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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Adequação de método para avaliação de risco de contaminação ambiental em áreas de estocagem de combustíveis
    (Universidade Federal do Pará, 2002-02-28) CHAVES, Cláudio Cezar Cunha de Vasconcelos; CORRÊA, José Augusto Martins; http://lattes.cnpq.br/6527800269860568
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aplicação da RUSLE a uma pequena bacia hidrográfica da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2013-09-26) SANTOS, Diego Benvindo Oliveira; BLANCO, Claudio José Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/8319326553139808
    A Amazônia vem sofrendo severas mudanças provocadas por atividades antrópicas, dentre as quais se destaca a transformação de áreas de floresta em áreas de uso agropecuário, resultando na intensificação dos processos erosivos. A erosão, com destaque ao arraste de partículas pelo escoamento superficial, causa redução da fertilidade do solo, prejudicando a produtividade agrícola, além de impactar a qualidade e quantidade dos recursos hídricos superficiais, fato agravado pelo forte regime pluviométrico e solos naturalmente pobres da região. Nesse contexto, o conhecimento dos processos erosivos, através da utilização de modelos matemáticos para predição da perda de solo, auxilia na determinação de práticas de manejo para o uso sustentável dos recursos naturais. A presente pesquisa buscou avaliar a aplicabilidade do modelo empírico RUSLE (Revised Universal Soil Loss Equation) na região, o qual considera a interação entre a energia da chuva, as características de solo e relevo, assim como os usos e manejos praticados. A pesquisa aplicou a RUSLE no trecho superior da bacia do igarapé da Prata, com uma área aproximada de 37 km², que fica localizada no município de Capitão Poço/PA, aproximadamente 160 km da capital Belém, na Meso Região Nordeste Paraense. A metodologia empregada constou da construção de uma base de dados georreferenciada, formada a partir de fontes públicas, que passaram por adequações para inserção no ambiente SIG, que quando combinados permitiram a geração de um mapa de perda de solo da área de estudo. A pequena bacia do igarapé da Prata apresentou valores da perda de solo que variaram entre 0,004 e 72,48 t/ha.ano, com uma média de 5,12 e desvio padrão de 6,97, onde aproximadamente 12% de sua área total apresentam riscos ambientais devido aos processos erosivos. E o percentual restante, para não sofrer riscos, depende de boas práticas conservacionistas.
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    Artigo de PeriódicoDesconhecido
    Aplicação de dados multisensor (SAR e ETM+) no reconhecimento de padrões de uso e ocupação do solo em costas tropicais: Costa Amazônica, Amapá, Brasil
    (2009) SANTOS, Valdenira Ferreira dos; POLIDORI, Laurent; SILVEIRA, Odete Fátima Machado da; FIGUEIREDO JÚNIOR, Alberto Garcia de
    Os estudos ambientais necessitam de informações sobre a cobertura e o uso da terra. Este trabalho apresenta a aplicação de dados de sensores remotos orbitais (óticos e de radares) na validação de padrões de uso e cobertura do solo na planície costeira amapaense para fins de mapeamento e reconhecimento da dinâmica natural e antrópica. Esta costa é submetida a uma dinâmica intensa devido à magnitude dos processos costeiros (marés-pororoca), sua localização geográfica, influenciada pelo rio Amazonas e pela Zona de Convergência Intertropical, e processos antrópicos associados à bubalinocultura. A análise foi realizada aplicando-se dados de satélite (JERS-1, RADARSAT-1, Landsat 7 e DEM do SRTM) digitalmente processados em abordagem multisensor, multiescala e multitemporal, correlacionada com dados pretéritos e informações de campo. A análise dos produtos gerados e dados colaterais permitiu distinguir oito padrões de uso e cobertura do solo: florestas de mangue, florestas de várzeas, campos arbustivos, áreas de vegetação campestre, campo antrópico, zona de intermaré, canal estuarino e lagos, além de feições morfológicas lineares associadas a estes padrões. Estas informações são importantes para o mapeamento dos ambientes costeiros e fundamentais para o reconhecimento da dinâmica na região.
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    DissertaçãoDesconhecido
    Atributos químicos do solo e composição química de folhas de mangue vermelho (Rhizophora mangle L.) em um manguezal e área transicional em São João de Pirabas, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2015) NASCIMENTO, Bruno Delano Chaves do; RUIVO, Maria de Lourdes Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9419564604488031
    Os manguezais são ecossistemas costeiros característicos de regiões tropicais e subtropicais de grande importância social e ecológica. Na Amazônia esses ecossistemas representam mais da metade das áreas de mangue do Brasil (cerca de 70%) e são reconhecidos pela sua grande exuberância e magnitude relacionadas à distribuição regular das chuvas, as altas temperaturas, a grande amplitude de marés (>4m) e ao suprimento de sedimentos dos rios dessa região. Mudanças nas características hídricas e nas propriedades físico químicas do solo podem provocar alterações na dinâmica dos nutrientes nesses ecossistemas. Em ambientes transicionais essas características são alteradas e podem ter efeitos sobre a concentração de nutrientes nos compartimentos do ecossistema. Visando diferenciar esses ambientes de transição e os ambientes de manguezais propriamente ditos quanto à concentração de nutrientes é que este trabalho busca avaliar os teores de nutrientes no solo, em folhas de Rhizophora mangle L. e em folhas de serapilheira nesses dois tipos de ambientes em dois períodos sazonais em um manguezal do litoral amazônico. Foram coletadas amostras no mês de menos chuva (setembro de 2011) e o de mais chuvas (abril de 2012) nas duas áreas e submetidas a análises químicas para obter a concentração de macro (Ca, Mg, Na, K, Al, S, P, N, C) e micro nutrientes (Cu, Zn, Mn, Fe). Também foram analisadas as propriedades físico-químicas do solo (Eh, pH e Salinidade) e a granulometria do solo. Os resultados apontam maiores concentrações de nutrientes no solo do manguezal de franja quando comparado a zona de transição (manguezal x floresta secundária), indicando que o Eh que é mais baixo no primeiro influenciado pela proximidade com o mar e a maior frequência de inundação pelas marés, é o principal fator de diferenciação na concentração de nutrientes do solo. Os nutrientes nas folhas de Rhizophora mangle L. não apresentam grandes diferenças de um ambiente para o outro e não seguem o mesmo padrão de concentração do solo quanto às duas áreas estudadas, porém, nas folhas são mais influenciados pela diferença de um período climático para o outro. Assim, as árvores de mangue vermelho do bosque da zona de transição conseguem manter uma concentração de nutrientes semelhante ao bosque de franja, sendo a diferença estrutural do bosque mais relacionada a granulometria do solo do que a relação nutricional, já que essas árvores possuem mecanismos fisiológicos para conservação e seleção de nutrientes, como é o caso do N que poderia ser um nutriente limitante nesses ambientes.
