Navegando por Assunto "Sludge"
Agora exibindo 1 - 3 de 3
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Tese Acesso aberto (Open Access) Estudo da reciclagem de lodo de eta na fabricação de agregado sintético em mistura com cinza volante de carvão mineral(Universidade Federal do Pará, 2016-11-22) SILVA, Elzelis Muller da; SOUZA, José Antônio da Silva; http://lattes.cnpq.br/6157348947425968Os resíduos (lodo) gerados nas Estações de Tratamento de Água (ETA) e as cinzas volantes provenientes da queima de carvão mineral em usinas termelétricas causam problemas pela quantidade e concentração de substâncias nocivas presentes nos mesmos. Dessa forma, este trabalho visou produzir agregados sintéticos utilizando lodo da ETA Bolonha (Belém/PA) e cinza volante avaliando sua viabilidade técnica e ambiental. A composição dos agregados sintéticos consistiu de uma elevada concentração desses resíduos em mistura com argila para a moldagem e sinterização às temperaturas de 1200 °C e 1250 °C. Foram realizadas análises físicas, mineralógicas e microestrutural dos agregados sintéticos. Dois concretos foram produzidos, um com agregado sintético, e outro referência. Nos concretos foram avaliadas as suas propriedades físicas e mecânicas no estado fresco e endurecido, e suas microestruturas. Para a caracterização dos resíduos dos concretos foram realizados ensaios de lixiviação e solubilização. Os agregados sintéticos foram classificados como agregados leves por apresentarem baixa massa especifica (< 2,0 g/cm3) de acordo com a NBR 7211 (ABNT, 2009). O concreto produzido com agregado sinterizado (AGS-02) à 1250 °C foi classificado como concreto leve não estrutural segundo as normas NBR 6118 (ABNT, 2014) e NBR 8953 (ABNT, 2015). Os resíduos dos concretos foram classificados como resíduos classe IIB, não perigoso e inerte pela NBR 10004 (ABNT, 2004) e dentro dos limites das Resoluções n° 20/1986 e 430/2011 do CONAMA, para os rios classe 2. Destaca-se que o agregado sintético atende as demandas da indústria da construção civil, reduz o consumo de matérias-primas e oferece uma alternativa à disposição final dos resíduos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo de viabilidade econômica da implantação de leito de secagem para tratamento de efluentes sanitários gerados em uma mineradora no estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2022-12-28) FERREIRA, Cleyton Eduardo Costa; MENDONÇA, Neyson Martins; http://lattes.cnpq.br/7534816053779593A gestão de resíduos é um dos principais desafios da sociedade atual, sobretudo quando se trata de encontrar alternativas mais sustentáveis e econômicas para o tratamento e destinação desses materiais. Nesse contexto, o biossólido, um subproduto gerado a partir do tratamento de esgoto, tem sido apontado como uma possível fonte de nutrientes e matéria orgânica para a agricultura e outros setores, contribuindo assim para uma economia mais circular. O biossólido contém uma grande quantidade de nutrientes, que pode ser utilizada para melhorar a qualidade do solo e aumentar a produtividade agrícola (OLIVEIRA et al., 2018). Além disso, a utilização de biossólido como fertilizante pode reduzir a necessidade de insumos químicos, contribuindo para a redução do impacto ambiental associado à destinação final (RIBEIRO et al., 2015). O presente estudo foi desenvolvido em uma mineradora no estado do Pará, que possuí oito ETE’s descentralizadas do tipo anaeróbia. Além disso, foi realizada a definição da rota de tratamento dos subprodutos, dimensionamento e análise de viabilidade econômica do da implantação de leito de secagem com objetivo de realizar a produção de biossólido para aplicação na recuperação de áreas degradadas. Constatou-se que anualmente são gerados 11.776 kg SST/ano de lodo, resultando no dimensionamento de leito de secagem com 3 células, sendo cada uma com 22 m², ciclo de operação de 25 dias e Taxa de Aplicação Superficial de 13,30 KgSST/m²xdia. Para a higienização, foi escolhida a caleação com CaO. O custo de implantação do leito de secagem correspondeu a R$ 100.358,70, operacionalização R$ 2.059,62/mês e a solução via incineração de R$ 18.415,80/mês. Utilizando como base o payback simples e descontado, o investimento retorna em aproximadamente 7,14 e 7,19 meses, respectivamente, sendo parte dos custos sinérgicos com a gestão de saneamento atual. Os demais indicadores, apontam o investimento como viável e passível de superávit financeiro. Portanto, a empresa terá ganhos financeiros e ambientais com a implantação do projeto.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Importância da frequência de descarte de lodo na eficiência dos decantadores de estações de tratamento de água em ciclo completo(Universidade Federal do Pará, 2004-10-20) CUNHA, Márcia Valéria Porto de Oliveira; PEREIRA, José Almir Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9918600634569244No trabalho foram avaliados três diferentes períodos de descarte do Iodo armazenado nos decantadores da ET A Bolonha, com a finalidade de recomendar a rotina operacional que apresenta os melhores resultados na eficiência dos decantadores. Para isso o trabalho foi dividido em três fases experimentais, sendo que na fase 1 foi avaliada a eficiência da atual rotina operacional dos decantadores, que é de descarga total do Iodo de 12 em 12 dias. Na fase 2 a rotina operacional foi alterada para descarga de Iodo diária durante o tempo de 5 minutos, para que se pudesse atender as recornendações do projeto executivo; e quanto na fase 3 a rotina operacional foi novamente alterada, descarga de Iodo de 5 em 5 dias durante o tempo de 5 minutos, em função de se obter melhores resultados de eficiêrlcia. Em todas as fases foram determinadas as variáveis sólidos suspensos totais, turbidez e cor aparente no afluente e efluente dos decantadores, bem como determinado a concentração de sólidos do Iodo gerado nos decantadores e no sistema auxiliar de remoção de Iodo da bandeja intermediária. Além disso, em todas as fases, foi quantificado o volume de Iodo descartado e a produção mensal de sólidos gerados pelo Iodo. Com a pesquisa foi possível observar que sob o ponto de vista de eficiência dos decantadores, a rotina operacional implementada na fase 2 (remoção diária do Iodo) e na fase 3 (descargas de Iodo a cada 5 dias) apresentaram resultados semelhantes, porém, com relação a geração de resíduos a rotina operacional implementada na fase 3 se mostrou mais adequada, já que nesta fase houve um decréscimo médio de 48% em relação a fase 1. Assim, recomenda-se que seja estuda a rotina implementada na fase 3 deste estudo em todos os seis decantadores da ETA Bolonha.
