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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação espacial e sazonal da precipitação no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2013-10-21) MENEZES, Franciani Pantoja; FERNANDES, Lindemberg Lima; http://lattes.cnpq.br/4641468846318922
    O objetivo deste estudo foi avaliar a variabilidade espacial e sazonal da precipitação no Estado do Pará. Foram utilizados dados mensais e anuais de precipitação de 66 estações pluviométricas, disponíveis na rede hidrometeorológica da Agência Nacional de Águas - ANA, relativos ao período de 1982 a 2011. Os dados foram sistematizados com o auxílio de planilhas eletrônicas do Microsoft Excel. As séries históricas que apresentavam falhas, estas foram corrigidas e consistidas. O Pará é o segundo maior estado brasileiro em extensão e detém grande diversidade de recursos naturais. Em termos de densidade, o estado, bem como as 7 regiões hidrográficas apresentaram baixa densidade de estações pluviométricas, não atendendo as recomendações da OMM quanto a densidade mínima de postos pluviométricos, são áreas que necessitam de um melhor monitoramento. Quanto a sazonalidade, a precipitação apresenta duas estações distintas, uma seca (inverno e primavera do Hemisfério Sul), com precipitações inferiores a 100 mm, e outra chuvosa (verão e outono do Hemisfério Sul) com precipitações superiores a 200 mm. Os resultados obtidos através do testes de Mann-Kendall e Spearman não detectaram nenhuma tendência de aumento ou diminuição da precipitação no período estudado. Através da análise de agrupamento das precipitações mensais, foram definidas 3 Regiões Homogêneas, com características climáticas semelhantes (R1, R2 e R3) para o estado do Pará.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação probabilística do impacto da recarga rápida de veículos elétricos nos sistemas de distribuição de energia elétrica
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-13) HERNÁNDEZ GÓMEZ, Oscar Maurício; VIEIRA, João Paulo Abreu; http://lattes.cnpq.br/8188999223769913
    A adoção em massa de veículos elétricos (VEs) está transformando o setor automotivo, impulsionada por preocupações ambientais e avanços tecnológicos. Governos e empresas estão investindo na expansão das redes de recarga, com foco na recarga rápida para atender à crescente demanda. O desenvolvimento de uma infraestrutura sólida de estações de recarga é essencial para eliminar a "ansiedade de autonomia" e incentivar a transição para os VEs. A recarga rápida é fundamental para o sucesso da eletrificação veicular. Com ela, as baterias podem ser carregadas muito mais rapidamente do que com a recarga convencional, o que aumenta a conveniência para os usuários e melhora a experiência geral de uso. À medida que mais estações de recarga rápida são instaladas, a confiança dos consumidores nos VEs cresce, desenvolvendo o caminho para um futuro mais sustentável. Com uma rede de recarga rápida bem distribuída, os VEs se tornam uma alternativa prática aos veículos movidos a combustíveis fósseis, acelerando a transição para uma mobilidade mais verde. Entretanto, a recarga rápida de VEs pode causar impactos técnicos nas redes de média tensão. A alta demanda de corrente pode resultar em quedas de tensão, especialmente em áreas com infraestrutura de distribuição mais frágil. Transformadores podem ser sobrecarregados, o que diminui sua vida útil e aumenta o risco de falhas. O aquecimento excessivo dos condutores devido à corrente elevada também pode causar perdas e danificar os cabos. Esses desafios ressaltam a necessidade de um planejamento adequado e investimentos na infraestrutura elétrica para suportar o aumento da recarga rápida. Uma análise probabilística do impacto da recarga rápida nas redes de média tensão é crucial. A demanda por energia varia ao longo do ano devido a fatores sazonais, como o uso de ar-condicionado no verão e aquecedores no inverno. A recarga rápida adiciona uma carga considerável à rede, que pode coincidir com esses picos de demanda, agravando os desafios de gestão. A instalação de vários pontos de recarga pode causar flutuações de tensão e sobrecargas. A análise probabilística ajuda a prever esses impactos e desenvolver estratégias de mitigação, simulando cenários de recarga e comportamentos de usuários. Isso permite um planejamento mais preciso da