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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Da Belle Époque à cidade do vício: o combate à sífilis em Belém do Pará, 1921-1924
    (Fundação Oswaldo Cruz, 2016-06) HENRIQUE, Márcio Couto; AMADOR, Luiza Helena Miranda
    O artigo analisa o combate à sífilis em Belém do Pará entre 1921 e 1924. A partir da fundação do Instituto de Profilaxia e Doenças Venéreas, administrado pelo médico Heraclídes de Souza Araújo, muitas restrições foram feitas à prática do meretrício, visando transformar as prostitutas em aliadas da política de higienização da cidade. A documentação produzida pelo Instituto de Profilaxia, bem como jornais da época, revela os vários embates que ocorreram entre médicos, polícia civil e meretrizes, destacando as atitudes destas contra a intervenção do Estado em seu ofício.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Elaboração e validação semântica de tecnologia educacional sobre sífilis para mulheres ribeirinhas da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-11) FERNANDES, Ticianne Alcântara de Oliveira; ABEN-ATHAR, Cintia Yolette Urbano Pauxis; http://lattes.cnpq.br/8844398079793605; https://orcid.org/0000-0002-6951-3547
    A população ribeirinha tende a apresentar alta prevalência de infecções sexualmente transmissíveis, relacionadas às vulnerabilidades comportamentais e sociais, com destaque à baixa escolaridade, o que dificulta a promoção de saúde sexual. Neste sentido, as tecnologias educacionais em saúde, quando validadas, são aliadas no processo de disseminação de informações de qualidade e seguras. Objetivo: Este estudo teve por objetivo elaborar e validar a semântica de uma cartilha sobre sífilis com base no conhecimento de mulheres ribeirinhas. Metodologia: Trata­-se de uma pesquisa metodológica realizada em três etapas, sendo elas respectivamente: elaboração da tecnologia educacional em saúde;aplicação do teste piloto na ilha do Maracujazinho, no município do Acará e validação da semântica pelo público-­alvo na ilha do Combu, em Belém do Pará. Resultado: A etapa de elaboração foi realizada com base no diagnóstico situacional, para seleção de tema gerador, e por uma revisão integrativa da literatura, que identificou a tecnologia educacional em saúde impressa do tipo cartilha como adequada para abordar a temática. No teste piloto, realizado com 22 mulheres ribeirinhas, ocorreu a avaliação da tecnologia onde foi obtido índice de validade semântica igual a 1, ou seja, com 100% de concordância das respostas em todos os blocos de perguntas do questionário de avaliação. Na terceira etapa efetivou­-se a validação semântica com 23 mulheres da ilha do Combu, onde se obteve índice de validade semântica igual a 1, ou seja, 100% de concordância utilizando o mesmo questionário de avaliação do teste piloto. Conclusão: A tecnologia educacional necessitou de adequação apenas na qualidade do papel de impressão, seus demais quesitos foram considerados apropriados e satisfatórios. A cartilha pode ser considerada válida semanticamente para abordar o tema sífilis com mulheres ribeirinhas. Futuramente a cartilha receberá validação de confiabilidade e estabilidade do conteúdo por juízes especialistas da área da saúde e de outras formações de nível superior.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores da vulnerabilidade associados à sífilis e HIV em uma comunidade ribeirinha amazônica
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-26) PINHO, Ellen Christiane Corrêa; SILVA, Richardson Augusto Rosendo da; http://lattes.cnpq.br/2184669241700299; https://orcid.org/0000-0001-6290-9365; CINHA, Carlos Leonardo Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/9603271880856443; https://orcid.org/0000-0002-1891-4201
