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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Consumo e socialidade nas festas de aparelhagem de Belém, Brasil
    (Universidad de Colima, 2021-12) COSTA, Hans Cleyton Passos da; CASTRO, Fábio Fonseca de; CASTRO, Marina Ramos Neves de
    O artigo reflete sobre as práticas e a formas sociais do consumo presentes nas festas de aparelhagem da cidade de Belém por meio de uma perspectiva complexa e multidimensional. O artigo privilegia dois blocos de práticas de consumo –consumo de bebidas alcoólicas e vestuário– e busca problematizar o debate acumulado sobre a problemática do consumo a partir de uma pers pectiva simmeliana, centrada na complexidade das formas sociais. Conclui-se que as formas sociais do ato de consumir não são estruturas sociais binárias e nem permanentes, mas padrões dinâmicos, que permitem a criatividade e ajustes que, de acordo com o observado, podem ocorrer entre classes e grupos sociais, práticas de inclusão e de exclusão, coesão e concorrência, padrão estético e ruptura inovadora, hedonismo e vicaridade, coesão do grupo e coesão da vida social.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da seringa à farinhada: produção e modo de vida na Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade, Vale do Juruá – Acre
    (Universidade Federal do Pará, 2023-11-27) SOUSA, Tatiane Silva; O’DWYER, Eliane Cantarino; http://lattes.cnpq.br/7254906067108841; https://orcid.org/0000-0003-0523-188X
    Este trabalho tem como objetivo observar a dinâmica das redes de relações sociais de modo a verificar como pessoas e grupos constroem estratégias para assegurar a reprodução de suas práticas sociais, culturais e econômicas em comunidades da Reserva Extrativista (RESEX) Riozinho da Liberdade, Alto Juruá, Acre. Para tal, utilizo o conceito de redes sociais como estratégia de método e técnicas como observação participante nas comunidades Morro da Pedra e Periquito, fotografias, entrevistas, genealogias, assim como mantive um caderno de campo. Abordo inicialmente os meandros históricos e sociais que culminaram na formação dos seringais do Vale do Juruá, Acre, a partir de um breve apanhado histórico de eventos que vão desde o primeiro ciclo da borracha com a implantação da empresa seringalista (1870-1912), até a sua derrocada, quando ocorreu fim das políticas protecionistas da borracha e o avanço da fronteira na Amazônia Acreana no final do século XX, momento em que os interesses políticos e econômicos do Estado Brasileiro para com a Amazônia mudam, o qual passou a incentivar sua colonização e financiar projetos de infraestrutura que vieram a ameaçar o modo de vida dos povos de comunidades tradicionais, situação que leva a uma série de conflitos locais no Acre. Surge neste momento como forma de resistência, o movimento social dos seringueiros, o qual estava organizado e representado inicialmente pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). São fundadas delegacias sindicais nos seringais, o Conselho Nacional de Seringueiros (CNS) e associações locais, o que veio a potencializar a luta. O movimento social dos seringueiros estabeleceu alianças com os povos indígenas, movimento ambientalista, organismos internacionais e outras instituições, pressionando o Estado brasileiro pelo reconhecimento dos seus direitos sociais, territoriais, pelo fim do sistema de barracões e criação das RESEX’s. Na RESEX Riozinho da Liberdade, criada em 2005 após mais uma década de luta, o fim da atividade extrativa como principal fonte de renda trouxe consigo um período de mudanças. Os seringueiros passam a se dedicar a agricultura e principalmente a produção de farinha de mandioca. As famílias migram das colocações do interior da floresta e se aglomeram nas margens do Riozinho da Liberdade, onde instituições públicas começam a atuar a partir da década de 1990, influenciando a formação das comunidades que existem hoje em dia as margens do rio. Observa-se que entre o período de colocações para agora de comunidades, há continuidades estruturais na forma como os grupos domésticos constroem suas relações de troca e parentesco. Ainda, relações de aviamento persistem, mas já não ocorre a imobilização da mão de obra como havia anteriormente nos seringais. A criação da RESEX assegurou direitos territoriais, mas não novas fontes de renda baseadas no extrativismo, o que vem sendo trabalhado por novas associações, ainda que de forma incipiente. As redes locais fundamentadas no parentesco, reciprocidade, aviamento e ajuda são importantes para que se garanta a produção, comercialização, alimentação e assistência em momentos de dificuldade. Garantindo desta forma segurança, estabilidade social e econômica aos grupos domésticos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Formas sociais, comunicação e tipificações do afeto numa torcida de futebol
