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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Ciência do sagrado na Amazônia. Encontros entre a tradição e modernidade nas práticas de pajelanças e religiões afro-brasileiras
    (Universidade Federal do Pará, 2018) NASCIMENTO, Ana Lídia Cardoso do; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911
    As práticas de cura por meio de conhecimento empírico, da experiência e da vivência cotidiana sempre fizeram parte das relações sociais e culturais de populações humanas, em diversos e diferentes contextos e realidades. E a realidade amazônica como portadora de uma riqueza e potencialidade de sociobiodiversidade ampara e sustenta, com criatividade nata, um arcabouço de crenças religiosas, com caráter mágico e místico. O mesmo vai oportunizar a construção de um escopo fundamentado nas heranças ancestrais dos indígenas, com a pajelança indígena, entremeada de novas configurações sob o poder criador do caboclo amazônico, com a pajelança cabocla, e seu caráter sincrético ou sintéticos de tantas outras influências, e a inserção da religiosidade africana, que mesmo não sendo oriunda da Amazônia, absorve com inteligência e sabedoria os conhecimentos já existentes e ressignifica sua religiosidade. Nesse sentido, a presente tese se assenta na discussão de como estas, nos seus procedimentos e rituais, podem gerar um corpo instituinte do que se convencionou chamar nesta tese de ciência do sagrado. É nesse desenho que este trabalho foi construído, no sentido de identificar a constituição de uma ciência do sagrado, sob a luz e direcionamento destas práticas religiosas, que não somente representam e se identificam como religião, mas também ampliam seus horizontes e expandem sua compreensão de mundo e de religião ao se relacionarem e seres mediadores de entidades espirituais, com saberes sobrenaturais, que estão numa dimensão diferente da ciência racional. A intencionalidade do estudo foi de alcançar espaços geográficos diversos e ao mesmo tempo similar na construção das vivências e práticas religiosas na Amazônia paraense, extrapolando os limites até adentrar na Pan-Amazônia, na Tríplice Fronteira: Brasil, Colômbia e Peru. Assim, o campo de pesquisa esteve no estado do Pará, onde se trabalhou com a região metropolitana de Belém do Pará, nos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba. No mesmo estado, também se trabalhou no arquipélago do Marajó, nas cidades de Muaná e Soure; e no Baixo Amazonas, na cidade de Juruti. E trabalhou-se também na tríplice fronteira, nas cidades de Tabatinga-AM e Letícia-Co. As categorias teóricas básicas foram: sagrado e religiosidade e ciência na Amazônia; sagrado indígena; religião afro-brasileira; pajelança cabocla alicerçada à discussão da "Epistemologia do Sul", do "perspectivismo ameríndio ou indígena". A metodologia adotada possui uma orientação interdisciplinar, pautada na pesquisa qualitativa e documental, compreendendo a realidade no seu caráter multidimensional. E em função das discussões teóricas aliadas à análise dos saberes e fazeres dos sujeitos autônomos de cura, conclui-se que existe uma ciência instituída, com um corpo de conhecimento, princípios, metodologias e técnicas próprias, em que há a existência de sujeitos beneficiados e com sustentação efetiva de que a aplicação de tais conhecimentos conseguiu trazer melhoria de vida e alterar o estado de desequilíbrio instalado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O sagrado (re)velado em narrativas orais de mulheres quilombolas de Santíssima Trindade - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2022-03-15) SOUSA, Natasha Fernandes de; RAMOS, João Batista Santiago; http://lattes.cnpq.br/8078757512392983
    Esta pesquisa tem como propósito compreender o sagrado (re)velado em narrativas orais de mulheres da Comunidade Santíssima Trindade-Pará. A relevância social em de dar vez e voz aos saberes, a religiosidades e aos costumes dos que habitam ou habitaram espaços marginais, refletindo suas narrativas em busca de identificar possíveis interferências temporais, e, ainda, o que representa a Comunidade através de suas vozes. Para isto, a investigação apresentou uma metodologia com abordagem qualitativa com características descritivas, considerando as narrativas orais de três mulheres quilombolas da comunidade Santíssima Trindade. A constituição dos dados se deu através de observação, entrevista, conversas informais, registro audiovisual e caderno de anotações. Os resultados apontam que o sagrado é (re)velado através de manifestações de rituais religiosos com devoção aos santos, principalmente a São Pedro - o padroeiro da Comunidade, bem como, em rituais de cura com ervas ou de rezadeiras. Ressalta-se que o sagrado também se (re)vela por meio de hierofanias elementares ou mais elaboradas como a humana. Conclui-se que no sagrado (re)velado em narrativas orais das mulheres da comunidade quilombola Santíssima Trindade há um entrelaçamento entre vida e memória à própria história da Comunidade, tornando-se fonte de conhecimento para conhecer a história do lugar em que o sagrado se (re)vela com representatividade e pertencimento à comunidade de mulheres negras e quilombolas, para além de uma ideologia totalizadora.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O sagrado em preto e branco: um recorte da festa de são Benedito
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09) SERRA NETTO, Helio Figueiredo da
    A festa de São Benedito, conhecida como Marujada, ocorre todo mês de dezembro na cidade de Bragança no estado do Pará. Uma das características estéticas desse evento se manifesta na vestimenta dos devotos, conhecidos como marujos. O chapéu peculiar, a roupa branca, os pés descalços e os detalhes em vermelho (ou azul), criam a identidade dessa manifestação e constituemse como uma expressão imagética única. Ainda que as cores sejam predominantes nessa manifestação cultural, chamando a atenção de grande parte das pessoas que participam da festa, o objetivo deste artigo foi construir uma narrativa fotográfica que fosse além das cores e, ao se construir imagens em preto e branco, procurou-se captar o mais profundo da festa: a relação com o sagrado. Este artigo é um desdobramento de tese de doutorado que buscou refletir sobre a relação com o excesso tecnológico que vivenciamos hoje e como certas imagens podem nos redimir da violência nele embutida. Todas as imagens são de autoria do titular do artigo e foram construídas na Marujada do ano de 2015.
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