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Navegando por Assunto "Sensoriamento Remoto"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cidades resilientes, áreas verdes e adaptação às mudanças climáticas: uma contribuição ao cadastro ambiental urbano no município de Barcarena–Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-06) PAIVA, Bárbara Souza; SOARES, Daniel Araújo Sombra; http://lattes.cnpq.br/6446474471044694; https://orcid.org/0000-0002-5208-2429; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749; https://orcid.org/0000-0002-2363-4335
    Essa pesquisa visa contribuir com a discussão sobre cidades resilientes e adaptadas às mudanças climáticas devido ao aquecimento global e do El Niño. Diante desse contexto, um recurso estratégico para o enfrentamento dessa realidade é a utilização de áreas verdes, como soluções baseadas na natureza, em virtude dos benefícios socioambientais. Este estudo analisa o ordenamento territorial e a vegetação, além do alinhamento das políticas ambientais e o Plano Diretor municipal, a institucionalização da Agenda 2030 dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável-ODS (metas 11, 13 e 15) e adaptação a Nova Agenda Urbana adotados pela gestão do município de Barcarena-PA. Para tanto, houve a metodologia de aquisição do levantamento bibliográfico sistêmico sobre planejamento urbano, gestão ambiental, áreas verdes, soluções baseadas na natureza, legislação ambiental, as agendas globais e locais e o tema de cidades resilientes na adaptação e mitigação às mudanças climáticas. No sentido de entender o território, houve a produção de dados primários, por meio do mapeamento do Uso e Cobertura da Terra (UCT), nos trinta bairros do município e entorno (aproximadamente 3 km), entre 2016 e 2023. Foram utilizadas técnicas de sensoriamento remoto e o geoprocessamento, processados no Google Earth Engine e no software Qgis para a análise espacial, estatística, produções cartográficas, gráficas e cálculo das áreas. Os dados da área urbanizada atualmente destacam que a vegetação reduziu e ocupa 144,56 km2 (54% do total da área). A hidrografia permaneceu estável em 57,48 km2 (representando 22% do total). O solo exposto aumentou para 26,22 km2 (10%). A área urbana e ao entorno cresceu e ocupa 17,62 km2 (7%). O Complexo industrial-minerário-portuário atualmente abrange 18 km2 (7%). Em relação aos 30 bairros, os dados atuais mostram que a vegetação reduziu e ocupa 21,36 km2 (41,51% da área total). A área urbanizada expandiu e ocupa 18,94 km2 (36,80%). O solo exposto aumentou para 11,15 km2 (21,67%). Enquanto isso, a hidrografia permaneceu em 0,01 km2 (0,02%). Possui o Índice de Cobertura Vegetal (ICV) em 10,97% e baixo conforto térmico com o Índice de Cobertura Vegetal (ICVH) em cerca de 9,66 m2/habitantes, possui ilhas de calor. A pesquisa propõe como produto: dados, mapas e metodologia para a elaboração do Cadastro Ambiental Urbano (CAU), para contribui com construção de um alinhamento da gestão municipal com Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa e com a Década da Restauração de Ecossistemas. Visa ser um instrumento de auxílio para um futuro zoneamento ambiental e a próxima Revisão do Plano Diretor, com ações voltadas a resiliência da cidade, diante do agravamento da crise climática, na perspectiva de contribuir com a promoção da qualidade ambiental urbana e qualidade de vida, para o desenvolvimento sustentável local.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo dos manguezais degradados da costa oeste da Flórida durante os últimos 20 anos baseado em imagens de satélite e dados Lidar.
