Navegando por Assunto "Sobrevida"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Adenocarcinoma gástrico T4b: experiência de 12 anos em Hospital Universitário(2013-12) FAVACHO, Bernard Costa; COSTA, Carleno da Silva; MAGALHÃES, Thamer Costa; ASSUMPÇÃO, Paulo Pimentel de; ISHAK, GeraldoA neoplasia gástrica é doença heterogênea e multifatorial, com incidência e mortalidade variando geograficamente. Aproximadamente 60% dos diagnósticos em pacientes de países ocidentais ocorrem nos estádios III ou IV. Nestes doentes, o melhor tratamento consiste na realização de procedimento cirúrgico. OBJETIVO: Identificar os aspectos epidemiológicos de pacientes diagnosticados com adenocarcinoma gástrico T4b. MÉTODOS: Estudo observacional, transversal, retrospectivo, de fonte secundária, dos pacientes diagnosticados com adenocarcinoma gástrico T4b através de estadiamento patológico. Foram analisados 815 prontuários, sendo 27 pacientes estudados. As variáveis investigadas foram: aspectos demográficos, principais queixas, fatores de risco, acesso ao serviço de saúde, aspectos cirúrgicos, morbidade, mortalidade e sobrevida. RESULTADOS: Vinte e dois eram homens (81,5%) e cinco mulheres (18,5%) com idade variando de 38 a 87 e média de 58,78 anos. O tempo de acesso ao serviço, em meses, variou de 1 a 120, com média de 12,5. Os sinais e sintomas mais prevalentes foram: perda de peso 23 (85,2%), epigastralgia 22 (81,5%), vômitos 16 (59,3%) e plenitude gástrica 12 (44,4%). A frequência de acometimento das estruturas adjacentes foi: pâncreas oito (29,6%), fígado sete (25,9%), cólon transverso seis (22,2%), intestino delgado seis (22,2%), mesocólon três (11,1%), baço um (3,7%) e vesícula biliar um (3,7%). Morbidades pós-operatórias ocorreram em 51,85% dos pacientes. Houve associação significativa entre mortalidade cirúrgica e ocorrência de fístula/deiscência, choque séptico e sangramento. A sobrevida ao final de seis meses foi de 63,27%. CONCLUSÃO: A média do tempo entre início dos sintomas e acesso ao serviço de saúde especializado foi elevada. Mais da metade dos pacientes apresentaram morbidades pós-operatórias. Os pacientes que apresentaram fístula/deiscência, sangramentos e choque séptico tiveram associação significativa com mortalidade cirúrgica. A sobrevida ao final de seis meses foi de 63,27%.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Imunoexpressão da proteína PTEN em amostras de carcinoma epidermoide bucal e sua correlação com características clínico-patológicas e sobrevida(Universidade Federal do Pará, 2016-06-03) KATO, Valdenira de Jesus Oliveira; PONTES, Hélder Antônio Rebelo; http://lattes.cnpq.br/8076555757131891; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099O Carcinoma de Células Escamosa Oral (CCEO) é a neoplasia maligna mais comum que afeta a cavidade oral, sendo responsável por mais de 90% dos casos diagnosticados neste sítio anatômico. Apesar dos recentes avanços no tratamento, a taxa de sobrevivência de 5 anos ainda gira em torno de 30-50%. Mecanismos moleculares que esclarecem a agressividade de lesões ajudam na identificação de quimioterápicos que possam ser utilizados para melhorar a taxa de sobrevida. O objetivo deste estudo foi investigar a imunoexpressão da proteína PTEN através da técnica de imuno-histoquímica (IHC) em amostras de pacientes com carcinoma epidermoide de boca (CEB) e relacioná-la com características clínico-patológicas, grau histológico e sobrevida e, ao lado disso, avaliar a presença de deleção alélica através da técnica de FISH. Nossos resultados mostraram que em um total de 119 casos de carcinoma epidermoide, 31 casos foram negativos para expressão de PTEN e 88 casos foram positivos, sendo 15 (17,05%) bem diferenciados, 43 (48,86%) moderadamente diferenciados e 30 (34,09%) pouco diferenciados. Considerando as características clinico-patológicas não foram encontradas correlações estatísticas significantes com a expressão de PTEN por IHC. Em relação à sobrevida foi observado que pacientes com infiltração linfononal (N) = 2 ou 3 cm tem risco 4 vezes maior de ir a óbito do que um paciente com N = 0 ou 1 cm. Por fim, houve associação significativa entre expressão por IHC negativa e o resultado da técnica de FISH no que diz respeito a deleção e entre expressão por IHC positiva e o resultado da técnica de FISH não deletado.