infraestrutura, incluindo reforços na rede e melhorias para garantir a confiabilidade do fornecimento. Esta tese propõe uma metodologia probabilística para avaliar o impacto da recarga rápida de veículos elétricos em redes de distribuição de média tensão, considerando quedas de tensão, carregamento de elementos da rede e comutações do tape do regulador de tensão. Utilizando o software Power Factory da DIgSILENT©, simula-se um alimentador real no Brasil, analisando diferentes casos de estudo. São conectados três eletropostos (EP), cada um com seis pontos de recarga de 100 kVA, totalizando 600KVA por cada EP. O perfil de recarga dos EP é programado com variáveis estocásticas. Por fim, apresenta-se uma estratégia de controle Volt/Var para mitigar o impacto na queda de tensão e nas comutações do tape do regulador, permitindo a injeção de potência reativa sem necessidade de comunicação entre os pontos de recarga.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Biometria testicular, eletroejaculação e características seminais de caititus, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758 (Mammalia, Artiodactyla, Tayassuidae) mantidos em cativeiro na Amazônia Oriental
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2010-12) KAHWAGE, Priscila Reis; GARCIA, Alexandre Rossetto; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; OHASHI, Otávio Mitio; RAMOS, Rosemar Silva Luz; DIAS, Hilma Lúcia Tavares; ALBUQUERQUE, Natália Inagaki de; BARTHA, Mário Mansour Pinheiro
    Estudos relacionados à obtenção e avaliação de sêmen de Tayassu tajacu são escassos, sendo necessárias pesquisas a respeito. Os objetivos do estudo foram avaliar a biometria testicular de caititus adultos cativos, testar a eficiência da eletroejaculação para obtenção de sêmen e avaliar suas características seminais ao longo do ano. Procedeu-se à eletroejaculação em oito animais adultos e as amostras de sêmen colhidas foram avaliadas quanto às características físicas e morfológicas. Os animais tinham testículo esquerdo com 3,8 ± 0,4 cm X 2,6 ± 0,3 cm e 2,3 ± 0,2 de consistência, e testículo direito com 3,8 ± 0,5 cm X 2,7 ± 0,3 cm e 2,3 ± 0,2 de consistência. A taxa de sucesso nas colheitas foi de 75,21%. O sêmen possuiu: volume 0,81 ± 0,86 mL, concentração 137,44 ± 153 x 106 sptz mL-1, pH 7,92 ± 0,73, motilidade 52,66 ± 28,79%, vigor 2,2 ± 0,8, integridade de membrana plasmática 55,84 ± 28,55%, defeitos maiores 22,87 ± 12,93%, defeitos menores 9,11 ± 5,88% e defeitos totais 31,52 ± 13,81%. Os animais apresentaram simetria testicular, a eletroejaculação se mostrou eficiente para a obtenção de ejaculados em caititus e as flutuações observadas na produção seminal não foram suficientes para caracterizá-los como animais de reprodução sazonal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Características da estabilidade estática e dinâmica da atmosfera em cultivo de palma de óleo no Leste da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-30) CIRINO, Luciana dos Santos; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899; https://orcid.org/0000-0002-7361-5087
    Considerando as constantes mudanças no uso da terra na região amazônica, que determinam a variabilidade do microclima, o cultivo da palma de óleo exerce papeis importantes no contexto ambiental e suas interações com a atmosfera. Neste sentido, este trabalho tem como objetivo investigar o comportamento da camada atmosférica sobre um cultivo de palma de óleo com híbridos interespecíficos (HIE) (Elaeis guineensis Jacq. x Elaeis oleifera (Kunth) Cortés) no leste da Amazônia. O estudo foi conduzido na empresa Marborges Agroindústria S.A., localizada em Moju, Pará. A idade do plantio era de 8 anos (em 2014), e a altura média do topo do dossel de aproximadamente 8 m. Os dados utilizados neste trabalho foram obtidos por uma torre micrometeorológica, e compreendem o período de janeiro a dezembro de 2014. Durante o período diurno, as maiores temperaturas potenciais (θ) foram observadas nas alturas de 2,25 m e 6,75 m acima do solo, indicativo de instabilidade estática. Diferentemente do período noturno, onde os valores de θ foram maiores acima do topo do dossel, indicativo de estabilidade estática. O período menos chuvoso apresentou maiores velocidades do vento, com diferença de 1 m/s em relação ao período chuvoso da região. Através de dados de temperatura do ar e velocidade do vento foram investigadas as condições atmosféricas estática e dinâmica sobre o cultivo. No cultivo predominaram condições atmosféricas de neutralidade e estabilidade em ambos os períodos (-0,25 < Ri > 0,25).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo dos riscos e benefícios associados ao consumo de três espécies de peixes da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-20) GOMES, Luciana Cristina Mancio; LOURENÇO, Lúcia de Fátima Henriques; http://lattes.cnpq.br/7365554949786769
