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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    1978: letramento científico e consciência metacognitiva de grupos de professores em formação inicial e continuada: um estudo exploratório
    (Universidade Federal do Pará, 2015-04-15) GOMES, Ana Silvia Alves; ALMEIDA, Ana Cristina Pimentel Carneiro de; http://lattes.cnpq.br/1265908866509687; https://orcid.org/0000-0002-9432-2646
    Este trabalho buscou investigar as habilidades de letramento científico e o perfil metacognitivo de grupos de professores de educação básica e estudantes de cursos de licenciatura, utilizando dois instrumentos recentemente produzidos: o teste de habilidades de letramento científico – TOSLS, abreviatura em inglês de Test of Scientific Literacy Skills (GORMALLY et al, 2012) e o Inventário de Consciência Metacognitiva – MAI – abreviatura em inglês de Metacognitive Awareness Inventory (SCHRAW, e DENNISON,1994). Especificamente foram investigadas possíveis correlações entre habilidades metacognitivas e de letramento científico, aferindo e compararando diferentes tipos de habilidades metacognitivas e de letramento científico em grupos de professores em formação inicial e em formação continuada, além de avaliar as qualidades psicométricas e possíveis aperfeiçoamentos dos instrumentos utilizados. O trabalho fundamenta-se em pesquisas contemporâneas sobre letramento científico e metacognição, em particular, estudos que visaram investigar como essas habilidades são desenvolvidas por professores de ciências e matemática. Os resultados, obtidos com a aplicação dos instrumentos em um grupo de vinte três licenciandos e vinte professores em exercício, indicam que 74% dos sujeitos dos grupos pesquisados ainda não possui um nível adequado de letramento científico, apesar de declarar que utilizam frequemente diferentes estratégias metacognivas para estudar e planejar aulas. Também não foram encontradas correlações estatísticas significativas entre os escores do TOSLS e MAI, ou seja, habilidades metacognitivas e habilidades de letramento científico não se mostraram correlacionadas. Apresenta-se o detalhamento das principais habilidades com menores índices de acerto, discutindo a respeito de suas possíveis causas e medidas de mitigação para os problemas identificados, além de sugerir possibilidades de pesquisas futuras utilizando os instrumentos em questão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Alfabetização científica através da experimentação investigativa em um clube de ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-21) OLIVEIRA, Luana Cristina Silva; MALHEIRO, João Manoel da Silva; http://lattes.cnpq.br/7502225344402729; https://orcid.org/0000-0002-2495-7806
    Esta pesquisa apresenta um estudo qualitativo, caracterizando-se como pesquisa descritiva exploratória, que foi planejada e executada com a finalidade de analisar como se desenvolve a Alfabetização Científica entre estudantes do ensino fundamental que participaram do Clube de Ciências Prof. Dr. Cristovam Wanderley Picanço Diniz, da Universidade Federal do Pará- Campus Castanhal. Essa investigação surgiu a partir dos questionamentos realizados pela pesquisadora em relação a como se desenvolvia a educação científica entre estudantes que participavam de espaços não formais de ensino de ciências. Nossos principais referenciais teóricos são Sasseron (2008), Carvalho et al (2009), Carvalho (2013) e Malheiro (2016). Como instrumentos, utilizamos as videogravações, fotografia, o diário de bordo e gravações em áudio. Os participantes foram quatro estudantes do 5º ano e quatro estudantes do 6º ano. Durante os episódios analisados podemos observar como ocorreu a manifestação dos indicadores propostos por Sasseron (2008). Os indicadores de Alfabetização Científica foram evidenciados nos discursos dos estudantes, sendo considerados importantes para análises deste estudo. Percebemos que auxiliaram na compreensão de como se desenvolveu o processo de Alfabetização Científica, pois nos propusemos a analisar como os estudantes se dedicaram na construção de seus conhecimentos. Observamos que os indicadores só se desenvolvem no decorrer da atividade investigativa. Entretanto, constatamos que outras habilidades podem emergir no decorrer da atividade, que estão relacionados ao comportamento dos estudantes e ao que conseguem fazer durante a investigação. Diante da sequência investigativa realizada, percebemos o quanto é importante estimular os alunos a se evolverem com os conteúdos tratados, a terem mais autonomia, a serem criativos, a conseguirem dialogar e expor suas ideias sobre o que estão observando. Pois, notamos que esse incentivo é fundamental para a formação de cidadãos que saibam compreender os fenômenos que ocorrem a sua volta, além disso, permite-lhes avanços intelectuais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Alfabetização científica em ambiente de modelagem matemática