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-31) CARDENAS RUIZ, Diana Paola; COHEN, Marcelo Cancela Lisboa; http://lattes.cnpq.br/8809787145146228
    O Golfo de México tem um dos mais longos cinturões de manguezais, ocorrendo ao longo da costa sudoeste da Flórida. A faixa contínua dessas florestas tem uma área aproximada de 2200 km2. Estressores naturais como furacões e tempestades, além de outros fatores de origem antrópica como derramamentos de petróleo ou poluição podem provocar o processo de “dieback” do manguezal. Esse fenômeno ocorre quando as florestas de manguezal experimentam uma perda no dossel que pode levar ao declínio ou morte das árvores. Os efeitos posteriores ao “dieback” ocasionalmente deixam uma cicatriz de degradação no manguezal. No último século, com o desenvolvimento urbano no sudoeste da Flórida, os efeitos negativos do “dieback” parecem estar ganhando perenidade. O presente estudo identificou as possíveis causas da permanência da degradação dos manguezais associada ao “dieback” durante as últimas duas décadas. Para identificar essas causas, foi utilizada a seguinte metodologia: a) classificação da cobertura vegetal ao longo da costa oeste da Flórida; b) identificação de pontos de “dieback” em imagens de satélite de alta resolução; c) análise espaço-temporal das áreas de “dieback” e d) modelos digitais de elevação da superfície e da altura da vegetação. Foram encontrados 86 pontos de “dieback” (PD) que se agruparam em 6 regiões: Crawl Key, Key West, Marco Island, Pine Island, Charlotte e Terra Ceia. 75% dos PD apareceram entre o 2004 e 2007 coincidindo com a atividade de furacões. Em 2020 a área total de “dieback” no sudoeste da Flórida foi de 119,69 ha. Para os períodos de 2014-2016 e 2009-2011 as áreas de “dieback” registram valores de 116,47 e 127,89 ha respectivamente, evidenciando uma dinâmica de regeneração e degradação. Os modelos digitais do terreno para Pine Island e Marco Island mostraram mudanças na altura da planície de maré com variações entre -2 até 45 cm. Essas variações podem estar ligadas à: processos de sedimentação, dissolução dos carbonatos na planície de maré ou ao colapso da turfa associada ao solo do manguezal. As árvores de manguezal apresentaram uma redução em sua altura depois da passagem dos furacões, particularmente nos PD. Considerando os PDs que apresentaram regeneração, esse processo foi lento deixando uma cicatriz com exposição da planície de maré. Esse estudo revelou uma relação direta entre os furacões e o surgimento de “dieback”.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prototipagem de sistema de alarme de incêndio baseado em sensor nanoestruturado integrado a IoT
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06-29) FREITAS, Luís Gustavo Oliveira de; REIS, Marcos Allan Leite dos; http://lattes.cnpq.br/8252507933374637
    A melhoria de sistemas de sensoriamento remoto para detecção de incêndios florestais ou em plantas industriais são fundamentais para o desenvolvimento da indústria 4.0, e vem se tornando cada vez mais importante para muitos países onde ocorrem incêndios florestais frequentemente. Portanto é necessário projetar e explorar um dispositivo que tenha uma rápida reposta, que tenha monitoramento remoto em tempo real e consiga gerar sinais de alerta que antecedam maiores incêndios em ambientes internos (indoor) e externos (outdoor), esse sensor nanoestruturado baseado em buckypaper que é constituído por filmes de nanotubos de carbono apresenta boas características térmicas possíveis de mensurar. Na prototipagem do sensor de alerta de incêndio foram realizados testes térmicos para avaliar a eficácia. Além disso, foi realizada sua integração com IoT (Internet of things) utilizando a arquitetura do NodeMCU juntamente com o protocolo MQTT (Message queuing telemetry transport), desta forma possibilitou o envio da mensagem de alerta até o usuário final através de uma aplicação Android. Os resultados mostraram que esse sensor nanoestruturado foi eficaz em distâncias de menos de 1 metro do foco de incêndio, como por exemplo a 20 cm gerou uma termovoltagem de 2,3 mV ao longo de 80 segundos com uma fonte de calor a 240°C. Este trabalho mostra todo o processo de desenvolvimento desse protótipo com monitoramento em tempo real com a função de emitir um alerta antecipado de incêndio.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A resiliênca dos manguezais do estuário do rio Ceará Mirim-RN às intervenções humanas.