    A pesca é uma das atividades mais exploradas na Região Amazônica, o pescado é uma importante fonte proteica, no entanto, pode representar um dos principais veículos de contaminação devido uma grande capacidade de bioacumular substâncias em tecidos como músculo e órgãos, sendo considerados excelentes bioindicadores do seu habitat. O objetivo do presente trabalho foi estudar as espécies amazônicas, curimatã (Prochilodus nigricans), pescada-gó (Macrodon ancylodon), e piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) investigando os riscos ou benefícios associados ao consumo. No tecido muscular e fígado dos peixes em diferentes períodos sazonais (período chuvoso e seco) foram realizadas análises do perfil de aminoácidos e de ácidos graxos por cromatografia líquida e gasosa. A determinação de elementos essenciais (Cu, Fe, Mg, Na e Zn) foram quantificadas por espectrometria de emissão atômica com chama e os contaminantes, chumbo (Pb) e mercúrio (Hg) por espectrometria de absorção atômica com forno de grafite. A validação da metodologia foi realizada através do método de adição e recuperação. Os resultados obtidos no músculo e no fígado foram correlacionados com dados biométricos, hábito alimentar das espécies e os limites estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para consumo humano. O cálculo do índice de ingestão semanal tolerável (PTWI) foi aplicado para os elementos tóxicos Pb e Hg em diferentes períodos sazonais. De acordo com os resultados, as espécies apresentaram ácidos graxos poliinsaturados oleico (n-9), linoléico (ômega-6) e araquidônico (ômega-6) no músculo, enquanto que, no fígado nas três espécies foram C18:0, C18:1ω9, C18:2ω6, C20:4ω6, C22:6ω3. Os teores totais de ácidos graxos saturados identificados foram superiores na piramutaba, os poliinsaturados na pescada-gó e os monoinsaturados no curimatã. Quanto ao perfil de aminoácidos dos filés detectou-se maior predominância a histidina, alanina e serina. As espécies estudadas apresentaram altos teores de ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados. Os monoinsaturados apresentaram maiores teores na espécie curimatã e os poli-insaturados foram mais elevados na pescada-gó, ambos no músculo e no fígado. Em relação aos minerais, os teores de cálcio foram bastante expressivos entre as espécies nos diferentes períodos sazonais, sendo predominante no período de seca, enquanto que, Fe, Cu, Na e Zn apresentaram maiores teores na estação chuvosa. No fígado, no período chuvoso, os valores de Mg, Zn e Cu tiveram concentrações média em exemplares de curimatã. Enquanto que no período de seca os teores de Ca, Mg, Na e Zn obtiveram maior predominância entre as espécies. Quantos aos contaminantes, níveis de Pb foram superiores ao limite permitido pela legislação, apresentando comportamento significativo em relação à sazonalidade. O teor de Hg nas três espécies foi superior no período de chuva, a espécie curimatã alcançou maiores níveis no músculo. No fígado, os teores de Hg no período de chuva apresentaram-se acima do limite preconizado pela legislação. No período seco a espécie curimatã foi a que mais contribui com 131,79%, ultrapassando o limite semanal tolerável de consumo de Hg, sendo considerado impróprio. Segundo a estimativa de ingestão semanal de elementos tóxicos (PTWI) na estação chuvosa verificou-se limites aceitáveis entre os contaminantes, entretanto, no período seco, o curimatã foi a que mais contribui com 131,79%, ultrapassando o limite semanal tolerável de consumo de Hg. Esse estudo mostrou que é necessário o biomonitoramento constante das espécies comercializadas em Belém-PA e arredores que possam apresentar algum tipo contaminação por elementos tóxicos, evitando-se assim, possíveis reflexos e o comprometimento da saúde do homem e do processo reprodutivo dos peixes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores naturais e antrópicos que interferem na qualidade da água do Rio Tocantins, trecho Baião Mocajuba (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-27) CORDEIRO, Leonardo Corrêa; XAVIER, Diego de Arruda; http://lattes.cnpq.br/4534357826122691; https://orcid.org/0000-0003-1644-3837; SILVA, José Francisco Berredo Reis da; http://lattes.cnpq.br/1338038101910673; https://orcid.org/0000-0002-8590-2462
