Navegando por Assunto "Social Practices"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Barricadas e trincheiras de resistência: artesãos na Amazônia Paraense(Universidade Federal do Pará, 2025-08-14) PAMPLONA BACCINO, Marcelo; FERREIRA JÚNIOR, Amarildo; http://lattes.cnpq.br/9953932663981319; https://orcid.org/0000-0002-5734-7916; FIGUEIREDO, Silvio José de Lima; http://lattes.cnpq.br/2578700144404800; https://orcid.org/0000-0002-6810-1639; BAHIA, Mirleide Chaar; RAVENA, Nírvia; PEREIRA, Meire Joisy Almeida; OLIVEIRA, Marcos Antonio de; http://lattes.cnpq.br/6052323981745384; http://lattes.cnpq.br/0486445417640290; http://lattes.cnpq.br/1290551464910872; http://lattes.cnpq.br/0893826859526568; https://orcid.org/0000-0001-7168-2019; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0001-7846-1833; https://orcid.org/Trata-se de uma pesquisa que faz reflexões sobre o trabalho e capitalismo na Amazônia, tendo como foco as práticas sociais de artesãos organizados em uma associação a qual promove a feira de artesanato na Praça da República, em Belém do Pará, Brasil. Dentre as ações do grupo estudado, buscaram-se especificidades nos processos de negociação e enfrentamento no contexto da associação e da feira - as duas principais conformações criadas por esses artesãos. A investigação analisa o local onde a feira ocorre, protagonizando os artesãos associados e observa os demais usuários da praça. O estudo gera considerações sobre virtudes, necessidades, conflitos e consonâncias do grupo de artesãos organizadores da feira, que ocorre sempre aos domingos. Além disso, a pesquisa mostra a composição física da praça, fazendo uma contextualização geográfica e histórica dela, e traz a dinâmica da vida associativa, bem como o contexto de exposição na feira.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Matando a fome de lazer "Lá no meu Setor": práticas e sociabilidades na periferia de Belém (PA)(Universidade Federal do Pará, 2021-10-21) LOBATO, Flavio Henrique Souza; BAHIA, Mirleide Chaar; http://lattes.cnpq.br/6052323981745384; https://orcid.org/0000-0001-7168-2019Historicamente, no bojo das perspectivas capitalista e eurocêntrica, foram concebidos conceitos, práticas e espaços próprios de uma concepção hegemônica de lazer, a qual legitimou formas convencionais do que seria, de como deveria ser e em que espaços e tempos deveria ocorrer o lazer. Em diversas políticas públicas, tais entendimentos foram incorporados como maneiras únicas e exclusivas de lazer, privilegiando algumas pessoas e negligenciando muitas outras. Nesse sentido, como convenção social, o lazer, seus espaços e suas práticas passaram a ser vistos de modo restrito pela sociedade. Diante disso, esta pesquisa objetivou analisar, considerando os contextos macro e micro de análise, as práticas de lazer da Comunidade Bom Jesus I, na periferia de Belém (PA), a partir dos processos de interação e de sociabilidade dos moradores. Com a intenção de viabilizar este estudo, a partir de uma abordagem qualitativa, foram empregadas pesquisas bibliográfica, documental e de campo. Em um exercício do fazer etnográfico, realizaram-se conversas informais, observação participante, entrevistas semiestruturadas e registros em caderno de campo. A investigação foi guiada tanto por um olhar “de fora e de longe”, considerando os processos estruturantes (perspectiva macro), quanto por um olhar “de perto e de dentro” (perspectiva micro), voltado às “inversões” praticadas, diariamente, para o lazer dessa população. Para “matar a fome de lazer”, os “achados” desvelaram que, ao longo dos anos, diferentes e alternativas práticas e sociabilidades foram criadas a partir dos processos de interação entre os moradores da comunidade. Constatou-se também que, muitas vezes alienada por compreensões hegemônicas, essa população não consegue enxergar ou considerar as suas experiências cotidianas como lazer. As conversações, o “rock doido”, o “jogo do bicho”, o futebol e o “piquenique” compreendem “formas de diversão”, caracterizadas por dinâmicas muito particulares, carregadas de sentidos e significados, que possibilitam esse “setor” se divertir, se fazer existir e resistir diariamente. A comunidade, portanto, “faz”, literalmente, o seu direito ao lazer.
