada diferença estatística na relação entre a ocorrência de anticorpos anti-Toxoplasma gondii e a faixa etária dos caprinos, mostrando que animais com idade superior a 24 meses tiveram mais risco de estarem infectados quando comparados com animais mais novos OR= 2,15 (IC 95% 1,19 – 3,88). Já os fatores de risco encontrados para CAEV foram: falta de conhecimento da doença OR=6,45 (IC 95% 2,88-14,47); a não utilização de material descartável, OR=10,85 (IC 95% 4,85-24,28); sistema de criação extensivo OR=10,85 (IC 95% 4,85-24,28); sistema de criação semi-extensivo OR=3,71(IC 95% 1,64-8,39) e manejo OR=11,4 (IC 95% 5,51-23,60). Conclui-se que as unidades produtoras de caprinos dos Estados do Pará e Maranhão apresentam positividade em seus rebanhos para toxoplasmose e CAEV.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intoxicação natural e experimental por Metternichia princeps (Solanaceae) em caprinos(2012-09) PRADO, Juliana da Silva; BRITO, Marilene de Farias; CALDAS, Saulo Andrade; YAMASAKI, Elise Miyuki; BARBOSA NETO, José Diomedes; MAIA, Diogo dos Santos; TOKARNIA, Carlos Maria Antônio HubingerEntre os anos de 2007 e 2009 ocorreu uma doença nefrotóxica de evolução subaguda com alta mortandade em caprinos em uma propriedade no município de Itaguaí, estado do Rio de Janeiro. Levantou-se a suspeita de que Metternichia princeps, planta pertencente à família Solanaceae, seria a causa. Através de experimentação em caprinos o quadro clínico-patológico de intoxicação por esta planta e a dose letal foram estabelecidos. Na experimentação foram utilizados 12 caprinos de diferentes raças, de ambos os sexos, jovens a adultos, com pesos acima de 15 kg. Os animais que receberam as doses de 30g/kg em 5 dias, 15g/kg em 3 dias, doses únicas de 10g/kg e de 5g/kg, morreram. Dos três animais que receberam as doses únicas de 2,5g/kg, dois morreram e um não apresentou sinais clínicos e o animal que recebeu a dose única de 1,25g/kg, também não apresentou sinais clínicos. O início dos sinais clínicos após a administração da planta variou entre 7h e 46h45min. A evolução variou entre 3h6min e 126h40min. Os primeiros sinais clínicos apresentados foram inapetência, adipsia, apatia e relutância ao movimento. Em seguida os animais entravam em decúbito esternal e ao serem colocados em estação, mantinham os membros anteriores flexionados, apoiavam apenas os posteriores no chão até evoluírem para flexão dos quatro membros e seguia-se o decúbito lateral. À necropsia destacaram-se o edema de tecido adiposo perirrenal, rins pálidos e, ao corte, com estriação esbranquiçada desde o córtex até a região medular. À histopatologia foi verificada acentuada necrose coagulativa das células epiteliais dos túbulos uriníferos. Comparativamente aos casos naturais, os caprinos intoxicados experimentalmente por M. princeps apresentaram quadro clínico-patológico semelhante. Desta maneira foi comprovado que Metternichia princeps é responsável pela doença nefrotóxica em caprinos no Rio de Janeiro; a menor dose que causou a morte dos caprinos nos experimentos foi 2,5g/kg.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Intoxicação por Brachiaria spp. em ruminantes: revisão bibliográfica e alterações histológicas em fígados e linfonodos mesentéricos de bubalinos(Universidade Federal do Pará, 2010-02-12) RIVERO, Beatriz Riet Correa; RIVERO, Gabriela Riet Correa; http://lattes.cnpq.br/7540534565167837O presente trabalho teve por objetivo descrever a intoxicação por Brachiaria spp. no Brasil e determinar as alterações histológicas do fígado e linfonodos mesentéricos de bubalinos mantidos em pastagens de Brachiaria spp., e está dividido em dois capítulos: Capítulo 1- Intoxicação por Brachiaria spp. em ruminantes no Brasil, que será traduzido para inglês e submetido à Toxicon; e Capítulo 2- Alterações histológicas em fígados e linfonodos de bubalinos mantidos em pastagens de Brachiaria spp., que será submetido à Pesquisa Veterinária Brasileira.