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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliando a alteração da função de faces via equivalência de estímulos e pareamento de estímulos tipo respondente (ReT) em crianças com TEA
    (Universidade Federal do Pará, 2020-04-28) BORDA, Gisell Andrea Díaz; SILVA, Álvaro Júnior Melo; http://lattes.cnpq.br/8960291779730857; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X
    Crianças com desenvolvimento atípico podem apresentar déficit em respostas de observação a faces. Isso pode explicar, em parte, algumas das dificuldades no comportamento dessas crianças quanto às interações sociais e quanto à aquisição de repertórios complexos como o repertório verbal. A presente dissertação visou avaliar o efeito de dois tipos de procedimentos (instrução baseada em equivalência e pareamento de estímulos) sobre a alteração da função das faces medidas através de testes de preferência por figuras de faces humanas e duração do olhar a faces humanas propriamente em testes sociais. Nos dois estudos aqui apresentados, investigaram-se os processos comportamentais envolvidos nas respostas de observação a faces em crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O Estudo I avaliou o efeito de instrução baseada em equivalência sobre a transferência de função de itens de preferência para figuras de faces humanas e faces humanas propriamente. Três crianças diagnosticadas com TEA participaram do estudo. Utilizou-se um delineamento Pré-teste – Pós-teste com controle temporal de linha de base múltipla, dividido em três fases: a) Pré- teste, avaliação das respostas de escolha e atenção a faces, b) Intervenção, formação de classes de equivalência mediante MTS por identidade e consequência específica para cada classe, c) Pós-teste: replicação das medidas realizadas no Pré-teste. A partir dos dados, verificou-se que, apesar da dificuldade para documentar a emergência de relações condicionais que atestam as propriedades das relações de equivalência (apenas simetria foi obtida para dois dos três participantes), alteração nas respostas de escolha por figuras de faces humanas foi evidenciada em dois participantes. Uma das três crianças apresentou mudanças nos testes sociais. No entanto, na etapa de reforçamento das relações condicionais deste estudo, houve pareamento entre estímulos: o acesso a um item de preferencia de alta magnitude é precedido pela apresentação de um estímulo visual (figuras de faces humanas). Portanto, o Estudo II objetivou avaliar o possível efeito desse pareamento por si só sobre a função de faces em crianças com diagnóstico de TEA. Fizeram parte do Estudo II duas crianças que não participaram do Estudo I. Utilizou-se um delineamento de comparação intra-sujeito de medidas Pré-teste e Pós-teste, organizadas dentro de um delineamento experimental de sondas múltiplas entre participantes, dividido em três fases, das quais as fases: a) Pré-teste; b) Intervenção: pareamento de tipo respondente (ReT) entre figura de face e item de preferência de maior magnitude e entre figura abstrata e item de preferência de menor magnitude e c) Pós-teste: repetições das medidas da fase Pré-teste do Estudo I. O Estudo II consistiu, portanto, de um estudo complementar ao Estudo I. Os resultados no Estudo II permitem evidenciar o efeito na alteração da função das faces nos testes realizados para um dos dois participantes. Os dados obtidos na presente dissertação pretenderam produzir conhecimento à área de pesquisa básica para identificar processos comportamentais envolvidos nas respostas de observação às faces humanas, assim como fornecer informação relevante para a área de Análise do Comportamento aplicada à intervenção de crianças que apresentem dificuldades de atenção a faces. Os procedimentos explorados apontam o uso de estratégias metodológicas para a alteração da função das faces e evidenciam o potencial do paradigma de equivalência de estímulos na alteração de respostas de observação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Relações de controle modelo-comparação e equivalência de estímulos em arranjo multinodal
    (Universidade Federal do Pará, 2002) PEREIRA, Maria Eline Ferreira; KATO, Olivia Misae; http://lattes.cnpq.br/3612219210222465