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    DissertaçãoDesconhecido
    Atributos químicos do solo e interação com folhas de serapilheira em manguezais da ilha de Itarana e comunidade Caranã, São João de Pirabas, Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2013-04-26) SOUZA, Marina Lopes de; MOTA, Maria Aurora Santos da; http://lattes.cnpq.br/5817549281617240; RUIVO, Maria de Lourdes Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9419564604488031
    Os manguezais são ecossistemas costeiros situados na interface terra-mar, sob constante influência da dinâmica das marés. Sabe-se que este ecossistema é considerado um dos mais produtivos do mundo, em função da grande quantidade de matéria orgânica que é produzida e exportada para outros ambientes. Esta produtividade, por sua vez, tem sua origem tanto na serapilheira produzida dentro do próprio sistema, quanto do aporte de nutrientes advindo das marés e das águas pluviais. A dinâmica de nutrientes em manguezais está vinculada a fatores como a frequência de inundação pelas marés, o período sazonal, a topografia e os processos biogeoquímicos. Neste contexto, este trabalho se propõe avaliar os atributos químicos do solo e verificar a interação entre solo e folhas de serapilheira em manguezais no nordeste paraense, na estação chuvosa e menos chuvosa. Para tanto, foram coletadas amostras de solo e folhas de serapilheira, em períodos sazonais distintos, para análises de pH, Eh, salinidade intersticial, C, N, S, P, Fe, Na+, K+, Ca+2, Mg+2 e Al+3. Os resultados dos atributos químicos do solo evidenciaram que sazonalidade climática exerceu maior influência sobre os resultados de Na+, K+ e salinidade intersticial. O manguezal de intermaré apresentou teores de nutrientes do solo mais elevados quando comparado ao manguezal de supramaré. Em geral, houve uma relação na concentração de nutrientes do solo com a concentração de nutrientes das folhas de serapilheira, mais evidente nas altas concentrações de carbono, assim como nas condições de elevação do teor de alguns nutrientes em folhas de serapilheira do manguezal de supramaré durante o período chuvoso.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação ambiental dos recursos hídricos, solos e sedimentos na área de abrangência do depósito de resíduos sólidos do Aurá - Belém-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2002-03-27) PIRATOBA MORALES, Gundisalvo; FENZL, Norbert; http://lattes.cnpq.br/6834981018643186
    O município de Belém, com 1.754.099 habitantes, produz aproximadamente 1.200 toneladas/dia de todo tipo de resíduos, que são depositados precariamente nos limites com o município de Ananindeua, na área conhecida como "lixão" do Aurá. Nos últimos 11 anos, a área tem acumulado aproximadamente três milhões duzentas mil toneladas de resíduos sólidos, transformando essa área numa fonte pontual e permanente de poluição antropogênica, que altera as condições ambientais dos recursos ambientais da área de abrangência. A comparação das sondagens de eletrorresistividade vertical (SEV), realizadas na área antes que esta fosse transformada em depósito de lixo (1991), com aquelas realizadas oito anos depois (1998), mostram que a resistividade do terreno tem sofrido drástica modificação, chegando a apresentar valores até 109 vezes menores que os valores originais, indicando que as camadas estão sendo atingidas pelo lixiviado oriundo da degradação dos resíduos. Os quinze perfis realizados na área pelo sistema de imageamento elétrico, permitiram confirmar os trabalhos realizados das SEV'S, evidenciando que o lençol freático está sendo atingido, pela infiltração e deslocamento de chorume tanto vertical como horizontalmente. As características hidrogeológicas da área mostraram que, na mesma, predomina o tipo de aqüífero livre pontualmente confinado, com gradiente hidráulico de aproximadamente 0,695%, com uma porosidade efetiva de 28%, coeficiente de permeabilidade de 1,1 x 10-3 a 0,9 x10-4 cm/s e fluxos subterrâneos ocorrendo do norte para o sul na direção do rio Guamá, deslocando-se a uma velocidade aproximada de 14,79 m/ano. A análise estatística multivariada mostrou que as amostras de águas superficiais coletadas simultaneamente em três pontos de controle, durante um ciclo de maré, independente da sazonalidade, comportam-se como amostras significativamente diferentes, evidenciando que os recursos hídricos superficiais estão atingidos pelo deslocamento superficial de chorume. Com os valores da concentração de cada um dos parâmetros traçadores de chorume (pH, condutividade, alcalinidade, amônia, carbono orgânico total, cloreto, sódio, potássio, cálcio, e magnésio), e a vazão do rio Aurá, no ponto de controle do mesmo, próximo do rio Guamá, é possível estimar a quantidade de poluentes que o depósito de resíduos sólidos está enviando para o sistema hídrico. Durante um ciclo de maré (6:00 até 18:00 horas), no período de seca, o depósito de resíduos sólidos estaria despejando para o sistema hídrico local, a quantidade aproximada de 13.115 kg de cloreto, 417 kg de amônia e 129.767 kg de sais. Para as águas subterrâneas, a análise estatística multivariada indicou que as amostras coletadas nos poços de monitoramento existentes na área apresentam diferenças significativas, evidenciando que os poços localizados à jusante do depósito estão sendo atingindos pelo deslocamento de chorume. A presença de camadas arenosas, na área onde estão depositados os resíduos sólidos, favorecem o deslocamento tanto vertical como horizontal dos diferentes poluentes oriundos do chorume. As análises de metais pesados, realizadas mediante a metodologia de extração seqüencial, mostraram diferentes participações percentuais nas fases geoquímicas potencialmente biodisponíveis nas amostras de solos e sedimentos estudados. Nas amostras de solos a fração potencialmente biodisponível (fases geoquímica trocável, redutível e orgânica), em média, contém 32% do total de Cádmio (Cd), 11,8% do total de Cromo (Cr), 23% do total do Cobre (Cu), 12,32% do total de Níquel (Ni), 