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Intoxicação por Ipomoea spp. em ruminantes na Ilha de Marajó(Universidade Federal do Pará, 2009-02-09) TORTELLI, Fábio Py; RIVERO, Gabriela Riet Correa; http://lattes.cnpq.br/7540534565167837Na Ilha de Marajó, embora exista grande quantidade de I. asarifolia e I. carnea subsp. fistulosa, não há relatos de intoxicação por essas plantas em caprinos, ovinos e bubalinos. A intoxicação por I. asarifolia foi observada nessa região somente em bovinos (Barbosa et al. 2005). O objetivo do presente trabalho foi descrever a intoxicação por em bovinos e ovinos e a intoxicação por I. carnea subsp. fistulosa em caprinos na Ilha de Marajó, sendo constituído de dois capítulos: Capitulo I- Intoxicação por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) em caprinos na Ilha de Marajó; e Capítulo II- Intoxicação por Ipomoea asarifolia (Convolvulaceae) em ovinos e bovinos na Ilha de Marajó.Tese Acesso aberto (Open Access) Intoxicação por sal em ovinos e caprinos no estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2014-06-30) DUARTE, Marcos Dutra; BARBOSA NETO, José Diomedes; http://lattes.cnpq.br/1516707357889557O presente trabalho relata os primeiros surtos de intoxicação por sal em pequenos ruminantes no Brasil, em uma propriedade no estado do Pará. A avaliação das instalações e do manejo indicaram, como fatores predisponentes, a ingestão excessiva de mistura mineral e a restrição hídrica. O primeiro surto ocorreu em ovinos, quando de 545 animais, oito (1,46%) adoeceram e destes, quatro (50%) morreram. O segundo e o terceiro surtos afetaram um rebanho de 191caprinos. No segundo surto, quatro (2,09%) animais adoeceram e nenhum morreu. No terceiro surto, oito caprinos (4,19%) adoeceram e dois (25%) deles morreram. Os principais sinais clínicos observados nos ovinos foram decúbito, diminuição ou ausência da sensibilidade cutânea, ausência dos reflexos de ameaça, palpebral e auricular, midríase, nistagmo, opistótono, espasticidade de membros, sonolência e estupor. Observaram-se ainda, timpanismo, diarreia, taquipneia, taquicardia, desidratação e poliúria. A evolução do quadro clínico nos ovinos que morreram variou de duas horas e meia a 48 horas. Nos caprinos, os principais sinais clínicos observados foram fraqueza muscular, alterações de postura da cabeça e do pescoço como permanência com a cabeça baixa, rotação da cabeça e do pescoço, extensão e desvio lateral do pescoço, decúbito esternal e lateral, midríase, ausência do reflexo pupilar à luz, permanência com os membros pélvicos e torácicos abduzidos ou em ampla base, aumento do reflexo flexor, micção frequente e sede intensa. Observaram-se ainda, hipomotilidade ruminal, taquicardia, diminuição do turgor cutâneo. A evolução do quadro clínico nos caprinos do segundo surto variou de quatro a 24 horas. Nos caprinos do terceiro surto a evolução foi de seis e oito horas nos que morreram e de dois a três dias nos caprinos que se recuperaram. As médias das concentrações séricas de sódio e de potássio de 31 ovinos do mesmo lote afetado pela intoxicação, em amostras colhidas durante o surto, revelaram hipernatremia (190mEq/l) e hipercalemia (8,2mEq/l), respectivamente. Nos caprinos, as médias das concentrações séricas de sódio e de potássio de 36 caprinos do mesmo lote dos animais afetados no segundo surto, em amostras colhidas dois dias antes do início dos sinais clínicos, revelaram hipernatremia (167mEq/l) e nível médio de potássio (4,7mEq/l) dentro dos valores de referência para a espécie. No entanto, as médias desses mesmos parâmetros, em amostras de caprinos do terceiro surto, com sinais clínicos da intoxicação (143,7mEq/l para o sódio e 3,9mEq/l para o potássio), estavam dentro dos valores de referência. Em apenas um dos quatro ovinos que morreram, foi observado à necropsia achatamento das circunvoluções cerebrais. Microscopicamente, neste ovino havia vacuolização moderada do neurópilo, particularmente nas lâminas intermediárias do córtex cerebral, com aumento dos espaços perineural e perivascular. Nessas áreas foram observados ainda, acentuada tumefação e edema dos astrócitos e necrose neuronal aguda. Nos caprinos não foram observadas lesões macro e microscópicas. As dosagens de sódio realizadas em amostras de encéfalo dos animais intoxicados revelou, em um ovino, valor