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Navegando por Assunto "Serrapilheira"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Effect of seasonal flooding cycle on litterfall production in alluvial rainforest on the middle Xingu River (Amazon basin, Brazil)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08) CAMARGO-ZORRO, Mauricio; GIARRIZZO, Tommaso; JESUS, Allan Jamesson Silva de
    O pressuposto para este estudo foi que a produção de serrapilheira nos ambientes inundáveis do médio rio Xingu, segue um padrão de variação sazonal. Assim, se quantificou durante um ciclo anual a produção de serapilheira total e de suas frações, e se indagou a correlação entre o regime do nível do rio e a produção de serapilheira. Quatro ambientes de floresta ombrófila aluvial foram estudados: duas florestas inundáveis de lagoas insulares (Ilha Grande e Pimentel) e dois ambientes de floresta marginal no canal principal do rio Xingu (Boa Esperança e Arroz Cru). A produção de serapilheira total nos quatro ambientes mostrou um padrão sincrônico com a variação do nível do rio e com a inundação das áreas marginais. Por sua vez, foi evidente um aumento da produção de frutos durante a inundação local e de forma inversa uma maior produção de flores com o regime de seca. Os padrões registrados para os componentes de serapilheira do médio rio Xingu, confirmam os achados para outros ambientes amazônicos e tropicais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estimativa da produção anual de serapilheira dos bosques de mangue no Furo Grande, Bragança-Pará
    (2007-10) FERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas; NASCIMENTO, Antonia Aparecida Monteiro do; CARVALHO, Muzenilha Lira
    As condições ambientais de determinado local podem influenciar a produtividade dos manguezais. Assim, este estudo estimou a produção total e dos componentes da serapilheira no Furo Grande, Bragança, PA. Este estudo compreendeu quatro ciclos anuais (julho/2000 a agosto/2004) em três sítios. Foram instaladas sete cestas em cada sítio ao longo de uma transecção de 140 m, com intervalos de 20 m. Cada cesta possuía uma área útil de 1 m2, com tela de 1 mm2, suspensa acima do nível das marés de sizígia. O material acumulado nas cestas foi coletado mensalmente, separado em folha, flor, fruto, estípula, galho e miscelânea, sendo posteriormente secado a 70 ºC até alcançar peso constante. A produção média dos quatro anos foi de 9,85 t.ha-1.ano-1 no sítio 1, 6,41 t.ha-1.ano-1 no sítio 2 e 5,99 t.ha-1.ano-1 no sítio 3, cuja comparação apresenta diferença significativa entre os sítios 1 e 3 (H=7,53; gl=2; p<0,05). Em suma, os resultados apontaram que a folha foi o componente de maior produtividade e, juntamente com a flor, teve pico na estação seca, o que parece favorecer uma economia de energia para o investimento em reprodução, enquanto a maior produção de fruto foi na estação chuvosa, promovendo a dispersão de propágulos e, conseqüentemente, a renovação e manutenção dessas florestas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estoque e ciclagem de carbono de sistemas agroflorestais em Tomé-Açu, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2010) BRANCHER, Tobias; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    Sistemas agroflorestais (SAFs) consistem em importante prática agrícola de uso da terra voltada a produção e a prestação de serviços ambientais. O objetivo deste trabalho consistiu em realizar um estudo do estoque e ciclagem de carbono de 4 sistemas agroflorestais (SAFs) com idades e composições diferentes, além de uma vegetação secundária (capoeira), no município de Tomé-Açu, na região nordeste do Estado do Pará, Amazônia Oriental. Foram medidos os estoques de carbono no solo, na serrapilheira e na biomassa da parte aérea. O fluxo de carbono foi medido na deposição de material formador de serrapilheira e incremento da biomassa aérea no período de um ano, entre outubro de 2008 e setembro de 2009. Os SAFs foram divididos em quatro categorias, denominados SAF 1, SAF 2, SAF 3 e SAF 4, sendo (SAF 1: cacau, açaí, bananeira e seringueira, 14 anos de idade, SAF 2: cacau, açaí, bananeira, seringueira, taperebá, paricá e macacaúba, 14 anos de idade, SAF 3: cupuaçu, açaí, teca e mogno, 9 anos de idade, SAF 4:cupuaçu, açaí e paricá, 9 anos de idade). Em cada sistema, foram instaladas 4 parcelas amostrais, onde foram coletados os dados de diâmetro a altura do peito (DAP) e altura (h), usados posteriormente para estimar a biomassa da parte aérea. Dentro das parcelas foram instalados coletores para medir a deposição de material formador de serrapilheira e realizadas coletas de solo e serrapilheira utilizadas na estimativa dos estoques de carbono. Não houve diferença significativa entre os SAFs analisados para a variável estoque de carbono no solo, assim como não houve diferença no estoque de carbono na biomassa da parte aérea. O SAF 4 teve a maior deposição de serrapilheira anual entre todos os tratamentos. Os SAFs não diferiram da capoeira quanto ao estoque de carbono no solo e serrapilheira. A produtividade primária líquida atingiu 2,54, 6,11, 9,54 e 16,27 Mg C ha-1 ano-1 nos SAFs 1, 2, 3 e 4, respectivamente. A idade dos SAFs não teve efeito significativo na quantidade de carbono acumulada no período de um ano.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Influência da dinâmica atmosférica na produção de serapilheira em um manguezal da costa amazônica.
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-19) SOUZA, Hyago Elias Nascimento; VITORINO, Maria Isabel; http://lattes.cnpq.br/2313369423727020
    Este trabalho teve como objetivo investigar a influência da dinâmica atmosférica na produção de serapilheira no manguezal de Cuiarana, Salinópolis, Costa Amazônica. Foi analisado a variação pluviométrica sazonal juntamente aos sistemas precipitantes sobre a costa amazônica e sua influência na variabilidade da produção de serapilheira. Também foi caracterizada a variação temporal da direção e velocidade do vento e sua influência na produção espaço-temporal de serapilheira. Em uma floresta de mangue foram delimitadas 3 parcelas amostrais apresentando 3 espécies de mangue Rizophora mangle, Avicennia germinans e Laguncularia racemosa. Em cada parcela foi instalado aleatoriamente 4 coletores de serapilheira de 1 m2. Dados meteorológicos foram obtidos a partir da Torre Micrometeorológica da UFRA localizada na área de estudo. As principais metodologias estatísticas usadas foram two-way e one-way ANOVA, análise de regressão linear (p < 0,05) e Análise Fatorial em Componentes Principais (ACP). Os resultados mostram que a variação temporal da precipitação é modulada por diferentes sistemas meteorológicos, onde os meses de março, abril e maio apresenta-se como trimestre mais chuvoso da região. A distribuição anual de direção do vento mostrou predominância no setor leste (E), frequência de ventos com maior velocidade foram registrados no segundo semestre. Na produção de serapilheira houve diferença significativa entre os valores de produção mensal e entre as frações. A produção total anual de serapilheira foi de 9,4 ± 0,06 Mg ha-1 ano-1, onde 67% foi composta pela fração folha. Folhas tiveram tendências negativas com a precipitação, porém lenhoso e material reprodutivo tiveram tendências positivas. A ACP mostra em 4 componentes correlação negativa com material reprodutivo e correlação positiva com lenhoso associado à variação temporal de ventos e de precipitação pluvial.
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