43,1% do total de Chumbo (Pb) e 31,01% do total de Zinco (Zn). A participação percentual das fases potencialmente biodisponíveis dos sedimentos da área foi maior se comparada com as amostras de solos. Nesses sedimentos, a quantidade de metais pesados da fração potencialmente biodisponível, mostrou maiores valores na época de seca que na época de chuva; assim por exemplo, 33% do total de Cd quantificado na época de chuva, mudou para 37% na época de seca, o Pb mudou de 61 para 70% o Zn de 51 para 54%, entre outros. Os metais analisados pelo ataque total nas amostras de solos, comparados com os valores de background de arenitos, indicam que os elementos Fe (3,1%), Cu (18,5 ppm), Ni (10,1 ppm), Pb (69,5 ppm), Cr (76 ppm) e Cd (>1 ppm), encontram-se acima dos limites considerados normais. No caso das amostras de sedimentos considerando os valores de background da EPA (concentração total) estariam moderadamente poluídos com Cr (média de 64,6 ppm), e fortemente poluídos com Fe (3,8%) e Mn (600 ppm). Esses mesmos resultados mostram que os sedimentos não estariam poluídos com Pb e Zn, Considerando a fase potencialmente biodisponível e utilizando a ferramenta de um Sistema de Informação Geográfica (SIG), pode-se afirmar que, na época de chuva as amostras de sedimentos não estariam poluídas com Cr (fração potencialmente biodisponível - PBD, menor que 20% do total), estariam altamente poluídos com Pb e Zn (PBD maior que 50%) e moderadamente poluídas com Cu, Ni e Cd (PBD entre 20 e 50 %).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da exploração florestal de impacto reduzido em atributos físicos e químicos do solo e na regeneração natural em Paragominas, PA
    (Universidade Federal do Pará, 2008) HIRAI, Eliana Harumi; SILVA, José Natalino Macedo; http://lattes.cnpq.br/0479038232182214; CARVALHO, Cláudio José Reis de; http://lattes.cnpq.br/5976057799163293
    Este trabalho foi realizado na Fazenda Rio Capim, propriedade da Empresa Cikel Brasil Verde Madeiras Ltda., Paragominas, PA. O objetivo principal foi estudar as propriedades físicas e químicas do solo e a regeneração natural em três Unidades de Trabalho exploradas em 2000, 2003 e 2006, considerando os tratamentos: centro de clareira, ramais de arraste primário e secundário, pátio de estocagem e parcela-controle. Nas parcelas de plantas foi medido o diâmetro de cada indivíduo a aproximadamente 1,30 m do solo; todas as espécies foram identificadas e calculadas a riqueza, abundância, Índice de diversidade, equitabilidade e similaridade florística. As amostras de serapilheira foram retiradas nas parcelas de coleta de solo. Para análise física (granulometria, densidade, resistência à penetração, porosidade e umidade volumétrica) do solo foram coletadas amostras a 0-5, 5-10, 10-20, 20-30 cm de profundidade, e para a análise química (pH, teor e estoque de carbono e nitrogênio, relação C/N) foram coletadas amostras a 0-10 cm. Nas trilhas de arraste primárias foram considerados o seu início, meio e fim, e tanto para as trilhas de arraste primárias e secundárias, considerou-se as marcas das rodas do maquinário (RM), o espaço entre as rodas (ER), e borda da trilha (BT). As clareiras resultantes da derruba de árvores foram medidas aleatoriamente e classificadas com área < 600m2 e > 600m2. O solo das áreas de estudo é Latossolo Amarelo com textura muito argilosa. A densidade e a porosidade do solo variaram significativamente entre anos e entre tratamentos (p<0,001); não houve diferença significativa na profundidade de 20-30 cm. Ramais principais, secundários e pátio foram os tratamentos mais afetados. A classe de clareira não influenciou na densidade. Verificou-se que ER e BT não diferiram estatisticamente. A comparação entre início, meio e fim da trilha não foi diferente para nenhuma das comparações. Os resultados para resistência à penetração foram muito semelhantes aos da densidade e porosidade. A umidade volumétrica variou em função da combinação ano e tratamento (p<0,001). Os valores médios de Ph variaram entre 4,72 a 5,92. Houve uma redução de serapilheira com decorrer dos anos pós-exploração. Os valores médios do teor de C variaram entre 25,94 a 42,59 g.kg-1 e o teor de N entre 2,23 a 3,35 g.kg-1, valores esses considerados altos para ambos. Para o estoque de carbono (Mg.ha-1) não foi encontrada diferença significativa para nenhuma das combinações possíveis entre ano, estação e tratamento. A relação C/N para as UTs exploradas apresentou valores entre 10,37 e 15,42, ocorrendo a mineralização do nitrogênio inorgânico do solo. As três Uts estudadas apresentaram alta diversidade de espécies e alta equitabilidade. As Uts exploradas em 2000 e 2003 possuem maior similaridade florística (35,93%), seguida da UT explorada em 2003 e 2006 (33,46%), e UTs exploradas em 2000 e 2006 (26,93%). Concluiu-se que é necessário um longo período de observação para a avaliação dos efeitos da compactação no crescimento da regeneração. Os indicadores de boas práticas de manejo florestal deveriam abranger atributos físicos, químicos e biológicos do solo para um melhor entendimento do sistema e escolha de demais indicadores que possam dar respostas sobre o equilíbrio do ecossistema florestal. Os parâmetros estudados podem ser utilizados como indicadores de qualidade ambiental.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do processo de cobertura da terra no entorno de usinas hidrelétricas na Amazônia brasileira: a evolução da UHE de Tucuruí
    (Universidade Federal do Pará, 2018-05-16) MONTOYA, Andrés Danilo Velástegui; LIMA, Aline Maria Meiguins de; http://lattes.cnpq.br/6572852379381594
