Navegando por Assunto "Sediment production"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Modelo WEPP para estimativa da produção de sedimentos em uma pequena bacia hidrográfica da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2017-12-06) SAMPAIO, Liliane da Cruz; BLANCO, Claudio José Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/8319326553139808Os processos erosivos produzem diversos prejuízos econômicos e ambientais. O desenvolvimento de modelos matemáticos tem possibilitado quantificar esses processos, permitindo estimar a magnitude do problema, visando minimiza-lo. Nesse sentido, este trabalho utiliza o modelo WEPP (Water Erosion Prediction Project) para simular a produção de sedimentos, em uma pequena bacia hidrográfica da Amazônia, bacia do igarapé da Prata, localizada no Município de Capitão Poço-PA. Os parâmetros principais calibrados do modelo WEPP foram: saturação inicial do solo (Si), erosão pelo fluxo superficial (Ki), erosão pelo fluxo em canais ou em sulcos (Kr) e condutividade hidráulica saturada (Ke). Após a calibração, pôde-se verificar que a maior parte da produção de sedimento está nos planos próximos ao exutório da bacia. E como é de se esperar, essa produção é maior em áreas com predominância de agricultura e pecuária. Os resultados da estimativa de produção de sedimentos calculada pelo modelo foram comparados a dados observados do ano de 2012. O modelo apresentou um valor 131,99 t/km², valor próximo ao observado, que foi de 121,64 t/km2. Esse resultado leva a conclusão de que os valores calculados pelo modelo estão coerentes com a realidade da produção de sedimentos da pequena bacia hidrográfica em questão.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Modelos empíricos para estimativa de produção de sedimentos(Universidade Federal do Pará, 2015-03-20) SILVA, Danielle Sebastiana dos Santos; BLANCO, Claudio José Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/8319326553139808Os processos erosivos que ocorrem em uma bacia hidrográfica têm sido objetos de preocupações associadas ao planejamento e gestão do uso do solo e dos recursos hídricos. Nesse caso, modelos empíricos de simulação hidrossedimentológica são ferramentas importantes, e de baixo custo, na avaliação da erosão do solo em decorrência do uso e manejo da terra. Assim, o trabalho objetivou analisar o potencial de produção de sedimentos via três modelos empíricos aplicados a uma pequena bacia hidrográfica da Amazônia, a bacia do igarapé da Prata localizada no Município de Capitão Poço-PA. Os modelos analisados e utilizados foram a USLE (Universal Soil Loss Equation); o modelo de Poesen; e o modelo de Langbein-Schumm. Os resultados apontam que a USLE teve produção média de sedimentos igual a 146,20 (t/Km²); o modelo de Langbein-Schumm, produção média igual a 114,25 (t/Km²); e o modelo de Poesen, produção média igual a 7,57 (t/Km²). Os resultados encontrados pelos dois modelos primeiramente mencionados são da mesma ordem de grandeza, indicando que o modelo de Langbein-Schumm, para o caso analisado, é comparável ao clássico modelo USLE. Esses resultados foram comparados a dados observados (2012-2013) de sedimentos em suspensão e o modelo de Langbein-Schumm foi o que mais se aproximou das observações.Tese Acesso aberto (Open Access) Vulnerabilidade ambiental e impacto na produção de sedimentos da bacia hidrográfica do rio Itacaiúnas (BHRI) - Província Mineral de Carajás, Sudeste da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2022-06-30) SILVA, Marcio Sousa da; SOUZA FILHO, Pedro Walfir Martins e; http://lattes.cnpq.br/3282736820907252; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0003-0252-808X; ROCHA, Edson José Paulino da; http://lattes.cnpq.br/2313369423727020O desenvolvimento de estudos na área de vulnerabilidade ambiental em um contexto regional e em particular na Amazônia requer um esforço humano, logístico e econômico grandioso, que quando incorporadas a tecnologias atuais de aquisição e processamento de dados (remotos e in situ) e parcerias público-privado, torna possível tais pesquisas. Esse quadro foi o que possibilitou o desenvolvimento dessa tese na Bacia Hidrográfica do Rio Itacaiúnas (BHRI), que possui em torno de 42.000 km² e está localizada na área denominada “arco do desmatamento da Amazônia”. Área de muitos conflitos sócio-econômico-ambientais relacionados ao desenvolvimento da região e diferentes usos e ocupações do território. Dentro desse contexto desenvolvemos essa pesquisa que teve como principal objetivo avaliar de que forma a vulnerabilidade ambiental se relaciona com a atual produção de sedimentos em suspensão na BHRI. Primeiramente, foram definidas e identificadas as áreas de maior ou menor vulnerabilidade, tendo como marco temporal o ano de 2019, através de metodologias reconhecidas e desenvolvidas para esse tipo de estudo na região amazônica. Usando rotinas de geoprocessamento no software ArcGIS 10.8.1, foram construídos cinco mapas temáticos e de vulnerabilidade ambiental (geologia, geomorfologia, solos, uso e ocupação e clima) e por fim usando a álgebra de mapas o mapa de vulnerabilidade ambiental da BHRI foi produzido. Os resultados mostraram que a BHRI está medianamente estável/vulnerável em uma área de 28.058 km² de extensão (68% da bacia), moderadamente estável em 8.961 km² de