Navegando por Assunto "Sapajus spp"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação de simetria por comparação de treinos de emparelhamento ao modelo sucessivo (go/no-go)(Universidade Federal do Pará, 2013-09-16) PICANÇO, Carlos Rafael Fernandes; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024O emparelhamento ao modelo sucessivo (go/no-go) tem sido apontado recentemente como um procedimento eficaz para reduzir digressões de controle de estímulos no treino de relações condicionais com não humanos. Outros estudos sugerem a comparação entre curvas de aprendizagem de discriminações condicionais (simétricas e não simétricas) como um delineamento para avaliar propriedades de relações de equivalência. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial do uso desses procedimentos combinados na avaliação da propriedade de simetria com quatro macacos-prego (Sapajus spp.). A apresentação dos estímulos, a ativação de dispositivos e o registro das respostas foram automaticamente controlados por um software. Os animais foram mantidos em condições aprovadas pelo IBAMA. Por meio de um delineamento ‘ABAB’, com cada sujeito como seu próprio controle, foi comparado o treino de tarefas de emparelhamento ao modelo com relações simétricas (A) com o treino de tarefas não simétricas (B). Tanto na condição A quanto na condição B, relações condicionais A-B e B-A foram treinadas simultaneamente de tal forma que, a cada condição, quatro novas tarefas de emparelhamento ao modelo (com novos estímulos arbitrariamente relacionados) eram apresentadas. Quando simétricas, se as relações positivas fossem A1-B1, A2 B2, B1-A1 e B2-A2, as negativas eram A1 B2, A2 B1, B1 A2 e B2 A1. Quando não simétricas, se as relações positivas fossem A1 B1, A2 B2, B1 A2 e B2 A1, as negativas eram A1 B2, A2 B1, B1 A1 e B2 A2. Dois dos quatro sujeitos (Negão e Bongo) completaram a aquisição de um (Bongo) ou dois (Negão) conjuntos de relações (Condições A-simétrica e B-não simétrica) que permite avaliar a viabilidade do procedimento para verificar a propriedade de simetria. Os dados demonstram que a metodologia aqui empregada detectou a existência da propriedade de simetria nas relações condicionais aprendidas por Negão e sua ausência nas relações aprendidas por Bongo. Os dados são inconclusivos para ou outros dois sujeitos. Uma análise detalhada do desempenho de casa sujeito e suas medidas é apresentada.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da liberação de reforçadores durante o intervalo entre tentativas sobre desempenho no emparelhamento ao modelo com atraso em sapajus spp.(Universidade Federal do Pará, 2016-10-10) LEAL, Tamyres Roberta Colares; ROCHA, Fernando Allan de Farias; http://lattes.cnpq.br/3882851981484245; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966Estudos com pombos apontam que a liberação de estímulos reforçadores no Intervalo entre Tentativas (IET) em tarefas de discriminação simples e condicional pode produzir deterioração de controle de estímulos. No caso de discriminações condicionais, a literatura sugere que as condições que deterioram o desempenho envolvem a liberação de reforço ao final ou durante todo o IET, isto é, quando o reforço é liberado próximo ao início de uma nova tentativa. O presente estudo teve por objetivo investigar os efeitos da liberação de reforçadores durante o IET sobre o desempenho no emparelhamento ao modelo por identidade com atraso (identity delayed-matching-to-sample: DMTS) em três macacos-prego (Sapajus spp.). Cada tentativa era iniciada com a apresentação de um estímulo modelo; após a emissão de cinco toques ao modelo, iniciava-se um atraso e, ao término do atraso, estímulos de comparação eram apresentados para que a resposta de escolha ocorresse. Respostas corretas eram seguidas pela liberação de uma pelota de banana de 190 mg e pelo IET e respostas incorretas eram seguidas apenas pelo IET. As sessões eram compostas por tentativas com atrasos de 1 s, 5 s, e 20 s e IET de 30 s. Para estudar os efeitos da liberação livre de reforçadores, a pelota de 190 mg era liberada também durante o IET, conforme cinco condições, cuja ordem era aleatória e diferiu entre sujeitos: Início – liberação do reforçador após 5 s do início do IET; Meio – liberação após 15 s do início do IET; Fim – liberação após 25 s do início do IET; Todo – liberação após 5 s, 15 s, e 25 s do início do IET; e Nenhum – não havia liberação de reforço durante o IET. As condições foram aplicadas em dois procedimentos. No primeiro, denominado Manutenção, apenas um conjunto de estímulos foi vii utilizado em todas as condições de manipulação de liberação de reforço no IET; no segundo, denominado Aquisição, cada condição de manipulação apresentava um conjunto de estímulos específico. Não foi observado efeito das diferentes condições de liberação de reforço no IET sobre o desempenho geral dos sujeitos. No entanto, no procedimento de Aquisição, verificouse queda de desempenho nas tentativas de atraso máximo, de 20 s, embora as condições de liberação de reforço que afetaram o desempenho nessas tentativas diferiram entre os sujeitos. Um dos três sujeitos apresentou resultado semelhante ao encontrado na literatura, com deterioração de desempenho nas tentativas com o maior atraso, de 20 s, nas condições de liberação de reforço ao final e durante todo o IET. Os outros participantes apresentaram queda nas condições em que não havia liberação de reforço no IET ou quando a liberação ocorria no início ou fim do IET. Sugere-se, para novas pesquisas, testar os mesmos desempenhos nas mesmas condições com novos conjuntos de estímulos buscando-se replicação intra-sujeito e, posteriormente, utilizar tentativas com atrasos mais longos do que os 20 s, de acordo com a história de treino em diferentes atrasos de cada um dos sujeitosDissertação Acesso aberto (Open Access) Modelagem da resposta de arrastar um cursor numa tela sensível ao toque em macacosprego (Sapajus spp.).(Universidade Federal do Pará, 2016-11-07) SERIQUE, Igor Dias; MONTEIRO, Dionne Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/4423219093583221; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075Nos animais longevos ocorre grande desenvolvimento motor ao longo da vida, e os movimentos finos são importantes na adaptação ao ambiente. Os movimentos melhoram com a prática de antecipar obstáculos e corrigi-los conforme os resultados. Com as novas tecnologias de informática interativa, o uso da tela sensível ao toque passou a requerer diversos movimentos para executar tarefas que exigem compreensão dos estímulos visualizados. A habilidade manual e o uso de ferramentas por macacosprego já foram descritas, indicando que além do toque na tela, resposta usada no modelo atual de estudos do potencial simbólico, o macaco-prego seria capaz, por exemplo, de aprender a arrastar um estímulo na tela entre dois pontos definidos, permitindo ampliar o modelo de estudos do potencial simbólico. Este estudo é uma experiência original de ensinar macacos-prego a arrastar estímulos até um alvo, que corresponde a um primeiro passo para estudos posteriores de discriminação entre alvos e pistas falsas. Usando-se quatro macacos-prego do gênero Sapajus spp. foi feita a modelagem, com reforçamento diferencial por aproximações sucessivas da resposta de arrastar, em uma touchscreen, um estímulo apresentado no centro da tela até uma barreira circular em torno dele, cuja distância aumentava gradualmente. Os sujeitos adquiriram a resposta. Demonstrou-se que podemos usar a resposta de arrastar, aumentando o escopo das pesquisas sobre cognição e potencial simbólico do macaco-prego com tarefas que envolvem arrastar estímulos para alvos, ensinar novos repertórios relacionais e testar relações emergentes.