    A análise dos impactos ambientais produzidos pela construção de megaprojetos na Amazônia, vem sendo o campo de estudo de várias pesquisas. Neste trabalho, o objeto de estudo foi a hidrelétrica de Tucuruí, construída no estado do Pará. Por tratar-se de uma região estratégica para a expansão da capacidade produtora de energia hidrelétrica do Brasil, tem sido foco de diversas abordagens de análise que visam subsidiar a melhor caracterização de cenários futuros. Foi discutido o modelo de mudança de cobertura da terra nas áreas ribeirinhas e no entorno dos reservatórios, motivados pela modificação da dinâmica dos ecossistemas naturais. Este fenômeno é causado pelos extensos reservatórios e aspectos migratórios, em uma situação já consolidada. Foi realizado o mapeamento e análise multitemporal de imagens do satélite Landsat, de datas representativas às diferentes etapas de construção, inauguração, ampliação e cenário atual da usina hidrelétrica. Buscou-se, também, verificar se o aumento das áreas antropizadas nos municípios afetados diretamente pelo reservatório, têm papel compensatório nas melhoras das condições socioeconômicas na região. Tem-se, de fato, que essas regiões absorvem os custos sociais, econômicos e ambientais associados à construção e operação das usinas, enquanto que os benefícios energéticos são distribuídos às demais regiões do país. Espera-se, deste modo, contribuir com uma avaliação crítica dos novos planejamentos hidrelétricos, prevendo os possíveis impactos ambientais e sociais do empreendimento, dado o histórico de eventos já observados na UHE de Tucuruí. E para o debate sobre elementos que induzam a “desenvolvimento regional”, subsidiando, assim, a gestão pública, o setor privado e à comunidade acadêmica, no que tange à formulação e implementação de ações voltadas à melhoria da qualidade de vida destas localidades.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação econômica de sistemas agroflorestais no nordeste paraense: os sistemas agroflorestais como instrumento de política pública de desenvolvimento socioeconômico e ambiental regional
    (Universidade Federal do Pará, 2013-01-08) OLIVEIRA, Dimitri Maurício Queiroz de; ALMEIDA, Oriana Trindade de; http://lattes.cnpq.br/0325909843645279
    Este trabalho tem como objetivo avaliar a viabilidade econômica de dois sistemas agroflorestais (SAF) no município de Tomé. Primeiro, procedeu-se o levantamento bibliográfico das imposições legais de uso de áreas especialmente protegidas; em seguida, buscou-se enquadrar os sistemas agroflorestais sobre uma ótica socioeconômico e ambiental, como um instrumento de uso e recuperação destas áreas através da avaliação dos retornos econômicos provenientes de dois modelos de SAF observados em Tomé-Açu. Para o andamento e conclusão deste estudo, utilizou-se uma pesquisa documental, bibliográfica e de pesquisa de campo através de entrevistas com atores locais da cadeia produtiva no município de Tomé-Açú. A metodologia utilizada para levantamento de dados do estudo foi a entrevista semiestruturada com os atores locais. A tabulação deste dados, bem como a análise dos resultados foi realizada com os conceitos econômico-matemáticos da engenharia econômica de avaliação de projetos de investimento através do fluxo de caixa, VPL, TIR e Rb/c dos arranjos. A conclusão aborda o conceito da viabilidade dos arranjos estudados para o cenário econômico atual das culturas que compuseram os modelos estudados como fonte alternativa de investimento.
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    DissertaçãoDesconhecido
    Avaliação geoquímica da contaminação por mercúrio dos sedimentos de correntes e solos do distrito mineiro de Zaruma-Portovelo, república do Equador
    (Universidade Federal do Pará, 1996-05-31) MALDONADO RAMIREZ, Roque Vicente; RAMOS, José Francisco da Fonseca; http://lattes.cnpq.br/8189651755374537
    São conhecidas ocorrências auríferas na área de Zaruma-Portovelo, Equador, desde o período pré-colombiano, mas só a partir do fim da década de 70 passou-se a desenvolver uma atividade de garimpagem bastante intensa. Os garimpeiros do setor realizam as atividades de exploração, explotação e beneficiamento do minério polimetálico utilizando técnicas rudimentares, o que causa a contaminação os rios, solo e atmosfera por mercúrio e outros metais pesados, além do cianeto. Ainda desmatam a área, pois utilizam madeira nas estruturas de segurança das galerias minerais. A jazida do distrito mineiro de Zaruma-Portovelo é de origem hidrotermal, polimetálica, ocorrendo num complexo de rochas vulcânicas andesíticas da Formação Celíca. O minério é composto pelos sulfetos pirita, calcopirita, galena, esfalerita e bornita, entre outros, além dos minerais de ganga quartzo e calcita. Os metais Cd, Zn, Pb e Cu são liberados a partir destes minerais. O mercúrio é de origem antropogênica, pois ele é usado na metalurgia extrativa do ouro, assim como o cianeto, que é utilizado numa segunda fase do processo de recuperação do ouro. O presente trabalho teve como objetivo a identificação e avaliação geoquímica e a descrição das atividades das fontes de poluentes, especialmente do mercúrio, através da coleta e análises de amostras de sedimentos de fundo, solos e rejeitos mineiros, além de fazer uma breve descrição das atividades do garimpo. Foi realizada uma campanha de amostragem no final da estação de estiagem, tendo-se coletado 26 amostras de sedimentos de fundo, 23 de solo e 4 de rejeitos. Em 5 pontos foram tomadas amostras de solo em perfis com intervalos de 2 cm até uma profundidade de 14 cm. Também foi realizado um estudo da distribuição dos metais nas diferentes frações granulométricas dos sedimentos. Em três pontos foram coletados amostras em triplicata para determinar a variabilidade dos resultados. As concentrações do Hg(total) em solos indicam que 83% das amostras estão acima do background (103ppb) com valores mínimos e máximos de 109 e 9.546 ppb e uma média de 662 ppb, sendo que as maiores concentrações ocorrem nas amostras às proximidades das fontes de emissão, que são os moinhos (plantas de beneficiamento). Em todos os perfis, verificou-se que os teores maiores ocorrem na sua parte superior, diminuindo gradualmente com a profundidade. Nos sedimentos de fundo além do Hg(total) foram analisados na fração trocável os elementos Pb, Zn, Cd e Cu, observando-se valores anômalos para todos estes valores anômalos se concentram principalmente nas drenagens dos rios Calera e Amarillo, após a junção com o rio Calera, que tem em suas margens a maioria das plantas de beneficiamento da área. Nas amostras de rejeitos de garimpagem foram observados teores elevados de Hg, Zn, Pb, Cd e Cu, confirmando que os processos de beneficiamento artesanais além de gerar poluição causam perdas econômicas, devido a baixa recuperação dos metais. Os testes para verificação das quantidades de mercúrio usadas pelos garimpeiros para a amalgamação mostram que 95 a 97% do mercúrio são liberados á atmosfera na etapa de queima do amálgama. O restante, é lançada em forma líquida nos solos e drenagens da área. Isto mostra a importância do desenvolvimento de uma política de educação dos garimpeiros, oferecendo novas alternativas e tecnologias para evitar a queima do amálgama ao ar livre, o que contribuiria grandemente à diminuição da contaminação por mercúrio.