Navegando por Assunto "Semântica"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos morfossintáticos e semânticos da causativização em Parkatêjê(Universidade Federal do Pará, 2018-02-27) FERREIRA, Sindy Rayane de Souza; SHIBATANI, Masayoshi; FERREIRA, Marília de Nazaré de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4291543797221091Sob a visão do funcionalismo tipológico, o presente trabalho tem por objetivo descrever e analisar aspectos morfossintáticos e semânticos relacionados ao fenômeno de causativização em Parkatêjê (língua indígena da família Jê, tronco Macro-Jê, e pertencente ao Complexo Dialetal Timbira). Da perspectiva morfossintática, a causativização é um processo relacionado ao aumento de valência verbal, isto é, à mudança das funções e relações gramaticais dos argumentos de um verbo. Da perspectiva semântica, consiste em um fenômeno associado à relação de causa e efeito, em que um verbo causativo permite que o sujeito de uma oração aja sobre outro argumento, fazendo com que este realize alguma ação ou mude seu estado. Na língua Parkatêjê, a causativização se manifesta por meio do verbo to, cujo significado primeiro é „fazer‟ e que causativiza verbos intransitivos ativos e estativos. Os verbos transitivos parecem não sofrer causativização. O trabalho fundamenta-se nos postulados teóricos de Givón (1975), Shibatani (1976, 2002), Comrie (1989), Dixon (1994), entre outros. Além de verbo causativo, o elemento „to‟ desempenha outras funções morfossintáticas na língua: verbo lexical básico „fazer‟, verbo auxiliar, parte da raiz de verbos e posposição instrumental. Por este motivo, este trabalho também apresenta alguns aspectos relacionados a cada uma dessas funções. A metodologia utilizada neste trabalho consistiu em pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo com coleta de dados realizada na comunidade da língua em estudo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Estudos comparativos do léxico da fauna e flora Aruák(Universidade Federal do Pará, 2007-08) BRANDÃO, Ana Paula Barros; FACUNDES, Sidney da SilvaAs línguas Apurinã, Piro e Iñapari, membros da família lingüística Aruák, são inicialmente comparadas com base nos dados utilizados na reconstrução de Payne (1991), e nas correspondências fonológicas apresentadas em Facundes (2000, 2002). A partir das evidências de agrupamento dessas três línguas, cognatos especificamente relacionados à fauna e flora Aruák são estabelecidos. Utilizando-se dos resultados encontrados na comparação, três questões são examinadas: o que as retenções lexicais indicam sobre o lugar dessas línguas dentro da família Aruák? Com base nos cognatos identificados, quais conceitos da flora e fauna provavelmente podem ser reconstruídos para estágios anteriores no desenvolvimento dessas três línguas a partir de uma língua ancestral? E, finalmente, quais inferências podem ser feitas sobre o passado desses povos com base na semântica da fauna e flora reconstruída?Dissertação Acesso aberto (Open Access) Onomástica em ParkatêJê: um estudo morfossintático e semântico sobre os nomes próprios(Universidade Federal do Pará, 2017-02-23) LOPES, Tereza Tayná Coutinho; FERREIRA, Marília de Nazaré de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4291543797221091Este trabalho tem por objetivo apresentar questões linguísticas e culturais relacionadas ao sistema onomástico do povo Parkatêjê, também conhecido na literatura especializada como Gavião do Pará. Atualmente, o referido povo vive em aldeias na Reserva Indígena Mãe Maria (RIMM), às proximidades do município de Marabá. A língua Parkatêjê, denominada do mesmo modo que sua comunidade, filia-se ao Complexo Dialetal Timbira, tronco linguístico Macro-Jê e, tal como é comum aos povos Timbira, exibe elaborados sistemas de nominação. O estudo dos nomes próprios de diferentes tipologias é o interesse central da disciplina denominada Onomástica, sendo a antroponímia, isto é, o estudo dos nomes próprios de pessoa, a área da Onomástica em foco neste trabalho. Inicialmente, após algumas considerações gerais a respeito do povo Parkatêjê, realizou-se um levantamento sobre o estado da arte do campo de estudo da onomástica, a partir das perspectivas de autores como Dick (1996; 1997; 1999; 2000; 2001), Lyons (1977), Ullmann (1964), Seabra (2006), Carvalhinhos (2007), entre outros. Em seguida, apresentou-se uma visão geral a respeito do sistema de nominação de línguas Timbira, com base principalmente em Coelho de Souza (2002), Nimuendajú (1946), Melatti (1938), Arnaud (1964) e Carneiro da Cunha (1986). Por fim, foram apresentados diversos aspectos morfossintáticos e semânticos verificados em nomes próprios da língua Parkatêjê. No que diz respeito às características morfossintáticas os trabalhos de Aráujo (1989), Ferreira (2003), Booij (2007) e Diniz (2010) foram os principais aportes teóricos, enquanto em relação às questões semânticas foram utilizados pressupostos da Semântica Cultural e da Semântica Cognitiva para empreender as análises realizadas que são inéditas na presente dissertação. A metodologia utilizada neste trabalho consistiu em pesquisa bibliográfica, além de pesquisa etnográfica com coleta de dados realizada na comunidade da língua em estudo.