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-23) AQUINO, Ronaldo Darlan Gaspar; COHEN, Marcelo Cancela Lisboa; http://lattes.cnpq.br/8809787145146228
    Os manguezais são reconhecidos por serem extremamente sensíveis às mudanças no ambiente físico e químico, sendo muito usados como indicadores de mudanças do clima, nível do mar e intervenções antrópicas. A área de estudo compreende a foz do Rio Ceará-Mirim/RN, localizada na costa do estado do Rio Grande do Norte (RN), no nordeste do Brasil. Essa área tem um histórico de desmatamento de manguezais para a implantação de carcinicultura. O trabalho tem por objetivo analisar a dinâmica desses manguezais no período entre 1985 e 2020. A pesquisa é baseada em imagens de sensores remotos orbitais e imagens de drone para desenvolver uma análise espaço￾temporal. Os dados indicam que apesar da expansão da atividade de aquicultura de 46 ha para 183,47 ha, houve uma ampliação nas áreas de manguezais de 351 para 489 ha. Ao longo de 35 anos, a atividade de aquicultura ocupou principalmente as planícies de maré e regiões de apicum, porém parte dos tanques de cultivo tem sido gradualmente abandonados. A expansão das áreas de manguezais deveu-se principalmente ao abandono da aquicultura, que favoreceu a recolonização dos manguezais sobre os antigos tanques de cultivo. Esse trabalho evidenciou a resiliência dos manguezais diante de uma severa interferência antrópica nesse delicado ecossistema.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sistema de informações geográficas aplicado à gestão da bacia do Caeté – nordeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2009-10-26) ROCHA, Mariano Araujo Bernardino da; SOUZA FILHO, Pedro Walfir Martins e; http://lattes.cnpq.br/3282736820907252
    A região Nordeste do Estado do Pará é um dos principais centros de convergência de pessoas produtos do Estado, contendo a maior concentração de sedes municipais, sendo uma zona de intensa atividade agrícola e com processo de desflorestamento avançado. A necessidade de um maior conhecimento sobre as bacias hidrográficas é evidente, principalmente, por estas constituírem unidades de planejamento e aplicação de políticas públicas, subsidiadas por estudos, os quais transcendem o âmbito puramente científico. Na bacia hidrográfica do Caeté, localizada na região NE do Estado, atividades agrícolas e pecuaristas vêm sendo praticadas com maior intensidade desde o início do século XX, o que provoca a degradação do meio ambiente. O objetivo principal deste trabalho foi a organização de um banco de dados geográfico com enfoque no meio físico para contribuir com diagnósticos ambientais e com a gestão desta bacia hidrográfica. Utilizando-se de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento para análise multitemporal do uso e cobertura da terra; integração desta com diferentes componentes do meio físico (Geologia, Geomorfologia, Pedologia, Precipitação, Hidrometria e Sedimentologia); elaboração dos mapas de aptidão agrícola das terras e de vulnerabilidade natural à perda de solos e; construção de um geodatabase. A análise morfométrica da bacia demonstrou a baixa probabilidade à cheias devido: sua forma alongada; 57,6% de sua área possuir relevo plano e; 50,1% da bacia possuir formas dispersivas do terreno. A análise da vazão (m³/s) utilizando-se de efeito Doppler (ADCP) apresentou valores de 8,06 na estação Arraial do Caeté, 34,14 na estação Tentugal e 87,45 na estação Nova Mocajuba, para o mês de junho, enquanto que para o mês de setembro a vazão quantificada foi de 2,79 na estação Arraial do Caeté, 12,09 na estação Tentugal e 33,72 na estação Nova Mocajuba. O cálculo da precipitação baseado na interpolação das estações Primavera, Capanema, Nova Timboteua, Ourém, Santa Luzia do Pará e Emboraí mostraram uma maior concentração na porção centro-norte da bacia, que apresenta precipitações entre 400 e 450 mm/mês. A partir da análise integrada dos dados de vazão e precipitação observa-se que os maiores valores de vazão e precipitação ocorrem nas áreas florestadas, enquanto que os menores valores são observados nas áreas com maior quantidade de solo exposto. Esta ocorrência se deve ao fato da vazão tender a ser cada vez menor em direção montante e nesta porção da bacia é onde se encontra o relevo mais propício para as práticas agrícolas que se desenvolveram com maior intensidade ao longo do processo de ocupação da bacia hidrográfica. As áreas de preservação permanente ocupam 4,6% da bacia e destes, apresenta-se com 37,8% em desacordo a legislação ambiental vigente. O aumento identificado no índice de vegetação (NDVI) para os últimos 10 anos demonstrou relação direta com a pluviosidade no período mais seco do ano. A bacia mostrou uma homogeneidade com relação a aptidão agrícola, observando-se que o principal fator de restrição ao nível de manejo B foi a deficiência de fertilidade. Com relação a vulnerabilidade natural a perda de solos foi demonstrado que a bacia em questão é medianamente estável, apresentando valores predominantes de vulnerabilidade variando entre 1,8 a 2,2. A geração do banco de dados permitiu a análise dos mapas produzidos, de modo que, áreas de interesse puderam ser observadas com maior detalhe. Assim, os dados serão disponibilizados à sociedade para que sejam utilizados em benefício do desenvolvimento da região e havendo a possibilidade de atualização dos dados à medida que novos conhecimentos e tecnologias sejam adquiridos.
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