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização dos atributos físicos e químicos de solos em áreas ex situ e in situ da ilha de germoplasma, uma reserva ambiental em Tucuruí, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2020-03-09) NERI, Pablo Paulo Souza; VILHENA, Karyme do Socorro de Souza; http://lattes.cnpq.br/3071495983880548; https://orcid.org/0000-0001-9661-6683
    A construção de usinas hidrelétricas no mundo está fundamentada no aumento da demanda por energia e controle das cheias dos rios. No âmbito nacional são alternativas em função do grande potencial hidrelétrico brasileiro. A UHE Tucuruí está localizada na Bacia Tocantins-Araguaia e a partir do enchimento do reservatório formaram-se mais de 1.100 ilhas, habitadas por cerca de 6.500 pessoas, que tem na maior parte de sua fonte de renda o extrativismo vegetal e criação animal. Dentre estas ilhas, pode se destacar a Ilha de Germoplasma, que é uma área de preservação permanente (APP) e está localizada a 3 km da barragem de Tucuruí. Esta ilha foi criada com intuito de garantir a conservação do material genético vegetal da região alagada pelo barramento. Na ilha de germoplasma, algumas matrizes florestais plantadas nas quadras estão perecendo. Em outras quadras a produtividade das espécies florestais está diminuindo. Essa problemática pode prejudicar a coleta das sementes para produção das mudas e propagação. O objetivo desta pesquisa foi determinar os atributos físicos e químicos do solo e caracterizar a área in situ (PC3), plantio em sombreamento (Q18) e plantio a pleno sol (Q17) área ex situ, da ilha de germoplasma localizada no lago da usina hidrelétrica de Tucuruí. Foram coletadas amostras compostas deformada de 10 a 30 subamostras em cada área nas profundidades de 0– 10cm e 10-20cm. Em seguida, as amostras foram preparadas e analisadas no laboratório de Engenharia Civil da Universidade Federal do Pará no Campus Universitário de Tucuruí. Os resultados dos atributos químicos e físicos dos solos foram submetidos ao teste estatístico Tukey a 5% de probabilidade, Análise de Agrupamento Hierárquico (HCA) e Análise de Componentes Principais (PCA). Os resultados das análises química e física do solo permitiram compreender as características das áreas da ilha de germoplasma. Os maiores teores de cálcio e magnésio foram encontrados na Q17, devido ao manejo realizado no plantio. Além do mais, apresenta elevado intemperismo e baixo teor de matéria orgânica, e por isso, baixa Capacidade de Troca de Cátions. Em relação as áreas de plantio Q17 e Q18, o plantio no sombreamento proporciona as melhores condições para o desenvolvimento das espécies vegetais e manutenção da qualidade do solo, à medida que, apresentou semelhança entre os atributos químicos da área de vegetação natural. A partir dos dados obtidos e da análise estatística observou-se maior semelhança entre as áreas PC3 e Q18. Através dos resultados da Análise de Componentes Principais (PCA) foi possível visualizar a contribuição dos atributos químicos do solo na caracterização das áreas estudadas. Os atributos químicos do solo que mais contribuíram foram: ∆pH (-0,333), Al3+ (-0,332) e pH H2O (0,323), H+ (-0,534), Fe2+ (0,410) e AP (-0,379). A Análise de Componentes Hierárquico (HCA), confirmou os resultados obtidos na Análise de Componentes Principais (PCA).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Carbon content in Amazonian Oxisols after forest conversion to pasture
    (2009-12) SILVA JÚNIOR, Mário Lopes da; DESJARDINS, Thierry; SARRAZIN, Max; MELO, Vânia Silva de; MARTINS, Paulo Fernando da Silva; SANTOS, Elaine Rodrigues; CARVALHO, Claudio Jose Reis de
    O solo desempenha importante papel no ciclo do C, porém a substituição da floresta tropical por áreas cultivadas altera a dinâmica e o estoque desse elemento. Em uma frente pioneira de colonização no município de Itupiranga (PA), na Amazônia Oriental, foi desenvolvido este estudo com o objetivo de avaliar as consequências da substituição de floresta nativa por pastagens de Brachiaria brizantha no conteúdo de C de um Latossolo Amarelo distrófico. As amostras de solo foram coletadas em área de floresta nativa (FN), floresta secundária de 8–10 anos (FS), pastagens de 1–2 anos (P1-2), de 5–7 anos (P5–7) e de 10–12 anos (P10–12), nas camadas de 0–2, 2–5 e 5–10 cm, para avaliar os teores e o estoque de C e realizar um fracionamento granulométrico da matéria orgânica. Após o desmatamento, a densidade do solo aumentou até a profundidade de 5 cm, sendo esse aumento maior nas pastagens mais antigas. As maiores mudanças no conteúdo de C ocorreram na camada superior do solo, havendo aumento nesse conteúdo com o tempo de implantação das pastagens. Nas camadas de 2–5 e 5–10 cm, o conteúdo de C se mostrou estável entre os tipos de cobertura vegetal avaliados. As maiores concentrações de C foram encontradas na fração silte, mas os maiores conteúdos de C ocorreram na fração argila, independentemente do tipo de cobertura vegetal. Um aumento da quantidade de C associado à fração areia, na forma de resíduos orgânicos pouco decompostos, foi observado nas pastagens, confirmando a maior sensibilidade dessa fração às mudanças de uso do solo.