    (Universidade de São Paulo, 2020-08) FREITAS, Aline Meriane do Carmo de; CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo apresenta os resultados de uma etnografia dos processos comunicacionais presentes numa torcida de futebol, a barra brava Camisa 33, do Clube do Remo, de Belém-PA. A partir de uma proposição de diálogo entre Antropologia e Comunicação, baseando-se nos estudos de Alfred Schutz e Georg Simmel, buscou-se compreender os processos intersubjetivos manifestos por meio dos afetos e sensibilidades experienciados pela torcida e expressos por meio de formas sociais. Buscou-se realizar uma análise dos processos socioculturais comunicativos com o objetivo de compreender a construção social das sensibilidades e a produção de sentidos sensíveis que envolvem os torcedores da equipe.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O neotribalismo e outras socializações pós-modernas
    (Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016-12) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo atualiza o debate sobre o neotribalismo, fenômeno inicialmente identificado como recorrente às sociedades pós-industrais e, em seguida, compreendido como processo cultural comum à contemporaneidade em geral, à luz da reflexão sobre as dinâmicas de produção de socializações e socialidades presente nos trabalhos do Centre for Contemporary Cultural Studies da Universidade de Birmingham (CCCS), no primeiro caso, e no pensamento de G. Simmel, no segundo. Discutimos a ideia de neotribalismo recorrendo às principias categorias que são utilizadas na descrição do fenômeno: espacialidade/nomadismo e temporalidade/“presenteísmo”.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tipologia das relações sociais de Schütz e a ética da alteridade: a experiência urbana do jornal “a verdade rua e crua”
    (Universidade Federal do Pará, 2020-03-25) LEÃO, Bianca Conde; SANTOS, Ana Lúcia Prado Reis dos; CASTRO, Fábio Fonseca de; http://lattes.cnpq.br/5700042332015787
    Desde novembro de 2015, a Região Metropolitana de Belém conta com um jornal cujo conteúdo é elaborado exclusivamente por pessoas que vivem ou vivenciaram a situação de rua: o jornal “A verdade rua e crua”. Mas quais as potências das “narrativas errantes” (JACQUES, 2012) expressas nestas páginas? Esta inquietação, ou questão-problema, motivou a proposta desta dissertação de mestrado. Nos inclinamos a observar as práticas sociais intersubjetivas destes jornalistas de rua e apreender seus relatos a fim de perceber as produções de sentido que se revelam por meio desta experiência. Para isso, recorremos à tipologia das das relações sociais de Schütz (1979; 2012) a fim de sistematizar os relatos de experiências obtidos por meio dos impressos e de entrevistas semiestruturadas com alguns dos integrantes do projeto. Tomamos como base transversal a ética da alteridade de Lévinas (1980) para levantar a hipótese de que o jornal funciona como um espelho que pode revelar o Rosto do Outro, Rosto este entendido como o um caminho para o exercício da ética da alteridade. Como procedimento metodológico, além das entrevistas semiestruturadas em profundidade, usamos a observação participante, uma vez que a autora é voluntária do projeto, bem como a análise de conteúdo dos textos dos exemplares do jornal, na expectativa de fazer uma interpretação crítica sobre essa iniciativa da população de rua da Grande Belém. A partir do surgimento desse Rosto, vem à tona o paradoxo da proximidade e da distância do Mesmo para com o Outro, no qual é criada uma aparente contradição entre a intersubjetividade shutziana e a ideia da distância infinita levinasiana seguando a qual a redução à igualdade se torna impossível. Todavia, é por meio do atravessamento deste Outro que é, ao mesmo tempo, diferente e semelhante ao Mesmo, que os lugares de cada um no mundo-da-vida são repensandos. Diante desses jornais-espelhos, revela-se o exercício da ética da alteridade, pois o reconhecimento das diferenças do Outro não isenta o Mesmo de sua responsabilidade para com o ele, uma vez que o que há de humano comum a todos não se perde mesmo em situações de extrema vulnerabilidade.
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