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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Influência de diferentes práticas de uso da terra sobre a fauna de riachos amazônicos
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-27) SOUSA, Híngara Leão; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis; http://lattes.cnpq.br/4936237097107099
    Os distúrbios causados por atividades de uso da terra têm provocado uma série de efeitos negativos sobre a biodiversidade de riachos. Por isso, essa tese foi desenvolvida com o objetivo de contribuir com informações sobre os efeitos dessas atividades na biodiversidade de riachos na Amazônia. A tese está organizada em três capítulos. O primeiro consiste em uma revisão de trabalhos que estudaram os efeitos dos usos da terra sobre a fauna de riachos amazônicos nos últimos 25 anos, a fim de mostrar o cenário da pesquisa científica na região. O segundo capítulo teve como objetivo avaliar os efeitos de três práticas de uso da terra (exploração madeireira manejada, exploração madeireira convencional e pastagem) em assembleias de peixes de riachos, considerando os impactos sobre a estruturação da comunidade e sobre características de nicho das espécies. Por fim, o objetivo do terceito capítulo foi avaliar a singularidade ecológica de assembleias de peixes nessas áreas, a fim de identificar os tipos de uso da terra e as espécies que mais contribuem para a diversidade beta da ictiofauna de riachos na região. Como resultados gerais do primeiro capítulo, foram encontrados 42 artigos na literatura avaliando os efeitos do uso da terra em comunidades de peixes e macroinvertebrados em riachos da Amazônia, principalmente em áreas de exploração madeireira. Recentemente, tem ocorrido um aumento de estudos na região, onde apenas os últimos quatro anos contabilizaram 74% dos registros. Porém, identificamos uma falta de informações sobre o histórico de uso da terra nas áreas estudadas, ausência de estudos utilizando apenas o grupo dos crustáceos como táxon bioindicador e poucos estudos multi-táxon. No segundo capítulo, foi encontrado maior impacto negativo das práticas de exploração madeireira convencional e pastagem sobre a ictiofauna de riachos, e nenhum efeito foi observado em áreas de exploração manejada. Além disso, a pastagem foi o principal uso da terra responsável pela separação de nicho das espécies, sustentando espécies com maior marginalidade e menor amplitude de nicho. Por fim, no terceiro capítulo, a pastagem foi o uso que mais contribuiu para a diversidade beta, principalmente devido à grande variação observada nos níveis de perturbação associados a essa prática. Além disso, espécies especialistas e generalistas de habitat contribuíram para a diversidade beta na área. Concluindo, os resultados dessa tese mostraram que diferentes usos da terra causam efeitos particulares sobre comunidades de riachos e sugerem que diferentes abordagens podem ser úteis na avaliação de impacto ambiental sobre esses ecossistemas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Modelagem de uso da terra na bacia hidrográfica do rio Marapanim no nordeste do estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12-19) SANTOS, Lucyana Barros; LOPES, Luís Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
    Analisar a dinâmica do desmatamento, a partir dos usos da terra, auxiliar o entendimento dos processos atuais e refletir acerca do futuro. Para tanto, o objeto de estudo foi a bacia hidrográfica do Rio Marapanim, localizada na região Nordeste do estado do Pará, que se constitui em uma das fronteiras de colonização agrícola mais antiga da Amazônia, e que teve um processo de ocupação desordenada que culminou com forte pressão sobre sua cobertura vegetal. O intenso uso da terra descaracterizou a paisagem natural advinda da aceleração econômica contribuindo para a transformação de florestas e de ecossistemas naturais em áreas alteradas, comprometendo assim os recursos naturais. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem quantitativa, cujo estudo de mapeamento do uso e ocupação da terra na bacia hidrográfica, permitiu, por meio de parâmetros estatísticos, o acompanhamento das alterações naturais ou introduzidas pelo homem. Atualmente a região passa por uma alteração em sua dinâmica de uso da terra frente à uma nova fronteira agro energética através da introdução e expansão do dendê, que emerge como uma caminho para conter o crescimento da soja e da pecuária. Foi realizada análise das transformações da paisagem por meio de técnicas de sensoriamento remoto, geoprocessamento e modelagem dinâmica. Foram construídos modelos dinâmicos através da utilização do arcabouço de modelagem LuccME, desenvolvido pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e colaboradores a fim de representar computacionalmente as mudanças de uso da terra e seus fatores determinantes. Foram feitas simulações para o período de 2008-2017. Os resultados revelam que 80% da área da bacia foi desmatada e que os poucos remanescentes presentes na área da bacia estão sendo convertidas às atividades de agricultura e pecuária. Para além desse grave quadro de supressão vegetal, a fragmentação da floresta ocasiona fragmentação de habitat e perda de biodiversidade. Para reversão desse quadro, recomenda-se como alternativa a articulação de políticas públicas eficientes, estruturadas e contínuas e ações ligadas à estruturação proposto nos planos diretores dos municípios, à gestão integrada, à formação de cadeia produtiva que garanta o uso sustentável dos recursos naturais, ao incentivo da criação de UCs, posto que esta possui apenas duas, ambas de uso sustentável. As políticas públicas permitiriam a conservação e proteção dos remanescentes florestais, e contribuiriam com a melhora do quadro ambiental na região da bacia hidrográfica do Rio Marapanim (PA).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Monitoramento das paisagens de Paragominas: uma abordagem geossistêmica