    A qualidade da água em bacias hidrográficas pode ser entendida através de estudos com parâmetros físico-químicos, químicos e biológicos e dever analisada levando em conta as atividades antrópicas e processos naturais associados. O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento dos parâmetros físico-químicos e químicos em diferentes períodos sazonais na bacia hidrográfica do rio Tocantins, trecho Baião-Mocajuba, para discutir a qualidade da água a partir de interação de fatores antrópicos e processos naturais. Para isso, dados secundários foram levantados e amostras foram coletadas em dois pontos (P1 e P2) em períodos sazonais distintos (menos chuvoso e chuvoso) durante meio ciclo de maré (13h) e os resultados foram discutidos à luz da teoria sobre os fatores naturais e antrópicos de processos que podem interferir na hidroquímica fluvial e na qualidade da água. Parâmetros como temperatura, pH, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, sólidos totais dissolvidos foram mensurados in situ e amostras foram coletadas para a determinação de parâmetros químicos (Fe, Mn, Pb, Cu, Cd, Se, Al, As, Ba, B, Co, Cr, Mo, Ni, V, Zn, Sr, Ti, DBO, DQO, Cl, F, NO3, NO2, SO4, PO4, Nitrogênio total, SiO2, NH3, Ca, Mg, Na, K, P, Carbono Orgânico Dissolvido, alcalinidade, dureza). Os dados foram analisados por estatística descritiva, análise de variância, correlação e análises de componentes principais. Os resultados mostram que a sazonalidade é um fator que influencia nos valores dos parâmetros de qualidade da água, exceto para SO4, H4SiO4, Ba e Sr. Por outro lado, o efeito de maré é determinante para alterar os parâmetros de qualidade da água, especialmente no período menos chuvoso, mas essa alteração não ultrapassa os limites estipulados pelo CONAMA 357/2005. A análise de componentes principais permitiu identificar que o Ca, Mg, Ba, Sr, Mn e dureza foram responsáveis por 44,6% dos parâmetros de qualidade da água no período menos chuvoso, enquanto no chuvoso o Mg, K, Ba, dureza, Sr, Ca, Mn, Na, OD e Al foram responsáveis por 47,67%. Conclui-se que a sub-bacia hidrográfica do rio Tocantins tem sofrido impactos antrópicos por conta da implantação da barragem e das atividades agropecuárias e sugere-se que estudos futuros mensuram os efeitos dessas atividades sobre a qualidade da água do rio Tocantins.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores naturais e antrópicos que interferem na qualidade da água do rio Tocantins, trecho Baião-Mocajuba (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-27) CORDEIRO, Leonardo Corrêa; XAVIER, Diego de Arruda; http://lattes.cnpq.br/4534357826122691; https://orcid.org/0000-0003-1644-3837; SILVA, José Francisco Berredo Reis da; http://lattes.cnpq.br/1338038101910673; https://orcid.org/0000-0002-8590-2462
    A qualidade da água em bacias hidrográficas pode ser entendida através de estudos com parâmetros físico-químicos, químicos e biológicos e dever analisada levando em conta as atividades antrópicas e processos naturais associados. O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento dos parâmetros físico-químicos e químicos em diferentes períodos sazonais na bacia hidrográfica do rio Tocantins, trecho Baião-Mocajuba, para discutir a qualidade da água a partir de interação de fatores antrópicos e processos naturais. Para isso, dados secundários foram levantados e amostras foram coletadas em dois pontos (P1 e P2) em períodos sazonais distintos (menos chuvoso e chuvoso) durante meio ciclo de maré (13h) e os resultados foram discutidos à luz da teoria sobre os fatores naturais e antrópicos de processos que podem interferir na hidroquímica fluvial e na qualidade da água. Parâmetros como temperatura, pH, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, sólidos totais dissolvidos foram mensurados in situ e amostras foram coletadas para a determinação de parâmetros químicos (Fe, Mn, Pb, Cu, Cd, Se, Al, As, Ba, B, Co, Cr, Mo, Ni, V, Zn, Sr, Ti, DBO, DQO, Cl, F, NO3, NO2, SO4, PO4, Nitrogênio