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Navegando por Assunto "Sexually Transmitted Diseases"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Infecções sexualmente transmissíveis: o imaginário de remanescentes de quilombos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06-29) SOUZA, Isis Tarcila Vital de; CARVALHO, Jacira Nunes; http://lattes.cnpq.br/9434086419077532; CASTRO, Nádile Juliane Costa de; http://lattes.cnpq.br/2532971599666350; https://orcid.org/0000-0002-7675-5106
    Atualmente, as comunidades quilombolas no Brasil são múltiplas e se encontram distribuídas em todo território nacional. Na região Norte há 873 comunidades quilombolas um marco importante na história, é que, a primeira comunidade a receber o título está situado no Estado do Pará. Historicamente as comunidades sofrem com a falta de infraestrutura, precariedade no acesso a saúde, educação, saneamento básico, revelando que esse grupo vive em uma situação de vulnerabilidade, fruto de um processo histórico escravocrata. Neste aspecto, reconhece-se a vulnerabilidade dessas populações, considerando a dificuldade preventiva e assistencial no que diz respeito às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Estas infecções são causadas por diferentes tipos de microrganismos com evoluções e expressões clínicas bastante específicas. As IST são transmitidas, sobretudo, por contato sexual direto ou indiretamente e de forma eventual por via sanguínea. O objetivo deste estudo foi conhecer o imaginário/percepção de remanescentes de quilombos a respeito da transmissão, prevenção e tratamento das Infecções sexualmente transmissíveis. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa com informações obtidas a partir de entrevistas semiestruturadas e os dados analisados por meio da técnica do Discurso do Sujeito Coletivo. A partir do resultado tornou-se possível agrupar os discursos dos residentes da comunidade remanescente de quilombos de Itacoã Mirim sobre infecções sexualmente transmissíveis em quatro categorias: 1) Discurso da percepção do que é Infecção Sexualmente Transmissível. 2) Discurso sobre transmissão. 3) Discurso sobre prevenção. 4) Discurso sobre tratamento. Acredita-se que o presente estudo trouxe uma importante contribuição para a enfermagem, uma vez que trouxe evidências que subsidiam um cuidado voltado a comunidade remanescente de quilombo e seu imaginário quanto as IST exibindo seus comportamentos e atitudes de risco.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Preditores da sífilis gestacional em um estado da Amazônia brasileira: um estudo de caso e controle
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-03) UCHÔA, Thais Lopes do Amaral; FERREIRA, Glenda Roberta Oliveira Naiff; http://lattes.cnpq.br/7459094802051187; https://orcid.org/0000-0002-8206-4950; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460
    Introdução: Os avanços nas políticas públicas voltadas a atenção materno-infantil implantadas no Brasil nas últimas décadas ainda não produziram impacto na redução da sífilis gestacional e, principalmente, na sífilis congênita. No Pará, ainda há um elevado número de casos de sífilis gestacional detectados no parto e puerpério. Os fatores que se relacionam a manutenção desse contexto são desconhecidos. Objetivo: Determinar os preditores da sífilis gestacional em um estado da região Amazônica brasileira. Métodos: Estudo de caso e controle não pareados, realizado em uma maternidade pública de referência do Pará. Os dados foram coletados no período de novembro de 2020 a julho de 2021, a partir da aplicação de formulário, análise do cartão da gestante e prontuário. Foram considerados casos as mulheres com diagnóstico de sífilis na gestação, parto ou puerpério. Os controles foram as mulheres sem o diagnóstico de sífilis no ciclo gravídico-puerperal. A variável resposta foi o diagnóstico ou não de sífilis gestacional, sendo considerado o evento o diagnóstico de sífilis gestacional no pré-natal, parto ou puerpério. As variáveis independentes foram agrupadas em: a) sociodemográficas; b) ginecológica e obstétrica por duas (02) variáveis categóricas e cinco (05) variáveis discretas; c) práticas sexuais e obstétricas por oito (08) variáveis categóricas; d) conhecimento é composto quinze (15) variáveis categóricas e e) Atitudes é composta por seis (06) variáveis categóricas. O tamanho da amostra, calculado pelo método de Kelsey, foi de 204 participantes, sendo 68 casos e 136 controles. Para testar a principal hipótese do estudo foi realizada análise de regressão logística múltipla. No programa Bioestat 5.3® foi aplicado teste do qui-quadrado de independência, tendência e teste G. No programa Minitab 20® foram realizadas as análises descritivas e regressão logística. Foi calculada a razão de chances, intervalo de confiança de 95%. Valores de p <0,05 foram considerados estatisticamente significantes. Resultados: Entre os 68 casos e 137 controles, a idade variou de 15 a 41 anos, a média de idade foi de 26,1 anos (DP: 6,2). Na regressão logística múltipla, de maneira independente os casos estão associados ao menor número de consultas pré-natal (OR: 0,82; p = 0,02), história de IST anterior (OR: 24,8; p = 0,00), aborto espontâneo (OR: 2,86; p = 0,025) e dificuldade para conversar com o parceiro sobre uso do preservativo sexual nas relações (OR: 4,43; p = 0,00). Entre os fatores dos conhecimentos e atitudes os casos estiveram associados a conhecimento sobre a transmissão vertical (OD: 0,24; p= 0,019), ao tratamento com penicilina (OD: 0,47; p= 0,023) e sobre a disponibilidade do tratamento nas unidades