extensão (com de 22% da bacia) e moderadamente vulnerável em 4.314 km² (10% da bacia). Em paralelo, foi realizado o estudo da produção de sedimentos na BHRI, a partir dos dados adquiridos pelo projeto de monitoramento hidrometeorológico realizado pelo Instituto Tecnológico Vale – ITV. O monitoramento foi realizado em 16 seções hidrossedimentológicas de controle distribuídas nas seis principais sub-bacias que compõem a BHRI, com quatro campanhas anuais (enchente, cheia, vazante e seca) ocorridas entre 2015 e 2019, e objetivou a construção e comparação das curvas-chave de sedimentos e produção de sedimentos entre essas diferentes sub-bacias, dados esses já publicados na Revista Brasileira de Recursos Hídricos (RBRH) em 2021. Por fim, buscando responder a hipótese desse estudo, realizamos análises comparativas da relação das vulnerabilidades ambientais encontradas com a produção de sedimentos identificando e demostrando quais áreas, quais fatores ambientais e quanto de sedimentos é produzido nas diferentes sub-bacias da BHRI. Os resultados obtidos permitiram obter uma visão integrada e compartimentada da vulnerabilidade e produção de sedimentos da BHRI e sim, confirmar que as atividades minerais legais em curso dentro de áreas protegidas de florestas, não geram impactos significativos em sua vulnerabilidade e nem na sua produção de sedimentos. Por sua vez, as atividades relacionadas ao uso e ocupação do território em áreas não protegidas, promoveram uma intensa substituição da floresta por pastagens, gerando as áreas de maior vulnerabilidade ambiental e estão diretamente associadas aos maiores “inputs” de sedimentos na BHRI.Tese Acesso aberto (Open Access) Vulnerabilidade ambiental e impacto na produção de sedimentos da bacia hidrográfica do rio Itacaiúnas (BHRI): província Mineral de Carajás, sudeste da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2022-06-30) SILVA, Marcio Sousa da; SOUZA FILHO, Pedro Walfir Martins e; http://lattes.cnpq.br/3282736820907252; https://orcid.org/0000-0003-0252-808X; ROCHA, Edson José Paulino da; http://lattes.cnpq.br/2313369423727020O desenvolvimento de estudos na área de vulnerabilidade ambiental em um contexto regional e em particular na Amazônia requer um esforço humano, logístico e econômico grandioso, que quando incorporadas a tecnologias atuais de aquisição e processamento de dados (remotos e in situ) e parcerias público-privado, torna possível tais pesquisas. Esse quadro foi o que possibilitou o desenvolvimento dessa tese na Bacia Hidrográfica do Rio Itacaiúnas (BHRI), que possui em torno de 42.000 km² e está localizada na área denominada “arco do desmatamento da Amazônia”. Área de muitos conflitos sócio-econômico-ambientais relacionados ao desenvolvimento da região e diferentes usos e ocupações do território. Dentro desse contexto desenvolvemos essa pesquisa que teve como principal objetivo avaliar de que forma a vulnerabilidade ambiental se relaciona com a atual produção de sedimentos em suspensão na BHRI. Primeiramente, foram definidas e identificadas as áreas de maior ou menor vulnerabilidade, tendo como marco temporal o ano de 2019, através de metodologias reconhecidas e desenvolvidas para esse tipo de estudo na região amazônica. Usando rotinas de geoprocessamento no software ArcGIS 10.8.1, foram construídos cinco mapas temáticos e de vulnerabilidade ambiental (geologia, geomorfologia, solos, uso e ocupação e clima) e por fim usando a álgebra de mapas o mapa de vulnerabilidade ambiental da BHRI foi produzido. Os resultados mostraram que a BHRI está medianamente estável/vulnerável em uma área de 28.058 km² de extensão (68% da bacia), moderadamente estável em 8.961 km² de extensão (com de 22% da bacia) e moderadamente vulnerável em 4.314 km² (10% da bacia). Em paralelo, foi realizado o estudo da produção de sedimentos na BHRI, a partir dos dados adquiridos pelo projeto de monitoramento hidrometeorológico realizado pelo Instituto Tecnológico Vale – ITV. O monitoramento foi realizado em 16 seções hidrossedimentológicas de controle distribuídas nas seis principais sub-bacias que compõem a BHRI, com quatro campanhas anuais (enchente, cheia, vazante e seca) ocorridas entre 2015 e 2019, e objetivou a construção e comparação das curvas-chave de sedimentos e produção de sedimentos entre essas diferentes sub-bacias, dados esses já publicados na Revista Brasileira de Recursos Hídricos (RBRH) em 2021. Por fim, buscando responder a hipótese desse estudo, realizamos análises comparativas da relação das vulnerabilidades ambientais encontradas com a produção de sedimentos identificando e demostrando quais áreas, quais fatores ambientais e quanto de sedimentos é produzido nas diferentes sub-bacias da BHRI. Os resultados obtidos permitiram obter uma visão integrada e compartimentada da vulnerabilidade e produção de sedimentos da BHRI e sim, confirmar que as atividades minerais legais em curso dentro de áreas protegidas de florestas, não geram impactos significativos em sua vulnerabilidade e nem na sua produção de sedimentos. Por sua vez, as atividades relacionadas ao uso e ocupação do território em áreas não protegidas, promoveram uma intensa substituição da floresta por pastagens, gerando as áreas de maior vulnerabilidade ambiental e estão diretamente associadas aos maiores “inputs” de sedimentos na BHRI.