    A formação de classes de equivalência parece ocorrer se for possível assegurar o controle consistente pelas relações de controle do tipo modelo-S+ (seleção) ou simultaneamente por ambos os tipos de relações de controle (modelo-S+ e modelo-S-). Relações de controle do tipo modelo-S- parecem dificultar a emergência de equivalência de estímulos. Este estudo pretendeu verificar os efeitos de procedimentos programados para induzir o controle exclusivo por rejeição (modelo-S-) e por seleção (modelo-S+) ou por ambos os tipos de relações de controle (modelo-S+ e modelo-S-) na formação de classes de equivalência. O estudo visou, ainda, identificar o tipo de relações de controle estabelecidos no treino. Participaram do Experimento 1 cinco estudantes da 1ª série do ensino médio. Foram utilizados três conjuntos de estímulos visuais nos treinos programados para induzir as relações modelo-S+, modelo-S- e ambas. As escolhas forma efetuadas com mouse. Nas tentativas iniciais do treino de todas as discriminações condicionais, foi utilizado um prompt que informava, a figura que deveria ser escolhida ou a figura que não deveria ser escolhida. Durante o treino programado para induzir as relações de controle modelo-S- e modelo-S+, uma máscara substituía, respectivamente, o estímulo de comparação correto e o incorreto. No treino que visava induzir ambas as relações, os dois tipos de tentativas eram apresentadas de forma randomizada. Todos os participantes foram expostos ao treino das discriminações condicionais EF, DE, CD, BC e AB, por meio do procedimento de emparelhamento com o modelo, nos três tipos de treino das relações de controle. Após o treino foram conduzidas sondas de equivalência (FA, EA, DA, CA, FB, FC, FD e FA) e as sondas das relações de controle. Cada dois participantes foram expostos a uma seqüência diferente dos treinos programados para induzir os três tipos de relações de controle. Para identificar o tipo de relação de controle estabelecido durante o treino foram utilizados os testes blank comparison e do estímulo novo. Independentemente da relação de controle estabelecida no treino, nenhum dos participantes apresentou formação de classes de equivalência. As sondas das relações de controle, no teste blank comparison, mostraram desempenhos inconsistentes em todos os participantes, nos treinos para induzir as relações de controle do tipo modelo-S-, indicou o estabelecimento de relações de controle do tipo modelo-S+ entre o estímulo modelo e a máscara. As sondas de controle, no teste do estímulo novo, mostraram desempenho inconsistente para a maioria dos participantes. Os resultados sugerem que os treinos programados não induziram as relações de controle previstas. O Experimento 2 foi conduzido com outros 6 alunos do ensino médio e teve como objetivo verificar o efeito dos treinos programados para induzir as relações de controle modelo-S+, modelo-S- e ambas na formação de classes de equivalência. O prompt verbal usado no experimento 1 foi removido e foi aplicado um pré-treino por tentativa e erro, ensinado as discriminações condicionais e mostrando o estímulo sob a máscara. As demais condições do experimento 1 foram mantidas. Dois participantes apresentaram imediata formação de classes de equivalência na condição programada para induzir relações de controle modelo-S+/modelo-S-, e um destes participantes também apresentou estes desempenhos emergentes na condição modelo- S+. Na condição modelo-S+/modelo-S- todos os participantes escolheram-S+ nas sondas de controle (teste blank comparison). Na condição modelo-S-, 3 participantes escolheram sempre a máscara, sugerindo o estabelecimento de discriminações simples entre estímulo modelo e máscara. Na condição modelo-S+, um participante escolheu apenas o S+, dois fizeram escolhas ao S+ ou ao S- e os demais mostraram inconsistências em suas escolhas. No teste do estímulo novo, na condição modelo-S+, verificaram-se escolhas consistentes para os dois participantes que mostraram imediata formação de classes de equivalência. Na condição modelo-S+, nas tentativas que avaliam o controle por seleção, quatro participantes escolheram somente o estímulo correto e os demais fizeram escolhas inconsistentes. Quando era avaliado o controle por rejeição, a maioria das escolhas foi ao S- e à janela vazia, somente um estudante escolheu o estímulo novo. Os resultados sugerem que os treinos programados para induzir a relações de controle modelo-S+ e modelo-S+/modelo-S- facilitam a formação de classes de equivalência e que o treino programado para induzir o controle modelo-Sdificulta a formação de classes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Teste de equivalência e exame eletrofisiológico em pessoas acometidas por acidente vascular cerebral com e sem comprometimento cognitivo.