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    Artigo de PeriódicoDesconhecido
    The ceramic artifacts in archaeological black earth (terra preta) from Lower Amazon Region, Brazil: chemistry and geochemical evolution
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2004-09) COSTA, Marcondes Lima da; KERN, Dirse Clara; PINTO, Alice Helena Eleotério; SOUZA, Jorge Raimundo da Trindade
    Neste trabalho realizou-se a caracterização química de fragmentos de artefatos cerâmicos encontrados em sítios arqueológicos com terra preta no Baixo Amazonas (Cachoeira-Porteira, Pará, Brasil), representativos da cultura Konduri (de 900 a 400 anos AP). Esses fragmentos são constituídos de SiO2, Al2O3, Fe2O3, Na2O e P2O5, sendo que SiO2 e Al2O3, juntos, perfazem mais de 80 % em peso. Os teores de P2O,5 são relativamente elevados (2,37 % em média) sob a forma de (Al,Fe)-fosfatos, incomuns em cerâmicas vermelhas primitivas, mas encontrados em algumas cerâmicas arqueológicas egípcias e romanas. As concentrações dos elementos traços são comparáveis ou mesmo inferiores ao nível crustal, embora a composição total seja próxima a mesma. A composição química (exceto P2O5) em conjunto com os dados mineralógicos e texturais indicam material saprolítico derivado de rochas ígneas félsicas ou rochas sedimentares como matéria-prima das cerâmicas. Os teores de K, Ca e Na mostram que os feldspatos e fragmentos de rochas foram adicionados ao material argiloso, como sugerido pela mineralogia. Os altos teores de sílica respondem pela presença de cauixi, cariapé e/ou areias quartzosas. Fósforo deve ter sido incorporadoà matriz argilosa da cerâmica, quando do cozimento de alimentos nos vasos cerâmicos, e ainda, em parte, durante a formação do perfil de solo tipo ABE sobre Latossolos Amarelos. A matéria prima e os temperos (cauixi, cariapé, rochas trituradas e fragmentos de vasos cerâmicos descartados) encontram-se disponíveis próximos aos sítios até a atualidade, e, portanto foram a área fonte dos mesmos para a confecção dos artefatos cerâmicos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dispersão geoquímica dos elementos Si, Al, Fe, Mn, Na, K, Cu e Zn nos solos e sua aplicação na caracterização de áreas geoquimicamente homogêneas
    (Universidade Federal do Pará, 1980-05-13) SILVA, Waldise Rossycléa Lima da; RONCAL, Juan Rolando Zuleta
    Variações na composição química dos solos são usadas na caracterização de subáreas geoquímicamente homogêneas. A aplicação dessa metodologia, numa região de clima tropical úmido e de relevo ondulado, constitui o objetivo principal do presente trabalho. Amostras de lato- solos vermelhos (Horizonte B) desenvolvidos sobre granitos, arenitos e basaltos ocorrentes na região do granito central da serra dos Carajás, estado do Pará, foram analisados para os elementos Si, Al, Fe, Mn, Na, K, Cu e Zn por espectrofotometria de absorção atômica. Com base nos critérios de similaridade na composição química os solos foram separados em grupos diferentes. A distribuição geográfica dos diversos grupos permitiu estabelecer uma estreita relação entre as diferentes litologias subjacentes e os solos correspondentes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efluxo de CO2 do solo e biomassa de raízes finas ao longo de um gradiente topográfico na Floresta de Caxiuanã-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2013-05-07) CASTRO, Sirlene de Lima; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350
    O objetivo desta pesquisa foi entender o papel de pequenas elevações topográficas no efluxo de dióxido de carbono (CO2) do solo, comparando diferentes períodos sazonais, na Floresta Nacional de Caxiuanã, Amazônia Oriental. Foram selecionados dois transectos com cerca de 17m de gradiente topográfico, um iniciado próximo à margem de um Igarapé permanente e outro nas proximidades de um Igarapé intermitente, denominados neste trabalho como Transecto1 e Transecto2, respectivamente. Em cada transecto foram selecionados quatro locais para a coleta e medição dos dados denominados de baixio, médio baixio, médio alto e platô. Nesses locais foram feitas leituras do efluxo de CO2 e da temperatura do solo, também foram feitas coletas de solo para análise de carbono orgânico e para análise de biomassa de raízes finas (<2 mm) em diferentes intervalos de profundidade. Observou-se diferença significativa na concentração do carbono orgânico do solo entre os transectos, quando comparando na camada superficial do solo (0-10 cm) na topografia de baixio, onde o transecto que se inicia à margem do igarapé intermitente teve o teor de carbono orgânico significativamente maior. Foi observado também, uma redução no teor de carbono orgânico do solo com a profundidade, porém não foram encontradas diferenças do teor de carbono orgânico com a variação topográfica. Nos resultados relacionados à biomassa de raízes finas superficiais, encontramos valores médios de 382,47 ± 25,46 g m-2 para o mês seco e 298,24 ± 23,50g m-2 para o mês chuvoso, reunindo ambos transectos. De uma maneira geral houve uma redução na biomassa de raízes finas com o aumento da profundidade do solo sendo que na camada superficial (0-30 cm) está concentrada a maior biomassa de raízes, com mais de 80% do total da biomassa de raízes do solo para ambos transectos, sendo que não foram encontradas diferenças significativas na biomassa de raízes entre e dentro dos transectos. Para os mesmos horários foi encontrado maior efluxo na topografia de baixio em comparação ao platô. A sazonalidade também possui efeito no efluxo de CO2 do solo, tendo o mês de agosto (mês de transição) a maior média de efluxos de CO2 e o mês de março (mês chuvoso) a menor média de efluxo, independente da posição topográfica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efluxo de dióxido de carbono do solo na transição floresta-sistema agroflorestal no município de Tomé Açu, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-31) PINHEIRO, Larissa Paulina Souza; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    O efluxo de dióxido de carbono (CO2) do solo corresponde ao principal fluxo de carbono da biosfera para a atmosfera. Os solos tropicais, que geralmente apresentam umidade e temperatura elevadas, oferecem condições bastante propícias para a produção de CO2, pois favorecem a decomposição da matéria orgânica, a respiração das raízes e a respiração microbiana, aumentando a emissão de CO2 do solo para a atmosfera. As práticas de manejo do solo influenciam as variáveis controladoras do estoque de carbono e da emissão de CO2 de solos agrícolas. Um maior entendimento dessa