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Perfil sociodemográfico, clínico e de sobrevida de pacientes adultos metastáticos(Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2023) ESTUMANO, Vanessa Kelly Cardoso; SAGICA, Taís dos Passos; ALBUQUERQUE, Gisela Pereira Xavier; COSTA, Marta Solange Camarinha Ramos; PEREIRA, Odenilce Vieira; MELO, Edjane Marcia Linhares; SILVA, Sílvio Éder Dias da; RAMOS, Aline Maria Pereira CruzObjetivo: Caracterizar o perfil sociodemográfico, clínico e de sobrevida de pacientes adultos metastáticos.Método: Estudo transversal retrospectivo, com dados secundários de uma unidade de assistência oncológica, analisados por: regressão logística, teste de Qui-Quadrado e testes exato de Fisher, Kaplan-Meier e Log-Rank.Resultados: Dos 678 pacientes, prevaleceu o sexo masculino, a idade média 59,54 anos e a baixa escolaridade. A média entre o diagnóstico e o início de tratamento foi 89,50 dias (± 58,87). Maior risco de câncer primário no aparelho digestivo (OR 1,42). Prevalência do adenocarcinoma (OR 1,53) e metástase para o osso (OR 2,59), linfonodos (OR 1,75), fígado e peritônio (OR 1,42). A média de sobrevida global foi de 4,16meses e mediana de 3,0 meses.Conclusão: O principal sítio primário foi o aparelho digestivo e a identificação das metástases foi prevalentemente hepática unifocal em ambos os sexos. A sobrevida global dos pacientes foi reduzida pelo avanço do câncer.Tese Acesso aberto (Open Access) Sobrevivência e dispersão de células da fração mononuclear da medula óssea transplantadas heterologamente no estriado após isquemia experimental(Universidade Federal do Pará, 2015-02-27) CARDOSO, Marcelo Marques; SAUNIER, Ghislain; http://lattes.cnpq.br/6254015055212071; LEAL, Walace Gomes; http://lattes.cnpq.br/2085871005197072Estudos experimentais evidenciam o potencial promissor das células da fração mononuclear da medula óssea (CMN-MO) no tratamento de modelos de isquemia cerebral. Sabe-se que as CMN-MOs são sensíveis à modificações microambientais, tal qual aquelas induzidas por uma isquemia, como eventos associados à inflamação. Contudo, pouco se conhece a respeito da biodistribuição e sobrevida dessas células no tecido nervoso pós-lesão. Objetiva-se investigar se a sobrevivência e a disseminação das CMN-MOs são influenciadas pela resposta inflamatória após isquemia estriatal. Parecer CEPAE, protocolo nº 073/12. Transplante heterólogo (5x105 de CMN-MOs) no estriado de ratos Wistar, agrupados entre controles não-tratados (IST) e falso-operado (FO) e tratados (ITCM), perfundidos em 1, 3, 7 e 28 dias. CMN-MO foram impregnadas com Nanocristais Qdot para posterior identificação por microscopia de fluorescência no tecido do receptor. Coloração, por violeta de cresila, e imunoistoquímica básica (IBA1 e ED1) foram aplicadas para análise histopatológica do tecido em microscopia de luz. Testes neurocomportamentais (teste de remoção do adesivo e teste do cilindro) foram realizados para aferir a resposta dos grupos às intervenções. Os achados histopatológicos evidenciam a eficiência do modelo experimental de indução isquêmica em reproduzir a lesão no estriado dorsolateral. O infiltrado celular no grupo IST marca a resposta inflamatória, posteriormente confirmada por imunoistoquímica para ED1 e IBA1; o infiltrado celular no grupo ITCM, evidencia a permanência das CMN-MO em todas as sobrevidas estudadas. O perfil de perda por morte das CMN-MO transplantadas no sítio de lesão é semelhante entre os grupos ITCM e FO, contudo, evidencia que resposta inflamatória do receptor causa maior decaimento do montante celular no grupo ITCM. Procedimentos de infusão celular mais refinados ou automatizados podem melhorar a sensibilidade dos testes comportamentais para discriminar a evolução entre os grupos estudados. Conclui-se que a alteração do microambiente pós-isquemia cria condições que determina a dispersão e a sobrevivência das CMN-MO. Outras análises de imunoistoquímicas podem apontar resultados quanto ao perfil microglial presentes nas sobrevidas estudadas e o grau de imunomodulação pelo estudo da dinâmica das citocinas inflamatórias produzidas.