    Introdução: Verifica-­se uma intensificação de casos pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e sífilis em alguns segmentos populacionais, principalmente a região Norte do Brasil. O estado do Pará tem a segunda maior taxa de mortalidade por Aids do país, e aumento crescente na incidência das infecções sexualmente transmissíveis (IST) notificáveis. Nessa esfera epidemiológica está incluída a população ribeirinha da Amazônia que são miscigenações de indígenas, africanos, e outros, que sofre com baixos indicadores socieconomicos, barreiras geográficas e de acesso a saúde. Objetivo: Analisar os fatores da vulnerabilidade associados a ocorrência e ao conhecimento sobre IST (sífilis e HIV) em uma população ribeirinha da Amazônia brasileira. Método: Trata­-se de um estudo transversal realizado na Ilha do Combu – Belém/PA. O cálculo amostral foi realizado no módulo Statcalc – Sample size and power do programa EPI INFO Versão 7.2.2.16.. Para a amostra foi considerado pessoas com idade igual ou superior a 18 anos e moradores da ilha. A coleta de dados ocorreu através da aplicação de dois instrumentos: Sexually Transmitted Disease Knowledge Questionnaire (STD-­KQ)utilizado para mensurar o nível de conhecimento dos ribeirinhos; e para o levantamento da população e das dimensões da vulnerabilidade, foi empregado o instrumento adaptado aplicado no inquérito domiciliar de abrangência nacional da “Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira” (PCAP). A investigação para as infecções foi realizada por meio de teste rápido para HIV e sífilis, e coleta de sangue periférico para realização de Reaginina Plasmática Rápida nos casos de teste rápido reagentes para sífilis. Para análise de dados foi realizada estatística descritiva e modelo de regressão logística. Na regressão binária univariada foram selecionadas para regressão múltipla. As variáveis com maior valor de p foram removidas uma de cada vez até o ajuste final do modelo de regressão logística ordinal múltipla. Todas as análises estatísticas foram feitas utilizando os softwares Minitab 20®. Adotou­-se o nível de significância de 5%, intervalo de confiança (IC) de 95% e Razão de Chances (RC). Resultados: A amostra total foi de 325 ribeirinhos com prevalência de sífilis de 6,15% (20) e de HIV de 0,61% (2), sendo uma coinfecção. 190 eram do sexo feminino e 135 do sexo masculino. 68,9% (220) tiveram idade média de 40 anos e 56,6% (184) nunca frequentou a escola ou possuía nível fundamental. As variáveis relacionadas à vulnerabilidade individual que se associaram ao desfecho/chance de infecção para as IST na regressão final foi quase quatro vezes maior em participantes com idade igual ou superior a 48 anos (p=0,022), ter feito transfusão sanguínea (p=0,023), pessoas que tiveram mais que um parceiro sexual nos últimos 6 meses (p=0,028) e não conhecer o preservativo feminino (p=0,031); e possuir parceiro sexual atual (p=0,041) apresentou um baixo risco 0,33 para o desfecho. Para vulnerabilidade social nenhuma variável teve associação. E na dimensão programática, não ter feito teste rápido para HIV apresentou um baixo risco de 0,26 (p=0,021). Sobre o nível de conhecimento na população ribeirinha, 65,5% (213) participantes tiveram baixo conhecimento (0 a 14 acertos/28 questões). Já, na associação entre os fatores de nível de conhecimento sobre IST estiveram presentes nas três dimensões da vulnerabilidade. Dentre elas, participantes com idade maior ou igual a 48 anos apresentaram risco 1,93 vezes maior (p=0,012) para baixo nível de conhecimento sobre IST’s, não conhecer a sorologia do parceiro tiveram um risco de 1,92 vezes (p=0,011); chance de quase 4 vezes maior (p=0,000) foi obtido entre os ribeirinhos com baixa escolaridade; nunca ter feito teste para IST na vida teve chance de 2,51 (p=0,000), e não ter acesso a camisinha no último ano o risco foi de 1,95 vezes (p=0,006) de baixo conhecimento.Conclusão: A população ribeirinha apresentou vulnerabilidade para sífilis e HIV nas dimensões individual e programática. Quanto ao nível de conhecimento sobre IST essa população sofre com déficit, e é vulnerável em todas as dimensões.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Preditores da sífilis gestacional em um estado da Amazônia brasileira: um estudo de caso e controle
