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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre excesso de peso e hábito de fumar, Santarém, PA, 2007
    (Universidade Federal do Pará, 2009-12) SÁ, Naíza Nayla Bandeira de; MOURA, Erly Catarina de
    OBJETIVO: Estudar associação entre excesso de peso e hábito de fumar. METODOLOGIA: Estudo transversal desenvolvido por telefone numa amostra probabilística de adultos (Santarém /PA), em 2007. Variável desfecho foi excesso de peso, explanatória hábito de fumar e de confusão idade, escolaridade, união conjugal, estado nutricional prévio, abuso de bebidas alcoólicas, atividade física no lazer e padrão alimentar. Associação entre excesso de peso e demais variáveis foi investigada pelo teste do qui-quadrado e regressão de Poisson para o cálculo das razões de prevalência de excesso de peso conforme hábito de fumar, considerando-se três níveis de hierarquia: características sociodemográficas, estado nutricional prévio e padrão comportamental. RESULTADOS: Verificou-se 40,6% de excesso de peso e 16,4% de fumantes. As variáveis associadas ao excesso de peso foram: maior idade, menor escolaridade, união conjugal estável, excesso de peso aos 20 anos e hábito de não consumo de refrigerante para ambos os sexos; não ativo no lazer para homens e hábito de fumar (atual e passado) para mulheres. As razões de prevalência de excesso de peso não apresentaram associação com hábito de fumar para homens, porém para mulheres houve tendência de maior prevalência de excesso de peso para fumantes atuais, chegando a 2,56 vezes mais do que para nunca fumantes e ex-fumantes. CONCLUSÃO: Este estudo constatou que a prevalência de excesso de peso foi maior para mulheres fumantes, comparativamente às ex-fumantes e nunca fumantes. Para os homens não se observou nenhuma associação entre excesso de peso e tabagismo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Does ethnic ancestry play a role in smoking?
    (2015-03) SOUZA, Elisa Sebba Tosta de; ARAÚJO, Luíza Ferreira de; ALENCAR, Dayse O. de; SANTOS, Sidney Emanuel Batista dos; SILVA JUNIOR, Wilson Araújo da; FERREIRA, Cristiane Ayres; MARTINEZ, José Antônio Baddini
    A maior proporção de fumantes entre negros no Brasil tem sido atribuída a desigualdades socioeconômicas, mas fatores genéticos também poderiam contribuir para esse achado. Este estudo visou investigar associações entre status tabágico com ancestralidade definida geneticamente e características socioeconômicas em brasileiros. Amostras de sangue foram colhidas de 448 voluntários (66,7% homens; idade: 37,1±11,4 anos) classificados como fumantes atuais (FA: 60,9%), ex-fumantes (EF:8,9%) e não fumantes (NF:30,1%).Misturas éticas individuais foram determinadas empregando-se um painel informativo de ancestralidade composto por 48 polimorfismos de deleções e inserções. FA mostraram menor proporção de ancestralidade europeia do que NF (0,837±0,243 X 0,883±0,194; p≤0,05) e EF (0,837±0,243 X 0,864±0,230; p≤0,05), e maior proporção de ancestralidade africana sub-saárica do que EF (0,128±0,222 X 0,07±0,174, p≤0,05) e NF (0,128±0,222 X 0,085±0,178, p≤0,05). NF informaram maior número de anos de escola do que FA (11,2±3,7 X 8,9±3,8; p≤0,001). FA foram menos comuns na Classe econômica A (30%) e mais comuns na Classe B (56,8%). Em análise multivariada, apenas menor número de anos escolares e menor classe econômica estiveram associados com chances maiores para FA. O uso de marcadores de genética molecular para caracterizar o background étnico confirmou que diferenças socioeconômicas são os principais determinantes de maiores taxas de tabagismo entre negros no Brasil.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Factors associated with smoking cessation
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02) FRANÇA, Samires Avelino de Souza; NEVES, Ana Ligian Feitosa das; SOUZA, Tatiane Andressa Santos de; MARTINS, Nandara Celana Negreiros; CARNEIRO, Saul Rassy; SARGES, Edilene do Socorro Nascimento Falcão; SOUZA, Maria de Fátima Amine Houat de
    OBJETIVO: Analisar a prevalência e fatores associados à abstinência tabágica entre pacientes atendidos em unidade de referência para cessação do tabagismo. MÉTODOS: Estudo transversal que analisou 532 prontuários de pacientes atendidos em unidade de referência para cessação do tabagismo em Belém, PA, entre janeiro de 2010 e junho de 2012. Foram analisadas variáveis sociodemográficas e aquelas relacionadas à história tabágica e ao tratamento realizado. Considerou-se para significância estatística p < 0,05. RESULTADOS: A média de idade dos participantes foi 50 anos e cerca de 57,0% dos pacientes eram do sexo feminino. A carga tabágica média foi 30 maços/ano e o tempo médio de tabagismo foi aproximadamente 32 anos. A maioria dos pacientes permaneceram em tratamento por quatro meses. A taxa de abstinência tabágica foi 75,0%. Na análise de regressão, terapia de manutenção, ausência de gatilhos de recaída e dependência química mais baixa foram significativamente associados à cessação. CONCLUSÕES: A taxa de abstinência tabágica observada foi 75,0%. O processo de cessação associou-se a diversos aspectos, como grau de dependência química, sintomas de abstinência e tempo de acompanhamento do paciente em um programa de tratamento multiprofissional. Estudos desta natureza, portanto, auxiliam na reunião de informações epidemiológicas consistentes, fundamentais à elaboração de ações de prevenção e combate ao tabagismo mais efetivas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Tabagismo associado a outros fatores comportamentais de risco de doenças e agravos crônicos não transmissíveis
    (2010-08) BERTO, Silvia Justina Papini; CARVALHAES, Maria Antonieta Barros Leite; MOURA, Erly Catarina de