total, SiO2, NH3, Ca, Mg, Na, K, P, Carbono Orgânico Dissolvido, alcalinidade, dureza). Os dados foram analisados por estatística descritiva, análise de variância, correlação e análises de componentes principais. Os resultados mostram que a sazonalidade é um fator que influencia nos valores dos parâmetros de qualidade da água, exceto para SO4, H4SiO4, Ba e Sr. Por outro lado, o efeito de maré é determinante para alterar os parâmetros de qualidade da água, especialmente no período menos chuvoso, mas essa alteração não ultrapassa os limites estipulados pelo CONAMA 357/2005. A análise de componentes principais permitiu identificar que o Ca, Mg, Ba, Sr, Mn e dureza foram responsáveis por 44,6% dos parâmetros de qualidade da água no período menos chuvoso, enquanto no chuvoso o Mg, K, Ba, dureza, Sr, Ca, Mn, Na, OD e Al foram responsáveis por 47,67%. Conclui-se que a sub-bacia hidrográfica do rio Tocantins tem sofrido impactos antrópicos por conta da implantação da barragem e das atividades agropecuárias e sugere-se que estudos futuros mensuram os efeitos dessas atividades sobre a qualidade da água do rio Tocantins.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Geoquímica das águas do médio e baixo rio Madeira e seus principais tributários - Amazonas - Brasil
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-12) HORBE, Adriana Maria Coimbra; QUEIROZ, Maria Mireide Andrade; MOURA, Candido Augusto Veloso; GALARZA TORO, Marco Antônio
    Este trabalho teve como objetivo estudar as águas do rio Madeira e seus principais tributários entre a cidade de Humaitá e sua foz no rio Amazonas. Foram analisados pH, condutividade, turbidez, íons maiores, elementos traço e isótopos de Sr nos períodos de seca, cheia e transição para a seca entre 2009 e 2010. As águas do Madeira, classificadas com brancas, são bicarbonatadas-cálcicas, têm pH entre 5 e 6 e são mais concentradas que as dos tributários. Estes têm águas de cor preta, mais ácidas e quimicamente heterogêneas, os da margem esquerda são quimicamente mais semelhantes as do Madeira, enquanto os da margem direita têm alta concentração em SiO2. Os cátions, Cl- e NO3- são mais concentrados na cheia o que sugere influência do solo, da vegetação e da composição da água da chuva (Cl-), enquanto HCO3-, SO42-, Al, Br e P, com maiores concentrações na seca, devem estar relacionados com a química das rochas. A SiO2 e os elementos terras raras (ETR) com concentrações elevadas na seca e na cheia, estão associados tanto a vegetação e ao solo como as rochas. A interação desses fatores é a causa da heterogeneidade química das águas. Contudo, a semelhança entre as águas dos tributários da margem esquerda e as do Madeira são consequência das rochas dos Andes serem a fonte dos sedimentos cenozóicos percolados por elas, enquanto a química das águas dos tributários da margem direita retrata a estabilidade tectônica, o intenso intemperismo e a baixa taxa de erosão das rochas do cráton Amazônico.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Seasonality of nematode larvae in Iguanodectes spilurus (Characidae) an ornamental fish from northeastern Para, Brazil
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-12) FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; ANJOS, Ellem Cristina Silva dos; RAMOS, Fabrício Menezes; MARTINS, Maurício Laterça
    O presente estudo apresenta um levantamento parasitológico de larvas de nematóides de Iguanodectes spilurus capturados no fluxo do Rio Caeté, nordeste do Pará, Brasil. Um total de 176 espécimes com médias de 1,36 ± 0,75 g de peso e 5,53 ± 0,98 cm de comprimento total foram analisados. Foram identificados em 124 peixes os nematóides Capillaria sp., Procamallanus sp. e da família Anisakidae, apresentaram uma prevalência de 70,45% e intensidade de infecção de 1,81 a 4,70 larvas. A maior prevalência foi de 57,38% no fígado, mas não foi observada sazonalidade, indicando alta potência de infecção ao longo do ano. A sazonalidade foi observada em peixes parasitados no intestino, estômago e ceco com prevalência e intensidade média de 17,61% e 2,32 parasitas, 12,5% e 1,81 parasitas, 10,79% e 2,21 parasitas, respectivamente. A maior infecção foi encontrada na estação chuvosa, provavelmente devido ao aumento da disponibilidade de hospedeiros intermediários ou de alimentos.
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