    (Universidade Federal de Mato Grosso, 2017-06) SOUZA, Ednilson Sergio Ramalho de; ESPÍRITO SANTO, Adilson Oliveira do
    Discussões sobre Alfabetização Científica têm sido comuns em publicações da área de ensino de Ciências e algumas da Educação Matemática. No entanto, a revisão de literatura mostra que poucos trabalhos abordam esse tema em associação com a Modelagem Matemática. Nosso objetivo é discutir sobre Alfabetização Científica em ambiente de Modelagem Matemática. Para isso buscamos respostas a duas perguntas principais: Quais habilidades são necessárias aos alfabetizados cientificamente? e Como elas emergem em práticas de Modelagem Matemática? Por meio de pesquisa bibliográfica verificamos que tais habilidades surgem em complexidade crescente conforme ocorre a transição entre as etapas de Modelagem e conforme ocorre a participação efetiva dos estudantes nessas etapas. O estudo gerou um quadro de referência que pode ser consultado por professores interessados em promover Alfabetização Científica em ambiente de Modelagem Matemática.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O ensino de química através de um centro de ciências Amazônico: uma possibilidade de inserção à cultura científica
    (Universidade Federal de Mato Grosso, 2020-08) TOLOSA, Francisco Everdosa; REIS, André Silva dos; SILVA, Maria Dulcimar de Brito
    A pesquisa buscou relatar e debater através de enfoque qualitativo, de caráter exploratório, atividades desenvolvidas durante um “Dia Temático de Química” no Centro de Ciências e Planetário do Pará (CCPP), com alunos do 3° ano do Ensino Médio de uma Escolada Rede Pública de Ensino de Belém (PA). Na ocasião, os estudantes participaram de práticas experimentais, com vistas, a verbalizar ideias e a responder um questionário direcionado as atividades realizadas, bem como, fazer considerações sobre a proposta do “Dia Temático”. A análise dos resultados revela que a atividadefoi relevante para os alunos, pois se sentiram confortáveis na exposição de ideias a respeito de alguns conceitos químicos, o que colabora na construção de novas concepções em relação a essaCiência. Do mais, verificou-se que o CCPP, um espaço não formal de ensino, pode contribuir no processo de alfabetização científica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Perguntas do professor monitor e a alfabetização científica em interações experimentais investigativas de um clube de ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-20) BARBOSA, Daisy Flávia Souza; MALHEIRO, João Manoel da Silva; http://lattes.cnpq.br/7502225344402729; https://orcid.org/0000-0002-2495-7806
    A presente investigação teve como objetivo analisar as perguntas dos Professores Monitores durante Sequência de Ensino Investigativa em atividades experimentais, almejando Indicadores de Alfabetização Científica (AC). Este estudo apresenta características de Pesquisa Participante com abordagem qualitativa, tendo como local de investigação o CCI Prof. Dr. Cristovam W. P. Diniz, contando com quatro Professores Monitores (PM1,..., PM4) e oito alunos (A1,..., A8) do 6º ano do Ensino Fundamental. Como procedimentos metodológicos, foi adotada a vídeo gravação com transcrições de nove episódios selecionados, considerando a Análise do Conteúdo (BARDIN, 2009). Verificamos que a problematização deve ser mais explorada antes da proposição do problema pelo Professor Monitor. Há uma identificação elevada de perguntas de foco e atenção, levantamento de hipótese e menor manifestação de perguntas de previsão. Destaca-se que devem ser mais bem trabalhadas as perguntas problematizadoras, enfatizando o uso do “como” e “por que”. As atividades complementares com uso de vídeos didáticos, dinâmica de grupo, construção de maquete e uso do escrever e desenhar em forma de HQs se constituíram mais eficientes durante a SEI. Percebeu-se também que há maior ocorrência de indicadores de AC ligados à organização de dados e levantamento de hipótese, em detrimento do indicador previsão, há, então, a necessidade de promover outros indicadores identificados como: organização de informações, explicação, raciocínio lógico e proporcional, teste de hipóteses e classificação de informações. Conclui-se que as perguntas dos Professores Monitores podem trazer contribuições para o processo de AC, à medida que forem formuladas com o propósito de desenvolver níveis de investigação com capacidade de raciocinar, de expor e defender opiniões, de expressar suas dúvidas em um contexto de problematização e de sistematização, o que vêm sendo amadurecido no Clube de Ciências.