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Navegando por Assunto "Sustentabilidade - Brasil"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Projetos da convenção sobre diversidade biológica (CDB): análises das políticas públicas do Brasil e Peru
    (Universidade Federal do Pará, 2017) PATRÍCIO, Marlinda Melo; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911
    Projetos da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB): Análises das Políticas Públicas do Brasil e Peru é o título desta tese. A mesma trata sobre dois projetos aprovados pelo Global Environment Facility (GEF) denominados Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Biodiversidade Brasileira (PROBIO) e Estratégia e Plano de Ação para a Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica no Peru (Plano de Estratégia e Ação do Peru). Os dois foram desenvolvidos pelos Ministérios do Meio Ambiente dos dois países em parceria com instituições públicas regionais e organismos não governamentais. O objetivo primou por suas análises, com foco nos processos de decisão e nos impactos que reverberam sobre as populações tradicionais. Para averiguação, os Planos de Utilização das Áreas de Proteção das Nações Unidas (APNU) Reserva Extrativista do Rio Cajari, no Brasil e a Reserva Nacional Allpahuayo Mishana, no Peru foram analisados. Diante disso, as hipóteses são que os idealizadores dos empreendimentos consideram que a opinião das populações tradicionais em nada contribui, que as mesmas impedem o “desenvolvimento” da sociedade, ou ainda, não querem gastar tempo com a articulação e participação. Estas constatações podem levar a submissão das populações às regras exógenas de convívio na região, que inibem, por exemplo, as atividades econômicas tradicionalmente realizadas, como a proibição da retirada de qualquer bem da natureza para uso comercial. Às disputas políticas nas organizações e as expectativas criadas e não atendidas são outras teorias verificadas. Para tal, o estado da arte sobre política pública, biodiversidade e sustentabilidade foi construído. A metodologia que possibilitou o caminho para pensar foi a interdisciplinaridade apoiada pela análise de conteúdo e a comparação, uma combinação de condições possíveis de serem examinadas a fundo. Os resultados mostram escassa participação das comunidades tradicionais e acentuada presença das decisões pelas instituições governamentais. Tanto os projetos deixam evidencias quanto nas reservas visitadas a prática que implica em diferentes impactos. Conclusão, o fato fragiliza as comunidades tradicionais política e economicamente e as reservas ficam sob constante desafio de permanecerem como unidade territorial a ser conservada. A tese está dividida em capítulo 1 Introdução, onde o objetivo, objeto do estudo, problemas, hipóteses, justificativa, metodologia são apresentados. No capítulo 2, o marco teórico conceitual está organizado analiticamente sobre as categorias políticas, política pública, política pública ambiental, biodiversidade, populações tradicionais, sustentabilidade, processo de tomada de decisão e impacto. Nos capítulos 3 e 4 trabalha-se com a história ambiental brasileira e peruana e as políticas públicas ambientais implementadas nestes países. No capítulo 5 o PROBIO é descrito e analisado, assim como o projeto de utilização da reserva extrativista do rio Cajari, Amapá. O mesmo é feito com a Estratégia e Plano de Ação do Peru, bem como o Plano Mestre da reserva nacional Allpahuayo Mishana, Loreto. No capítulo 6 apresenta a análise de conteúdo dos projetos constante no capítulo anterior, bem como a avaliação comparativa. E por fim, no capítulo 7 a conclusão traz a verificação de que as populações tradicionais ficam ausente do processo decisório de acordo com diferentes situações e que isto impacta suas vidas nos resultados e na consolidação do processo de decisão sociocultural, política e econômica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O uso do dinheiro como recurso sustentável: uma reflexão para a educação financeira cidadã
    (Universidade Federal do Pará, 2017) SILVA, Iran Abib Valente da; GUERRA, Renato Borges; http://lattes.cnpq.br/3199659904537033
    A educação financeira no Brasil é algo que pode ser considera novo para a maioria. Não é hábito dos brasileiros fazer planejamentos financeiros, falar sobre dinheiro, principalmente quando o assunto envolve criança. A ausência da noção básica de dinheiro pode atrapalhar a vida financeira da criança por toda sua vida. Ela pode se formar ser um excelente profissional, ganhar muito dinheiro, porém, não conseguir administrar sua vida financeira, porque no seu berço não foi transmitido tal informação. Assim sendo, uma de nossas responsabilidades como educadores e pais, é deixar um legado sadio às nossas crianças no que diz respeito ao assunto sobre finanças. Para que isso aconteça, devemos primeiramente aprender e praticar esse conhecimento diariamente em nossa vida, dando-lhes exemplos de viver dignamente bem hoje, para que gerações futuras sejam alcançadas nessa prática. No entanto, essa mudança não é fácil, porque vivemos em um país, cuja cultura não está alicerçada nos fundamentos do consumo necessário, mas na ideologia do consumismo, que é um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Isso trouxe uma inquietude no modo de agir das pessoas, ou seja, o ato do consumo perde sua característica fundamental, que é o de suprir as necessidades básicas e, passa a ser uma questão de poder e conquista. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconsequente principalmente o público infantil, pois são mais vulneráveis. Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral. Se continuarmos agindo assim com nossas crianças estará ensinando-as a passar adiante horror e vergonha. Talvez, isto tenha sido o motivo de que ainda somos considerados analfabetos financeiros, devido não sabermos lidar com o dinheiro. Precisamos ampliar a contribuição da educação financeira, utilizando-a para despertar a atenção das pessoas para a importância de suas decisões cotidianas, tanto para seu próprio futuro e atual bem-estar, quanto para a sustentabilidade da sociedade e do meio ambiente. Essa questão relaciona-se intimamente com a essência do uso sustentável do dinheiro, nos dias atuais, por isso, faz sentido provocar a reflexão das pessoas sobre os reais motivos, que as levam a compreender essa prática sustentável, relacionadas ao bem-estar pessoal, familiar e de sua comunidade, a qual é fundamental a cada um de nós.
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