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08-30) PIMENTEL, Gustavo Martinez; LOPES, Luis Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173; SILVA, Christian Nunes da; http://lattes.cnpq.br/4284396736118279
    Na Amazônia, monitorar e prever dinâmicas de uso da terra, não ocorrem de maneira simples; a ocupação nessa região, iniciada a partir da abertura da BR-010 é baseada no desmatamento e inserção de pastagens para criação bovina, não proporcionou este gradiente de produtividade como em outras partes do país. Um grande exemplo é Paragominas/Pará, que mantinha na época a exploração florestal como principal atividade econômica. O município vivenciou a mudança de paradigma em 2008, fruto de uma ação conjunta entre sociedade civil, capital privado e instituições públicas; conseguiu se reciclar e reestruturar sua economia com atividades mais sustentáveis. Apesar do avanço, muito ainda pode ser feito para obter melhores produtividades e uso adequado dos recursos naturais no território. Dessa forma, entende-se que o território é o espaço onde são tomadas as decisões e onde a política se materializa, tendo influência direta sobre a gestão dos recursos naturais. Para isso, é importante identificar os elementos que compõem a paisagem, dentre eles a geomorfologia que se destaca por determinar os demais elementos, tais como: vegetação, solo, fauna, etc. Assim, considerando a base teórica e os SIGs como suporte, montou-se uma base de dados geográficos com informações primárias, secundárias e dados secundários adaptados. Esta base foi inserida em um sistema de grade celulares para as análises. A partir desta grade foi possível distinguir doze geofácies para Paragominas. A partir delas, afere-se que para o município de Paragominas, em sua maioria, apresentam áreas de Floresta com 10.788,74 km² (55,78%) e quando se trata de uso da terra, as pastagens somam 2.789,11 km² (14,47). No que concerne à taxa de estabilidade, as florestas se destacam com o maior percentual, cerca de 70%; os usos da terra apresentam valores intermediários (50%) e as Capoeiras Baixa e Alta apresentam os menores índices de estabilidade (15%). Quanto à dinâmica de evolução do uso da terra nas geofácies, a pecuária é a atividade que mais desmatou a floresta em Paragominas, com taxas de desmatamento que variam de 5% até 15% de cada geofácie. Na classe Agricultura, a dinâmica ocorre na conversão de pastagens para plantio de grãos, com valores fortemente concentrados nas áreas de Platôs, com taxas de conversão variando de 8% até 25%. Quanto a processos de regeneração de floresta, as geofácies de Depressão, Planícies e Vales apresentam maiores taxas dessas geofácies, entre 5% e 20%. Em contrapartida, as classes com maior regeneração florestal não apresentaram padrões entre as geofácies. Em uma análise geral, o estudo demonstrou que ocorreram as dinâmicas de inserção da agricultura mecanizada próximas às rodovias e que a pecuária ainda é vetor de desmatamento no município. Já a Plantação Florestal está em processo de consolidação na região e não é muito representativo em área. Com a base de dados foi possível definir os limites das geofácies e a partir delas verificar a dinâmica do uso da terra existente em Paragominas, reflexo das mesmas dinâmicas de uso da terra (transição agrícola, desmatamento, degradação florestal, dentre outras) que estão ocorrendo na Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso do solo da ilha do Atalaia no município de Salinópolis (PA): desafios para o reordenamento territorial
    (Universidade Federal do Pará, 2012-07-02) SOUZA, Geisa Bethânia Nogueira de; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    A Ilha do Atalaia, no município de Salinópolis, Estado do Pará, localizada da Mesorregião do Nordeste Paraense e Microrregião do Salgado, concentra, atualmente, uma diversidade de práticas socioespaciais marcadas por uma complexidade de relações próprias de seu processo de reprodução espacial, desenvolvido por diferentes atores sociais que se apropriaram desse espaço ao longo de seu processo de ocupação. Assim, como espaço costeiro tem sido submetida à intensa pressão exercida por diversificadas formas de uso do solo que se manifestaram de forma desorganizada, mais integrada à lógica do valor de troca, a partir da conversão do espaço em mercadoria e, que, junto com os condicionantes naturais, destacam- se como fatores que ocasionam ou impulsionam problemas de natureza ambiental e legal. Tomando como base este contexto, é parte central deste trabalho discutir o uso do solo da área de estudo, considerando suas formas de ocupação diferenciadas. Neste sentido, o objetivo geral desta pesquisa é analisar as formas de