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Poranduba: uma experiência docente pela sabedoria das plantas medicinais nos rios da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-02) Santos, Dioemili Sá dos; Raposo, Elinete Oliveira; http://lattes.cnpq.br/6737474841439654; https://orcid.org/0000-0001-8995-0296
    Esta é uma pesquisa qualitativa, transformada em um relato (auto)biográfico, baseandose em minhas experiências como professora de alunos do 5º ano do ensino fundamental em uma escola ribeirinha da rede pública municipal de Ponta de Pedras, Pará, Brasil. Objetivou-se protagonizar as experiencias de ensino e de aprendizagens de uma professora e seus alunos no processo de desenvolvimento de uma Sequência Didática - SD de base etnobotânica nas aulas de Ciências no 5º ano do ensino fundamental. A pesquisa foi conduzida utilizando meu diário de formação e os diários dos estudantes, com registros de atividades das aulas, entrevistas semiestruturadas, registros fotográficos e outros. Utilizei a Análise Textual Discursiva (ATD) como metodologia de análise do material empírico e, após um processo de imersão, sistematizei dois eixos temáticos de análise: i) CHÁ PARA QUÊ? Uma abordagem com plantas medicinais nos anos iniciais em uma escola ribeirinha da Amazônia, e ii) A ETNOBOTÂNICA PELOS JARDINS DA DECOLONIALIDADE: lançando sementes para (re)pensar a formação docente em ciências. Os resultados e discussões foram apresentados em dois artigos, que permitem discussões e reflexões a respeito dos papéis do/a professor/a e do/a aluno/a nesses processos, em especial quanto ao uso da etnobotânica na sala de aula. É possível considerar que a proposta docente possui premissas para uma Abordagem Decolonial no ensino de Ciências, propicia aprendizagem significativa, Alfabetização Científica Intercultural com valorização do conhecimento tradicional e contribui para uma Educação Cidadã. Como fruto deste estudo, disponibilizei um livro em formato digital (e-book), denominado de PARA ALÉM DOS CHÁS: a etnobotânica através das plantas medicinais, que apresenta aos/às professores/as e alunos/as novas formas e possibilidades simples de ensinar e aprender botânica, cultura e educação científica. Essas experiências inovadoras no ensino de Ciências são fáceis de serem aplicadas e replicadas no cotidiano escolar, podendo ser ressignificadas pelos docentes conforme as necessidades de cada turma.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Scrapbook como recurso pedagógico no ensino de citologia na primeira série do ensino médio
    (Universidade Federal do Pará, 2019-07-29) PANTOJA, Felipe Farias; Vieira, Eduardo Paiva de Pontes; http://lattes.cnpq.br/2902323640527915; https://orcid.org/0000-0003-1641-7014
    A técnica do scrapbook é caraterizada pela confecção de um livro ou álbum de recortes relacionados a um determinado tema. Além de imagens, os álbuns podem ser constituídos por textos, artigos publicados em livros, revistas, mídias audiovisuais e objetos diversos. Neste sentido, a presente pesquisa foi desenvolvida a partir da possibilidade do uso do scrapbook em aulas de biologia do Ensino Médio. O objetivo foi explicitar a técnica de confecção do álbum como recurso pedagógico para a construção de conhecimentos voltados à perspectiva do letramento científico e para a autonomia do estudante, viabilizando uma alternativa metodológica para o processo de aprendizagem na área das Ciências da Natureza. Esta pesquisa caracteriza-se pela abordagem quanti-qualitativa. O desenvolvimento das atividades e a coleta de dados ocorreram em uma turma constituída por 40 (quarenta) estudantes da primeira série do Ensino Médio, em uma escola pública do município de Igarapé-Miri/PA, especificamente, em relação ao objeto de conhecimento citologia. Para as aulas utilizou-se uma Sequência Didática (SD) e construção do que se denominou Scrapbook Citológico, envolvendo essa temática com subitens predefinidos, exposição dos álbuns de recortes e aulas ministradas posteriormente com o intuito de sistematizar o conteúdo desenvolvido e construídos pelos educandos. Questionários semiestruturados foram utilizados para computação de informações e análise quantiqualitativa com inferências. Os resultados indicam que a temática desenvolvida atesta o êxito da técnica de scrapbook, assim podendo ser proposto como produto educacional no ensino de Biologia, ampliando possibilidades para o letramento científico. Como produto didático, propomos um guia de orientações para o uso da técnica do scrapbook por professores da área das Ciências da Natureza.