influência tem motivado estudos em todos os ecossistemas, os quais, entre outros objetivos, procuram identificar e/ou desenvolver práticas que aumentem o estoque de carbono e reduzam a emissão de CO2 do solo, como é o caso dos sistemas agroflorestais (SAFs). Devido ao grande interesse científico mundial no entendimento dos processos físicos e biológicos envolvendo fluxos de CO2 entre a superfície e a atmosfera, objetivou-se com esta pesquisa avaliar os efeitos da transição entre uma floresta secundária e sistemas agroflorestais com cultivo de palma de óleo (Elaeis guineensis Jaq.) sobre o efluxo de CO2 e fatores bióticos e abióticos do solo. O experimento foi conduzido no município de Tomé Açu, Nordeste Paraense, em um projeto que avalia modelos de sistemas de produção de palma de óleo em arranjos agrosilviculturais que contemplem o produtor rural familiar. O efluxo de CO2 do solo foi medido com sistema portátil de medição de fotossíntese (LI-6400) acoplado a uma câmara de respiração do solo. Também foram medidas a temperatura e a umidade gravimétrica do solo, a respiração basal (RB), o teor de carbono da biomassa microbiana do solo (CBMS), o teor de carbono orgânico total, o estoque de raízes finas e o estoque de serapilheira em dois SAFs e em uma floresta secundária remanescente. As medições de efluxo de CO2 e coleta de materiais ocorreram entre janeiro e abril de 2015. O efluxo de CO2 do solo foi influenciado principalmente pela temperatura e umidade do solo nos dois sistemas avaliados. O efeito da transição floresta-SAFs foi significativo em relação a efluxo de CO2, raízes finas, CBMS e RB. A transição de floresta secundária para SAFs com palma de óleo e a variabilidade espacial ou arranjo das espécies dos sistemas afetam a qualidade ambiental do solo. Essas alterações devem estar ligadas a impactos decorrentes de mudanças na estrutura e na composição de espécies dos sistemas, assim como do manejo da matéria orgânica do solo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo em laboratório de anomalias de potencial espontâneo
    (Universidade Federal do Pará, 1978-11) FERREIRA, Lindalva do Carmo; ALVAREZ BEJAR, Román
    Este trabalho é uma aplicação em laboratório do método de Potencial Espontâneo de Geofísica de Campo. Pares de diferentes rochas e solos residuais foram colocados em contato em laboratório para determinar se poderiam produzir diferença de potencial, como tem sido ocasionalmente observado durante investigações de campo. As amostras de rochas utilizadas foram calcário, basalto e riolito da área da Caldeira de Los Humeros em México. Os solos residuais são da área MM1 da Serra dos Carajás, Pará, Brasil. As medidas foram efetuadas usando sistema em seco (umidade relativa ambiente) e sistema úmido (com água adicionada). As mudanças nos potenciais medidos para as rochas e solos no laboratório mostram diferença no valor médio desde 5 mv até 50 mv entre os diferentes lados em contato. Assim o resultado desta investigação é positiva e indica que mudanças nos valores de Potencial Espontâneo podem originar-se desde mudanças nos tipos superficiais de solo ou pelo contato entre diferentes tipos de rochas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Evolução mineralógica e geoquímica multi-elementar de perfis de solos sobre lateritos e gossans na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 1995-07-31) HORBE, Adriana Maria Coimbra; COSTA, Marcondes Lima da; http://lattes.cnpq.br/1639498384851302
    Para estudar a gênese dos solos desenvolvidos sobre crostas lateríticas foram selecionados cinco perfis, localizados na região de Carajás (N5 e igarapé Bahia) e nos municípios de Paragominas (Mina de Camoaí) e Belém (balneários de Outeiro e Mosqueiro), todos no Estado do Pará. A estruturação dos cinco perfis (N5, Igarapé Bahia, Camoaí, Outeiro e Mosqueiro) permitiu individualizar quatro horizontes: crosta sã, crosta parcialmente intemperizada, crosta intemperizada e solo. A crosta sã é compacta vacuolar, constituída por óxi-hidróxidos de Fe e Al. A crosta parcialmente intemperizada compõe-se por relictos da crosta sã envolvidos por uma matriz argilosa amarelada ou avermelhada, dependendo da composição mineralógica da crosta sã. A crosta intemperizada caracteriza-se pela predominância da matriz argilosa em relação a seus relictos enquanto o solo é formado exclusivamente por material argiloso. A estruturação dos perfis mostra que a passagem da crosta sã para o solo sobreposto é gradual, havendo expansão de volume no inicio da fragmentação e posterior colapso do perfil, quando os relictos se transformam totalmente em um material terroso e microagregado. Os perfis de N5 e Igarapé Bahia são derivados a partir de urna crosta ferro-aluminosa matura. Caracterizam-se pelos teores mais elevados de caolinita e hematita na crosta e seus relictos. No solo concentram-se a gibbsita, Al-goethita e anatásio com tendência a formação de um solo inicialmente bauxítico, que passa a caolinítico em direção ao topo do perfil. No Igarapé Bahia tem-se acúmulo de quartzo no solo. Quimicamente observa--se que a modificação mineralógica leva a um decréscimo nos teores de Fe203 e 6i02 e aumento de Al203, TiO2 e PF. Os elementos-traço (V, Cr, Ni, B, Mo, Zr, Ga, Sc, Y, Mn, Cu e Pb, além de Au no perfil do igarapé Bahia) e os ETR mostram concentração de B e Zr, enquanto os demais tendem a serem diluídos da crosta para o solo. O balanço isotitânio mostra que a transformação da crosta em solo se dá por lixiviação de SiO2 e Fe2O3 nos dois perfis, enquanto o Al2O3 se enriquece no perfil de N5 e é lixiviado no perfil do Igarapé Bahia. A formação do solo de Camoaí, a partir de crosta aluminosa matura, difere dos perfis de N5 e Igarapé Bahia pela diminuição nos teores de gibbsita e aumento nos de caolinita e quartzo, enquanto os teores de hematita, goethita e anatásio, muito baixos, não tem variação significativa. Acompanhando a composição mineralógica tem-se diminuição nos teores de Al2O3 e aumento nos de SiO2, enquanto os de Fe2O3 e TiO2, muito baixos, não tem uma distribuição característica. Os elementos-traço e os ETR, com teores bem mais baixos que nos demais perfis, mostram aumento de Zr e Mn em direção ao solo e diluição dos demais elementos. Em Camoaí a transformação da crosta aluminosa em solo, segundo o balanço isotitânio, dá-se pela lixiviação de Al2O3 e enriquecimento em SiO2 e Fe2O3. Nos perfis de Outeiro e Mosqueiro, derivados de crostas lateriticas silico-ferruginosas imaturas, a formação do solo se com diminuição nos teores de hematita+goethita, de modo que no solo predominam quartzo e caolinita. Conseqüentemente