básicas de saúde (OD: 0,14; p= 0,014). No entanto, estão associados ao desconhecimento sobre a inexistência de vacina (OD: 1,94; p= 0,04). A análise das variáveis relacionadas às atitudes evidenciou uma associação dos casos (OD: 2,40; p= 0,016) a atitude inadequada sobre o início do pré-natal. Há crescimento dos casos reagente do 1º trimestre ao puerpério com p < 0,0001, sendo as maiores proporções significativas de casos reagentes no parto e no puerpério. Conclusão: Os fatores ginecológicos e obstétricos, as práticas sexuais e reprodutivas e o conhecimento estão associados à sífilis gestacional. Em uma população com precárias condições socioeconômicas não foi demonstrado associação desses fatores. Ações de monitoramento e avaliação do pré-natal são urgentes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de Chlamydia trachomatis e fatores de vulnerabilidade associados em uma população ribeirinha da Amazônia brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-20) GALVÃO, José Jorge da Silva; FERREIRA, Glenda Roberta Oliveira Naiff; http://lattes.cnpq.br/7459094802051187; https://orcid.org/0000-0002-8206-4950; CUNHA, Carlos Leonardo Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/9603271880856443; https://orcid.org/0000-0002-1891-4201
    Introdução: A Chlamydia trachomatis está amplamente distribuída em populações urbanas e não urbanas, inclusive em populações ribeirinhas. Estas populações têm baixo acesso ao diagnóstico laboratorial na Atenção Primária à Saúde e há dificuldade no diagnóstico clínico, o que não possibilita o rompimento da cadeia de transmissão. Os ribeirinhos da Amazônia brasileira residem em uma área de alta incidência de infecções sexualmente transmissíveis e possuem baixos indicadores socioeconômicos.Não há estudos que abordem a prevalência de Chlamydia trachomatis e populações ribeirinhas à luz dos fatores de vulnerabilidade social, individual e programática. Objetivo: Identificar a prevalência da Chlamydia trachomatis e os aspectos da vulnerabilidade associados, em uma população adulta ribeirinha da Amazônia brasileira. Método: Estudo observacional, transversal, realizado entre adultos residentes da Ilha do Combú, na cidade de Belém (PA). Adotou-se frequência esperada de 50%, margem de erro aceitável de 5%, nível de confiança de 95%, efeito de delineamento de 1,0, que resultou numa amostra de 306 participantes, sendo incluídos mais 8,5%, considerando um percentual de participantes que não responderam ou não sabiam. O cálculo amostral foi realizado no módulo Statcalc – Sample size and power do programa EPI INFO Versão 7.2.2.16. Para a coleta de dados foram aplicados dois questionários, sendo um validado e outro adaptado através da avaliação de juízes ad hoc e testado previamente para a presente pesquisa, na intenção de identificar o conhecimento, as atitudes e as práticas sobre as infecções sexualmente transmissíveis, além de dados sociodemográficos. As variáveis usadas para testar a hipótese principal do estudo foram categóricas: os aspectos das dimensões individual, social e programática estão associados às chances de infecção por Chlamydiatrachomatis entre ribeirinhos adultos. A variável dependente analisada foi a sorologia reagente para CT. O critério diagnóstico para sorologia reagente foi a detecção de anticorpos das classes IgG e IgM de CT em ensaio imunoenzimático do tipo ELISA. As variáveis independentes analisadas corresponderam aos aspectos de vulnerabilidade descritos na literatura. Para identificar a prevalência da clamídia, uma amostra de sangue periférico foi coletada dos participantes do estudo. A amostra, então, foi submetida à análise para detecção de anticorpos anti-Chlamydia trachomatis IgG e IgM, através do ensaio imunoenzimático do tipo ELISA. A regressão logística foi o método de escolha por expressar as chances de encontrar marcadores da infecção de Chlamydia trachomatis entre expostos a condições de vulnerabilidade em relação aos não expostos. Na regressão binária univariada foram selecionadas para regressão múltipla, adotando-se o modelo stepwise. Todas as análises estatísticas foram feitas utilizando os softwares Minitab 20® e Biostat 5.3®. Adotou-se o nível de significância de 5%, intervalo de confiança (IC) de 95% e Razão de Chances (RC). Resultados: A amostra do estudo foi composta por 325 participantes. A prevalência de marcadores da infecção de Chlamydia trachomatis foi de 22% (72/325%; IC 95%: 17,5%; 26,4%). Para o marcador IgM isolado, a prevalência foi de 5,5% (6/109; IC 95%: 1,2%; 9,8%), sendo 100% dos casos no sexo feminino. A maioria dos participantes possuía baixo nível de escolaridade e de renda salarial, 56,6% (184/325) nunca frequentaram a escola ou possuíam apenas o nível fundamental; 68% (222/314) viviam com renda salarial mensal menor que um salário mínimo. Na análise deregressão logística múltipla, após ajustes, os participantes que tiveram preservativo rompido e beneficiário de programas de transferência de renda do governo têm quase duas vezes mais chances de ter a presença de marcadores da infecção de Chlamydia trachomatis quando comparados aos que não tiveram o preservativo rompido.Conclusão: Nessa população, além das baixas condições sociais, foram encontrados fatores de vulnerabilidade na dimensão individual e social que aumentaram as chances da infecção pela bactéria, tais como baixa escolaridade, baixa renda familiar e precário acesso aos serviços de saúde. A identificação desses aspectos possibilita a escolha da estratégia de prevenção combinada mais adequada a essas populações.
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