    Foram entrevistados via ligação telefônica 1.410 indivíduos, amostra aleatória e representativa da população acima de 18 anos residente em domicílios conectados à rede de telefonia fixa. A prevalência de tabagismo foi de 21,8%, maior em homens (25%) e em indivíduos na faixa entre 18 e 29 anos. Tabagismo e sedentarismo juntos ocorrem em 13,9% dos homens e 14,2% das mulheres; tabagismo e baixo consumo de frutas em 12,9% dos homens e 12,3% das mulheres; e tabagismo e baixo consumo de legumes em 5,8% dos homens e 5,1% das mulheres. A associação de tabagismo e consumo excessivo de álcool foi observada apenas nos homens (em 3,5% deles) e, da mesma forma que verificada para tabagismo isoladamente, sua ocorrência concomitante a outros fatores comportamentais de risco de doenças e agravos crônicos não transmissíveis (DANT) associou-se inversamente à escolaridade. Os dados apontam indícios de efeito de aglomeração entre tabagismo e sedentarismo, tabagismo e álcool em excesso, tabagismo e dieta inadequada, justificando intervenções focadas na prevenção e redução concomitante dos principais fatores comportamentais de risco de DANT.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tabagismo: prevalência e fatores associados na população adulta de Belém, Pará, 2007
    (Universidade Federal do Pará, 2009-09-25) CARNEIRO, Saul Rassy; MOURA, Erly Catarina de; http://lattes.cnpq.br/5136057288998726
    O estudo em questão se propõe a analisar a prevalência do tabagismo no município de Belém-Pa juntamente com seus fatores associados. Foram utilizados dados secundários de Belém-Pa coletados no ano de 2007 pelo Sistema Nacional de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), que monitora os fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas 26 capitais de estados brasileiros e no Distrito Federal. Fizeram parte de amostra 2014 indivíduos com 18 ou mais anos de idade, os quais responderam perguntas relativas a fatores socioeconômicos, comportamentais e estado de saúde e doenças associadas. Os resultados mostram que a prevalência de fumantes foi de 14,3% (11,7-16,9) sendo que em homens constatou-se 21,1% (16,5-25,6) e em mulheres 8,5% (5,9-11,1). Os homens apresentaram dentre seus fatores associados ao tabagismo uma razão de prevalência de 0,58 (0,4-0,83) para aqueles ques têm mais de 8 anos de estudo e 1,9 (1,26-2,88) para os que consomem bebida alcoólica. Já as mulheres apresentaram como fator associado o consumo abusivo de álcool com razão de prevalência de 2,23 (1,15-4,32). Conclui-se que a prevalência é maior em homens do que em mulheres e os fatores associados para os primeiros seriam a baixa escolaridade e o consumo abusivo de álcool enquanto que para elas seria somente o consumo abusivo de álcool.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Vigilância de fatores de risco para doenças crônicas por inquérito telefônico nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal (2006)
    (2008-05) MOURA, Erly Catarina de; MORAIS NETO, Otaliba Libânio de; MALTA, Deborah Carvalho; MOURA, Lenildo de; SILVA, Nilza Nunes da; BERNAL, Regina Tomie Ivata; CLARO, Rafael Moreira; MONTEIRO, Carlos Augusto
    OBJETIVO: Descrever métodos e resultados iniciais do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas não Transmissíveis por Inquérito Telefônico – VIGITEL implantado no Brasil em 2006. MÉTODOS: O VIGITEL estudou amostras probabilísticas da população com 18 ou mais anos de idade residente em domicílios conectados à rede de telefonia fixa de cada uma das capitais dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal (54.369 indivíduos no total, sendo pelo menos 2.000 por cidade). A amostragem foi realizada a partir de cadastros eletrônicos completos das linhas residenciais fixas de cada cidade, envolvendo sorteio de linhas (domicílios) e sorteio de um morador por linha para ser entrevistado. O questionário aplicado investigou características demográficas e socioeconômicas, padrão de alimentação e de atividade física, consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas, e peso e altura recordados, entre outros quesitos. Estimativas sobre a freqüência de fatores de risco selecionados, estratificadas por sexo e acompanhadas de Intervalo de Confiança de 95%, foram calculadas para a população adulta de cada cidade empregando-se fatores de ponderação que igualam a composição sociodemográfica da amostra em cada cidade àquela observada no Censo Demográfico de 2000. Estimativas para o conjunto das cidades empregam fator de ponderação adicional que leva em conta a população de adultos de cada cidade. RESULTADOS: Os cinco fatores de risco selecionados (tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, excesso de peso, consumo de carnes com excesso de gordura e sedentarismo) tenderam a ser mais freqüentes em homens do que em mulheres. Dentre os fatores de proteção, o consumo regular de frutas e hortaliças foi mais freqüente em mulheres do que em homens, observando-se situação inversa no caso da atividade física de lazer. Diferenças substanciais na freqüência dos fatores de risco e proteção foram observadas entre as cidades, com padrões de distribuição regional diferenciados por fator. DISCUSSÃO: O desempenho do sistema, avaliado a partir da qualidade dos cadastros telefônicos e de taxas de resposta e de recusas, mostrou-se adequado e, de modo geral, superior ao encontrado em sistemas equivalentes existentes em países desenvolvidos. O custo do sistema de R$ 31,15 por entrevista realizada, foi a metade do custo observado no sistema americano de vigilância de fatores de risco para doenças crônicas por inquérito telefônico e um quinto do custo estimado em inquérito domiciliar tradicional realizado recentemente no Brasil.
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