    (Universidade Federal do Pará, 2017-01-27) PARANHOS, Alna Carolina Mendes; SOUZA, Givago da Silva; http://lattes.cnpq.br/5705421011644718; https://orcid.org/0000-0002-4525-3971; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132
    O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um distúrbio neurológico causado por uma anormalidade na circulação cerebral. Cerca de 30% das vítimas apresentarão comprometimento cognitivo três meses após a lesão e 10% algum tipo de demência. Na área da Neurociência e Comportamento, estudos têm sugerido que a onda N400 é ativada tanto em tarefas de escolha semântica quanto em teste de equivalência. O presente estudo objetivou (1) estudar o aprendizado de relações condicionais e formação de classes de equivalência em pessoas acometidas por AVC, com e sem comprometimento cognitivo (2) verificar a ocorrência e qualidade da onda N400 em diferentes condições de estimulação, envolvendo pares de estímulos relacionados e não relacionados, antes e depois do treino de relações condicionais. Para tanto, 18 participantes (nove em cada estudo) foram divididos em três grupos – Grupo Controle (GC), composto por adultos saudáveis; e dois Grupos Experimentais, sendo um com pacientes de AVC sem comprometimento cognitivo (GE1) e outro com comprometimento cognitivo (GE2). No Estudo 1, todos os participantes foram expostos a uma estrutura de treino de relações condicionais arbitrá- rias do tipo AB, AC e AD, e posterior teste de equivalência. O Estudo 2, era idêntico ao Estudo 1 no que se refere ao protocolo de ensino de relações condicionais utilizado, a diferença constou na realização de registros eletrofisiológicos em todos os participantes, antes e depois do treino das relações condicionais. Os resultados do Estudo 1 e 2 sugerem que o protocolo de ensino utilizado foi eficaz no estabelecimento de relações condicionais arbitrárias e formação de classes de equivalência para os participantes dos Grupos GC e GE1, e não eficaz para os participantes do GE2. No Estudo 2, os Participantes P21, P22 e P24 apresentaram a ocorrência da onda N400 nas quatro condições de estimulação; P26 em três condições de estimulação; P27 e P29 em nenhuma condição de estimulação. Os resultados sugerem uma relação direta entre o grau aprendizado das relações condicionais e formação de classes de equivalência com a ocorrência e qualidade da onda N400. O presente estudo estende as análises desta correlação ao conduzir os experimentos com uma população de AVC, com e sem comprometimento cognitivo, tendo grande aplicabilidade no contexto da avaliação e reabilitação cognitiva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Testes de simetria e transitividade em macaco-prego
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09-29) LIMA, Raquel Leite Castro de; SILVA, Maria Luísa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966
    Uma das formas de investigação do comportamento simbólico e seus pré-requisitos envolve o ensino de relações arbitrárias entre estímulos em um modelo de treino de escolha condicional visando à aplicação de testes de desempenhos emergentes. O objetivo deste estudo foi testar desempenho emergente de simetria e transitividade em um macaco-prego, programando-se antes dos testes, condições de ensino aplicadas em estudos que obtiveram desempenho emergente em não humanos. O sujeito experimental foi um macaco-prego da Escola Experimental de Primatas (NTPC-UFPA), macho adulto, com ampla experiência em tarefas de escolha. Na fase 1 do experimento, foram retreinadas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C, estabelecidas em experimento prévio, alternando-se o treino dessas relações em procedimentos de matching-to-sample (MTS) simultâneo e com atraso. Na fase 2, foram treinadas, na mesma sessão, tentativas das mesmas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C intercaladas à tentativas das relações de identidade A-A, B-B e C-C, também com alternância de procedimentos. Na fase 3, foi reduzida a probabilidade de reforçamento nesse tipo de sessão, como preparação para as sessões de testes que envolveriam algumas tentativas aplicadas sem reforço programado. Na fase 4, foram testadas as relações C-A, B-C e C-B. Em todas as fases de treino, o critério exigido era de desempenho mínimo de 90% de acertos e, no máximo, um erro por relação treinada. Os desempenhos foram avaliados em termos de porcentagens de acerto no total de tentativas. Na Fase 1, o sujeito apresentou os desempenhos mais precisos no MTS com atraso (mínimo de 75% e máximo de 100% de acertos), provavelmente em função de que sua história experimental prévia envolvia geralmente o treino nessa tarefa; no MTS simultâneo, a variação de desempenho ficou entre 64,44% e 97,78%, sendo o total de sessões para critério maior no MTS simultâneo. Foram aplicadas 23 sessões na Fase 2, com desempenho médio de 89,32% de acertos no MTS com atraso (total de seis sessões) e 87,75% (em 11 sessões) no MTS simultâneo. O sujeito encontrou mais dificuldades nas tentativas de MTS simultâneo, particularmente nas de treino das relações de identidade, em que dois estímulos iguais permaneciam na tela do computador. Essa configuração de tentativa gerou erros que foram sanados por restrições dos locais de apresentação do modelo. Na Fase 3, foram necessárias apenas 7 sessões experimentais para o alcance do critério, sendo o desempenho médio de 91,66% no MTS simultâneo em quatro sessões e 91,10% no MTS com atraso, em três sessões. Na Fase 4, os testes mostraram dados negativos para a emergência das relações C-A. A média de acertos nestas tentativas foi de 23,33%. Foi observada ainda queda no desempenho na linha de base e reações emocionais no sujeito provavelmente em razão da ausência de reforçamento, que foram sanadas com sessões com correção e entrega de duas pelotas para cada acerto. Nos testes das relações B-C, a média de acertos nas tentativas de teste foi de 71%, indicando desempenhos emergentes. Os resultados nos testes das relações C-B foram negativos. O desempenho nessas tentativas de teste teve média de apenas 12% de acertos. O procedimento utilizado foi suficiente para que se verificasse a emergência apenas de relações transitivas (B-C). Consistente com a literatura, não humanos parecem apresentar a emergência de relações transitivas mais prontamente do que de relações simétricas. Estudos futuros envolverão o treino das relações C-A e posterior re-teste da emergência de relações C-B.
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