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-03) UCHÔA, Thais Lopes do Amaral; FERREIRA, Glenda Roberta Oliveira Naiff; http://lattes.cnpq.br/7459094802051187; https://orcid.org/0000-0002-8206-4950; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460
    Introdução: Os avanços nas políticas públicas voltadas a atenção materno-infantil implantadas no Brasil nas últimas décadas ainda não produziram impacto na redução da sífilis gestacional e, principalmente, na sífilis congênita. No Pará, ainda há um elevado número de casos de sífilis gestacional detectados no parto e puerpério. Os fatores que se relacionam a manutenção desse contexto são desconhecidos. Objetivo: Determinar os preditores da sífilis gestacional em um estado da região Amazônica brasileira. Métodos: Estudo de caso e controle não pareados, realizado em uma maternidade pública de referência do Pará. Os dados foram coletados no período de novembro de 2020 a julho de 2021, a partir da aplicação de formulário, análise do cartão da gestante e prontuário. Foram considerados casos as mulheres com diagnóstico de sífilis na gestação, parto ou puerpério. Os controles foram as mulheres sem o diagnóstico de sífilis no ciclo gravídico-puerperal. A variável resposta foi o diagnóstico ou não de sífilis gestacional, sendo considerado o evento o diagnóstico de sífilis gestacional no pré-natal, parto ou puerpério. As variáveis independentes foram agrupadas em: a) sociodemográficas; b) ginecológica e obstétrica por duas (02) variáveis categóricas e cinco (05) variáveis discretas; c) práticas sexuais e obstétricas por oito (08) variáveis categóricas; d) conhecimento é composto quinze (15) variáveis categóricas e e) Atitudes é composta por seis (06) variáveis categóricas. O tamanho da amostra, calculado pelo método de Kelsey, foi de 204 participantes, sendo 68 casos e 136 controles. Para testar a principal hipótese do estudo foi realizada análise de regressão logística múltipla. No programa Bioestat 5.3® foi aplicado teste do qui-quadrado de independência, tendência e teste G. No programa Minitab 20® foram realizadas as análises descritivas e regressão logística. Foi calculada a razão de chances, intervalo de confiança de 95%. Valores de p <0,05 foram considerados estatisticamente significantes. Resultados: Entre os 68 casos e 137 controles, a idade variou de 15 a 41 anos, a média de idade foi de 26,1 anos (DP: 6,2). Na regressão logística múltipla, de maneira independente os casos estão associados ao menor número de consultas pré-natal (OR: 0,82; p = 0,02), história de IST anterior (OR: 24,8; p = 0,00), aborto espontâneo (OR: 2,86; p = 0,025) e dificuldade para conversar com o parceiro sobre uso do preservativo sexual nas relações (OR: 4,43; p = 0,00). Entre os fatores dos conhecimentos e atitudes os casos estiveram associados a conhecimento sobre a transmissão vertical (OD: 0,24; p= 0,019), ao tratamento com penicilina (OD: 0,47; p= 0,023) e sobre a disponibilidade do tratamento nas unidades básicas de saúde (OD: 0,14; p= 0,014). No entanto, estão associados ao desconhecimento sobre a inexistência de vacina (OD: 1,94; p= 0,04). A análise das variáveis relacionadas às atitudes evidenciou uma associação dos casos (OD: 2,40; p= 0,016) a atitude inadequada sobre o início do pré-natal. Há crescimento dos casos reagente do 1º trimestre ao puerpério com p < 0,0001, sendo as maiores proporções significativas de casos reagentes no parto e no puerpério. Conclusão: Os fatores ginecológicos e obstétricos, as práticas sexuais e reprodutivas e o conhecimento estão associados à sífilis gestacional. Em uma população com precárias condições socioeconômicas não foi demonstrado associação desses fatores. Ações de monitoramento e avaliação do pré-natal são urgentes.
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