tem-se decréscimo nos teores de Fe2O3 e aumento nos de SiO2 e Al2O3. A distribuição dos elementos-traça mostra, assim como em N5 e igarapé Bahia, concentração de Zr e diluição dos demais. Com base no balanço isotitânio a transformação da crosta dos perfis de Outeiro e Mosqueiro se dá pela lixiviação de Fe2O3, enquanto o SiO2 e o Al2O3 se enriquecem no perfil de Outeiro e são lixiviados no de Mosqueiro. Com base na estruturação dos perfis, na mineralogia e geoquímica, foi possível caracterizar um acentuado processo de desferrificação das crostas ferro-aluminosas e sílico-ferruginosas e de desaluminizaçâo das aluminosas, levando a geração de solos. No perfis derivados das crostas ferro-aluminosas e silico-ferruginosas tem-se a substituição da hematita por Al-goethita, uma fase intermediária onde predomina gibbsita nos perfis ferro-aluminosos e, finalmente, caolinita no topo dos dois perfis. Em todos os perfis observou-se acúmulo em quartzo. O enriquecimento em quartzo e o provável aporte externo de SiO2, via decomposição de material vegetal, levou a neoformação da caolinita a partir da gibbsita nos perfis de N5, igarapé Bahia e Camoaí. Nos perfis de Outeiro e Mosqueiro a presença de caolinita no solo deve-se ao seu enriquecimento relativo a partir da crosta. Como consequência da transformação mineralógica houve a lixiviação de ferro nos perfis de N5, igarapé Bahia, Outeiro e Mosqueiro e de alumínio no de Camoaí, além de V, Cr, Ni, Mo, Ga, Sc, Cu, Pb e ETR, forte enriquecimento em Zr e em parte de 13 e Mn em todos os perfis. As transformações que levaram à quebra no equilíbrio das crostas, a sua desagregação e cominuição, formando relictos e uma nova fase mineral argilosa, são consequências da ação da matéria orgânica, que torna o ambiente mais ácido e menos oxidante, em um processo similar ao da formação de perfis intempéricos em ambiente tropical úmido. As diferenças mineralógicas e geoquímicas observadas entre os perfis são conseqüência das variáveis composicionais das crostas que, em parte, refletem também o seu grau de maturidade. As características mineralógicas e geoquímicas dos solos nos perfis estudados permitem que eles sejam correlacionados a Argila de Belterra, podendo-se portanto admitir que a Argila de Belterra tem origem autóctone em relação as crostas lateríticas subjacentes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fluxo de óxido nitroso (N2O) do solo em um sistema agroflorestal em Tomé Açu, nordeste do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-14) SOUZA, Gisele Nerino Brito de; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    O estudo sobre a emissão de óxido nitroso (N2O) do solo em sistemas agrícolas contribui para o entendimento da mudança climática global, podendo auxiliar na minimização de impactos negativos sobre o ambiente. A importância desse gás deve-se à sua relação direta com o efeito estufa global e com a destruição do ozônio estratosférico. Algumas práticas agrícolas realizadas em sistemas agroflorestais, quando manejados corretamente podem ajudar a conter esses impactos negativos. O uso de leguminosas nesses sistemas tem se tornado cada vez mais usual, porém sua relação com as emissões de N2O ainda não é bem esclarecida. Diante da importância de processos e fatores que contribuem para o aumento nas emissões de N2O, este trabalho teve como objetivo verificar a contribuição de espécies leguminosa (Inga edulis Mart.) e não leguminosa (Theobroma cacao) nas emissões de óxido nitroso do solo para a atmosfera através do uso de câmaras estáticas e características climáticas diferentes em um sistema agroflorestal situado no município de Tomé Açu, nordeste do estado do Pará. O experimento foi realizado em uma área de sistema agroflorestal (SAF) localizado em Tomé Açu (PA) (02°33'38,5" S; 48°21'36,1" W) no período de agosto/2012 a fevereiro/2013, totalizando 11 campanhas de campo, numa frequência quinzenal. Câmaras estáticas de tipo circular (diâmetro = 300 mm) e retangular (37,5 cm x 57 cm) foram usadas para determinar a emissão de N2O do solo, com auxilio de seringas de polipropileno com volume de 20 mL e transferidas para frascos de borossilicato. A concentração de N2O foi determinada pela técnica de cromatografia gasosa, usando o cromatógrafo a gás de modelo CP 3800 VARIAN, com um detector de captura de elétrons. A variação das emissões de N2O foi de 2,74 a 42,54 μg N m-2 h-1 para leguminosas e 1,65 a 30,46 μg N m-2 h-1 para não leguminosas. Maiores emissões foram constatadas no período mais úmido em relação ao período seco. A umidade gravimétrica do solo, temperatura do solo e estoque de resíduos vegetais sobre o solo foram os fatores que mais interferiram nas emissões de N2O do solo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fluxos de CO2 do solo na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, durante o experimento ESECAFLOR/LBA
    (2013-03) SILVA JUNIOR, João de Athaydes; COSTA, Antonio Carlos Lôla da; AZEVEDO, Pedro Vieira de; COSTA, Rafael Ferreira da; METCALFE, Daniel B.; GONÇALVES, Paulo Henrique Lopes; BRAGA, Alan Pantoja; MALHI, Yadvinder Singh; ARAGÃO, Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de; MEIR, Patrick
    O experimento ESECAFLOR/LBA foi conduzido na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, e este artigo procura investigar os efeitos do estresse hídrico sobre a respiração do solo. Duas parcelas de 1 hectare foram instaladas em janeiro de 2002. Uma parcela (A) permaneceu em condições naturais e foi usada como controle, enquanto que na parcela de exclusão (B) foram instalados painéis plásticos para que aproximadamente 70% da precipitação fosse excluída. Os dados foram coletados mensalmente de janeiro a dezembro de 2005. Durante o ano de 2005 houve 2.211,6 mm de precipitação na ECFPn, ou seja 9,96% acima da média de 2.011,2 mm. As médias da umidade do solo foram de 15,6±9,2 e 9,5±3,4% nas parcelas A e B, respectivamente. As médias da temperatura do solo para as parcelas A e B foram de 25,6±0,4 e 25,7±0,5 ºC, respectivamente. As médias dos fluxos de CO2 no solo nas parcelas A e B foram de 3,46±0,44 e 3,21±0,84 μmolCO2 m-2s-1>, respectivamente. Com a exclusão de parte da chuva na parcela B, houve uma redução de 7,23% nos fluxos de CO2 no solo (0,25 μmolCO2 m-2s-1), 39,1% na umidade do solo (6,1p.p.), e um aumento de 0,39% na temperatura do solo (0,1ºC). A umidade do solo na parcela B foi menor do que na parcela A, devido ao sistema de exclusão da chuva, no entanto no início do ano, devido a reformas que o mesmo passou esses valores estiveram próximos.
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