apropriação do solo da Ilha do Atalaia, considerando seus efeitos do ponto de vista da inibição do acesso pela população aos recursos naturais e paisagísticos tendo em vista a Ilha como espaço coletivo. Como objetivos específicos analisou-se as formas de uso e ocupação do espaço da Ilha do Atalaia, os problemas ambientais e de acesso decorrentes da ocupação e, por fim, analisou-se os desafios para o reordenamento territorial. Para o alcance dos objetivos propostos, foram adotados como procedimentos metodológicos a pesquisa documental e coleta de dados em órgãos públicos, observações e o reconhecimento de formas de uso e seus atores sociais, entrevistas aos atores sociais e a profissionais especializados, levantamento de dados e informações geográficas e elaboração de mapas com base nos resultados obtidos. Nestes termos, para realizar esta análise considerou-se três dimensões: a ambiental, a de uso e a de acesso. Estas dimensões foram fundamentais para se entender a forma de ocupação existente hoje, assim como para fornecer subsídios para pensar os desafios de outro tipo de ordenamento territorial, realizado a partir das especificidades da área estudada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O uso do solo na cidade universitária Prof. José da Silveira Netto: contribuições para a gestão de espaços institucionais
    (Universidade Federal do Pará, 2012-04-18) BARBOSA, Jacilino Estumano; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    Este trabalho visa compreender o processo de produção do espaço institucional em Belém (PA), especificamente a Cidade Universitária Prof. José da Silveira Netto, da UFPA. Tem como escopo o seu ordenamento territorial e o exercício da sua função social, desde a implantação do campus universitário do Guamá, em 1960 até o presente momento. O estudo analisa o uso do solo, a interação entre a universidade e o seu entorno imediato, em função do exercício de sua função principal, o ensino a pesquisa e a extensão e, os desafios para a gestão do espaço patrimonial. A metodologia consistiu em pesquisa documental de relatórios de gestão da instituição, planos de investimentos, relatórios de atividades e de pesquisa de campo com observação “in loco” de informações da distribuição das edificações a partir de leitura da cartografia do Campus Universitário. A pesquisa mostrou que o patrimônio da UFPA teve redução de aproximadamente 46% por “ocupações” de famílias de baixa renda e por cessão de terras a outras entidades estatais; os setores básico e profissional encontram-se com taxa de ocupação do solo em torno de 30% e 21%, respectivamente. Os resultados apontam que: mantidos o modelo de apropriação e ocupação do solo visualiza-se a médio e longo prazos, o esgotamento de área para expansão física das unidades acadêmicas; a necessidade de estabelecimento de ordenamento territorial por um código de postura visando ordenar as apropriações e os usos do solo. Os grandes desafios apontam na direção da expansão das unidades acadêmicas e na ausência de espaço para este fim e como alternativa a instituição assinala a verticalização das edificações nos setores básico e profissional e a necessidade de recursos para o seu financiamento; a redistribuição dos equipamentos e a transformação em espaços de uso-comum entre unidades acadêmicas; e, a articulação e integração entre os grandes setores da Cidade Universitária: os campi I, II, III e IV. A pesquisa constatou que a formação do espaço da UFPA se configurou em decorrência da expansão urbana da cidade, motivada pela cooperação institucional entre os agentes sociais envolvidos e, induzida pelas ocupações de terras dos movimentos sociais das décadas de 1980 e 1990.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Zoneamento ecológico-econômico da BR-163: análise do processo de implementação no setor primário na sub-região da calha do Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09-12) FURINI, Gustavo Luis Ferri; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749; VENTURIERI, Adriano; http://lattes.cnpq.br/8968863324073508
    Desde a década de 1980, quando da instituição da Política Nacional de Meio Ambiente, o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) vem ganhando espaço no país. Os estados da Amazônia tiveram as primeiras propostas de elaboração de zoneamento, sendo o Estado do Pará contemplado pelo zoneamento da zona oeste, também conhecido como ZEE da área de influência BR-163. Porém, ao que se percebe, o mesmo ímpeto da elaboração não se repete na implementação do instrumento. Este trabalho tem como objetivo verificar se as indicações de uso da terra em Áreas de Gestão Produtivas do ZEE BR-163 estão sendo aplicados pelos atores diretamente envolvidos com o setor primário. A metodologia consistiu em análise, espacial e numérica, de dados gerados a partir do Projeto TerraClass para uma porção do território abrangendo os municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos, sendo que os resultados obtidos em escritório passaram por checagem qualitativa em campo. Os resultados mostram que o ZEE não apresenta influência significativa nas ações dos atores envolvidos com a produção primária. Para que haja maior apropriação do zoneamento é necessário investir em ações de implementação e divulgação.
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