de 3.513 ppm e em dois caprinos, valores de 3.703 e 3.675 ppm. Cinco caprinos do terceiro surto foram tratados com dexametasona e tiamina, por via intramuscular, duas vezes ao dia, durante dois dias, além da ingestão de água, em pequenas quantidades, três vezes ao dia. Todos os animais tratados estavam recuperados em três dias. O diagnóstico foi realizado com base na epidemiologia, nos sinais clínicos, nas lesões observadas, nas dosagens de sódio no soro e no encéfalo e na resposta ao tratamento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intoxicações experimental e natural por Ipomoea asarifolia (Convolvulaceae) em búfalos e outros ruminantes(2005-12) BARBOSA NETO, José Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; DUARTE, Marcos Dutra; PEIXOTO, Paulo Fernando de Vargas; TOKARNIA, Carlos Maria Antônio HubingerAtravés de experimentos por via oral, verificou-se que o búfalo é tão sensível quanto o bovino à intoxicação por Ipomoea asarifolia R. et Schult., planta responsável por ocasionais surtos de intoxicação em bovinos, ovinos e caprinos. Uma a quatro doses diárias de 10-20g/kg provocaram o aparecimento de sintomas acentuados e bastante semelhantes em ambas as espécies, consistindo principalmente em incoordenação, tremores musculares e balanço da cabeça, inclusive da parte anterior do corpo (movimento pendular). Em búfalos, os sintomas de incoordenação eram um pouco menos acentuados, com tendência de os animais permanecerem em decúbito esternal. Embora não haja nenhum relato de intoxicação natural por I. asarifolia em búfalos, é possível que casos de intoxicação nessa espécie estejam passando despercebidos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Nutrient intake and digestibility of the lipid residue of biodiesel from palm oil in sheep(2012-11) RAIOL, Laura Cristina Barra; KUSS, Fernando; SILVA, André Guimarães Maciel e; SOARES, Bruno Cabral; SOUZA, Karla Débora Santana de; COLODO, Juliana Cristina Nogueira; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; ÁVILA, Sandra Cristina deDissertação Acesso aberto (Open Access) Ocorrência de anticorpos contra os vírus da leucose enzoótica bovina, rinotraqueíte infecciosa bovina e diarreia viral bovina em bubalinos (Bubalus bubalis) no Estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2014-02-28) MONGER, Suellen da Gama Barbosa; PEREIRA, Washington Luiz Assunção; http://lattes.cnpq.br/9266281009742277A leucose bovina, a diarréia viral bovina e a rinotraqueite infecciosa bovina estão entre as principais viroses que levam a perdas na produtividade e no desempenho reprodutivo de ruminantes. Embora bovinos e bubalinos sejam frequentemente criados em conjunto e apesar da comprovada ocorrência dessas enfermidades em bubalinos, trabalhos sobre ocorrência natural dessas viroses nessa espécie ainda são escassos. Deste modo, objetivou-se verificar a ocorrência de anticorpos contra os vírus da Leucose enzoótica bovina (LEB), Diarreia viral bovina (BVD) e Rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) em bubalinos de criações localizadas nas Mesorregiões Nordeste Paraense, Metropolitana de Belém e do Marajó, no Estado do Pará, além de identificar os fatores de risco para a BVD em criações das Mesorregiões Nordeste Paraense e Metropolitana de Belém. No presente estudo foram avaliados 350 soros de bubalinos (Bubalus bubalis) procedentes de propriedades agropecuárias localizadas nas respectivas mesorregiões, que foram submetidos às técnicas de sorologia: imunodifusão para LEB e soroneutralização para BVD e IBR. A frequência para as respectivas doenças na população de estudo foram: 0% (0/350), 53,71% (188/350) e 91,71% (321/350). Bubalinos machos e animais com idade mais avançada apresentaram maior soropositividade para BVD. A frequência de bubalinos sororreagentes para BVD foi maior na Mesorregião do Marajó, em relação às Mesorregiões Nordeste Paraense e Metropolitana de Belém, enquanto para IBR foi maior nas Mesorregiões Nordeste Paraense e Metropolitana de Belém. Dentre as variáveis investigadas, o tipo de ordenha foi o único identificado como fator de risco para a ocorrência da BVD em bubalinos.