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sobre besouros e borboletas: os sentidos, os significados e o ensino de ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2021-10-22) GUEIROS, Karla Cristina Fontelles; PERES, Ariadne da Costa; http://lattes.cnpq.br/5424406285707749; https://orcid.org/0000-0001-9228-3690
    Pensar no ensino de ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental, se faz necessário uma vez que as crianças oficializam na escola o contato com os conceitos científicos por meio da mediação do professor. Para o professor cabe ainda, o desafio de criar entre seus alunos, uma perspectiva crítica sobre a cultura científica no processo de construção do conhecimento, negociando os significados construídos pelos alunos quando envolvidos ativamente em situações de ensino em ciências. Muitas pesquisas apontam que a escola e o ensino de ciências ainda vêm caminhando na direção oposta, desconsiderando características próprias do fazer cientifico e o potencial investigativo e criativo da criança, perpetuando um ensino arcaico e experimental que não reconhece a dialética envolvida na construção do conhecimento. Nesse contexto, imbuída pelo desejo de fazer ciência na escola junto com o grupo de alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental e trazendo na trajetória profissional traços que me distanciam de uma visão empobrecida e linear do conhecimento, somados a uma enorme curiosidade pelo mundo natural, cheguei ao seguinte problema de pesquisa: Em que termos eu professora dos anos iniciais em conjunto com uma turma do 1º ano ao realizarmos atividades de pesquisa sobre os bichos de jardim, ao refletirmos sobre os sentidos e significados, expressamos nossos conhecimentos científicos? Diante dessa questão, o seguinte objetivo foi estabelecido e direciona meu olhar durante a pesquisa: investigar a minha prática docente no primeiro ano do Ensino Fundamental, por meio da realização de pesquisa em sala de aula, como possibilidade de produzir conhecimento científico junto com meus alunos colaborando com a alfabetização científica e permitindo a elaboração de um produto educacional capaz de auxiliar como referência à prática de outros docentes. Recorri ao enfoque teórico-metodológico da pesquisa narrativa para unir os fragmentos narrativos desde a minha formação até o suporte a rede de significados e sentidos expressados pelos alunos quando envolvidos em situações de aprendizagem, tornando textos de campo em textos de pesquisa. Os dados, únicos e singulares foram construídos em sala de aula no desenvolvimento da pesquisa em sala, onde estudamos os Bichos de Jardim, com uma turma de 15 alunos. Para registro dos dados foi utilizado um diário narrativo, gravações em áudio, atividades, desenhos e fotos extraídos da prática de sala de aula, selecionando episódios de aula mais significativos no que diz respeito a interpretação dos significados. Como resultado do processo, destaco a construção de conhecimentos científicos transpostos em conhecimento escolar, por meio de uma rede de significados que dão sentido a realidade estudada, observei a ampliação de conceitos espontâneos, o desenvolvimento de uma postura investigativa, aquisição de um vocabulário científico e prazer pelas atividades em grupo. Dentro desse contexto, envolvida pelo prazer de ensinar ciências, fazendo ciência, discuto os desafios da educação científica na escola, a valorização da criança como sujeito da sua aprendizagem, capaz de fazer ciência, apoiada nas teorias de Piaget e Vygotsky. Converso também com outros autores que destacam a importância da alfabetização científica e descartam a crença de que a criança não tem maturidade e abstração necessária para produzir conhecimento. Nesses termos defendo a importância do ensino contextualizado e baseado em uma metodologia ativa e de exploração do ambiente não com o objetivo de oferece respostas mas sobretudo gerar a curiosidade, a indagação e o interesse pela ciência por meio da pesquisa em sala.
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